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O melhor momento para investir: IMÓVEIS EM LANÇAMENTO
Inverno Chegou: 5 Cuidados Para Evita...
A combinação entre umidade e queda nas temperaturas típicas do inverno favorece o surgimento de infiltrações, mofo e outros problemas que comprometem a estrutura dos imóveis — e podem elevar bastante os custos de manutenção se não forem tratados a tempo. A boa notícia é que a maioria desses problemas pode ser evitada com cuidados simples e preventivos. Por que tratar cedo faz tanta diferença no bolso? Uma infiltração identificada logo no início costuma exigir apenas intervenções pontuais, com custo estimado em cerca de 10% do valor de uma recuperação estrutural completa — necessária quando o problema já avançou para a alvenaria e o mobiliário. Ou seja: agir cedo não é só uma questão de conforto, é uma decisão financeira. Quais são os 5 cuidados essenciais para proteger o imóvel no inverno? Inspecione o telhado e as calhas: verifique telhas quebradas, trincadas ou fora do lugar — pequenas falhas já são suficientes para causar goteiras e infiltrações que se agravam com o tempo. Limpe calhas e ralos periodicamente: folhas, galhos e sujeira acumulados impedem o escoamento correto da água da chuva, provocando transbordamentos e acúmulo de umidade. Cuide da drenagem ao redor do imóvel: grelhas e ralos entupidos são uma das principais causas de infiltração no solo e de danos estruturais em períodos de chuva mais intensa. Observe sinais de umidade no forro e nas paredes: manchas, bolhas na pintura ou cheiro de mofo são indícios de que a infiltração já começou — quanto antes for tratada, menor o custo do reparo. Considere a impermeabilização preventiva: tratar telhados, calhas e rodapés antes do pico do inverno reduz consideravelmente o risco de infiltrações ao longo da estação. Vale a pena contratar um profissional para a inspeção? Sim. Embora a inspeção visual caseira ajude a identificar problemas óbvios, um profissional qualificado tem ferramentas e experiência para detectar falhas que passam despercebidas a olho nu — como fissuras iniciais, desgaste de vedações e até comprometimento estrutural leve, evitando que pequenos danos se transformem em reparos caros. A manutenção preventiva também afeta o valor do imóvel? Sim, e bastante. Um imóvel bem cuidado — sem manchas de umidade, com telhado e calhas em bom estado — tem mais liquidez na hora de vender ou alugar, além de evitar surpresas desagradáveis durante a vistoria de entrega ou de venda. Precisa de indicações de profissionais de confiança para cuidar da manutenção do seu imóvel em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a encontrar as melhores soluções para manter seu imóvel valorizado.
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Consórcio de Imóveis Cresce 43,7% em ...
O consórcio de imóveis segue em forte expansão no Brasil. Segundo balanço da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o segmento cresceu 43,7% entre janeiro e maio de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, com mais de 56 mil contemplações registradas nos cinco primeiros meses do ano. Quanto movimenta o consórcio de imóveis hoje? A injeção financeira da modalidade somou R$ 10,61 bilhões no período, com ticket médio de R$ 223,68 mil ? alta de 6,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. De acordo com dados da Abecip, o consórcio já representa uma fatia relevante do total de imóveis financiados no país, com participação estimada em 23,8% frente ao crédito imobiliário tradicional. O consórcio é a mesma coisa que comprar um imóvel pronto para morar? Não, e essa é a principal diferença que quem pesquisa sobre o tema precisa entender: no consórcio, o participante paga parcelas mensais e aguarda ser contemplado ? seja por sorteio, seja por lance ? para então receber a carta de crédito e poder usá-la na compra de um imóvel. Ou seja, entrar em um consórcio não significa ter o imóvel garantido em um prazo definido; a contemplação pode levar meses ou até alguns anos, dependendo do grupo e dos lances ofertados. Quando faz sentido usar uma carta de consórcio para comprar um imóvel? O ponto mais importante para quem já participa de um grupo de consórcio é: a carta de crédito só se torna útil na prática depois da contemplação, quando o valor já está disponível para uso imediato na aquisição do imóvel. É nesse momento ? com a carta em mãos e o crédito liberado ? que faz sentido buscar orientação especializada para escolher o imóvel ideal dentro do valor contemplado, negociar condições e dar entrada na compra. Por que esse crescimento importa para o mercado imobiliário? O avanço do consórcio reforça uma mudança de comportamento: mais brasileiros estão organizando a compra do imóvel com planejamento financeiro de médio e longo prazo, em vez de depender exclusivamente do financiamento tradicional ? especialmente em um cenário de juros ainda elevados. Já tem uma carta de crédito de consórcio contemplada e quer usá-la para comprar seu imóvel em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a encontrar o imóvel ideal dentro do valor da sua carta e conduzir todo o processo de compra.
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Apartamentos Compactos Lideram a Valo...
Enquanto o mercado imobiliário como um todo segue em ritmo de recuperação moderada, um perfil específico de imóvel se destaca como o mais aquecido do momento: os apartamentos compactos. Eles já são considerados os ativos mais líquidos e atrativos tanto para investidores quanto para quem busca moradia funcional. Quanto os imóveis compactos valorizaram em 2026? Os imóveis de um dormitório lideraram a alta de preços em março de 2026, com valorização de 0,65% ? acima da média nacional do período. Já os imóveis maiores, com quatro dormitórios ou mais, tiveram avanço bem mais tímido, de apenas 0,20% no mesmo mês. Qual é o preço do metro quadrado dos imóveis compactos? Os apartamentos de um dormitório apresentam hoje o metro quadrado mais caro do país entre todas as tipologias residenciais, com média de R$ 11.849. Isso acontece porque, proporcionalmente, unidades menores concentram mais valor por área ? um reflexo direto da alta demanda por esse tipo de imóvel. Por que os imóveis compactos estão tão valorizados? Alguns fatores explicam esse movimento: Maior velocidade de ocupação e menor índice de vacância, principalmente em regiões centrais; Custo de financiamento mais alto, que torna imóveis maiores menos acessíveis e reforça o interesse por unidades menores e mais baratas no valor total; Mudança de comportamento das novas gerações, que priorizam localização e praticidade a metros quadrados extras; Maior interesse dos investidores, que enxergam nos imóveis compactos uma alternativa de bom retorno com locação, especialmente em um cenário de mercado de aluguel aquecido. O que esperar do mercado de imóveis compactos daqui para frente? Especialistas apontam que 2026 deve ser marcado por um mercado mais seletivo, no qual localização, liquidez e demanda consistente pesam cada vez mais na valorização dos ativos ? cenário em que os imóveis compactos tendem a seguir na frente. Está pensando em comprar um apartamento compacto para morar ou investir em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te apresentar as opções disponíveis dentro do seu perfil de investimento.
