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Prevenindo Acidentes com as Criança
Acidentes domésticos são a causa líder de lesões e mortes de crianças de até 5 anos de idade. A maioria desses acidentes ocorre dentro ou nos arredores da casa, e muitos podem ser evitados. • Armazene todos os materiais tóxicos em prateleiras altas, fora do alcance das crianças. Nunca guarde estes materiais em recipientes ou garrafas usados para bebidas ou alimentos. Produtos tóxicos devem ter tampas de segurança e devem estar adequada e hermeticamente fechados. • As seguintes plantas domésticas são venenosas se ingeridas ou mastigadas e devem ser mantidas fora do alcance de crianças: copo-de leite, visco, comigo-ninguém-pode, filodendro, ruibarbo, loureiro, rododendro, azaléia e galhos de cereja. • Certifique-se de que os seus filhos não fiquem acidentalmente trancados em um closet ou em outro espaço confinado. Verifique todas as maçanetas e travas da casa e elimine tudo que possa sugerir um risco. • Ajuste o aquecedor de água para não mais de 48,8ºC para proteger as crianças, pois a água escaldante poderá queimá-las na banheira. • Certifique-se de que todas as tomadas elétricas estejam cobertas com tampas de segurança. Além disso, verifique todos os cabos elétricos para garantir que o isolamento não esteja desencapado e que os fios não estejam expostos. 2006 Publications International, Ltd. • Certifique-se de que todas as tomadas elétricas estejam cobertas com tampas de segurança. • Todos os fios soltos devem ser enrolados com fita, desconectados ou retirados do alcance das crianças. • Certifique-se de que todas as janelas às quais a criança tem acesso estejam travadas, trancadas ou adaptadas com travas de janela, telas de proteção ou grades, de forma que não se abram mais de 15 cm. • Mantenha todos os utensílios domésticos desligados e trave os interruptadores e aparelhos, de forma que uma criança não possa ligá-los. • Verifique todos os brinquedos para garantir que olhos, nariz, botões, saliências ou outras partes não possam ser retirados ou mastigados. Os balões, especificamente, podem ser perigosos para crianças pequenas (se um balão estourar, pequenas partes dele podem ser um risco de engasgamento). • Mantenha crianças pequenas sozinhas longe de brinquedos ou jogos com baterias de disco. As baterias são pequenas o suficiente para serem ingeridas e são potencialmente letais. Aparelhos domésticos, relógios e equipamentos de audição contendo essas baterias devem ser mantidos fora do alcance das crianças. • Evite usar materiais de limpeza com soda cáustica. O desentupidor de pia padrão de borracha ou do tipo "curva de metal" são mais eficazes na limpeza de esgotos e não oferecem risco tóxico. Descarte as garrafas vazias caso tenham sido utilizadas para guardar soda cáustica. Mesmo que sejam lavadas, elas podem conter cristais que, se ingeridos, podem causar lesões à criança.
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Prevenindo Acidentes com as Crianças ...
A cozinha ? Instale travas à prova de crianças em todas as gavetas, armários e compartimentos contendo materiais tóxicos e itens perigosos. ? Desconecte todos os dispositivos elétricos quando não estiverem em uso; quando estiverem em uso, certifique-se de que os cabos não estejam soltos, de forma que a criança possa ter alcance a eles. ? Ao usar o fogão, lembre-se de manter todas as panelas e alças viradas para o fundo do fogão; tenha cuidado ao manipular líquidos quentes que possam respingar ou derramar; e lembre-se repetidamente de manter a criança longe quando alguém estiver cozinhando. ? Ao servir ou consumir alimentos ou bebidas quentes, certifique-se de deixá-los no centro da mesa, não perto da borda onde uma criança possa puxá-los. Não use toalhas de mesa que possam ficar sobrando e serem facilmente puxadas. ? Feche e guarde todos os banquinhos. ? Mantenha facas, garfos, raladores e outros utensílios fora do alcance de crianças e bebês. Quartos ? Não deixe jóias onde as crianças possam achá-las e possivelmente se engasgarem caso coloquem-nas na boca. ? Perfumes, desodorantes, maquiagens e outras substâncias semelhantes podem causar envenenamentos acidentais. ? Cintos, gravatas, colares e especialmente sacos plásticos podem causar estrangulamento e sufocamento. Mantenha-os fora do alcance de crianças e bebês. ? Nunca coloque travesseiros no berço do bebê e mantenha o berço longe de cordas da cortina, venezianas ou cortinas. Banheiro ? Mesmo que você consiga proteger todos os medicamentos, sabonetes, shampoos, cortador de unhas, secador de cabelos, tesouras e grampos, os materiais e equipamentos básicos que fazem parte do banheiro ainda representam um grande perigo para bebês e crianças. Há muitas superfícies escorregadias, azulejos, torneiras de água quente e recipientes contendo água. Supervisione a criança no banheiro. ? Para impedir que as crianças se tranquem sozinhas acidentalmente no banheiro, certifiquese de que a porta não tenha trava - como uma tranca interna - que não possa ser aberta de fora. Você também pode remover a chave e instruir todos na família para bater quando a porta estiver fechada. ? Mantenha a criança voltada para a torneira de água quente na banheira a fim de evitar que ela bata acidentalmente no metal quente. Na banheira, a criança deve estar de frente para a torneira ? Se a criança não conseguir distinguir ou lembrar de ficar longe da torneira de água quente, facilite marcando-a com uma fita vermelha. ? Mantenha os dispositivos elétricos, como barbeadores, secadores de cabelo e escovas de dente elétricas fora do alcance das crianças. Ensine às crianças mais velhas o perigo de usar esses aparelhos perto da água ou com as mãos úmidas. Áreas de estar ? Sofás, mesas de café e mesas em geral costumam ter bordas rígidas com cantos afiados que apresentam um risco para um bebê tentando se mover e se pendurar. Considere posicionar proteções macias e com bordas redondas nesses locais problemáticos. ? Remova todos os móveis instáveis (que possam ser facilmente puxados ou derrubados) para uma área que esteja inacessível à criança. Além disso, esteja atento a cadeiras de balanço e reclinadores, em que os dedos da criança podem ser esmagados ou ficarem presos. ? É extremamente recomendado posicionar um portão de segurança na parte superior de cada escada. Posicione o portão inferior no terceiro degrau a partir da parte inferior para permitir que o bebê dê dois ou três passos para praticar na escada sem risco de lesões graves. Posicione portões de segurança na parte superior e inferior da escada ? Se você tiver um piano em casa, proteja a criança de bater acidentalmente na tampa ou prender os dedos em cada extremidade do teclado. ? Facilite para que as crianças subam e desçam as escadas. Acrescente um corrimão temporário do tamanho da criança na parede oposta ao corrimão permanente. Mantenha a escada iluminada e sem brinquedos, roupas e resíduos. ? Sempre que usar a lareira, use uma proteção ou vedação para impedir que as faíscas da madeira sejam carregadas no ar; use somente madeira seca. Uma proteção mista é preferível a uma de vidro, pois não ficará tão quente. ? Armazene a pá, outros instrumentos que sejam pesados e com pontas afiadas, fósforos, acendedores e fluido iniciador fora do alcance de bebês e crianças. ? Instale detectores de fumaça em cada andar da sua casa. Agora vamos considerar as preocupações de segurança quando a criança estiver em casa com uma babá - ou quando você estiver longe de casa com seu filho. Isso será abordado na próxima seção. Segurança das crianças quando você não estiver em casa Ao sair, você pode deixar a criança em casa com a babá ou levá-la com você. Aqui estão as dicas de segurança para essas situações especiais. Mantendo as crianças seguras longe de casa ? As impressões digitais de uma criança são um meio garantido de identificação e muitas organizações recomendam que os pais tenham essas impressões. Algumas delegacias de polícia oferecem esse serviço - eles fornecem aos pais uma cópia das impressões. Verifique se esse serviço está disponível na sua área. Também estão disponíveis kits domésticos para impressões digitais de crianças. ? Certifique-se de que as crianças conheçam as regras da família sobre sobre falar com estranhos, aceitar presentes ou pegar carona de estranhos. Crianças adoram camisetas, mochilas, bolsas, bottoms e outros itens que tenham o nome delas. Infelizmente, essa identificação facilita para que um estranho cumprimente a criança pelo nome, parecendo ser um amigo. Ensine aos seus filhos que mesmo que alguém saiba o seu nome isso pode ser perigoso e elas devem aplicar as regras para contato com "estranhos perigosos". Para se proteger, evite que as crianças usem itens revelando a identidade. ? Embora não seja inteligente que as crianças usem itens que revelem seu nome para estranhos, elas podem carregar uma identificação em lugar seguro quando forem ao zoológico, circo ou outro local em que possam se perder. Coloque um adesivo com o nome da criança e o telefone dentro da bolsa, mochila ou bolso. ? Quando você levar crianças maiores para um lugar cheio, como zoológico ou parque, marque um lugar para se encontrarem caso se percam acidentalmente. Marque de ir diretamente para o local na hora combinada, mas se não conseguir estar no local na hora combinada, explique bem onde fica o lugar. ? Para que a criança esteja segura ao andar de bicicleta, insista que ela use capacete e identificação com nome, endereço e telefone. ? Uma criança com problema de saúde, como diabete, sempre deve carregar a identificação que inclui a doença, o telefone do médico e detalhes de medicação de emergência. Quando o bebê estiver em casa e você não ? Se você tiver crianças e contratar babás, cole uma etiqueta com nome e endereço próximo ao (ou no) telefone. Então, a babá saberá o endereço completo se for necessário fazer uma chamada de emergência. ? Apresente a casa para a babá, incluindo a localização do kit de primeiros socorros. ? Escreva as instruções para a babá; não espere que ela se lembre de instruções verbais. ? Se você não estiver acessível imediatamente, ligue depois e certifique-se de que a babá tem o número do telefone de um amigo próximo ou parente caso precise entrar em contato em caso de emergência. ? As crianças nunca devem revelar para quem liga que estão sozinhas em casa. Ensine-as a dizer para quem liga que você não pode atender o telefone no momento, mas que se a pessoa deixar o número você retornará a ligação. ? As crianças mais velhas que possam atender a porta devem poder ver quem está lá, como você. Instale um olho mágico baixo o suficiente para que eles usem. Agora você está familiarizado com muitas precauções importantes - em casa e fora dela - para manter suas crianças seguras.
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Cuidado com as Abelhas
O veneno da abelha: Pesquisas recentes revelaram a presença de diversos componetes no veneno da abelha. Os de princípios mais ativos são: Histamina, melitina e duas enzimas conhecidas como hialuronidase e fosfolipase.No organismo humano, estes componentes provocam os seguintes efeitos: 1. Histamina: produz uma rápida queda na pressão do sangue; 2. Melitina: é tida como a responsável pela toxidez local e geral. A melitina quando em alta concentração tambem prococa hemolise ou seja a destruição de glóbulos vermelhos do sangue. 3. Hialuronidase: esta é creditada como promotora de infiltração dos tecidos. 4. Fosfoolipase: afeta indiretamente os glóbulos vermelhos do sangue (hemolise ataca a função respiratória e dificulta a coagualação).RESUMINDO: o veneno da abelha é portador de três efeitos específicos no organismo. A) Neurotóxico por atuar sobre o sistema nervoso; B) Hemorragico pelo aumento da permeabilidade dos capilares sanguíneos; C) Hemolítico pela destruição dos glóbulos vermelhos.OBS: O veneno da abelha que parece apenas produzir reações nocivas ao homem, tambem tem a sua aplicação util para tratamento de algumas enfermidades como é exemplo o reumatismo.Existem injeções para combate do artritismo crônico, neuralgia e neurite feitas com veneno de abelha.Reações ao Organismo Humano: O efeito do veneno da abelha não provoca o mesmo efeito em todas as pessoas. Umas resistem a muitas ferroadas ao passoUmas resistem a muitas ferroadas ao passo que outras apenas a uma ou duas, existindo também o caso de pessoas alérgicas a ferroadas. Muitas vezes uma ferroada apenas provoca reações locais enquanto que noutras o efeito se distribui por todo corpo na dependência da constituição organica da pessoa. Algumas pessoas podem ficar hipersensíveis com efeitos progressiveis depois de algumas ferroadas, outras ja nascem com hipersensibilidade e que nos faz acreditar no efeito acumulativo do veneno para quem trabalha com abelhas durante anos. A inchação poderá diminuir com o tempo mas efeitos no organismo tedem a aumentar em poucos casos conforme a formação orgânica da pessoa. No organismo humano os efeitos do veneno se manifestam na seguinte forma. 1. Dor forte durante os primeiros 2 a 3 minutos, proporcional ao número de ferroadas recebidas. Conforme o local a dor pode ser maior ou menor; 2. Inchação mais ou menos acentuada de acôrdo com o local da ferroada; 3. O local da ferroada fica avermelhada; 4. Coceira local podendo atingir todo o corpo segundfo a alergia da pessoa; 5. Aumento de temperatura no corpo e principalmente no local da ferroada; 6. Falta de ar (dificuldade de respiração); 7. Os lábios adquirem cor azulada (em casos de alergia); 8. Vômito e perda de consiência (em casos alérgicos).Os efeitos variam de intensidade na dependência do número de ferroadas recebidas e da sensibilidade do organismo. COMO EVITAR FERROADAS: Conhecendo que o veneno da abelha pode ser mortal ao homem o melhor é evitar as ferroadas o que se consegue em parte respeitando as seguintes recomendações: 1. Não mexa com abelhas se não for apicultor ou não tiver conhecimento da biologia da abelha; 2. Não mexa nas abelhas em dias chuvosos. As abelhas mais agressivas (velhas) estão na colmeia o que a torna mais populosa e com maior potencial de defesa; 3. Não chegue perto de abelhas sem estar devidamente protegido por uma boa másca, macacão. Luvas e um fumigador; 4. Use vestuário limpo e sem cheiros desagradáveis as abelhas; 5. Para conhecer e não contrariar a organização das abelhas, estude a sua biologia; 6. Evite esmagar abelhas o cheiro do veneno espelhará o aviso de morte entre as demais abelhas movivando defesa; 7. Para lidar com abelhas, obedeça sempre as regras técnicas de um apicultor; 8. Quando receber uma ferroada, aplique logo um pouco de fumaça ou mel sobre o local para não denunciar o acontecimento as demais abelhas; 9. O uso racional do fumigador (fumaça), faz as abelhas comorem mel antecipando um incêndio para abandonar a colmeia o que diminui a intenção de usar o ferrão. A fumaça deve ser continua e controlada não muito quente, sem odores desagradáveis nem tão pouco com faiscas. O melhor material de combustão para fumaça é o de origem vegetal (cepilho); 10. O ataque de abelhas somente acontece após a motivação do instinto de defesa, por isso evite molestar as abelhas; 11. Um enxame de abelhas pode ou não ser agressivo, tudo depende do estado das abelhas. Não tente recolher enxames sem estar devidamente protegido. Em muitos casos, uma pulverização suave sobre as abelhas do enxame com xarope adocicado evitará a possibilidade de uma revoada; 12. Segundo consta, a abelha não possue audição, mas em compensação tem um tato muito sensível e sente com facilidade qualquer vibração. Evite choques e a aproximação de veículos perto das abelhas; 13. A cor e tipo de tecido influem no comportamento das abelhas. Use vestuário de cor branca e de origem vegetal (algodão). O tecido de lã é desagradável as abelhas e motiva a agressividade; 14. Quando abrir uma colmeia evite respirar em cima das abelhas. O hálito também irrita as abelhas; 15. Abelhas enxergam com grande facilidade objetos em movimento, por isso costumam atacar mais no rosto, mãos e pés. Para chegar perto de abelhas, proteja estas partes e eveite movimentos bruscos; 16. Os cabelos, normalmente contaminados com óleos e perfumes são detestados pelas abelhas. Use chapeo ou cubra-os com um pano; COMO PROCEDER EM CASO DE FERROADAS: 1. Primeiramente procure retirar imidiatamente o ferrão para evitar que termine de injetar todo o veneno. Para retirá-lo use a unha ou então uma faca ou canivete. Durante esta operação tenha cuidado para não apertar a bolsa do veneno porque isto faz injetar todo o veneno na carne e a retirada do ferrão perderá o seu motivo; 2. No caso de inflamação, aplique gelo ou panos frios no local; 3. Para aliviar a dor aplique alguma pomada anestésica no local como por exemplo "nupercainal"; 4. Evite esfregar no local da ferroada, isto só ajudará a esalhar o veneno; 5. Evite tomar banho ou passar alcool no corpo, o fato de esfregar aumentará sensivelmente as reações do veneno; 6. Para pessoas de sensibilidade normal e adultas, até 20 ferroadas leve ao médico (aplicar lentamente por via endovenosa uma injeção de gluconato de cálcio a 20% em ampola 20cc); 7. Para pessoas alérgica ou hipersensíveis existe perigo de morte. Estas não devem trabalhar com abelhas, a menos que se submetam a um tratamento prévio de desensibilização que só poderá ser efetuado por médico especialista no assunto. Estes tratamento é prolongado e consiste num antígeno feito do próprio veneno da abelha;8. Um médico, deve ser procurado, sempre que necessário. OPERÁRIA RAINHA ZANGÃO EXTRAÇÃO DAS ABELHAS Fonte: Corpo Bombeiros de Santa Catarina
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Enchentes
A chuva inundou a cidade e você está em local seguro. Não se aventure a enfrentar correntezas e inundações. Os riscos são muito grandes Se você precisar mesmo sair, sintonize as rádios que divulgam informações sobre o tempo e as áreas afetadas por alagamentos. Faça o seu roteiro de deslocamento evitando esses locais. Se a água invadir sua casa, saia e procure um local seguro. Não passe por áreas alagadas. Se você estiver no carro durante a chuva forte: Dirija devagar. Mantenha o carro sempre acelerado. Mantenha boa distância do carro da frente. Caminhe na calçada junto aos muros e longe dos postes. Não passe por pontes e pinguelas improvisadas Cuidado com as águas e a lama das enchentes, pois podem transmitir doenças. Não deixe seu filho brincar nas águas das chuvas e enxurradas. Ajude a evitar enchentes: Mantenha limpos os ralos e calhas. Não jogue lixo ou entulho em bueiros, rios e galerias. Fonte: Corpo Bombeiros Santa Catarina
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Quais são as vantagens e desvantagens...
Os consórcios de imóveis tiveram forte crescimento e até novembro de 2005 foram vendidas 170 mil cotas para compra de imóveis, representando aumento de 42% em relação ao mesmo período de 2004. Com o desempenho, o número de pessoas com consórcios imobiliários atinge 309,6 mil. O principal diferencial é o fato de o consórcio não requerer a comprovação de renda, atraindo boa parte do mercado informal da economia, que não consegue acesso de outras formas de compra de um imóvel. Como consórcio é algo que você pode pagar até o fim sem ter o bem de que precisa, não há cobrança de juros, claro. Mas antes de fazer essa escolha é bom saber que há um crescente número de pessoas que são excluídas dos planos, porque não conseguem arcar com as parcelas: já são 276 mil pessoas que desistiram pelos mais diversos motivos, o principal deles a falta de condição de continuar pagando as parcelas mensais. Agora terá de esperar até o final do grupo, o que pode levar 12 anos, para ter de volta apenas parte do dinheiro aplicado. Nas operações de consórcio, o participante pagará a cota mensal correspondente ao valor da carta de crédito para a compra do bem dividido pelo número de meses de duração do grupo, mais a taxa de administração, o fundo de reserva e o seguro. As empresas cobram ainda uma taxa de adesão equivalente a 1% ou 2% sobre o total do crédito. A taxa de administração normalmente varia de 17% a 19% por todo o período de duração do grupo e é diluída na quantidade de meses do plano. Por exemplo, uma taxa de administração de 17% num consórcio de 120 meses (10 anos) será transformada em 0,14% ao mês. As parcelas pagas pelo participante e o valor da carta de crédito são corrigidos anualmente pela variação do índice de preços previsto em cláusula do contrato. Em termos comparativos, os juros cobrados pelos bancos no financiamento pelo SFH chegam a 12% ao ano ou 210,58% em 10 anos. A dívida é acrescida ainda de uma parcela referente ao seguro de vida. A prestação e o saldo devedor são atualizados mensalmente pelo índice que corrige o saldo da caderneta de poupança, atualmente a taxa referencial (TR). Por esse sistema, você vai pagar menos no valor final, em comparação com um financiamento bancário ou pela construtora, mas corre o risco de pagar o total e não ter a casa, se for o último contemplado. Para cada grupo, os consórcios fazem duas ou mais contemplações por mês, parte por lance e parte por sorteio. Quem não tem imóvel e pretende comprar a casa própria poderá oferecer o dinheiro que tiver no Fundo de Garantia do Tempo do Serviço (FGTS) como lance, desde que se enquadre nas exigências para a liberação do dinheiro.
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Qual imóvel é dado como garantia?
Na aquisição, o próprio imóvel adquirido, a garantia a ser oferecida na modalidade reforma e/ou ampliação deve ser o próprio imóvel, objeto da reforma e/ou ampliação. No caso da modalidade construção, deve ser dado o terreno onde será construído o imóvel. No caso de imóvel rural, a garantia será obrigatóriamente um imóvel urbano.
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Como proceder a substituição da garan...
Em caso de aquisição de imóvel rural, nos casos em que a engenharia da CAIXA não tenha aceitado o imóvel a ser adquirido como garantia e nos casos em que o valor da avaliação seja inferior ao valor da compra e venda é permitida a substituição do bem dado como garantia desde que o novo bem seja aprovado na avaliação, e a partir do pagamento da taxa de substituição da garantia, que corresponde a 1% do crédito atualizado ou R$600,00, o que for maior. O consorciado deve estar adimplente.
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Em caso de atraso de prestação qual s...
O não pagamento da prestação até a data do vencimento implica a cobrança de multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês sobre o valor da prestação.
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O que são Áreas comuns?
Espaços considerados bens de propriedade e uso comum de todos os condôminos, entre eles: playgrounds, piscinas, escadas, corredores, halls, portaria, vestíbulo, residência do zelador, banheiro e vestiários dos empregados, área de estacionamento no andar térreo e terraço de cobertura.
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O que é Condomínio edilício
É a forma como é tratado pelo Código Civil o conjunto de edificações caracterizado pela existência de partes comuns e partes privativas.
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O que é Condômino?
Proprietário de unidade em um condomínio (a palavra significa “com o domínio do bem individual e parte comum”). Apenas quem tem direito real sobre o imóvel é considerado condômino, o que inclui, além do proprietário, aquele que está financiando a compra de um apartamento.
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O que é Convenção?-
Documento que rege as relações entre os condôminos, a estrutura administrativa do condomínio, seu funcionamento, bem como direitos e deveres dos moradores de um edifício.
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26 Dicas Para Cuidar Bem de Seus Elet...
Muita gente não sabe, mas é possível prolongar a vida dos eletrodomésticos tomando alguns cuidados básicos no dia a dia. Por isso preparamos para você, 26 digas para que seus aparelhos durem por mais tempo, sem te dar dores de cabeça. Máquina de lavar 1. Não coloque objetos pesados em cima da máquina de lavar. 2. Verifique os bolsos de cada peça de roupa antes de lavá-la. 3. Utilize apenas sabão e amaciante indicados para o aparelho. Outros tipos de produtos podem fazer muita espuma e prejudicar o eletrodoméstico. 4. Após as lavagens, seque as peças de borracha de dentro da lavadora. Aproveite e retire o compartimento do sabão e amaciante para uma limpeza completa. 5. Logo após o fim da lavagem, já retire as roupas da máquina. Se ficarem lá por muito tempo, podem danificar o cilindro. 6. Se a máquina não tem função de autolimpeza, uma vez por mês, inicie um ciclo de água quente e adicione suco de limão ou vinagre no compartimento de sabão para remover a sujeira e o limo do equipamento. Geladeira 7. As geladeiras devem ser transportadas sempre na vertical. Além disso, não devem ser inclinadas mais do que 40 graus. Caso contrário, o óleo do compressor pode escapar e danificar o sistema do eletrodoméstico. 8. Outro cuidado importante é não ligar o aparelho assim que ele chegar. Dessa maneira, o óleo também pode sair. O ideal é aguardar de quatro a seis horas. 9. Não armazene recipientes quentes na geladeira, sempre espere que esfriem. 10. Uma vez por ano, você precisa desligar a sua geladeira da tomada e lavá-la completamente. 11. Aproveite para limpar a parte de trás do eletrodoméstico também. Ali você pode contar com a ajuda de um aspirador de pó. Lava-louça 12. Coloque os pratos corretamente dentro da máquina, começando pelo final até a parte da frente. 13. Remova os restos de comida e gordura dos recipientes antes de levá-los à lava-louças. 14. Descole dos objetos todos os adesivos de papel. Eles podem entupir os filtros. 15. Ao colocar os utensílios na máquina, não deixe um encostado no outro. Dessa maneira, a água pode circular com mais facilidade. 16. Use apenas detergente especial e tabletes. O sabão líquido comum pode danificar sua máquina. 17. Lembre-se de encaixar bem cada peça em seu lugar para que elas não se movam durante a lavagem e bloqueiem as partes giratórias da lava-louça. Micro-ondas 18. Na hora de aquecer alimentos leves, coloque junto um copo de água para que ele absorva uma parte das ondas. 19. Evite colocar objetos pesados em cima do eletrodoméstico. E se for realmente necessário, tome cuidado para não obstruir a ventilação. 20. Nunca ligue o forno vazio. 21. Confira no manual do seu aparelho o peso máximo que ele suporta e não ultrapasse a instrução. 22. Outra indicação para verificar no manual são os materiais que não devem ser levados ao micro-ondas. 23. Não aqueça alimentos por mais tempo do que o necessário. 24. Sempre que usá-lo, retire os restos de comida e gordura das paredes do aparelho. Torradeira 25. Sempre seque as mãos antes de utilizar a torradeira. Assim você não corre o risco de molhar o eletrodoméstico. 26. Evite deixa-la próximo de objetos inflamáveis, como cortinas, por exemplo. 27. Semanalmente, limpe seu aparelho e retire os restos de alimentos. Quer ler mais algumas dicas? Clique aqui e confira.
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Sua casa limpa mesmo na correria do d...
6 Dicas infalíveis para você manter sua casa sempre limpa, sem gastar muito com produtos de limpeza. Nós sabemos muito bem, não é fácil manter a casa limpa na correria dos dias de hoje. Deixar os filhos na escola, preparar o almoço, se dedicar ao trabalho, estudar, resolver problemas pendentes, são algumas tarefas presentes em nossas vidas que tomam muito de nosso tempo. Mas afirmamos - você pode realizar todas essas tarefas e ainda manter a casa brilhando e sem gastar muito com produtos de limpeza. Quer saber como? Continue lendo esta matéria: 1. Não acumule tarefas Vamos dar alguns exemplos. Se cair pasta de dente na pia remova na hora, antes que seque e fique mais difícil de limpar. Limpe e remova rapidamente o sabonete e xampu que grudaram no box e azulejos após o banho. Lave a louça logo após cada refeição. Varrer rapidamente o ambiente que costuma ficar sujo também não tomará muito o tempo. Muita coisa? Se aplicarmos essa regra em nosso dia a dia fica bem mais fácil. A ideia é cuidar de pequenas coisas durante a semana para não deixar acumular tarefas para um só dia. 2. Faça seu próprio limpador de janelas Você pode economizar preparando um limpador de janelas caseiro, mas não menos eficaz. Veja a receita: 1 ½ xícara chá de água 1 ½ colher de sopa de vinagre branco 1 ½ colher de sopa de álcool 3 gotas de óleo essencial de hortelã Misture tudo e coloque em um borrifador. Para fazer a limpeza basta aplicar o limpador com uma flanela. 3. Recicle os panos manchados 6 Dicas infalíveis para você manter sua casa sempre limpa, sem gastar muito com produtos de limpeza. Nós sabemos muito bem, não é fácil manter a casa limpa na correria dos dias de hoje. Deixar os filhos na escola, preparar o almoço, se dedicar ao trabalho, estudar, resolver problemas pendentes, são algumas tarefas presentes em nossas vidas que tomam muito de nosso tempo. Mas afirmamos - você pode realizar todas essas tarefas e ainda manter a casa brilhando e sem gastar muito com produtos de limpeza. Quer saber como? Continue lendo esta matéria: 1. Não acumule tarefas Vamos dar alguns exemplos. Se cair pasta de dente na pia remova na hora, antes que seque e fique mais difícil de limpar. Limpe e remova rapidamente o sabonete e xampu que grudaram no box e azulejos após o banho. Lave a louça logo após cada refeição. Varrer rapidamente o ambiente que costuma ficar sujo também não tomará muito o tempo. Muita coisa? Se aplicarmos essa regra em nosso dia a dia fica bem mais fácil. A ideia é cuidar de pequenas coisas durante a semana para não deixar acumular tarefas para um só dia. 2. Faça seu próprio limpador de janelas Você pode economizar preparando um limpador de janelas caseiro, mas não menos eficaz. Veja a receita: 1 ½ xícara chá de água 1 ½ colher de sopa de vinagre branco 1 ½ colher de sopa de álcool 3 gotas de óleo essencial de hortelã Misture tudo e coloque em um borrifador. Para fazer a limpeza basta aplicar o limpador com uma flanela. 3. Recicle os panos manchados Com o passar do tempo algumas manchas podem surgir nos panos. Você não precisa desfazer deles ou passar horas esfregando-os. Em um balde de água quente insira de quatro a cinco sachês de chá preto e deixe curtir por dez minutos. Após esse tempo coloque os panos na mistura e deixe-os descansar até atingirem a tonalidade desejada. Seus panos ficarão com uma cor totalmente nova. Pingar uma gota de limão ou uma fruta cítrica dentro de um balde com um litro de água quente também é uma excelente opção para branquear tecidos. Deixe a peça por uma ou duas horas dependendo do grau das manchas. Feito isso é só lavar normalmente e deixar secar sob o sol. 4.Se programe Separe um dia no ano para uma faxina geral. Lavar todos os tapetes, limpar os armários jogando fora e doando tudo o que não tem mais utilidade são algumas atividades que farão total diferença no seu dia a dia se você separa uma data no ano para uma faxina geral. 5.Praticidade gera economia Não é necessário centenas de produtos de limpeza para manter a casa limpa. Aposte em itens práticos, multiuso, versáteis e naturais que todo mundo possui em casa e que ajudam muito na limpeza: Limão, bicarbonato de sódio e vinagre são alguns bons exemplos. 6. Ambiente sempre com aroma refrescante O cheirinho de limpeza pode durar por muito mais tempo se mantermos no cômodo, um chumaço de algodão embebido em óleo de essências. Escolha o aroma que mais te agrade.