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Inadimplência em Condomínios se Manté...
A inadimplência nas taxas condominiais segue em patamar elevado no Brasil. Levantamentos do setor apontam que o índice de atrasos superiores a 30 dias deve permanecer ao redor de 11% em 2026, refletindo o aumento do custo de vida e a pressão no orçamento das famílias brasileiras. Qual é a taxa de inadimplência em condomínios hoje? Segundo dados de uma pesquisa com cerca de 7 mil condomínios em todo o país, a inadimplência avançou de 9,83% para 11,66% na comparação entre os segundos semestres de 2024 e 2025. No estado de São Paulo, onde fica Ribeirão Preto, o índice fechou o período em 11,77% ? acima da média das regiões Sul e Centro-Oeste, mas abaixo do Nordeste, que lidera o ranking nacional. Quanto custa, em média, a taxa de condomínio no Brasil? O valor médio do boleto condominial também subiu: chegou a R$ 522 no segundo semestre de 2025, um aumento de 1,2% frente ao semestre anterior. Desde 2022, o valor médio da cota já acumula alta de 26,3%. Por que a inadimplência condominial preocupa tanto quanto a de outras dívidas? Diferentemente de uma empresa, o condomínio tem orçamento fixo e pouca margem para absorver quedas de receita. Quando a inadimplência ultrapassa dois dígitos, isso compromete: O planejamento de despesas e obras de manutenção; O fundo de reserva do prédio; A necessidade de reajustes na taxa condominial para recompor o caixa ? o que pode, inclusive, alimentar um ciclo onde moradores em dia pagam a conta dos inadimplentes. O que fazer diante da inadimplência no condomínio? Especialistas recomendam agir de forma preventiva: reforçar avisos prévios de vencimento, usar canais digitais para notificação individualizada e negociar rapidamente nos primeiros sinais de atraso. Em último caso, a cota condominial é considerada título executivo extrajudicial, o que permite cobrança judicial mais rápida do que outros tipos de dívida. Está pensando em comprar um imóvel e quer entender a saúde financeira do condomínio antes de fechar negócio, ou precisa de orientação sobre gestão condominial em Ribeirão Preto? A Piramid Imóveis pode te ajudar nessa avaliação.
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Preço do Metro Quadrado em Ribeirão P...
Quem pesquisa apartamentos na planta em Ribeirão Preto já pode ter uma referência clara de preço: o valor médio do metro quadrado dos lançamentos na cidade está em R$ 6.997, podendo variar de R$ 895 a R$ 13.490 dependendo do padrão e da localização do empreendimento. Qual é o preço médio de um imóvel novo em Ribeirão Preto? Considerando o ticket médio das plantas disponíveis, o preço médio dos imóveis na planta em Ribeirão Preto fica em torno de R$ 629.139. As plantas têm, em média, 112 metros quadrados, mas o valor final varia bastante conforme o padrão do lançamento ? que pode ser classificado como Econômico, Médio Padrão ou Alto Padrão. Qual é o tipo de apartamento mais procurado na cidade? Entre os compradores de imóveis na planta em Ribeirão Preto, a composição mais buscada é a de 2 quartos, seguida de perto pelas plantas de 3 quartos. Já entre os diferenciais mais valorizados pelos compradores estão: Ampla área de lazer; Condomínio fechado; Espaço pet place. Por que o preço do m² varia tanto entre os lançamentos? A grande amplitude de valores (de R$ 895 a R$ 13.490 por m²) reflete a diversidade de bairros e padrões construtivos disponíveis na cidade ? de empreendimentos dentro de programas habitacionais mais econômicos a lançamentos de alto padrão em regiões valorizadas. Por isso, comparar apenas o "preço do metro quadrado" sem considerar a localização e o padrão do empreendimento pode levar a conclusões equivocadas na hora de negociar. Quer saber quanto custa, hoje, um imóvel na planta no bairro que você tem interesse em Ribeirão Preto? A Piramid Imóveis pode te apresentar as opções de lançamentos disponíveis dentro do seu orçamento.
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Aluguel Sobe até 15% em 2026: Veja o ...
O mercado de locação residencial segue em ritmo forte de alta em 2026, e os dados mais recentes do Índice FipeZap mostram que, em várias capitais brasileiras, o aluguel está subindo mais rápido do que o próprio valor dos imóveis à venda. Quais capitais tiveram a maior alta do aluguel em 2026? Aracaju lidera o ranking nacional de valorização, com alta acumulada de 15,24% entre janeiro e maio de 2026. Na sequência aparecem: Campo Grande: 11,58% Manaus: 11,40% João Pessoa: 7,09% Rio de Janeiro: 6,84% Fortaleza: 6,48% Goiânia: 5,96% Brasília: 5,82% No acumulado de 12 meses, Aracaju também segue na liderança, com avanço de 22,72%. Por que o aluguel sobe mais do que a valorização dos imóveis? O principal motor por trás desse movimento é o financiamento imobiliário mais caro. Com o crédito mais restritivo, parte das famílias que planejava comprar a casa própria optou por adiar a decisão e permanecer no mercado de locação — o que aumentou a demanda por aluguel justamente em um momento em que a oferta de imóveis disponíveis não cresce no mesmo ritmo, pressionando os preços para cima. Qual tipo de imóvel teve o maior reajuste? Entre os tipos de imóvel monitorados, os apartamentos de dois dormitórios registraram a maior alta mensal em maio (1,09%), enquanto os imóveis de três dormitórios lideram o acumulado de 12 meses, com avanço de 9,69%. Qual é a cidade com o aluguel mais caro do país? São Paulo segue como a capital com o aluguel mais caro entre as monitoradas pelo índice, com valor médio de R$ 64,67 por metro quadrado. O que esse cenário nacional significa para quem aluga ou investe em Ribeirão Preto? Embora o levantamento seja nacional, a lógica de fundo — crédito mais caro empurrando mais gente para o aluguel — se repete em diferentes intensidades pelo país. Para quem tem imóvel para alugar, é um bom momento para reavaliar se o valor cobrado está alinhado ao que o mercado está praticando; para quem aluga, entender essa tendência ajuda a se planejar financeiramente. Quer saber se o valor do seu aluguel em Ribeirão Preto está de acordo com o mercado atual, seja para alugar ou anunciar um imóvel? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar com uma avaliação atualizada.