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19 formas de usar o bicarbonato de só...
Ele é conhecido como ingrediente que deixa o bolo mais fofinho. Mas o bicarbonato de sódio também pode ser um forte aliado na faxina. Serve para limpar o fogão, tirar odores da geladeiras e comida do fundo da panela. São 19 utilidades que este pó branco milagroso tem. O Organize a sua vida (OZ!) preparou uma lista de dicas de uso doméstico do bicarbonato. 1 - Remoção de odores da geladeira ou freezer: utilize uma colher de sopa de bicarbonato de sódio para meio litro de água morna. Utilizando um pano, limpe as paredes e prateleiras. Em geladeiras sem frost-free, espere o degelo para fazer a limpeza. Depois, passe outro pano para secar. O mesmo processo pode ser feito com embalagens de plástico. 2 - Limpador de uso geral: Este preparado caseiro pode substituir a maioria dos limpadores comerciais 1 colher de sopa de bórax 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio 2 colheres de sopa de vinagre ou suco de limão 1 colher de sopa de detergente lava-louças 2 xícaras de água quente Misture e guarde em uma bisnaga ou frasco pulverizador Cuidado: não deixe de usar luvas de borracha quando trabalhar com esta mistura. 3 - Limpeza de potes, panelas e utensílios de cozinha: Limpe graxa e alimentos incrustados em assadeiras umedecendo-as com água quente e borrifando bicarbonato de sódio. Deixe descansar por uma hora e esfregue com uma esponja. Para soltar alimentos assados ou ressecados de panelas, ferva água e bicarbonato de sódio em fogo baixo nas panelas. Quando o alimento se soltar, deixe a panela esfriar e limpe-a. 4 - Remoção de manchas de panela antiaderente: Ferva 1 xícara de água, 2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio e 1/2 xícara de alvejante na panela por vários minutos. Lave a panela como de costume. 5 - Remoção de manchas de queimado: Cubra as manchas em assadeiras de biscoitos com bicarbonato de sódio ou com água quente e deixe por 10 minutos. Em seguida, limpe a assadeira com bicarbonato de sódio e uma esponja dupla face. 6 - Limpeza de utensílios de aço inox: Eles podem ser limpos com bicarbonato dissolvido em água ou borrifado diretamente em uma esponja ou pano de limpeza. Basta esfregar a superfície. Depois enxágue-a e esfregue-a suavemente com camurça para secar. 7 - Limpeza de pisos: Limpe pisos cerâmicos com 1/2 xícara de bicarbonato de sódio em um balde de água morna. Use um esfregão com a solução e depois enxágue o piso. Remova marcas pretas de salto de sapato sobre pisos de linóleo ou vinil com uma esponja dupla face umedecida e mergulhada em bicarbonato de sódio. 8 - Limpeza de forno: Para uma limpeza completa, deixe 1 xícara de amoníaco em um forno frio e fechado durante a noite para soltar a sujeira. Pela manhã, limpe o amoníaco. Depois, limpe as superfícies com bicarbonato de sódio. 9 - Manchas de café e chá: Para limpar chaleiras e filtros de cafeteiras, encha com água, adicione 2 ou 3 colheres de sopa de bicarbonato de sódio e ferva por um período de 10 a 15 minutos. Depois que o utensílio esfriar, esfregue e enxágue-o completamente. Mergulhe uma esponja umedecida em bicarbonato de sódio e esfregue as manchas de café e chá das xícaras. Manchas difíceis podem requerer também um pouco de sal. Para remover manchas de ferrugem em chaleiras, encha a chaleira de água e adicione 2 colheres (de sopa) de bicarbonato de sódio e suco de meio limão. Ferva a solução em fogo baixo por 15 minutos e depois enxágue a chaleira. 10 - Removedor de gordura: Use esta solução caseira para eliminar depósitos de gordura de fornos, painéis traseiros de pias ou superfícies esmaltadas polidas. 1/4 de xícara de bicarbonato de sódio 1/2 xícara de vinagre branco 1 xícara de amoníaco 3,5 litros de água quente. Cuidado: sempre use luvas de borracha e trabalhe em uma área bem ventilada. 11 - Prevenção e eliminação de entupimentos: Para evitar entupimentos, despeje periodicamente 1/2 xícara de bicarbonato de sódio no ralo de sua pia, seguido de água quente. O bicarbonato de sódio e o vinagre formarão uma espuma que limpará o dreno e ajudará a evitar entupimentos. Use 1/2 xícara de bicarbonato de sódio, seguido de 1 xícara de vinagre. Quando a espuma diminuir, enxágue o dreno com água quente. 12 - Refrigeradores e freezers: Uma caixa aberta de bicarbonato de sódio no refrigerador absorve odores por até três meses. O mesmo é válido para freezers. 13 - Esfregue a tábua de carne de madeira com bicarbonato de sódio para remover odores. Reduza o odor de latas de lixo borrifando bicarbonato cada vez que adicionar lixo. Lave e desodorize periodicamente as latas de lixo com uma solução de 1 xícara de bicarbonato de sódio para cada 3,5 litros de água. 14 - Carpetes: para retirar o mau cheiro de carpetes e tapetes, basta pulverizar bicarbonato e aspirar em seguida. 15 - Retirar mofo: utilize solução de água e bicarbonato para limpar superfícies mofadas. Quanto mais frágil for a superfície, utilize menos bicarbonato na mistura. 16 - Lavar roupa: adicione uma colher de sopa de bicarbonato de sódio com o sabão em pó na hora de lavar roupas brancas. O produto ajuda a tirar as manchas. 17 - Latas de lixo: para retirar a sujeira de latas de lixo, basta deixar a solução de água com bicarbonato por alguns minutos. 18 - Limpeza de esponjas e panos de limpeza: deixe panos de limpeza e esponjas mergulhados em solução de água com bicarbonato de sódio durante a noite. 19 - Outros truques práticos: Borrife bicarbonato de sódio em uma esponja umedecida e esfregue frutas e vegetais para remover sujeira, cera ou resíduos de pesticida. Enxágue a comida muito bem. Mais...
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Saiba como limpar seu depurador de ar...
Manter a cozinha limpa não depende só do esforço e da qualidade dos produtos de limpeza. Ter um depurador de ar para absorver a gordura de frituras e eliminar fumaça ajuda, e muito, a evitar que os azulejos e armários fiquem engorduradas. Para que o eletrodoméstico funcione perfeitamente, no entanto, o consumidor deve ficar atento à periodicidade da manutenção. “A troca dos filtros deve ser feita a cada quatro meses, no máximo. E a limpeza externa do painel e das teclas pode ser feita diariamente”, orienta Victor Dantas, gerente geral de Serviços da Whirlpool Latin America, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid. Mas, antes mesmo de se preocupar com a limpeza, as donas de casa precisam se certificar de que a instalação foi feita corretamente. Victor alerta que é necessário respeitar a distância entre o fogão e o depurador de ar recomendada no manual de instruções dos dois eletrodomésticos. “Essa distância é importante para evitar danos ao produto e perda de eficiência da sucção”, explica o gerente da Whirlpool. TIRE SUAS DÚVIDAS: Qual é a diferença entre coifa e depurador de ar? Fundamentalmente, a coifa e o depurador funcionam da mesma maneira. A principal diferença está na performance e na estética dos modelos. A coifa oferece maior capacidade de sucção. Ambos têm duas funções: modo exaustor ou depurador simples. No modo exaustor, o produto suga o ar, que passa por um filtro e é expelido para fora da casa, por meio de dutos. No modo depurador, o ar é filtrado e enviado novamente para o ambiente. Como escolher um depurador? Deve-se considerar a frequência de uso do produto. Se for mais contínuo e com maior nível de frituras, recomenda-se a coifa por seu poder de sucção. Se o uso for menos intenso e esporádico, recomenda-se a utilização de um depurador. Deve-se considerar o espaço disponível na residência, visto que a coifa tem um formato diferenciado e um duto, imprescindível para o funcionamento. O duto do depurador é opcional e pode ser embutido. O meu depurador está com um barulho estranho. O que pode ter acontecido? Geralmente, os barulhos são causados por algumas peças soltas, como parafusos e presilhas, ou uma falha no motor. Deve-se entrar em contato com a assistência técnica do produto. Dúvidas esclarecidas por Victor Dantas, gerente geral de Serviços da Whirlpool Latin America Mais...
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Dicas para montar um jardim em casa
Rio de Janeiro - Para criar um jardim, basta ter um cantinho livre na varanda, na cozinha, na sala de estar ou até na parede. No mercado, há uma série de materiais e utensílios que ajudam a trazer o verde para dentro das residências. Mas cada espaço necessita de um tipo de planta específico. As bromélias de sombra e as lanças de São Jorge são indicados para lugares que recebem pouco sol, por exemplo. E para quem tem uma área maior e quer controlar a umidade do solo, que tal plantar uma árvore? Segredo está em adequar o jardim à realidade (Foto: Divulgação) Durante 15 dias, a paisagista Ana Iath esclareceu as questões dos leitores sobre plantas, flores e formas de plantio no nosso Tire Suas Dúvidas sobre paisagismo. Veja algumas respostas e clique aqui para ver tudo o que foi perguntado. Que tipo de planta se adapta a pouco sol e pouca água? Ana Iath - Esta situação é a mais difícil para as plantas. Mas existem alternativas, pois há algumas que desenvolvem mecanismos próprios para armazenar água. Em geral, as plantas de sombra não precisam ser muito regadas, pois não sofrem com a incidência direta do sol. Você pode usar as seguintes plantas: lança de São Jorge, palmeira rafis, pleomeles e pacova. Existem espécies de flores indicadas para locais onde bate pouco sol? Ana Iath - As espécies que tem uma floração significativa necessitam de sol direto. Para locais de pouco sol, você terá apenas espécies de folhagens e de florações pequenas. Uma bonita espécie que se adapta bem a pouco sol é a orquídea, que pode ser encontrada no mercado com diferentes cores e tamanhos. O que se pode fazer numa casa que tem cachorros no quintal? Ana Iath - O segredo está em adequar o jardim à realidade. Procure usar sempre plantas de médio e grande porte, como arbustos e árvores, mais difíceis de serem destruídas pelo animal. As pequenas podem ser com espinho. Deixe sempre um lugar para os cães brincarem. Um gramado funciona bem. Ainda em relação aos gramados, procure mantê-los sempre bem cortados e adube com maior freqüência. Que plantas devem ser usadas para absorver a umidade do solo de forma a reduzir infiltrações em paredes e muros e ao encharcamento em dias de chuva? Ana Iath - O plantio de árvores é o melhor mecanismo para retirar a água do solo. Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Escolha árvores nativas da região, pois além de atender à sua demanda, trará mais qualidade ambiental à região. Os bambus também cumprem esta função, mas, por se espalharem com muita facilidade, exigem cuidado em seu uso. Como corrigir o PH do gramado? Ana Iath - A grama, assim como as demais plantas de um jardim, necessitam de adubação regular para manter sua saúde em dia. No caso dos gramados, você pode adubá-lo duas vezes ao ano, uma no início do verão e outra no inverno. Faça uma cobertura de duas partes de areia para uma de substrato tipo sologreen e acrescente metade de húmus de minhoca. Depois, espalhe sobre a grama, fazendo uma cobertura rala. Esta prática irá manter o seu gramado sempre verde e saudável.
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Jardim: lento, fácil e barato
Numa tarde quente, Felder Rushing, horticultor e apresentador do programa Gestalt do Jardineiro, da Rádio Pública do Mississippi, senta-se numa cadeira feita de pneus de moto. O cortador de grama se faz ouvir na casa do vizinho. Rushing olha seu jardim sem grama e sorri. “Fico tomando sol feito um lagarto velho e gordo enquanto estão todos transpirando, ofegantes”, diz. A mistura de arbustos e flores plantada por Rushing no lugar da grama é um exemplo da maneira como vê jardins, que ele chama de slow gardening - ou jardinagem lenta. O termo empresta o nome do movimento slow food, cujos adeptos acreditam no uso de ingredientes produzidos no local e colhidos de maneira ecologicamente responsável. Rushing, de 56 anos, há muito defende a dependência das plantas perenes e a aceitação de certo grau de desordem. Em resumo, sua doutrina sugere que os jardineiros relaxem, trabalhem no seu próprio ritmo e não tentem fazer tudo de uma só vez. “As pessoas são capazes de plantar 24 pés de tomate dos quais não poderão cuidar.” Para ele, é melhor começar modestamente, com um ou dois vasos. “Vá aumentando o jardim gradualmente, na medida da sua disponibilidade, adquirindo experiência. Não comece com uma área grande, ou você se verá trabalhando a terra feito um lavrador.” Seguir os próprios instintos em vez de regras já estabelecidas é outro dos aspectos dessa filosofia. “As pessoas dizem que rosas precisam ser podadas numa determinada inclinação, acima de uma certa folha. Dizem que é necessário regar a grama uma vez por semana. A verdade é que não é preciso se ater a nada disso enquanto regras absolutas”, afirma. Rushing plantou um jardim na caçamba do seu rodado Ford F-150. E cuida dele como se fosse uma peça publicitária para a divulgação de suas ideias. Seu principal jardim, uma fantasia cheia de folhas que obscurece seu chalé cor de lavanda, reflete sua filosofia de cultivo lento. Plantas como pimenta e alface ficam em vasos, e não no solo, para facilitar seu cultivo (nada de se agachar) e aumentar a versatilidade (nem todos têm canteiros em casa). E apesar de ele e a mulher, Terryl, gostarem da ideia de cultivar o próprio alimento, no jardim deles não há batatas, porque é menos trabalhoso e mais barato comprá-las no supermercado. Ele economiza dinheiro no fertilizante ao empregar a compostagem, mas não se guia pelos complexos princípios científicos expostos nos livros que tratam da questão. “Sigo duas regras: pare de jogar tudo fora e reúna todo o lixo orgânico no mesmo lugar.” METODOLOGIA NO CAOS - À primeira vista, o jardim de Rushing parece uma confusão de materiais reaproveitados e penduricalhos de sucata. Há várias árvores adornadas com garrafas de vidro e vigas enferrujadas metidas no chão, e o espaço é limitado por uma cerca de zinco. Ainda assim, há metodologia no seu trabalho. Por exemplo, para decidir como preencher o espaço ao redor de uma instalação artística composta por três círculos de vidro, ele e Rick Griffin, paisagista que o ajuda a projetar jardins, tiveram uma longa discussão. Entre tábuas e uma cortina de arame farpado ficaram com a segunda opção. “Penso que é uma ideia poderosa. Uma obra de arte”, afirmou Griffin. Rushing também desenvolveu técnicas de “jardinagem barata”, como transformar pneus velhos em canteiros e usar baldes de tinta como vasos. “É fácil de jogar o resto fora e replantar, sem a necessidade de ferramentas pesadas.” Mesmo para quem não tem espaço fora de casa, é possível cultivar alguma coisa - manjericão ou alecrim, por exemplo - numa janela ensolarada. “Isto já basta para transmitir aquela sensação de estar ligado à terra.” Para os iniciantes na jardinagem, Rushing sugere que se comece com plantas pequenas que produzem muito num espaço pequeno durante bastante tempo. “Morangos são sexy, mas levam o ano todo para crescer e podem sair parecidos com saquinhos de água com açúcar”, disse. “Por outro lado, o cultivo da alface é de uma simplicidade constrangedora. Cultivei algumas num canteiro suspenso no ano passado. Bastou uma salpicada de vinagrete e eu nem precisei me abaixar para colhê-las.” Para ele, deve-se pensar para além da primavera: “A jardinagem lenta deve lhe dar algo que possa ser apreciado durante os 12 meses do ano”.
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Dicas para paisagismo.
É difícil visualizar o quanto uma planta vai crescer até que se torne parte do seu jardim. Por exemplo, um junípero chinês com 20 cm de altura ficará com 2,5 m de altura e 2,5 m de largura poucos anos depois. As plantas levam tempos variáveis para amadurecer: algumas se formam lentamente, outras bem rapidamente. Você terá que calcular o tamanho que sua planta alcançará durante um período de tempo determinado. Se planejar um pátio e precisar de uma rápida fonte de sombra, uma árvore de crescimento veloz pode ser exatamente aquilo de que você precisa. As plantas de fundação precisam de uma solução diferente: arbustos anões de crescimento lento e os gramados são, geralmente, a melhor opção para a fundação em torno de uma casa de espaço limitado. Você pode querer planejar a plantação de algumas espécies de crescimento rápido, que às vezes têm vida curta, junto com algumas espécies de crescimento lento, que geralmente são de vida longa. Quando as de crescimento lento estiverem estabelecidas, remova algumas espécies de crescimento rápido que já passaram do tempo no jardim. Escolha plantas de acordo com a sua posição no jardim. Considere a forma, a altura e a largura naturais das plantas antes de colocá-las. Uma escolha incorreta das plantas geralmente decepciona o proprietário quando são necessárias podas drásticas ou medidas caras de renovação. Enquanto planeja seu projeto, pense nas características desejadas antes de decidir qual planta colocar. Pense na forma: um arbusto redondo ou em forma de vaso se adeqüa melhor à área? Pense no tamanho: você precisa de uma árvore alta para dar sombra ou de uma árvore ornamental pequena, redonda? Considere os hábitos de crescimento que se ajustem melhor ao projeto: é um gramado com um extenso sistema de raízes necessárias para sustentar um barranco ou um arbusto baixo arqueado funcionaria bem? As condições de solo existentes, ventos, exposição ao sol e força são também considerações sérias: você precisa de uma planta que tolere solos úmidos ou de uma que resista a sombras densas? Depois de ter respondido a essas perguntas, encontre uma planta apropriada para todos os requisitos e seu sucesso será quase garantido. A poda para manter as plantas dentro dos seus limites é uma parte integral dos cuidados com o paisagismo. Algumas plantas, como as cercas vivas formais, são aparadas para manter esse aspecto formal. A maioria das plantas precisa ser desbastada para manter seu aspecto natural e ao mesmo tempo reduzir o tamanho. A estação de floração é um bom guia para orientar suas tesouras de poda. É melhor podar os arbustos com flores quando termina a floração, pois a planta pode gerar novos ramos para produzir os botões do próximo ano. Já as sempre-verdes devem ser podadas no início da primavera. A poda estimula o nascimento de novos ramos e o crescimento das folhas. Se você podar tarde demais na estação, o novo crescimento será prejudicado pelo inverno, antes que esteja completamente desenvolvido. Plantas de paisagismo podem ser podadas para oferecer um efeito surpreendente, implementando um plano de poda com "efeitos especiais". Arbustos com múltiplos troncos, como o azevinho, mirtácea e lilás, podem ser podados como se fossem uma pequena árvore convencional de apenas tronco. Quando a planta for jovem, remova todos os troncos, exceto o mais forte e reto. Coloque uma estaca nesse tronco e remova todos os ramos laterais até o ponto onde você quer que a árvore forme sua copa. A poda anual é necessária para remover os brotos secundários e os galhos laterais. Uma espaldeira é uma árvore ou arbusto que foi drasticamente podado para crescer achatado ou em um padrão pré-determinado ao longo de uma cerca ou muro. Querendo uma aparência formal ou informal, pratica-se a poda e a dobra regular dos troncos principais. Isso produz um caráter interessante em espécies de plantas que de outro modo não seriam aceitas no jardim. A mágica do movimento Quando for projetar seu jardim, a posição do sol e da sombra em diferentes horas do dia e em diferentes estações do ano é uma informação importante. Você precisará ter um conhecimento básico do movimento do sol em relação às características do jardim. Compreender esse movimento ajudará a decidir a colocação e escolha das plantas. O sol nasce ao norte da linha leste-oeste no verão, expondo todos os lados de uma casa a até uma certa quantidade de luminosidade. Fica alto no céu, produzindo sombras curtas provenientes das construções de plantas. No inverno, o sol nasce ao sul da linha leste-oeste, produzindo longas sombras provenientes das estruturas e plantas. Escolha plantas que se adequem melhor aos efeitos naturais da exposição. O sol pode ter efeitos diferentes ao longo do dia. A introdução de sombra proporciona alívio para as plantas e um movimento diário de cor e humor. Um vegetal que precisa de sol direto pode se sair bem, mesmo ficando sombreado por algumas horas no final da tarde. No entanto, uma planta que goste de sombra poderá queimar se receber umas poucas horas de sol. Pela manhã, o jardim tem características que podem não ser evidentes pelas horas sombreadas da tarde. Durante um dia de verão, quando o sol está nascendo, partes de um jardim sombreado podem se iluminar com o sol e, então, dar lugar a sombras salpicadas à medida que ele vai ficando mais alto. As plantas e os materiais de construção parecem ter diferentes texturas conforme o ângulo do sol se modifica. O sol e a sombra são padrões que se modificam constantemente, alterando a sensação do jardim de uma hora para a outra e de estação para estação. As pessoas são atraídas pelo movimento no jardim. Uma pequena cascata caindo em um pequeno tanque, por exemplo, sempre chama a atenção. Cultive plantas que atraiam visitantes: borboletas e beija-flores estão entre os convidados mais fáceis e belos que poderão aparecer. Você precisará deixar alguma comida natural para as lagartas, bem como abundância de flores para prover néctar para os beija-flores, mas a atividade no jardim será maravilhosa. Use plantas para acentuar o movimento que o vento faz quando sopra pelo jardim. As plantas com folhas finas tremulam como pássaros, criando atração pelo movimento. Muitos vegetais, particularmente gramíneas ornamentais com flores e inflorescências no alto de hastes finas, produzem um farfalhar suave com o roçar das sementes, criando uma harmonia natural com o vento. A brisa de verão dá um ar de romance ao jardim, carregando a fragrância dos flocos ou ipoméias pelo ar. O perfume é um dos encantos mais delicados de um jardim. À medida que a fragrância se espalha pelo jardim, o visitante se sente inspirado e revigorado. Colocação de árvores para a sombra da tarde Considere cuidadosamente a colocação de árvores para dar sombra no espaço externo da casa, pois é difícil consertar uma árvore mal colocada depois de ter crescido. Cada variedade de árvore tem seu próprio hábito de crescimento: algumas são altas, largas e crescem lentamente. Outras crescem rapidamente formando copas redondas ou em forma de vaso. Coloque-as a uma distância de pelo menos 5 metros das bases quando forem árvores grandes e de pelo menos 2,5 quando forem árvores pequenas, ornamentais. Para criar a sombra da tarde, plante árvores de porte médio a 5 metros ao sul e 6 metros a oeste da sua área de estar. Aumente a distância para árvores maiores.
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Projetando jardins
Pensar em um espaço quieto, privado, onde se pode relaxar numa noite quente de verão, leva você direto para o quintal. Você vai desejar que o espaço externo da sua casa seja tão confortável quanto uma sala aconchegante, com a lareira acesa em uma noite fria de inverno. A varanda pode remeter a uma faixa de grama viçosa bem cortada, cercada por canteiros de ricas forrações, plantas de folhas sempre verdes e flores se abrindo. Uma cobertura de árvores cria sombras manchadas, que se movem com a brisa. Seu jardim é um lugar de paz e beleza porque foi cuidadosamente planejado, exigiu trabalho duro e paciência. Neste artigo mostraremos a você como projetar jardins: Paisagismo de jardins Se estiver tentando esconder algo feio de se ver ou querendo emoldurar uma bela vista, você estará envolvido no desenvolvimento de um paisagismo. Você pode gostar de se entreter no jardim após um longo dia de trabalho ou pode preferir gastar os finais de semana no trabalho de jardinagem, fazendo tarefas rotineiras. Seja qual for o modo como você olha para o paisagismo, pode escolher o estilo que se adeqüa às suas necessidades. Nesta seção vamos ensinar como projetar um jardim. Discas de paisagismo. Quando for plantar um jardim, você começará fazendo uma avaliação das suas necessidades pessoais. Faça uma lista do que quer incorporar no projeto. Tome notas das funções especiais ou áreas de serviço de que seu paisagismo precisará, para que possa providenciar tudo. Depois, considere as dicas desta seção enquanto construir seu jardim. Você descobrirá idéias que depois de implementadas poderão ser desfrutadas por toda a vida. Plantando forrações. As gramíneas de diferentes tipos cobrem todos os cantos da terra. Algumas ficam altas, florescem e produzem sementes. Já outras tomam conta do solo, espalhando brotos rasteiros. Algumas espécies toleram ser pisadas e cortadas regularmente. Ao plantar forrações, você precisará decidir quais, entre as muitas variedades de gramíneas, adequam-se melhor ao seu jardim. As gramas são as mais duráveis e são as mais comumente usadas. Outras espécies, apesar de não serem tão duráveis para servirem como piso, são lindas. As gramíneas ornamentais podem servir como forrações duráveis. Exploraremos os diferentes tipos de forrações nesta seção. Projetando um jardim misto. Qualquer pessoa que visite um jardim público pode falar de sua aparência. Paredes nuas decoradas com meias-cestas cheias de flores, plantas densas acompanhando as calçadas e preenchendo as áreas entre os bancos imensos, vasos de plantas lotados de cores, cestas de flores penduradas nos galhos das árvores e arcadas e floreiras decorando sacadas. Quando for projetar um jardim misto, seus únicos limites serão a quantidade de espaço e a sua imaginação. Ajudaremos você a abrir sua imaginação com idéias de como projetar um jardim misto. Projetando um jardim privativo. O seu quintal dever ser um oásis particular. Isso significa que seus vizinhos malucos não virão para o churrasco sem serem convidados. As crianças da casa ao lado não vão atravessar o seu jardim matando tudo o que há no caminho. Os cães não comerão suas begônias favoritas ou deixarão "presentes" para você encontrar mais tarde. O jardim precisa ser projetado de modo a oferecer privacidade. Mostraremos os melhores métodos de projetar um jardim usando cercas, pátios e técnicas de pavimentação para manter seu jardim exatamente como você quer que seja: somente seu. Fazendo um projeto com árvores, arbustos e trepadeiras. Todo jardim precisa mais do que apenas lindas flores para ficar completo. Você vai querer a grandeza da copa das árvores. Já os arbustos proporcionam privacidade e proteção e as trepadeiras servem para preencher muros ou cercas. Sem essas plantas lenhosas definindo o espaço, vai parecer que seu jardim está fora de lugar. Elas são caras e difíceis de realocar, então, você deve ter certeza de que as está plantando no lugar certo da primeira vez. Mostraremos como fazer um projeto com árvores, arbustos e trepadeiras. Idéias de projetos com árvores, arbustos e trepadeiras Plantar corretamente uma árvore, moita ou trepadeira é o passo mais importante do seu cultivo. A chave do sucesso é saber onde colocá-las. Além de considerar os diferentes elementos do paisagismo do teto do seu jardim, você pode também observar árvores, arbustos e trepadeiras buscando idéias para o projeto. Trepadeiras crescendo sobre uma grade podem ser o ponto central de um jardim, enquanto que se forem plantadas ao redor de canos podem também bloquear aquele erro horroroso do encanamento da casa. Os arbustos podem ser podados de maneira formal para criar uma peça de arte no estilo Edward Mãos de Tesoura para o seu jardim ou de maneira informal, para funcionar como uma barreira entre a sua casa e a de seus vizinhos. Nesta seção daremos mais algumas idéias de projeto para trabalhar com árvores, arbustos e trepadeiras. Projetando um jardim sombreado As pessoas raramente plantam algo para criar sombra propositalmente no jardim. Pelo contrário, a sombra é algo que elas têm que suportar. É sempre muito fácil olhar para os aspectos negativos da sombra: as plantas que precisam de sol não conseguem crescer e você não pode pegar um bronzeado no quintal. Há pouca coisa a fazer com respeito à sombra, então por que não aceitá-la e aprender a viver com ela? Você rapidamente descobrirá que a jardinagem das sombras, apesar de um pouco desafiadora, oferece também amplas vantagens.