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Aluguel Residencial Sobe 5,24% no Sem...
O mercado de locação residencial no Brasil segue em trajetória de alta consistente em 2026. Segundo o Índice FipeZAP, os preços dos aluguéis acumularam valorização de 5,24% no primeiro semestre do ano ? um avanço que supera com folga tanto a inflação oficial quanto o principal índice usado nos reajustes contratuais. Quanto o aluguel subiu em relação à inflação? No mesmo período, o IPCA (inflação oficial medida pelo IBGE) ficou em 3,36%, enquanto o IGP-M, tradicional referência para reajustes de contratos, avançou 3,27%. Ou seja: quem está buscando um imóvel novo para alugar paga, na média, bem mais do que a correção anual aplicada aos contratos já vigentes. Por que o aluguel continua subindo mais que a inflação? O movimento reflete um desequilíbrio persistente entre oferta e demanda no setor de locação. Dois fatores se somam: Crédito imobiliário mais caro: com os juros ainda elevados, comprar a casa própria fica mais difícil, o que empurra mais famílias para o mercado de aluguel. Oferta restrita: a quantidade de imóveis disponíveis para locação, principalmente em áreas centrais e bem localizadas, segue limitada frente à demanda. Quais cidades tiveram o maior retorno para quem aluga o imóvel? Do ponto de vista de quem investe em imóveis para locação, o cenário é favorável: o retorno médio anual (rental yield) chegou a 6,13% no país. Os maiores rendimentos foram observados em Recife (8,56% ao ano), Cuiabá (8,29%), Belém (8,23%), Manaus (8,08%) e Natal (7,55%) ? um indicativo de que a locação segue como uma opção de investimento sólida mesmo em cenário de juros altos. O que esse dado significa na prática para quem aluga em Ribeirão Preto? Embora o levantamento seja nacional, a lógica se repete localmente: com o crédito imobiliário ainda restritivo, a procura por locação tende a se manter aquecida, o que reforça a importância de proprietários acompanharem de perto o valor de mercado do seu imóvel para não alugar (ou renovar contrato) abaixo do preço praticado na região. Quer saber quanto o seu imóvel pode render de aluguel em Ribeirão Preto, ou está procurando um imóvel para alugar dentro do seu orçamento? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a entender os valores praticados na região.
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STJ Decide: Alugar Imóvel por Tempora...
Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) mudou as regras para quem aluga imóveis por plataformas como Airbnb dentro de condomínios residenciais — e o tema já gera bastante dúvida entre proprietários que contam com essa renda extra. O que decidiu o STJ sobre aluguel por temporada em condomínios? Em maio de 2026, a Segunda Seção do STJ definiu que a locação por curta temporada em condomínios de finalidade exclusivamente residencial pode exigir aprovação em assembleia por, no mínimo, dois terços dos condôminos. A decisão foi tomada por 5 votos a 4, em julgamento relatado pela ministra Nancy Andrighi. Por que o STJ chegou a essa conclusão? Segundo o entendimento da relatora, a exploração recorrente de uma unidade via plataformas de curta temporada — com rotatividade constante de hóspedes desconhecidos entre si — descaracteriza a finalidade estritamente residencial do imóvel. Isso ativa o artigo 1.351 do Código Civil, que exige aprovação qualificada dos condôminos para alterar a destinação de uma unidade dentro do condomínio. Isso significa que o Airbnb foi proibido no Brasil? Não. A decisão não cria uma proibição geral da plataforma. O que ela estabelece é que, quando o condomínio tem finalidade exclusivamente residencial e não existe autorização coletiva para operações de curta duração, o síndico e os demais condôminos podem, sim, impedir que um proprietário anuncie sua unidade para esse tipo de uso. O que muda na prática para quem já aluga por temporada? Antes de anunciar (ou continuar anunciando) um imóvel em plataformas como Airbnb ou Booking, é fundamental verificar: O que diz a Convenção e o Regimento Interno do condomínio sobre locação de curta duração; Se já existe alguma vedação expressa aprovada em assembleia; Se a operação está de fato descaracterizando o uso residencial (rotatividade constante, investimentos em estrutura tipo hospedagem, etc.). Existem outras mudanças recentes afetando o Airbnb no Brasil? Sim. Na mesma época da decisão do STJ, a Prefeitura de São Paulo passou a notificar plataformas sobre imóveis de habitação popular usados para locação de curta duração, e um decreto federal trouxe regras que aproximam a tributação do short stay às regras aplicadas à hotelaria em determinados casos — reforçando que o tema está em fase de regulamentação mais rígida em todo o país. Tem um imóvel em condomínio em Ribeirão Preto e está em dúvida se pode alugá-lo por temporada, ou quer saber como isso pode afetar o valor de locação tradicional? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar sobre as melhores opções para o seu imóvel.
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Reforma Tributária e Aluguel: Quem Pa...
A Reforma Tributária começou a valer em 2026 e trouxe uma dúvida recorrente entre proprietários que vivem de renda de aluguel: afinal, quem precisa pagar os novos tributos sobre a locação? A boa notícia é que a resposta é tranquilizadora para a grande maioria dos pequenos e médios proprietários. O que muda na tributação do aluguel com a reforma? A partir de 2026, além do Imposto de Renda já recolhido normalmente sobre o aluguel, passam a existir dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que juntos formam o novo modelo de IVA dual do país. Em 2026, as alíquotas ainda estão em fase de teste: 0,1% para o IBS e 0,9% para a CBS. Quem precisa pagar o novo imposto sobre o aluguel? Aqui está o ponto mais importante: a nova tributação só atinge locadores que cumprem dois requisitos ao mesmo tempo: Ter mais de 3 imóveis alugados; e Receber mais de R$ 240 mil por ano com aluguéis (ou R$ 288 mil por ano, independentemente da quantidade de imóveis). Quem tem até três imóveis alugados permanece isento do IBS e da CBS, independentemente do valor recebido. Da mesma forma, quem recebe até R$ 240 mil por ano também fica de fora da nova cobrança, mesmo tendo mais de três imóveis. Quanto pode aumentar a carga tributária de quem se enquadra na nova regra? Para os locadores que se enquadram nos critérios acima, a carga tributária total sobre o aluguel pode subir de aproximadamente 27,5% para até 35,9%, somando o Imposto de Renda aos novos tributos — variando conforme o caso. A forma de declarar o aluguel no Imposto de Renda mudou? Não. O procedimento para declarar o aluguel recebido no IRPF segue o mesmo dos anos anteriores. As novas regras de IBS e CBS não alteram a tabela progressiva mensal do Imposto de Renda nem a forma de declaração anual — elas incidem apenas sobre os locadores que se enquadram nos critérios de grande proprietário descritos acima. Tem dúvidas sobre como a reforma tributária pode impactar seus imóveis de aluguel em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a entender seu enquadramento e planejar a gestão dos seus contratos de locação.
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Nova Regra Proíbe Cobrar Duas Garanti...
Uma mudança relevante na forma como as garantias de aluguel são cobradas passou a valer nos contratos de locação em 2026 ? e ainda gera dúvidas entre proprietários e inquilinos em todo o país, inclusive em Ribeirão Preto. O que mudou nas garantias de aluguel? A regra é direta: é proibido exigir mais de uma garantia contratual no mesmo contrato de aluguel. Na prática, isso significa que o proprietário não pode, por exemplo, pedir fiador e caução ao mesmo tempo, nem caução somada a seguro-fiança. É preciso escolher apenas uma das modalidades previstas na Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91). Quais são as garantias locatícias permitidas? Caução: limitada a até três meses de aluguel, deve ser corrigida e devolvida integralmente ao final do contrato, caso não haja débitos pendentes. Fiador: pessoa física ou jurídica que assume a responsabilidade pelo pagamento em caso de inadimplência. Seguro-fiança: contratado junto a uma seguradora, cobre normalmente o aluguel em atraso e encargos como IPTU e condomínio, com custo médio entre 8% e 14% do valor do aluguel anual, pago pelo inquilino. Cessão fiduciária de cotas: modalidade menos comum, mais usada em locações comerciais, que utiliza cotas de fundos de investimento como garantia. Quem já tem contrato com garantia dupla pode reclamar? Sim. Quem alugou um imóvel nos últimos anos com fiador somado à caução, por exemplo, tem o direito de questionar essa cobrança a qualquer momento ? mesmo durante a vigência do contrato ? e pode solicitar a devolução do valor da caução já pago. Por que essa mudança foi feita? O objetivo da atualização é evitar abusos na relação entre locador e locatário, tornando as garantias mais claras e equilibradas para as duas partes. As novas regras também trouxeram mais transparência para a devolução da caução e simplificaram os procedimentos de execução do seguro-fiança em casos de inadimplência. Está alugando ou colocando um imóvel para locação em Ribeirão Preto e quer saber qual garantia faz mais sentido para o seu caso? A equipe da Piramid Imóveis pode orientar proprietários e inquilinos sobre as regras atuais e ajudar a formalizar o contrato dentro da lei.
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Seguro Fiança Cresce 195% Desde 2020 ...
Encontrar um fiador para alugar um imóvel deixou de ser o principal caminho para grande parte dos inquilinos brasileiros. O seguro fiança já é hoje a modalidade de garantia locatícia mais utilizada no país, com crescimento acumulado de 195% desde 2020, segundo dados da SUSEP e da CNseg. Quanto o seguro fiança já movimenta no Brasil? Em 2026, a modalidade acumula cerca de R$ 1,9 bilhão em prêmios emitidos nos últimos 12 meses — um volume que reflete a preferência crescente de imobiliárias e proprietários por essa forma de garantia, em detrimento do fiador tradicional. Como funciona o seguro fiança na prática? O processo é relativamente simples: O inquilino se candidata e a seguradora faz uma análise de crédito com base no CPF e no valor do aluguel; Com a aprovação, a apólice é emitida e o contrato de locação é assinado; Em caso de inadimplência, o proprietário aciona a seguradora, que paga os valores devidos; A seguradora pode, posteriormente, cobrar o valor do inquilino inadimplente. Quanto custa o seguro fiança? O custo em 2026 gira em torno de 1,2 a 2,5 vezes o valor mensal do aluguel por ano, podendo ser parcelado em até 12 vezes — muitas vezes cobrado diretamente no mesmo boleto do aluguel mensal, o que facilita o planejamento financeiro do inquilino. O que o seguro fiança cobre além do aluguel em atraso? Além do valor do aluguel, a apólice normalmente garante ao proprietário o recebimento de encargos previstos em contrato, como condomínio, IPTU, água, luz e gás — reduzindo bastante o risco financeiro de quem aluga o imóvel. Por que o seguro fiança ganhou tanto espaço frente ao fiador? Para o inquilino, elimina a dificuldade de encontrar alguém disposto a assumir a responsabilidade como fiador. Para o proprietário e a imobiliária, oferece mais agilidade na aprovação e menos burocracia na execução em caso de inadimplência — vantagens que explicam boa parte do salto de adesão nos últimos anos. Está buscando um imóvel para alugar em Ribeirão Preto e quer entender qual garantia locatícia faz mais sentido para o seu caso? A equipe da Piramid Imóveis pode te explicar as opções disponíveis e agilizar o seu processo de locação.
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Ribeirão Preto Tem Déficit de 30 Mil ...
Ribeirão Preto enfrenta um déficit habitacional estimado em 30 mil moradias, segundo dados do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS) — um número que representa cerca de 30% de toda a demanda habitacional da região. Diante desse cenário, a Prefeitura tem intensificado ações para ampliar o acesso ao programa Minha Casa, Minha Vida na cidade. Quem é mais afetado pelo déficit habitacional na cidade? Mais de 80% do déficit atinge famílias com renda inferior a três salários mínimos — público que depende diretamente de políticas públicas e subsídios para conseguir acessar a casa própria. É justamente esse o perfil prioritário das ações que a Prefeitura vem estruturando junto à Cohab e ao setor da construção civil. O que a Prefeitura está fazendo para reduzir o déficit? Entre as principais medidas em andamento estão: Novo cadastro habitacional, mais atualizado e com processo simplificado (inspirado no modelo usado para agendamento de vacinas durante a pandemia), que vai facilitar o acesso ao Minha Casa, Minha Vida; Doação de terrenos em áreas estratégicas da zona oeste e norte da cidade para viabilizar a construção de moradias populares, especialmente casas — formato preferido pela população de baixa renda atendida pelo programa; Parcerias com construtoras para viabilizar empreendimentos dentro da Faixa 1 do MCMV, a faixa de menor renda e maior necessidade; Regularização fundiária de comunidades já existentes, reduzindo a irregularidade habitacional na cidade. Quem pode participar do cadastro habitacional em Ribeirão Preto? De forma geral, o programa é voltado para famílias em situação de déficit habitacional — o que inclui moradia precária, coabitação (mais de uma família dividindo o mesmo imóvel), adensamento excessivo, ônus excessivo com aluguel ou situação de aluguel social provisório. É necessário ter capacidade civil para assinar contrato (maior de 18 anos ou emancipado) e não possuir financiamento com FGTS, casa própria adequada ou benefício habitacional recebido nos últimos 10 anos, salvo exceções previstas em lei. Como fica o financiamento habitacional para os próximos anos? O tema também foi debatido durante a Jornada da Habitação, promovida pelo SindusCon-SP em Ribeirão Preto em junho de 2026, que reuniu representantes da Caixa Econômica Federal, do Governo do Estado e da Prefeitura para discutir as perspectivas do financiamento habitacional para 2026 e 2027 — com destaque para o orçamento recorde do MCMV e do FGTS previsto para os próximos anos. Sua família se enquadra no perfil do déficit habitacional e quer entender como acessar o Minha Casa, Minha Vida em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar sobre as opções disponíveis na região dentro do programa.