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Reduza o transtorno
Para uma nova casa Quase sempre problemática, a mudança de imóveis pode ser feita de forma tranquila com planejamento. Depois de passar meses pesquisando um imóvel com preço e tamanho desejado ainda é preciso planejar o último passo: a mudança. Para quem decide transportar os móveis e pertences por conta própria, é necessário empacotar os bens de forma organizada, proteger os itens mais frágeis e ainda carregar e descarregar tudo na nova casa. Já quem resolve contratar uma empresa especializada deve começar uma pesquisa por referências e acompanhar o processo de perto para que nada dê errado ou fique para trás. Para o diretor de locação Sérgio Fortes Guimarães, a melhor maneira de encontrar uma empresa eficaz é o boca a boca. “Procure referências de amigos, vizinhos ou até mesmo do corretor que está fazendo o negócio", disse. Segundo ele, o preço elevado não significa que o serviço será bem feito. “O orçamento feito por essas empresas varia muito. Por isso é difícil acertar. Há empresas boas no mercado, mas nem sempre são as que cobram mais”, disse Guimarães. O auxiliar de mudanças da Casa Nobre, Paulo Henrique da Costa Cestari, conta que o ideal para proteger os móveis e bens durante o transporte é utilizar plástico bolha. “Livros e coisas de gaveta vão em caixas, já sofás e móveis de madeira precisam de proteção. Plástico bolha e papelão evitam riscos e outros danos”, disse. Enquanto as roupas podem ser levadas em malas, louças, cristais e vidros são itens que dão trabalho durante a mudança. “São frágeis e quebram facilmente. Por isso, mesmo indo em caixas, precisam ser embalados um por um”, contou Cestari. É importante separar documentos pessoais, como RG, cartões de crédito e talões de cheque e transportá-los pessoalmente na mudança. “Muitas empresas já deixam no contrato que não se responsabilizam por documentos e joias”, disse a gerente da Fibra Mudanças, Adriana Bologna, que orienta a leitura detalhada do contrato. “É preciso verificar se montam e desmontam os móveis e se possuem seguro de carga”, contou. Dicas simples evitam problemas Antes de sair para a nova casa, alguns cuidados técnicos devem ser tomados. O gerente de locação Sérgio Fortes Guimarães alerta sobre a troca do segredo das chaves da nova residência. “Um local fica à disposição de diversas imobiliárias, então não é difícil alguém entrar com a chave da empresa na sua casa por achar que imóvel ainda está vazio”, disse. Ele aconselha que a mudança seja planejada com no mínimo um mês de antecedência. “É preciso ligar a energia no outro imóvel e desligar a do antigo. Fechar o registro hidráulico, checar se não há débitos de água na nova casa e ligar a linha telefônica”, afirmou Guimarães. Para evitar assaltos dias antes da mudança, ou durante o processo, é bom avisar os vizinhos que a família está indo para uma outra casa. “Com o pessoal avisado, é mais tranquilo. Pois, se acontecer alguma coisa de estranho, eles podem acionar a polícia”, disse o diretor de locação. (RV) + Mudanças
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Mudanças com Planejamento.
Mudanças de endereço chega até ser muito simples e demora bem menos que construir um imóvel. Porem para se evitar transtornos é indispensável que seja feito o devido planejamento tanto quanto se faz na execução de uma obra. As grandes empresas de mudanças tem preocupação constante com a mão de obra, as embalagens e a frota para mudanças com índices de aprovação superiores a 80% dos clientes atendidos. Escolha a empresa certa para a sua mudança para que o transporte dos seus pertences seja feita com toda a segurança. Além da escolha de uma empresa qualificada, a mudança exige uma série de providências e cuidados, a serem tomados com antecedência, a fim de se evitar transtornos ou imprevistos. Algumas dicas: - Doe ou elimine pertences que considerem inúteis - Verifique horário permitido para estacionamento - Se você mora ou vai morar em apartamento avise o sindico e recomende os zeladores para reservarem elevadores para o dia da mudança - Efetue previamente a remoção de lustres, exaustores, antenas de TV, cortinas, etc - Leve consigo, no dia da mudança: jóias, relógios, carteiras - Reúna em uma caixa objetos dos quais venha necessitar com mais freqüência como: agasalhos, medicamentos, fraldas, mamadeiras, etc - Desligue e esvazie a geladeira no dia anterior à mudança - Certifique-se de que tanto na origem, quando no destino não haverá feira-livre, ou obras que irão impedir a passagem do caminhão de mudanças
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Cuidados antes de contratar empresas ...
- Confirme se empresa de mudança oferece seguro a seus bens durante a prestação dos serviços - Procure visitar as empresas de mudanças para verificar a qualidade do pessoal de atendimento, a organização e se possui instalações adequadas - Pergunte as empresas de mudanças quais o tipo de caminhões ou veículos em que serão transportados os seus bens. Cuidado, pois muitas empresas de mudanças não oferecem o veículo adequado, expondo de maneira imprópria e arriscada todo o seu patrimônio! - Solicite as empresas de mudanças antecipadamente uma vistoria no local da mudança para evitar cobrança de taxas extras de serviços - Esclareça com as empresas de mudanças todas as eventuais dúvidas e exponha suas expectativas com relação à mudança.
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Dicas Mudanças Comerciais
Nomeie uma equipe responsável pela mudança para que todos os detalhes de logística operacional sejam tratados com um representante de nossa empresa. Programe antecipadamente a entrega de embalagens com nosso representante. Junto ao condomínio, faça uma comunicação por escrito sobre a data da mudança. Verifique ainda o horário permitido para saída e/ou recebimento da mudança e solicite a reserva de vaga no estacionamento para o veículo responsável pelo transporte. Providencie o Seguro Total e emissão de Nota Fiscal de Simples Remessa ou declaração de efeito fiscal do material a ser transportado. Prepare o "layout" de destino com localização dos funcionários. Prepare etiquetas de identificação de todo o mobiliário, caixas e equipamentos, com cores definidas de acordo com o novo "layout". Com antecedência, faça um backup de seus arquivos. Desligue todos os equipamentos das tomadas: micros, impressoras, máquinas de calcular, televisores, vídeos, etc. Insira um disquete nos drives das CPUs Para evitar colisões entre as cabeças de gravação durante o transporte. Retire os cartuchos de tintas das impressoras para evitar vazamentos durante o transporte. O material embalado deve estar bem compactado dentro das caixas, sem espaços vazios, para evitar quebras nos cantos das caixas ou afundamentos. Caso os pertences de um funcionário não sejam suficientes para preencher uma caixa, é aconselhável que este procure um colega com o mesmo problema para que o material dos dois seja consolidado em uma só caixa. Gavetas e/ou portas de armários, arquivos ou mesas, após seu esvaziamento, devem ser trancadas e as chaves em posse do funcionário usuário ou responsável. As chaves de móveis que necessitem ser desmontados deverão ficar no próprio móvel. Jóias, dinheiro, armas, agendas eletrônicas, notebooks e demais objetos de uso pessoal, não devem ser transportados junto com a mudança.
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Imóvel de R$ 700 mil entra em consórcio
Com valorização imobiliária, Banco do Brasil e Itaú mais do que dobram o teto para empréstimos na modalidade. Proprietário que quer mudar para unidade melhor localizada também é alvo das empresas do setor O segmento de consórcios está se adaptando ao boom do mercado imobiliário. Os dois maiores bancos do país, Banco do Brasil e Itaú Unibanco, mais que dobraram o valor máximo da carta de crédito, passando de R$ 300 mil e R$ 250 mil, respectivamente, para R$ 700 mil. "Os clientes procuravam contratar mais de uma carta de crédito para adquirir um imóvel. Criamos esse grupo para atender a essa demanda", afirma Luis Matias, vice-presidente de consórcios do Itaú Unibanco. Segundo o executivo, houve uma "forte adesão" em São Paulo, que responde por 35% dessas cotas. "A valorização imobiliária no Estado naturalmente proporcionou essa demanda por grupos com valores mais altos". O preço médio do metro quadrado de lançamentos com dois dormitórios teve alta de 112% na capital paulista nos últimos cinco anos, segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). O diretor de empréstimos e financiamentos do BB, Marcelo Augusto Dutra Labuto, também aponta que o público-alvo são clientes que vivem em regiões onde o preço dos imóveis teve forte alta. "Além disso, foi identificado um crescente interesse na aquisição de imóveis comerciais, que possuem geralmente um custo total mais elevado", acrescenta. Outros bancos que atuam no setor -Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Santander- mantêm produtos até R$ 300 mil. Mais...
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Venda de consórcio de imóvel cai 9,8%...
A venda de novas cotas de consórcios de imóveis registrou retração de 9,8% nos primeiros dez meses de 2011 em relação a igual período do ano anterior, somando 169,5 mil unidades, conforme pesquisa da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) divulgada na última semana de dezembro. Na mesma base de comparação o número de contemplações cresceu 7,5%, para 60,5 mil participantes. No mês de outubro de 2011 o valor médio das cotas para a compra de um imóvel subiu 15,1%, para R$ 117,7 mil, ante R$ 102,3 mil de um ano antes. Em outubro, o segmento registrava 612,3 mil participantes, indicando acréscimo de 6,4% sobre um ano antes. A partir de março de 2010 o governo permitiu o uso do FGTS para o pagamento de parcelas em consórcio de imóveis. De lá até setembro de 2011, 5.119 participantes utilizaram o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar ou quitar parcelas, somando R$ 89,1 milhões. No acumulado do ano 1.927 participantes utilizaram o FGTS, somando R$ 34,4 milhões. Entre março de 2010 e outubro de 2011, 5.277 participantes utilizaram o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar ou quitar parcelas, somando R$ 91,8 milhões. Mais ,,,
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Gasto com consórcio aumenta até 44%
Os brasileiros gastaram até 43,9% a mais com consórcios em agosto deste ano em comparação com o mesmo mês de 2009. O maior aumento foi constatado no setor de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, cujo valor médio desembolsado subiu de R$ 2.648 para R$ 3.811, conforme a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). A explicação para a alta está relacionada com a mudança do estilo de compra do consumidor. Na opinião do presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, antigamente as pessoas utilizavam o crédito do consórcio para a compra de apenas um produto. “Hoje, o consumidor opta por um tíquete médio maior para comprar um conjunto de produtos”, explica. Outro fator que contribui para o crescimento do valor médio gasto no setor é a evolução tecnológica dos produtos oferecidos pelo mercado. “Cada vez mais temos novos modelos, novas tecnologias e produtos mais sofisticados que acabam despertando o interesse do consumidor”, destaca o professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), Keyler Carvalho Rocha. A segunda maior alta, de 19,29%, foi registrada no consórcio de imóveis. O valor médio saltou de R$ 83.032 para R$ 99.053, reflexo do aquecimento imobiliário registrado no País. “O consumidor teve que se adaptar à nova realidade e buscar um crédito maior que permita comprar um imóvel no local que esteja planejando”, explica o presidente da Abac. O valor médio do consórcio de veículos passou de R$ 37.087 para R$ 39.973, um aumento de 7,78%. Já o de motocicletas se manteve praticamente estável: R$ 10.056 para R$ 10.164. Para o professor da FIA, uma explicação para a alta do valor de motos não ter acompanhado a dos veículos pode estar relacionado com a finalidade da compra. No primeiro caso, o consumidor, geralmente, compra a motocicleta para ser usada no trabalho, sem grandes ostentações. Já o caso dos veículos envolve status social. “Em alguns casos, as pessoas buscam a troca por um veículo melhor ou até para presentear um filho, por exemplo”, diz Rocha. Outro setor que sofreu pouca alteração foi o de serviços. O valor médio em 2009 era de R$ 6.936 e caiu para R$ 6.928 em 2010. Segundo Rossi, esse é um segmento novo, que entrou em vigor no começo de 2009. “Tanto o consumidor quanto as administradoras estão se acostumando com a nova modalidade e avaliando quais sãos as principais demandas”, alega. O consórcio de serviços envolve desde viagens, tratamentos dentários a festas de casamentos. Quem planeja aderir a um consórcio deve observar a necessidade do produto ou serviço. “O consórcio é vantajoso para quem não precisa do bem imediatamente”, orienta Rossi. Mais consorcios...
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Caixa atrasa mudança no uso do FGTS e...
Os clientes de consórcios da Caixa Econômica Federal só poderão utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para amortizar, liquidar e pagar parte das prestações para aquisição de imóveis a partir do dia 31. Na semana passada, a Caixa informou que, a partir do último dia 18, os cotistas de consórcios imobiliários já poderiam contar com as novas regras que ampliam o uso do FGTS. Antes, os mutuários só podiam usar o fundo para dar lances e obter a carta de crédito. A medida vale para os clientes de todas as empresas do setor. Os trabalhadores interessados devem procurar a administradora de consórcio, que fica encarregada de encaminhar a documentação e tomar as providências necessárias. Entre as quatro maiores empresas de consórcio imobiliário (Bradesco, Caixa, Porto Seguro e Rodobens), apenas a Caixa Seguros ainda não conseguiu disponibilizar o serviço. Segundo a assessoria do banco, a subsidiária vai precisar de mais tempo para adaptar o seu sistema interno às novas regras. Na semana passada, alguns clientes que procuraram a empresa foram orientados a procurar uma agência da Caixa. Em alguns casos, os gerentes informaram que o sistema só estaria disponível em junho, o que, de acordo com o banco estatal, não procede. Folha de S.Paulo - 23/03/10 Mais......
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Todas expressões e palavras relaciona...
As palavras e expressões mais utilizadas nos seguimentos de construções e reformas. A Aba corrida Arquit. Varanda em sacada que corre ao longo da cimalha de um prédio estético. Abaular Dar forma curva, arqueada, a uma superfície, a fim de proporcionar melhor escoamento da água ou acabamento estético. Abertura Termo genérico que resume todo e qualquer rasgo na construção, seja para dar lugar a portas e janelas, seja para criar frestas ou vãos. Abertura de valas Ato de fazer valas. Abóbada Todo o teto côncavo pode-se chamar abóbada. Cobertura encurvada. Do ponto de vista geométrico, a abóbada tem origem num arco que se desloca e gira sobre o próprio eixo, cobrindo toda a superfície do teto. As abóbadas variam de acordo com a forma do arco de origem. Abóbada ogival, também chamada gótica, cujo arco tem forma de ogiva, é uma marca da arquitetura árabe. Abóbada aviajada tem origem num arco cujas extremidades estão em desníveis. Há ainda a abóbada de lunetas. De menor altura, esse tipo está presente nas casas de estilo colonial americano e facilita a iluminação interior. Abrasão Desgaste causado nas superfícies pelo movimento de pessoas ou objetos. Abraçadeira Peça em ferro que segura as vigas do madeiramento ou parede. Abrigo Lugar onde o homem pode se proteger das intempéries. No uso corrente, indica locais como garagem, também chamada abrigo de carro, automóvel. Ação de rescisão de empreitada Na AÇÃO DE RESCISÃO DE EMPREITADA no meio Imobiliário é a que o dono da obra pode exercitar contra o empreiteiro, com o objetivo de rescindir o contrato de empreitada, quando se tiver verificado motivo legal ou inadimplemento de condição estipulada (G G, arts. 1.237 a 1.247). Ação de resgate de aforamento Na AÇÃO DE RESGATE DE AFORAMENTO no meio Imobiliário é a que o enfiteuta propõe contra o aforador, depois de decorrido o prazo de trinta anos, da data da constituição do prazo, para que este seja declarado extinto, mediante o pagamento, por consignação judicial, da importância relativa a vinte pensões anuais, sendo então adjudicado ao autor o domínio direto da coisa sobre a qual tinha o domínio útil (C. C., art. 693). Ação de usucapião Na AÇÃO DE USUCAPIÃO. É aquela que o possuidor de imóvel particular alheio, com ou sem título de aquisição, promove contra os possíveis interessados, observando os requisitos legais, a fim de que por sentença se lhe reconheça o domínio sobre ele, em virtude de haver decorrido o lapso de tempo que a lei exige para esse efeito (C. C., arts. 550 a 553; 618, 619 e 698; C. P. C., arts. 941 e segs.). Acabamento Arremate final da estrutura e dos ambientes da casa, feito com os diversos revestimentos de pisos, paredes e telhados. Acetinado Todo o material tratado para ter textura semelhante ao cetim. Acesso Rampa, escada, corredor ou qualquer meio de entrar e sair de um ambiente, uma casa ou um terreno. Acidato Tratamento à base de ácido sobre vidro, é mais perfeito que o jateamento, não mancha ao toque dos dedos, porém ainda caro, é Italiano o processo. Aclive Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua; ladeira, vista de baixo para cima. ACM Designa alumínio composto ver “alucobond”. Aço-carbono Liga de aço e carbono que resulta num material leve e de grande resistência. Aço-inoxidável Aço resistente à oxidação, independentemente das temperaturas, e resistente também à corrosão por agentes químicos. Acústica A parte da física das construções que trata do projeto e construção de recintos com certas características, como ausência de eco e de reverberação, de modo a permitir a audição distinta dos sons produzidos ou propagados e a assegurar a isolação dos mesmos em relação aos ruídos externos, e vice-versa. Adam Estilo iniciado com o arquiteto inglês Robert Adam, que teve grande influência nas construções do colonial americano dos séculos XVIII e XIX. As casas desse estilo são altas, com detalhes leves e pórticos elaborados a partir de elementos da arquitetura clássica. A sua maior marca é a luneta, espécie de abóbada feita de vidro sobre a porta principal. Adega Também conhecida como cave. A palavra, provavelmente, tem origem no termo francês cave: lugar especial da casa, em geral no subsolo, onde se guardavam os vinhos e os azeites. A adega precisa de ter condições climáticas controladas, para melhor conservar os vinhos e outras garrafas de bebidas, em condições adequadas de temperatura e umidade. Adobo (ou Adobe) Tijolo ou paralelepípedo feito com uma mistura de barro cru, areia em pequena quantidade, estrume e fibra vegetal ou ainda crina de animais. Possui em geral grandes dimensões e é seco à sombra e, depois, ao sol, que difere do tijolo por não ser cozido ao forno. Deve ser revestido com massa de cal e areia e podem ser argamassados com barro. O termo adobe vem do árabe attobi e designa, também, seixos rolados dos leitos de rios. Adoçar Nivelar, aplainar, desbastar saliências ou alisar e aplainar madeiras. Adro Pátio externo descoberto fronteiriço às igrejas, antigamente cercado ou murado; pode ser plano ou escalonado. Adsorção Processo que consiste na adesão de um líquido ou na condensação de um gás sobre uma superfície sólida, em forma de tênue camada molecular. Difere da absorção por ser um fenômeno de superfície, enquanto aquela é um fenômeno de massa. Adução Parte do abastecimento de água que compreende o transporte da mesma desde o local de captação até o de consumo. Aduela Parte de arremate dos vãos de portas ou janelas que guarnece o vão , e recebe as dobradiças, composto de 2 ombreiras e uma padieira, e nela se fixam as guarnições ou alisares, também pode se chamar assim a pedra em forma de cunha, que se emprega na construção de arcos e abóbadas de cantaria (pedra). Outra definição antiga era o nome dado à superfície, tanto interna como externa, da abóbada (a interna nada mais seria do que o intradorso). Depois a designação estendeu-se aos elementos constitutivos do arco da abóbada. É o nome que se dá, então, às pedras ou tijolos em forma de cunha que entram na composição de superfícies curvas de proteção. É, também, a face interior da ombreira, voltada para o vão da porta ou janela. Afastamento (ou Recuo) Refere-se às distâncias entre as faces da construção e os limites do lote ou terreno. Aglomerado (ou Contraplacado) Placa prensada, composta de serragem compactada com cola ou resina e arrematada com duas lâminas de madeira. Agregado É o material mineral (areia, brita, etc.) ou industrial que entra na preparação do concreto. Agregado leve É o material mineral composto por argila expandida, e de peso específico menor que o da água ( flutua ). Também conhecido pelo nome do fabricante VERMICULITA ou CINASITA no Brasil. Agrimensura É a Medição de superfície dos terrenos na qual o arquiteto se baseia para executar seu trabalho. Água do telhado Cada uma das superfícies inclinadas da cobertura, que principia no espigão horizontal (cumeeira) e segue até à beirada. Água-furtada Vão entre as tesouras do telhado. Ângulo do telhado por onde correm as água pluviais. Quando provido de janelas, também recebe o nome de mansarda. Sótão com janelas que se abrem sobre as águas do telhado. Água-mestra Nos telhados retangulares de quatro águas, é o nome que se dá às duas águas de forma trapezoidal. As duas águas triangulares chamam-se tacaniças. Alambrado A cerca feita com fios de arame que delimita um terreno. Alçapão Portinhola no piso ou no forro que dá acesso a caves ou sótãos. Alçar Levantar a parede, construir. Alcova Quarto pequeno de dormir, sem aberturas para o exterior, que faz comunicação com ante-salas. Aldrava (ou Aldraba) Tranca de ferro para escorar portas ou janelas; pequena tranqueta com dispositivo que permite que a porta possa ser aberta pelo lado de fora. Também argola que fica do lado de fora da porta e serve de instrumento para bater à porta. Alfaia Objetos, tais como paramentos, adornos e enfeites, que completam a decoração de uma casa. Alicerce Maciço de alvenaria enterrado que recebe a carga das paredes da construção. Antiga regra prática estabelece que o alicerce equivale à sexta parte da altura da parede sustentada, com largura igual ao dobro da espessura dessas paredes. Ver Fundação. Alisar Revestimentos das paredes, ombreiras e folhas de janelas. Guarnição de madeira da parte interna das portas e janelas. Régua fixa na parede, para proteção, na altura do encosto das cadeiras. Ver Guarnição. Alma Nome da parte correspondente à altura dos perfis metálicos. A parte superior é o banzo ou mesa. Almofada Na marcenaria e carpintaria, peça com saliência sobreposta à superfície podendo possuir também reentrâncias. Alpendre Cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas ou vãos. Geralmente, fica localizada na entrada da casa. Aos alpendres maiores dá-se o nome de varanda. Alteração de limites Em direito penal - Crime de usurpação, que consiste na supressão ou deslocação de tapume, marco ou qualquer outro sinal indicativo de linha divisória, para o agente apropriar-se, no todo ou em parte, de coisa imóvel alheia (Cód. Pen., art. 161 ). Alto-relevo Saliência criada e definida numa superfície plana. Alucobond Ou outra denominação terminando em bond, dependendo do fabricante, é composta por chapa que tem acabamento de películas de alumínio com resina formando um sanduiche para revestimento de ambientes internos ou externos.É aplicada em cortes modulados pelo arquiteto sobre perfis de alumínio tipo de esquadria, préviamente colocada na fachada. Seu custo é em U$. Alvará de construção Documento emitido pela autoridade municipal onde a construção está localizada, que licencia a execução da obra, para sua obtenção existem uma série de exigências a serem cumpridas, como entrega de jogo de plantas devidamente assinadas pelos PREO e proprietário. Alvenaria Conjunto de pedras, de tijolos ou de blocos - agregado ou unido com argamassa ou não - que forma paredes, muros e alicerces. Quando esse conjunto sustenta a casa, ele chama-se alvenaria estrutural. O próprio trabalho do pedreiro. Amarração Última fiada posta num painel de alvenaria ou blocos, feita pelo pedreiro, os blocos são dispostos em geral diagonalmente e prensando a massa, hoje esta técnica tem sido dispensada. A maneira de dispor dos materiais de construção de modo a formarem um conjunto coeso e estável. JUNTA AMARRAÇÃO. É o tipo de colocação de tijolos em que um trava o deslocamento do outro. Existem alguns tipos, como a junta amarração simples, a junta amarração francesa etc . Amianto Tem origem num mineral chamado asbesto e é composto por filamentos delicados, flexíveis e incombustíveis. É usado na construção de refratários e na composição do fibrocimento, seu pó é extremamente tóxico e nocivo. Anaeróbica Tipo de processo utilizando como principal eliminador de matéria orgânica as bactérias naturais mediante injeção de ar e mistura mecânica. Andaime Equipamento em forma de plataforma usada para alcançar pavimentos superiores das construções e executar serviços em diversos níveis acima do piso. Anfiteatro Espaço teatral com palco central ou espectadores também à esquerda e a direita. Anodização Tratamento químico no alumínio que lhe confere aparência fosca e cores variadas. Ante-projeto Primeiras linhas traçadas pelo arquiteto em busca de uma idéia ou concepção para desenvolver um projeto. Ante-sala Aposento que antecede uma sala. Apicoado Superfície submetida a desbastamento do qual resulta uma textura rugosa, anti-derrapante. Normalmente feito em pedras como granitos e mármores. Suja mais que o flameado. Aplique Ornamento. Enfeite fixado em paredes ou muros. Aprumar Acertar a verticalidade de paredes , colunas ou esquadrias por meio do chamado fio de prumo. Aquecimento central Sistema provido de resistências elétricas ou de serpentinas (se o aquecimento for feito a gás) que centraliza o aquecimento da água de todas as torneiras de uma casa. Arara Móvel para uso em lojas de roupas em geral constituídas por tubos metálicos. Arcada Sucessão de arcos. Arco Semi-circunferência que cobre um vão. Nome dado à construção que dá origem às abóbadas. Arenito Rocha composta de pequenos grãos de quartzo, calcário ou feldspato, usada em pisos externos. Nos pisos internos, o arenito normalmente recebe polimento e rejunte de granilite. Área de uso comum É a área que pode ser utilizada em comum por todos os proprietários do prédio ou condomínio, sendo livre o acesso e o uso, de forma comunitária. exemplo: portaria , corredores etc... Área útil É a área individual. É a soma das áreas dos pisos do imóvel, sem contar as paredes, ou seja, restrita aos limites. Também é conhecida como área de “vassoura " Área privativa É a área do imóvel da qual o proprietário tem total domínio. É composta pela superfície limitada da linha que contorna externamente as paredes das dependências (cobertas ou descobertas) de uso privativo e exclusivo do proprietário. Argamassa Mistura de materiais inertes (areia) com materiais aglomerantes (cimento e/ou cal) e água, usada para unir ou revestir pedras, tijolos ou blocos, que forma conjuntos de alvenaria. Ex.: argamassa de cal (cal+areia+água). A argamassa magra ou mole é a mistura com menor quantidade de aglomerante (cal e/ou cimento), responsável pela aglutinação. Já a argamassa rica tem o aglomerante em abundância. Argila expandida É o agregado mineral leve, com peso específico menor que o da água ( flutua ). Conhecida pelo nome do fabricante VERMICULITA ou CINASITA no Brasil. Armadura estrutural Conjunto de ferros que ficam dentro do concreto e dão rigidez à obra, isto é à peça depois que o concreto atinge sua resistência aos 28 dias, permanecendo escorada a obra obedecendo a regras bem definidas de desforma. Arquiteto Profissional que idealiza e projeta uma construção. Possui a arte da composição, o conhecimento dos materiais e suas técnicas e a experiência na execução de obras. Arquitetura Arte de compor e construir edifícios para qualquer finalidade, tendo em vista o conforto humano, a realidade social e o sentido plástico da época em que se vive ou que se quer copiar. Uma das artes mais antigas. Escritos medievais são ilustrados com Deus segurando compasso e esquadro, uma alusão ao arquiteto do universo. Arquitrave Viga de sustentação ou verga principal que se apoia, em suas extremidades, em colunas ou pilares. Caracteriza o sistema arquitravado de envasaduras, cujas vergas são planas e horizontais. É a primeira parte do entablamento, ficando entre os capitéis das colunas e o friso. Arquivolta Moldura que acompanha o desenvolvimento de um arco. Arranque O início da formação da curvatura de um arco ou abóbada sobre a imposta. O mesmo que nascença.O termo também designa o trecho da armação de ferro que serve de espera para dar continuidade na armação de pilares. Arrasamento A cota de arrasamentos é chamado assim o nível adotado para corte da cabeça de estacas, fundações. Arrimar Apoiar, encostar, escorar. Arremate Finalizar um serviço na fase de acabamento da obra. Art (CREA) A ART assim denomina-se a anotação de responsabilidade técnica que deve ser feita para cada obra, mediante o pagamento de taxa tabelada pelo CREA da Região, cada tipo de projeto obriga a retirada de uma ART distinta e o profissional tem que ser cadastrado no CREA da sua região. Art Déco Movimento que atinge o seu apogeu entre os anos 20 e 40. Surge em oposição aos excessos do Art Nouveau e marca a arquitetura com linhas geométricas e tons pastel. O movimento concilia a produção industrial e as artes, influenciando os primeiros trabalhos do arquiteto franco-suíço