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Reforma Casa Brasil 2026: Crédito de ...
Quem já tem casa própria, mas precisa fazer melhorias, ganhou uma opção de crédito mais generosa em 2026. O programa Reforma Casa Brasil, do Governo Federal, teve suas condições ampliadas: o valor máximo financiado subiu de R$ 30 mil para R$ 50 mil, com juros a partir de 0,99% ao mês. O que é o Reforma Casa Brasil? É uma linha de crédito habitacional que integra o Minha Casa, Minha Vida, voltada especificamente para famílias que já possuem imóvel, mas vivem em condições que precisam de melhorias ? seja por problemas estruturais, de segurança, salubridade ou acessibilidade. Diferente do MCMV tradicional, aqui o foco não é comprar um imóvel novo, e sim reformar o que a família já tem. Quais são as novas condições do programa em 2026? Valor máximo financiado: subiu de R$ 30 mil para R$ 50 mil Renda familiar máxima para participar: aumentou de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil por mês Taxa de juros: reduzida para a partir de 0,99% ao mês (0,82% para famílias com renda de até R$ 9,6 mil, mais 0,17% de remuneração do Fundo Social) Prazo de pagamento: ampliado de 60 para 72 meses Para que pode ser usado o crédito? O financiamento cobre compra de materiais de construção, pagamento de mão de obra e contratação de serviços técnicos, como projetos e acompanhamento de obra. As intervenções podem incluir reforma de telhado, instalações elétricas e hidráulicas, ampliação de cômodos e adaptações de acessibilidade. Como funciona a liberação do dinheiro? O modelo é pensado para reduzir o risco de uso indevido dos recursos: a família realiza a reforma e, na sequência, apresenta notas fiscais, fotos e documentos que comprovam que o dinheiro foi de fato aplicado na melhoria da moradia. Quem opera o programa? O crédito é concedido pela Caixa Econômica Federal, responsável pela análise e liberação dos recursos. A regulamentação mais recente foi publicada pelo Ministério das Cidades, com as novas condições já valendo desde maio de 2026. Tem um imóvel em Ribeirão Preto que precisa de reforma e quer entender se você se enquadra no programa? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar sobre os próximos passos e a documentação necessária.
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Caixa Libera 2º Financiamento pelo SB...
Uma mudança recente nas regras de crédito da Caixa Econômica Federal abriu uma possibilidade que antes não existia: financiar mais de um imóvel pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) usando o mesmo CPF. O que mudou no financiamento da Caixa? Até então, uma mesma pessoa física não podia ter mais de um financiamento ativo pelo SBPE ao mesmo tempo. Com a remoção dessa restrição, um comprador que já financiou seu primeiro imóvel — e tem capacidade de pagamento — pode agora financiar um segundo imóvel pela mesma modalidade, com taxas de juros imobiliárias, geralmente mais baixas do que linhas de crédito voltadas para pessoa jurídica. Por que essa mudança interessa a quem quer investir em imóveis para alugar? A novidade reabre uma porta importante para o pequeno investidor que quer formar patrimônio através da locação. Na prática, torna-se possível, por exemplo, financiar dois imóveis compactos com a finalidade específica de alugar — desde que o comprador respeite o limite de comprometimento de renda de até 30% nas parcelas, exigido pelos bancos. Quais outras mudanças recentes vieram no financiamento da Caixa? Além da liberação do segundo financiamento SBPE, o pacote de novidades também trouxe: Teto do SFH ampliado para R$ 2,25 milhões, permitindo uso do FGTS em imóveis de maior valor; Retomada do financiamento de 80% para imóveis usados dentro da Faixa 3 do Minha Casa, Minha Vida, aquecendo o mercado de imóveis usados em regiões periféricas; Linha de crédito para reforma com juros subsidiados, voltada ao público do MCMV. Vale a pena financiar um segundo imóvel para alugar agora? A resposta depende do perfil financeiro de cada comprador — especialmente da capacidade de arcar com duas parcelas simultâneas dentro do limite recomendado de comprometimento de renda. Mas, para quem já vinha de olho no mercado de locação como investimento, a mudança reduz uma barreira burocrática que antes limitava essa estratégia. Está pensando em financiar um imóvel para alugar em Ribeirão Preto e quer entender se esse é o momento certo? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a avaliar as melhores opções de investimento imobiliário na região.
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Minha Casa, Minha Vida Bate Recorde: ...