Le Corbusier. Ele tornou ainda mais despojadas as formas desse estilo, criando as bases da arquitetura funcional ou moderna. Os projetos enfatizam vãos e grandes espaços envidraçados. As colunas, antes ornamentadas, agora assumem função estrutural e passam a ser denominadas pilotis. Art Nouveau A Arte Nova refere-se ao estilo arquitectónico e de arte decorativa que marcou o final do século XIX e o começo do XX. Muitos dos seus elementos retomam o Rococó e o Gótico. Assim, os edifícios mostram ornatos como ninfas com flores nos cabelos. Na Europa, misturou-se a elementos regionais, ganhando diversas versões. A primeira construção art nouveau foi projetada pelo arquiteto belga Victor Horta, em 1892, em Bruxelas. Mais tarde, o metro de Paris (França), recebeu portões projetados por Hector Guimard, que traziam formas sinuosas. Antonio Gaudi, um dos mais brilhantes arquitetos espanhóis, foi buscar inspiração às tradições medievais do seu país para erguer obras dentro do novo estilo. Em Barcelona, projetou a Sagrada Família, catedral que começou a ser construída em 1883, com torres góticas e adornos barrocos. O estilo art nouveau começou a perder força pouco antes da Primeira Guerra Mundial (1914-18). As-Build - Como Construído É o termo utilizado para indicar um projeto que teve lançado nele todas as modificações durante a construção ou reforma, principalmente útil em instalações. Somos favoráveis à utilização do segundo termo em português. Asa O mesmo que ala. O lado ou flanco de uma construção; cada uma das folhas de uma dobradiça. Asna A armação de madeira que sustenta o telhado. O mesmo que tesoura. Assentar Colocar e ajustar tijolos, blocos, esquadrias, pisos, pastilhas e outros acabamentos. Aterramento Colocação de hastes de cobre enterradas de acordo com técnica própria para se obter um ponto de terra dito neutro ou sem carga que é ligado ao quadro ou equipamento. Aterro Colocação de terra ou entulho para nivelar uma superfície irregular. Atravessadouros particulares São as passagens que existem através de propriedades agrárias, também particulares, que não se dirigem a fontes, pontes, ou lugares públicos privados de outra serventia. Não constituem servidão. Átrio Pátio de entrada das casas romanas, cercado por telhados pelos quatro lados, porém descoberto. Hoje o termo identifica um pátio de entrada de uma habitação. AutoCAD Software que facilita a confecção de plantas e croquis, oferecendo ferramentas essenciais para realizar projetos em computador. Fabricado pela Autodesk. Azulejo Ladrilho. Placa de cerâmica podendo ser polida e vidrada de diversas cores. A origem do azulejo remonta aos povos babilônicos. Com os árabes, os azulejos ganharam maior difusão, marcando fortemente a arquitetura moura na Península Ibérica. Originalmente, os azulejos apresentavam relevos, característica que ainda sobrevive até hoje. B Baguete A moldura simples, de seção reduzida, cujo perfil, em geral, é de um arco de círculo, em madeira, plástico ou metal, usado em aplicações ornamentais, arremates, fixação de vidros etc. Baixo-relevo Trabalho de escultura em que as figuras sobressaem muito pouco em relação à superfície que lhes serve de fundo. Balanço Saliência ou corpo que se projeta para além da prumada de uma construção, sem estrutura de sustentação aparente. Balaústre Pequena coluna ou pilar em metal, madeira, pedra ou alvenaria que, alinhada lado a lado, sustenta corrimãos e guarda-corpos. Tem origem no latim balaustium, nome da flor de romã, cuja forma inspirou os primeiros balaústres. Balcão Elemento em balanço, na altura de pisos elevados, disposto diante de portas e janelas. É protegido com grades ou peitoril. Baldrame Designação genérica dos alicerces de alvenaria. Conjunto de vigas de concreto armado que corre sobre qualquer tipo de fundação. Peças de madeira que se apoiam nos alicerces de alvenaria e que recebem o vigamento do soalho. Bandeira Caixilho fixo ou móvel, situado na parte superior de portas e janelas. Pode ser fixo ou móvel, favorecendo a iluminação e a ventilação dos ambientes. Bangalô Do inglês bungalow, designa as casa de campo construídas na Índia, térreas e com grandes varandas cobertas. Banner Termo que significa elemento de propaganda ou letreiro. Banzo Viga onde engastam-se os degraus das escadas, tanto fixas como móveis; nas vigas T ou duplo T, é o nome das abas normais à alma, também chamamos mesa nesse caso do perfil. Barrado Lambris, revestimento colocado nas partes inferiores das paredes. Barracão Abrigo ou telheiro, ou casa provisória, geralmente de madeira, para guardar utensílios ou depositar materiais de construção, num canteiro de obras; barraca. Barra anti-pânico Ferragem que permite abertura rápida de portas para saídas de emergência. Barroco Estilo marcado pelo excesso de detalhes e de rebuscamentos. Historicamente, foi uma reação à austeridade do período artístico anterior, o Clássico. Na arquitetura, introduziu novas concepções de espaço, de tempo e, principalmente, de movimento. Assim, as construções exibem um vasto número de ornatos, apliques e pingentes que parecem flutuar em fachadas e paredes. Trazido pelos portugueses, o Barroco ganhou diferentes feições no Brasil. Enquanto as construções da Bahia copiaram o modelo europeu, as obras de Minas Gerais do século XVIII apresentam soluções formais simplificadas, inéditas, originais. Barrote Ou Granzepe estreita peça de madeira, chumbada com massa na laje, que permite fixar através de pregos o piso de tábuas corridas. Tem a seção trapezoidal com a base maior posicionada no piso mede 3 a 5 centímetros de largura e de 2.5 a 3.5 centímetros de altura. Basalto Rocha muito dura, de grão fino e cor escura, usada na pavimentação de estradas e na construção. Basculante A peça que leva esse nome devido ao sistema empregado em portas e janelas, onde as peças giram em torno de um eixo até atingir a posição perpendicular em relação ao batente ou à esquadria, abrindo vãos para ventilação. As palavras e expressões mais utilizadas nos seguimentos de contruções e reformas. Aba corrida Arquit. Varanda em sacada que corre ao longo da cimalha de um prédio estético. Abaular Dar forma curva, arqueada, a uma superfície, a fim de proporcionar melhor escoamento da água ou acabamento estético. Abertura Termo genérico que resume todo e qualquer rasgo na construção, seja para dar lugar a portas e janelas, seja para criar frestas ou vãos. Abertura de valas Ato de fazer valas. Abóbada Todo o teto côncavo pode-se chamar abóbada. Cobertura encurvada. Do ponto de vista geométrico, a abóbada tem origem num arco que se desloca e gira sobre o próprio eixo, cobrindo toda a superfície do teto. As abóbadas variam de acordo com a forma do arco de o Bay-Window Janela de três faces, instalada no nível térreo, projetada para fora do prumo da construção. Batente Rebaixo onde a porta ou a janela encaixam-se ao fechar. A folha que fecha primeiro, na portas ou janela. BDI - Beneficio de Despesas Indiretas É o índice utilizado pelo construtor para ter a remuneração pelo serviço executado. Beiral Prolongamento do telhado para além da parede externa, protegendo-a da ação das chuvas. As telhas dos beirais podem ser sustentadas por mãos-francesas e fixadas por arames de cobre. Benfeitorias São as obras ou despesas que se fazem num imóvel visando a conservação, a melhoria ou simplesmente, o embelezamento, tornando-o mais agradável. Classificadas em: necessárias: para conservar ou evitar a deterioração (reforço das fundações); úteis ou proveitosas: aumentam ou facilitam o uso da coisa (construção de garagem); voluptuárias: as que não aumentam o uso habitual, sejam ou não de grande valor (piso em mármore, piscina). Betão (Portugal) Mistura de água, cimento, areia e pedra britada, em proporções prefixadas, que forma uma massa compacta e endurece ou ganha pega com o tempo. concreto aparente é aquele que não recebe revestimentos. concreto armado: na sua massa dispõem-se armaduras de aço chamados de vergalhões para aumentar a resistência. concreto ciclópico tem pedras aparentes e de volume avantajado e de formas irregulares. concreto celular é uma variável que substitui a pedra britada por microcélulas de ar obtidas por uma betonagem adequada, conferindo-lhe grande leveza e a aparência de espuma, servindo para enchimentos. Betoneira Máquina que prepara o betão ou concreto ou mistura as argamassas. Bica corrida Assim chamada determinada granulometria de material oriundo de brita, conjunto de pedra britada, pedrisco e pó-de-pedra, sem graduação definida, obtido diretamente do britador, sem separação por peneiração. Bit Detalhe de aresta em pedras com reentrância 1x1 cm na face externa ou que fica a vista. Não confundir com “rincão” que seria a reentrância na face interna ou que fica colada. Bizotado Vidro que recebe corte em forma de bisel nas arestas não confundir com lapidação ou lapidado cuja dimensão é menor e serve para dar arremate nas arestas. Bloco Designa edifícios que constituem um só conjunto construído. Bloco cerâmico Ou Tijolo de Barro elemento de vedação com medida-padrão. Pode ter função estrutural ou não, tem como fim a execução das paredes. Bloco de concreto Elemento de dimensões padronizadas. Tem função estrutural ou decorativa, sua qualidade geralmente é melhor que o de cerâmica ou barro. Bloco de gesso Elemento de gesso vazado medindo 70x50x7,5 cm macho x fêmea, assentado para executar paredes com acabamento final para pintura. Bloco de vidro Elemento de vedação que ajuda a iluminar o ambiente, é empregado com uso de vergalhões intercalados na massa para dar estrutura e segurança na parede. Bloco sílico-calcário Mistura de areia silicosa e cal virgem. Tem função estrutural. Bloquete ou bloket Elementos pré-moldados de concreto altura de 6 e 8 cm com formato de 16 faces ( ou menos ) de encaixe utilizável em pavimentação intertravada sobre colchão de pedra, pedrisco e areia, cada fabricante dá um nome. Bocel Moldura estreita, em meia-cana, que circunda a parte inferior da coluna. Nos degraus das escadas, é a parte do piso que sobressai além da prumada do espelho, formando um dente. Boiler Equipamento e local em que a água de um sistema de aquecimento central é represada e mantida em determinada temperatura. Boiserie Do francês designa entalhe ou moldura de madeira que enfeita portas ou móveis. Boleado Acabamento abaulado ou torneado no contorno da superfície de madeira, pedra, plástico ou metal. Quando o boleio completa 180 graus chamamos de 1/2 cana. Bolsa Extremidade de diâmetro maior nos tubos ou manilhas, que serve de encaixe da extremidade de outro tubo. Boqueta Designa qualquer abertura em paredes divisórias para passagem de objetos ou atendimento, podendo possuir esquadria ou vidro e possuir chapim, chama-se “passa prato” em lojas alimentícias. Borracha de Nível Tubo plástico transparente que cheio de água permite tomar o mesmo nível em diversos pontos da obra à distancia. Bow-window Janela semicircular que se projeta para fora das paredes. Bomba Equipamento que aspira um fluido ou material sólido pulverizado por meio de uma boca de aspiração e o expulsa por meio de outra boca, de impulsão, permitindo o transporte do lugar onde se acha até outro, onde deve ser despejado. Bomba aspirante Tipo de bomba que trabalha de modo que a altura de elevação é ganha unicamente durante a fase de aspiração. Bomba centrífuga Tipo de bomba em que a roda de pás gira e provoca a aceleração radial centrífuga do fluido ou material sólido. Boneca Elemento construtivo vertical de dimensões reduzidas, para criar complemento Arquitetônico ou afastar por exemplo uma porta ou janela de um canto. É também a saliência de alvenaria onde é fixado o marco ou grade de portas e de janelas. O mesmo que espaleta. Bota Fora O Bota Fora é o material proveniente de escavação a ser retirado, requer licenças do IBAMA E FEEMA (Brasil), além de cadastro obrigatório da empreiteira naqueles órgãos, para poder se desfazer desse material. Botaréu Pilastra reforçada, construída por fora das paredes externas, para absorver o empuxo da cobertura do edifício. Braçadeira Peça metálica que, normalmente, segura as vigas ou tesouras do madeiramento. Também fixa peças, como tubos, em paredes. Brita (Pedra britada) Pedra fragmentada. Fragmentos de pedra de dimensões padronizadas usados na concretagem. Dependendo de seu diâmetro máximo, é classificada de 0 a 4, da menor para a maior. Brita corrida O mesmo que brita. Brise Do francês brise-soleil; quebra-sol produzido com peças de madeira, concreto, plástico ou metal, disposto vertical ou horizontalmente diante das fachadas ou muros para atenuar ou impedir a ação direta do sol, sem perder a ventilação. Broca Ver Estaca broca. Também designa um inceto que corrói a madeira. Broxa Pincel grande usado na caiação das paredes. BTU Abreviatura da expressão inglesa British Thermal Unit (unidade térmica inglesa), é a unidade definida como a quantidade de calor necessária para aquecer uma libra de água de 1º Fahrenheit em ou próximo de seu ponto de máxima densidade, ou seja, 39,1ºF. Eqüivale a 0,252kcal (quilocalorias). Bueiro Conjunto de caixa e tampa grelhada, abertura por onde escoam as águas pluviais das sarjetas e ruas chamado boca-de-lobo. Bundoril Peça geralmente de madeira que serve de acento em shoppings e praças. C Cabochão Peça em forma de losango que dá acabamento a pisos feitos com pedras, cerâmicas ou azulejos. Cachorro Peça em pedra ou madeira, em balanço, que dá sustentação aos beirais e ao piso de sacadas ou balcões. Caderno de encargos É o conjunto de especificações técnicas, critérios, condições e procedimentos estabelecidos pelo contratante para a contratação, execução, fiscalização e controle dos serviços e obras. Caiar Pintar com cal diluída em água, requer preparo antecipado. Caibro Peça de madeira , geralmente de seção próxima ao quadrado, que junto com outras sustenta as ripas de telhados ou de assoalhos ( Brasil ) e soalhos ( PT ). Nos telhados, o caibro assenta nas cumeeiras, nas terças e nos frechais. No piso, apoia-se nos barrotes. Caixa-d'água Depósito de água confeccionado em materiais como concreto armado, fibrocimento, aço ou plástico. Caixa de escada Espaço, em sentido vertical, destinado à escada. Caixa de fogo ( ou câmara de combustão ) Seção da lareira que vai do piso até a garganta; é constituída do piso, paredes (verticais e inclinadas), boca e dente. É nela em que se acende o fogo que projeta calor para o ambiente e onde é produzida a fumaça que enche a câmara após atravessar a garganta, elevando-se pelo conduto da chaminé. Caixa de gordura Caixa para retenção de gorduras, instalada após o sifão, na canalização de esgoto da pia da cozinha. Caixa de inspeção Caixa enterrada nos pontos de mudança de direção de uma canalização de esgotos ou águas pluviais, ou em determinados pontos ao longo de trechos intensos da mesma, que permite o acesso para limpeza e inspeção. O mesmo que poço de visita. Caixa de passagem Une tubulações diversas elétricas ou hidráulicas, Caixilharia Designação do conjunto de caixilhos. Caixilho Parte da esquadria que sustenta e guarnece os vidros de portas e janelas. Cal Material indispensável à preparação das argamassas. É obtida a partir do aquecimento da pedra calcária a temperaturas próximas dos 1000 graus Celsius, processo que resulta no aparecimento do monóxido de cálcio (CaO) e ganha o nome de cal virgem. Calafate Chamada assim a limpeza grossa final de obra para entrega. Calafetar Vedar fendas e pequenos buracos surgidos durante a obra em diversos