O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) vai contar com o maior orçamento da sua história em 2026. O valor total disponível chega a R$ 208,66 bilhões, um salto de 20% a 25% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério das Cidades. De onde vem o dinheiro do MCMV em 2026? A maior parte dos recursos tem origem no FGTS. O Conselho Curador do fundo (CCFGTS) destinou R$ 142,1 bilhões especificamente para habitação. Além disso, o governo federal liberou R$ 12,5 bilhões em subsídios direcionados a famílias de menor poder aquisitivo ? o valor que reduz diretamente o preço final do imóvel para quem se enquadra nas faixas de renda mais baixas. Por que o orçamento recorde importa para quem busca o primeiro imóvel? Com mais recursos disponíveis, cresce a capacidade do programa de financiar novas unidades e ampliar o acesso à casa própria ? especialmente para as Faixas 1 e 2, que concentram o maior volume de subsídio. O mercado também tem se movimentado: incorporadoras vêm direcionando cada vez mais lançamentos para dentro das faixas do MCMV, já que a demanda nessa base da pirâmide segue muito aquecida mesmo em um cenário de Selic ainda elevada. O programa deve ficar ainda mais vantajoso? Segundo apurações do setor, há estudos em andamento para reduzir ainda mais as taxas de financiamento das Faixas 3 e 4 do programa. Caso avancem, essas mudanças podem aumentar a capacidade de compra dos consumidores em uma faixa estimada entre 5% e 35%, segundo análises de mercado. Quem pode participar do Minha Casa, Minha Vida? O programa é dividido em faixas de renda, que definem o valor do subsídio, a taxa de juros aplicada e o valor máximo do imóvel financiável. Quanto menor a renda familiar, maior tende a ser o subsídio disponível. Quer saber se você se enquadra em alguma faixa do Minha Casa, Minha Vida em Ribeirão Preto? A Piramid Imóveis pode te ajudar a entender qual faixa se aplica ao seu perfil e quais imóveis da região já estão dentro do programa.
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Reconhecimento Facial e Portaria Virt...
A segurança condominial mudou de patamar em 2026. Câmeras, alarmes e portões automáticos continuam importantes, mas deixaram de ser suficientes sozinhos: síndicos e administradoras agora lidam com um fluxo intenso de moradores, visitantes, entregadores e prestadores de serviço, o que exige um controle de acesso mais inteligente e integrado. O que é o reconhecimento facial em condomínios e como funciona? A tecnologia se destaca como uma das mais relevantes para modernizar o controle de acesso: uma câmera com inteligência artificial captura o rosto da pessoa, compara com um banco de dados previamente cadastrado e libera a entrada ? tudo em menos de 2 segundos. Sua eficácia aumenta ainda mais quando integrada a câmeras analíticas, capazes de identificar comportamentos suspeitos e gerar alertas automáticos. Como funciona a portaria virtual? A portaria virtual permite que o controle de entrada seja feito com apoio remoto, reduzindo custos operacionais e padronizando os procedimentos de liberação. Quando combinada ao reconhecimento facial, moradores cadastrados ganham entrada facilitada, visitantes passam por um processo de autorização controlado, e todos os eventos de acesso ficam registrados ? dando mais previsibilidade à gestão do condomínio. Quais outras tecnologias estão em alta na segurança condominial? QR Codes temporários para visitantes e prestadores de serviço, sem comprometer a segurança do prédio; Câmeras inteligentes com IA, capazes de identificar placas de veículos e comportamentos fora do padrão; Automação predial integrada à segurança, com sensores de presença e iluminação automatizada. A tecnologia substitui a boa gestão do condomínio? Não. Especialistas do setor reforçam que a tecnologia é uma ferramenta a favor de uma gestão mais profissional ? não um substituto para ela. Moradores atentos, informados e comprometidos com as regras do condomínio continuam sendo um dos pilares mais importantes da proteção coletiva, ao lado de manutenção periódica dos equipamentos e revisão constante dos processos de segurança. Vale lembrar: e a privacidade dos moradores? O uso de câmeras e reconhecimento facial em condomínios também precisa respeitar a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) ? o acesso às imagens e aos dados coletados deve ser restrito e bem regulamentado internamente, para evitar conflitos e uso indevido das informações. Está avaliando um imóvel em condomínio em Ribeirão Preto e quer saber quais recursos de segurança ele oferece? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a identificar as melhores opções para o seu perfil.
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Portabilidade de Financiamento Imobil...
Poucos brasileiros sabem, mas quem tem um financiamento imobiliário assinado há alguns anos pode estar pagando uma taxa de juros bem acima do que o mercado pratica hoje — e existe um direito garantido por lei para corrigir isso sem precisar quitar o contrato. O que é a portabilidade de crédito imobiliário? É o processo, regulamentado pelo Banco Central, que permite transferir o saldo devedor do seu financiamento para outra instituição financeira que ofereça condições melhores. Na prática, o novo banco quita a dívida com o banco atual e passa a receber as parcelas — o imóvel continua como garantia (alienação fiduciária), exatamente como já era antes. Como funciona o processo, na prática? O mutuário simula as condições em outros bancos e escolhe a melhor proposta; O novo banco analisa o crédito e a documentação do interessado; Após a aprovação, o saldo devedor é transferido e o contrato passa a ser registrado com a nova instituição; O processo é concluído com a averbação em cartório, hoje digitalizada na maioria dos estados, o que reduziu o tempo de espera. Quanto tempo leva e quanto se pode economizar? O tempo médio para conclusão do processo varia entre 35 e 50 dias úteis. Em termos de economia, cada ponto percentual reduzido na taxa de juros pode representar uma redução relevante no valor da parcela mensal — e, ao longo de contratos de 15, 20 ou 30 anos, essa diferença se traduz em uma economia expressiva no total pago. Por que 2026 é considerado um bom momento para avaliar a portabilidade? Dois fatores reforçam essa janela de oportunidade: Ampliação do teto do SFH, que subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões, permitindo que contratos antes enquadrados no SFI (com taxas de mercado, mais altas) migrem para o SFH, com taxas reguladas mais baixas; Início do ciclo de queda da Selic, que tende a pressionar as taxas de financiamento para baixo ao longo do ano — quem porta agora pode se beneficiar tanto da taxa atual mais competitiva quanto de futuras reduções. Existe algum risco na portabilidade? Sim, vale ficar atento a alguns pontos antes de decidir: o novo banco pode exigir uma reavaliação do imóvel, e se o imóvel tiver desvalorizado desde a compra, a instituição pode recusar a portabilidade ou exigir aporte de capital adicional. Por isso, é importante simular as condições com atenção antes de iniciar o processo. Está pagando um financiamento antigo em Ribeirão Preto e quer saber se vale a pena trocar de banco? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar sobre os primeiros passos para simular a portabilidade do seu contrato.
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Novo Teto do SFH Sobe Para R$ 2,25 Mi...
Uma mudança estrutural no crédito habitacional brasileiro ampliou o acesso a taxas de juros reguladas. O teto de avaliação do imóvel para enquadramento no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões, permitindo que imóveis de médio e alto padrão passem a acessar juros mais baixos e o uso do FGTS. Por que esse novo teto é uma boa notícia para quem vai financiar? Antes, imóveis acima de R$ 1,5 milhão só conseguiam financiamento pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), com taxas de mercado, geralmente mais altas. Com o novo teto de R$ 2,25 milhões, uma faixa maior de compradores passa a competir pelas condições reguladas do SFH ? geralmente mais vantajosas. Qual banco tem a menor taxa de financiamento imobiliário hoje? Em julho de 2026, a Caixa Econômica Federal segue com a melhor taxa de balcão, em 14,25% ao ano + TR. Mas vale comparar: o Itaú oferece taxas próximas, de 11,70%, com aprovação bem mais rápida ? entre 3 e 5 dias, contra 45 a 60 dias em média na Caixa. Bancos privados, para não perder clientes de classe média e alta para a Caixa, também reduziram levemente suas taxas neste mês, criando uma janela de oportunidade para quem está comparando propostas agora. Vale mais a pena velocidade ou taxa mais baixa? Depende do perfil de cada comprador: Quem prioriza a menor taxa possível e pode esperar um processo de aprovação mais longo, tende a olhar primeiro para a Caixa. Quem precisa de agilidade ? por exemplo, em uma negociação com prazo apertado ? pode encontrar no Itaú ou em outros bancos privados uma alternativa com taxa competitiva e aprovação mais rápida. Como funcionam as taxas pró-cotista do FGTS? Quem tem saldo no FGTS pode acessar taxas ainda menores, a partir de 10,26% ao ano + TR, para clientes que atendem a condições específicas, como débito automático da parcela, conta-salário na instituição e contratação de produtos adicionais. É uma modalidade criada especificamente para ampliar o acesso à casa própria. Quer simular qual banco oferece a melhor condição para o seu perfil na compra do seu imóvel em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a comparar as opções disponíveis hoje.
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Selic Cai para 14,25% ao Ano: Entenda...
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,50% para 14,25% ao ano. A decisão, ainda que modesta, é lida pelo mercado imobiliário como um sinal importante sobre os rumos da economia nos próximos meses. Por que essa redução importa para quem quer comprar imóvel? Embora o corte de 0,25 ponto percentual já fosse esperado, especialistas destacam que o principal efeito não está no número em si, mas no tom da comunicação do Banco Central: uma sinalização de condução mais cautelosa da política monetária. Isso tende a fortalecer a confiança de consumidores, investidores e incorporadoras — inclusive em Ribeirão Preto, onde o setor de construção civil também sente esse impacto de expectativa. A queda da Selic reduz na hora a parcela do financiamento? Não necessariamente, e é aqui que mora um erro comum. O financiamento imobiliário depende de outros fatores além da Selic: Taxa Referencial (TR), usada no reajuste das parcelas Captação da poupança pelos bancos Regras de exigibilidade dos recursos do SBPE Curva de juros de longo prazo e risco de crédito Por isso, mesmo com a Selic em queda, as taxas dos bancos não caem automaticamente — a resposta costuma ser mais lenta e depende da estratégia de cada instituição financeira. O que fazer: esperar a Selic cair mais ou financiar agora? Segundo especialistas do setor, a decisão é pessoal e depende do momento de cada família. Quem financia agora pode recorrer futuramente à portabilidade de financiamento imobiliário — negociar com o banco condições melhores com base na concorrência — quando os juros caírem de forma mais consistente. Já quem pode esperar, tem a opção de aplicar o valor da entrada em renda fixa atrelada à Selic (Tesouro, CDB, LCI ou LCA) até decidir o melhor momento de comprar. Ciclo de queda da Selic em 2026 A redução atual faz parte de um ciclo iniciado em março de 2026, quando o Copom promoveu o primeiro corte em quase dois anos, encerrando um período de alta que levou a Selic de 10,50% para 15% ao ano entre setembro de 2024 e janeiro de 2026 — o maior patamar em quase duas décadas. Quer simular as condições atuais de financiamento para comprar seu imóvel em Ribeirão Preto? Fale com a equipe da Piramid Imóveis e entenda qual é o melhor momento para dar entrada no seu processo.
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Classe Média Migra Para o Aluguel em ...
O mercado imobiliário brasileiro caminha em dois ritmos diferentes em 2026 ? e o aluguel é o segmento que mais sente o peso dos juros altos. Com o financiamento mais caro e a entrada cada vez mais distante do orçamento de muitas famílias, a classe média tem adiado a compra da casa própria e migrado para a locação, pressionando ainda mais os preços dos aluguéis. O que os dados mostram sobre essa migração para o aluguel? Levantamentos da PNAD Contínua indicam estabilidade com leve recuo recente na proporção de domicílios próprios no país, ao mesmo tempo em que cresce a participação de imóveis alugados nas principais capitais ? um movimento consistente com a dificuldade crescente de acesso ao crédito imobiliário. Como estão os índices de reajuste e a inadimplência do aluguel? O IGP-M subiu 2,73% só em abril de 2026, pressionando novamente os contratos que usam esse índice como referência de reajuste. Já a inadimplência no aluguel avançou para 5,7% em abril, depois de ter atingido uma mínima histórica em março ? ainda um patamar considerado saudável frente aos picos já registrados no passado, mas um sinal de que o aperto no orçamento das famílias também chega ao pagamento do aluguel. Por que o financiamento mais caro empurra as pessoas para o aluguel? A lógica é direta: com parcelas mais altas e uma entrada cada vez mais difícil de juntar, comprar o primeiro imóvel deixa de ser viável para uma parcela relevante da classe média no curto prazo. O resultado é mais demanda represada no mercado de locação ? o que, combinado a uma oferta que não cresce no mesmo ritmo, sustenta a trajetória de alta nos preços do aluguel. O que esperar do cenário nos próximos meses? Enquanto os juros não recuam de forma mais consistente, a tendência é que esse movimento de migração para o aluguel continue. Para quem tem imóvel disponível para locação, isso reforça a importância de acompanhar de perto o valor de mercado praticado na região ? para não alugar (ou renovar contrato) abaixo do que o cenário atual permite. Está pensando em alugar um imóvel em Ribeirão Preto enquanto avalia o melhor momento para comprar, ou quer saber o valor de mercado do seu imóvel para locação? A equipe da Piramid Imóveis pode te ajudar a entender as condições atuais.
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Reajuste de Aluguel em Julho de 2026:...
Todos os meses, milhares de contratos de aluguel em Ribeirão Preto e no restante do Brasil completam 12 meses e entram no período de reajuste. Em julho de 2026, quem usa o IGP-M como índice de correção já pode calcular o novo valor do aluguel ? e entender as regras por trás desse cálculo evita conflitos entre proprietários e inquilinos. Qual é o reajuste do aluguel em julho de 2026? O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), fechou junho de 2026 com variação mensal de -0,50%. Apesar da queda no mês, o índice acumulado dos últimos 12 meses ? que é o valor efetivamente aplicado nos reajustes ? ficou em 3,16%. Esse é o percentual válido para contratos com aniversário em julho de 2026 que usam o IGP-M como referência. Como calcular o novo valor do aluguel O cálculo é simples: multiplica-se o valor atual do aluguel pelo índice acumulado (1 + 3,16%). Exemplo prático: Aluguel atual: R$ 1.500,00 Cálculo: R$ 1.500,00 × 1,0316 Novo valor: R$ 1.547,40 IGP-M ou IPCA: qual índice é mais usado hoje? O IGP-M foi historicamente o índice padrão dos contratos de locação no Brasil, mas por ser fortemente influenciado pelo dólar e por preços de exportação, tende a ser mais instável ? chegando a registrar deflações de até -2,67% em alguns períodos. Por esse motivo, o IPCA (inflação oficial medida pelo IBGE) vem ganhando espaço como alternativa, por refletir de forma mais direta o custo de vida das famílias. Em julho de 2026, o IPCA acumulado em 12 meses (usado com defasagem de dois meses) está em 4,72%. O aluguel pode ser reduzido em caso de deflação do índice? Não. Mesmo quando o índice de reajuste acumula variação negativa em algum mês, a Justiça e o mercado entendem que o valor do aluguel não pode ser reduzido ? ele apenas permanece congelado até o próximo reajuste. A grande maioria dos contratos já traz essa cláusula de não redução de forma expressa. Por que o reajuste é anual? A Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91) estabelece que o reajuste só pode ocorrer uma vez a cada 12 meses, contados a partir da data de assinatura do contrato. O objetivo não é encarecer o imóvel, mas corrigir a perda de valor do dinheiro causada pela inflação ao longo do ano. Precisa calcular o reajuste do seu contrato ou tem dúvidas sobre qual índice usar em Ribeirão Preto? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar tanto na revisão de contratos vigentes quanto na definição do melhor índice para novos contratos de locação.
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Vendeu um Imóvel? Veja Quando Você Fi...
Quem vendeu um imóvel recentemente e teve lucro na operação pode — ou não — precisar pagar Imposto de Renda sobre esse ganho. A boa notícia é que a legislação prevê situações específicas de isenção, que continuam válidas em 2026, e que podem representar uma economia significativa para quem se enquadra nelas. O que é o ganho de capital na venda de um imóvel? Ganho de capital é o lucro obtido quando um imóvel é vendido por um valor superior ao de aquisição. Esse lucro, em regra, está sujeito à tributação do Imposto de Renda, com alíquotas progressivas — mas a lei prevê hipóteses em que essa cobrança não se aplica. Quais são as principais situações de isenção do IR na venda de imóvel? Venda do único imóvel por até R$ 440 mil, desde que o vendedor não tenha feito outra venda com isenção nos últimos 5 anos; Reinvestimento em outro imóvel residencial: se o valor da venda for usado para comprar outro imóvel residencial no Brasil dentro de até 180 dias, o ganho de capital fica isento — sem limite de valor; Imóveis adquiridos até 1969: possuem isenção total do imposto sobre o ganho de capital; Permuta de imóveis sem pagamento de diferença em dinheiro. A declaração é obrigatória mesmo quando há isenção? Sim. Mesmo nos casos isentos, a venda do imóvel deve ser declarada no Imposto de Renda 2026. É preciso manter o bem na ficha "Bens e Direitos", informar os detalhes da negociação (comprador, valor, data) e zerar o valor na coluna referente à situação em 31/12/2025. Como funciona o cálculo quando não há isenção? Quando a venda não se enquadra em nenhuma das hipóteses de isenção, o contribuinte precisa apurar o ganho de capital através do programa GCAP, da Receita Federal, e posteriormente importar essas informações para a declaração anual do IR. O que mudou nas regras para 2026? De forma geral, não houve mudanças estruturais nas regras de tributação sobre a venda de imóveis por pessoa física em 2026 — as alíquotas progressivas e as hipóteses de isenção seguem as mesmas dos anos anteriores. Está pensando em vender seu imóvel em Ribeirão Preto e quer entender se sua venda se enquadra em alguma isenção de Imposto de Renda? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar durante todo o processo de negociação.
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Distrato Imobiliário: O Que Você Prec...
Desistir da compra de um imóvel na planta não é simplesmente "assinar um distrato e seguir a vida". O valor que você recebe de volta ? e em quanto tempo ? depende diretamente de como o seu contrato está estruturado e do que diz a legislação específica sobre o tema. O que é o distrato imobiliário? O distrato imobiliário é o cancelamento de um contrato de compra e venda antes da sua conclusão, seja por iniciativa do comprador, seja por descumprimento de condições por parte da incorporadora ou loteadora. O que diz a Lei do Distrato? A Lei do Distrato (Lei nº 13.786/2018) foi criada justamente para dar mais previsibilidade a esse processo, especialmente em incorporações e loteamentos. Ela detalha quais valores podem ser descontados do comprador que desiste, dentro de limites definidos, e em quais prazos a devolução deve ocorrer. Quanto o comprador pode perder ao desistir do imóvel? A lei prevê a possibilidade de retenção de parte dos valores pagos pelo comprador, como forma de compensar despesas administrativas e comerciais da incorporadora. O percentual exato retido varia conforme a modalidade do contrato (incorporação submetida ao regime de patrimônio de afetação ou não) e deve estar claramente descrito no contrato assinado. Existem exceções às regras gerais do distrato? Sim. Em 2025 e 2026, o tema ganhou uma camada extra de complexidade: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda não uniformizou completamente o entendimento sobre o distrato de lotes e terrenos sem edificação, o que gera divergências entre decisões judiciais dependendo do caso concreto. O que fazer antes de assinar (ou desistir de) um contrato na planta? Antes de fechar negócio ? ou de decidir desistir de um imóvel já comprado ? vale revisar com atenção: As cláusulas específicas de rescisão e retenção de valores; O regime jurídico do empreendimento (patrimônio de afetação ou não); Os prazos previstos para devolução dos valores pagos. Está negociando um imóvel na planta em Ribeirão Preto e quer entender as cláusulas de distrato antes de assinar? A equipe da Piramid Imóveis pode te orientar para que você feche negócio com segurança.
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