materiais, e é executada após a raspagem de pisos de madeira pelo "calafate" com aplicação de pó de serragem fina e cola, resina ou verniz poliuretano. Calcetar Executar o assentamento de pedras nas calçadas sobre base de cimento e areia a seco, o termo está ligado a mosaico português ou pedra portuguesa que é executada pelo calceteiro. Cálculo estrutural Cálculo que estabelece a dimensão e a capacidade de sustentação dos elementos básicos de uma estrutura, podendo ser esta de concreto armado, de estrutura metálica, de madeira ou de outros materiais com pedra ou blocos. Calefação Qualquer sistema de aquecimento para interiores. Calha Canal. Duto de alumínio, ferro galvanizado, cobre, PVC , latão , fibrocimento ou concreto que recebe as águas das chuvas e as leva aos condutores verticais. Camara de fumaça ( ou de fumo ) Parte da lareira que serve de transição entre a caixa de fogo e a chaminé, encerrando a fumaça errante que passa pela garganta e ainda não tem direção certa, sofrendo os efeitos da corrente de ar descendente para depois encaminhar-se pelo conduto até atingir o ponto culminante deste e espalhar-se pela atmosfera. Internamente, tem a forma de um funil invertido, e nela se encontram o registro (para regulagem da tiragem) e a estante de fumaça (para aspirar e reter o ar resultante da corrente descendente enquanto sobe a fumaça vinda da caixa de fogo, atravessando a garganta). Cambota Molde de madeira usado na confecção dos arcos e que entra na composição dos arcos simples. Também é a peça de madeira com meia volta com que se armam os tetos de estuque, nos vértices; ou outra, em arco, que assenta horizontalmente no alto dos nichos, nos altares sobre a qual (várias vezes repetida) pousa o sobrecéu. Camurçar Processo de preparo ou acabamento na massa de revestimento com o uso de uma pedaço de esponja ou espuma também chamada de camurça, que deixa a superfície áspera e preparada para receber cola para o material de acabamento final. Candela ( cd ) Unidade de intensidade luminosa. Canalizador Profissional que executa o projeto hidráulico do engenheiro. Cantaria Pedra de cantaria é a pedra esquadrejada cantos formando esquadro 90 graus usada para edificar, construir muros ou casas. Chama-se "falsa cantaria" à disposição de pedras que funcionam apenas como revestimento. Canteiro de obra Local da construção onde se armazenam os materiais (cimento, ferro, madeira, etc.) e se realizam os serviços auxiliares durante a obra (preparação da argamassa, dobragem de ferro, etc.) Cantoneira Peça em forma de L que remata quinas ou ângulos de paredes. Também serve de apoio a pequenas prateleiras. Capa Demão de tinta. Camada de concreto aplicada sobre a pedra que impermeabiliza a superfície. Capialçado Adjetivo empregado para designar os vãos cujos sobre-arcos têm as faces inferiores inclinadas. Capitel Parte superior, em geral esculpida, de uma coluna. Alguns capitéis são simples, pouco ornamentados, a exemplo dos dóricos. Outros, como os jónicos, são arrematados com volutas. Casa 1. Edifício de um ou poucos andares, destinado, geralmente, a habitação; morada, vivenda, moradia, residência, habitação. [Aum.: casão, casarão, casaréu; dim.: casinha, casita, casucha, casebre, casinhola, casinholo, casinhota, casinhoto, podendo as cinco últimas formas ter caráter depreciativo. 2. Cada uma das divisões de uma habitação; dependência, quarto, sala. 3. Local destinado a reuniões ou até à moradia de certos grupos de pessoas. Estabelecimento, firma, empresa. Casa de habitação É aquela em que alguém habitualmente reside ou tem o seu lar, provido das coisas necessárias ao uso doméstico. Casa de morada; domicílio. Casa habitada É toda aquela que tem morador certo e permanente, embora ausente, ocasionalmente. Casa ocupada por uma ou mais pessoas. Cargas Acidentais Chamamos assim todas as cargas que podem atuar sobre a estrutura de edificações em função do seu uso (pessoas, móveis, veículos e materiais diversos. Cargas Permanentes Chamamos assim o peso de todos os elementos construtivos fixos e instalações permanentes (revestimentos, pisos, enchimentos, concretos, paredes divisórias e outras). Caramanchão Armação de madeira, como um pergolado, sustentada por pontaletes e coberta por vegetação. Carpete de Madeira Conjunto de pranchas de madeira ou laminado, em forma de tábuas, que são encaixadas e/ou coladas ao contrapiso. Carpinteiro Profissional que trabalha o madeiramento de uma obra, como formas e escoramentos. Cascalho Lasca de pedra. Caulino ou caulim Argila branca, rica em carbonato de cálcio, base de extração de cal. Cava Pequeno espaço situado entre o solo e o primeiro pavimento de uma casa. Cavilha Peça de fixação que serve para manter juntas as peças de madeira, as estruturas de alvenaria, etc. Tem formato cilíndrico-cónico, com uma cabeça numa das extremidades e uma abertura na outra, onde se encaixa a chaveta - um tipo de trava -, que completa a junção. Celotex Material isolante, não ressonante, fabricado com serragem ou bagaço de cana de açúcar, fortemente prensado ou comprimido em forma de placas utilizando resinas na colagem. Cepilho Pequena plaina usada pelo carpinteiro para alisar a madeira. Cepo Tronco de madeira. Cerâmica Arte de fabricação de objetos de argila cozida, tais como tijolos, telhas e vasos. Também refere-se às lajotas usadas em pisos ou como revestimento de paredes. Cerca Viva Sebe viva; arbustos plantados para formar um elemento de vedação e fechamento. Cerne Parte interna dos troncos das árvores, da qual se tira a madeira realmente utilizável tanto na marcenaria quanto na carpintaria. Chalé Do francês chalet. Casa de campo de madeira com telhados em duas águas, bem inclinados, que avançam sobre a fachada. Chaminé Duto de metal ou de alvenaria que conduz o fumo da lareira e do fogão para o exterior da casa. Chanfrar Cortar em diagonal os ângulos retos de uma peça. Chapéu Coroamento do muro ou da chaminé com uma ou duas águas. Chapim Peça que arremata paredes ou vãos em geral de topo. Chapiscar Lançar argamassa de cimento e areia grossa (proporção geralmente 1:3) contra a superfície para torná-la áspera e facilitar a aderência da primeira camada de argamassa. Chumbar Fixar com cimento, ou argamassa. Chodopac Designa um determinado tipo de vidro ainda importado no Brasil em geral opaco e em cores sendo aplicado colado em paredes como acabamento, seu custo é elevado. Cimalha A parte superior da cornija. Saliência ou arremate na parte mais alta da parede, onde assentam os beirais do telhado. Cimbre A armação de madeira que serve de molde para a construção do arco ou da abóbada; o mesmo que cambota e bica. Cimeira A viga ou trave colocada no ponto mais alto do telhado. Cimentado a laser Acabamento obtido com uso de máquina que torna o cimentado nivelado, uniforme e espelhado em grandes áreas em geral para estacionamentos ou fábricas. Existem empresas que possuem esse equipamento e pessoal especializado sub-empreitado. Cimento Aglomerante obtido a partir do cozimento de calcários naturais ou artificiais. Misturado com água, forma um composto que endurece em contato com o ar. É usado com a cal e a areia na composição das argamassas. O cimento de uso mais frequente hoje é o Portland, cujas características são resistência e solidificação em tempo curto. Desenvolvido em 1824, por um fabricante inglês de cal, ganhou esse nome porque a sua coloração era semelhante à da terra de Portland. Outros tipos surgem na mistura desse cimento com diversos compostos ou elementos, como o cimento com pó de mármore, que dá uma cor esbranquiçada ao material. Cimento ARI Aglomerante especial de Alta Resistência Inicial. Cimento Amianto Material composto de cimento Portland e fibras de amianto, com alta resistência à tração e à compressão, elevado poder isolante do calor e do som, alta resistência aos ácidos comuns, sendo imputrescível, incombustível e impermeável. Porém o seu pó é altamente cancerígeno. Cinasita Ver agregado leve, mineral composto por argila expandida outro fabricante VERMICULITA no Brasil. Cinta ou Cintamento Faixa, geralmente metálica, usada para envolver construções de alvenaria com a função de evitar possíveis desagregamentos. Cinta de amarração é o nome que se dá à sucessão de vigas situadas nas paredes perimetrais das construções visando tornar mais solidárias entre si as paredes concorrentes. Cinzel Ferramenta manual de corte a martelo usada para gravar o metal ou esculpir a pedra. Cisterna Reservatório de água situado abaixo de nível do solo. Clapboard Siding Um tipo de revestimento externo para paredes, feito com tábuas sobrepostas de madeira, característico do Early American, estilo dos colonizadores dos EUA. Clarabóia Abertura no teto da construção, fechada por caixilho com vidro ou outro material transparente, criada para levar iluminação e/ou ventilação naturais aos ambientes em geral sem janelas. Clássico Relativo à arte e à cultura dos antigos povos gregos e romanos. Período marcado por construções de planta retangular, colunas e frontões. Essas formas, inicialmente presentes nos templos, passaram a repetir-se nas casas, de maneira mais sóbria, e nas fachadas pouco ornamentadas. Adjetivo para tudo o que se torna modelo ou padrão em arquitetura. Closet Palavra inglesa; pequeno cômodo usado como quarto de vestir. Código de obras Conjunto de leis e posturas municipais que controla o uso do solo urbano. Coeficiente de Absorção Sonora (NRC) Resultado da divisão entre a soma da energia sonora absorvida pelo material ou sistema e a energia sonora transmitida através do mesmo pela energia sonora incidente em sua face exposta. Este número varia entre 0 e 100, expressando o percentual de energia sonora absorvida/transmitida pelo material, e representa a média aritmética dos valores obtidos nas freqüências de 250, 500, 1.000 e 2.000Hz. Coeficiente de Conditividade Térmica (K) Indica a quantidade de calor (W) que, em uma hora (h), atravessa um metro quadrado de camada de material com um metro de espessura, em estado contínuo de aquecimento, sendo a diferença de temperatura entre as superfícies de 1ºC. Coeficiente de Isolamento Acústico (CAC) Valor expresso em decibéis (dB) que indica a quantidade de energia sonora retida pelo material ou sistema, ou seja, que não é transmitida para o ambiente adjacente Coeficiente de Sombreamento Índice de energia solar que é admitida pelo vidro por radiação, estabelecido pela relação entre o ganho de calor solar através de um determinado vidro, sob condições ambientais específicas, e o ganho de calor solar através do vidro monolítico incolor de 3mm de espessura (padrão Ashrae) nas mesmas condições ambientais. Cobertura Conjunto de madeiramentos e de telhas que serve de proteção à casa. Coletor de Energia Solar Placa com células foto voltaicas que capta a energia solar e a transforma em eletricidade ou energia térmica. Colonial Tipo de arquitetura praticada nos países que foram colônias em Portugal. Assim, as influências portuguesas estão presentes já nas primeiras construções brasileiras e as espanholas marcam alguns países da América do Sul, Central e do Norte. Os ingleses deixaram a sua herança na América do Norte. Já elementos da arquitetura holandesa e francesa aparecem na América Central, sobretudo na região das Caraíbas. Colonial Americano Colonizadores espanhóis, franceses, holandeses e ingleses marcaram a arquitetura americana. No sul do país, aparecem casas hispânicas, feitas em adobe e com pátios internos. Os holandeses deixaram como herança as construções de pedra e os telhados de ripas de madeira. A partir de 1700, o estilo georgiano introduz elementos renascentistas nas construções. Em seguida, o estilo Adam promove um refinamento das linhas clássicas, presente nos pórticos elaborados com colunas e lunetas. O Early Classical Revival (1770-1830) fecha o ciclo do colonial americano com uma revista ao classicismo grego, trazendo cúpulas e frontões, sustentados por colunas dóricas e jônicas. Colonial Brasileiro Estilo que começa a formar-se com as casas dos bandeirantes: uma só cobertura, sustentada por pilares e aberta nos lados. A partir do século XVII, em Minas Gerais, a arquitetura ganha requintes: telhados de quatro águas, janelas e portas simétricas, varandas circundando as áreas sociais. As casas são fechadas para o exterior, e sua planta interna é ampliada com saguão, quarto de hóspedes e salão de visitas. Surgem os ornamentos talhados em pedra. Esses elementos foram adaptados às diversas regiões do país. Coluna Elemento estrutural de sustentação, quase sempre vertical. Ao longo da história da arquitetura, assumiu as formas mais variadas e diversos ornamentos. Pode ser de pedra, alvenaria, madeira ou metal e consta de três partes: base, fuste e capitel. Esses elementos aparecem inicialmente nas colunas dóricas e jónicas dos templos gregos. A partir da visão funcionalista do arquiteto suíço Le Corbusier, ainda na primeira metade deste século, as colunas passaram a ser chamadas internacionalmente de pilotis e ganharam formas limpas. Colunata Conjunto de colunas enfileiradas de forma simétrica. Comunicação visual Podem ser letreiros, adesivos plásticos, toldos com logomarcas, ou similares. Combogó Chamado também de elemento vazado, é feito de concreto ou cerâmica e limita os ambientes sem impedir a entrada de ar. Foi inventado por três engenheiros-arquitetos brasileiros, na primeira metade do século, que o batizaram com a união de suas iniciais: Coimbra, Boeckmann e Góis. Concreto (BR) ou Betão (Portugal) Mistura de água, cimento, areia e pedra britada, em proporções prefixadas, que forma uma massa compacta e endurece ou ganha pega com o tempo. concreto aparente é aquele que não recebe revestimentos. concreto armado: na sua massa dispõem-se armaduras de aço chamados de vergalhões para aumentar a resistência. concreto ciclópico tem pedras aparentes e de volume avantajado e de formas irregulares. Concreto celular é uma variável que substitui a pedra britada por microcélulas de ar obtidas por uma betonagem adequada, conferindo-lhe grande leveza e a aparência de espuma, servindo para enchimentos. Concreto Celular Autoclavado Produto constituído de cal, cimento, areia e pó de alumínio (um agente expansor que funciona como fermento, fazendo a argamassa crescer e ficar cheia de células de ar, tornando-a leve), além de água. Cortada em blocos ou painéis, que vão para uma autoclave para cura, a argamassa dá origem ao silicato de cálcio, composto com alta resistência à compressão e ao fogo e de ótimo desempenho termo acústico. Os blocos são utilizados para vedação de vãos e enchimento de lajes nervuradas, e os painéis armados para paredes ou lajes. Também são encontrados blocos-canaletas para vergas e contra-vergas. Por ser leve, o produto é indicado principalmente para estruturas que não devem sofrer sobrecargas. Consolidação da servidão Modo de extinção desta, pela reunião dos dois prédios, o dominante e o serviente, no domínio da mesma pessoa. Console Elemento em balanço na parede para servir de apoio às estátuas, vasos ou mesmo balcões ou sacadas. Consultor Profissional experiente contratado para solucionar ou dar parecer sobre assunto específico exemplo estrutura, impermeabilização. Contra-ábside Pano de parede que une duas ábsides. Contraforte Reforço de muro ou parede, Contrafrechal Peça de madeira paralela ao frechal; quando isto acontece, diz-se que o frechal é duplo. Contramarco Quadro que serve de gabarito para fixar o caixilho Contrapiso Camada, com cerca de 3 a 5 centímetros de cimento e areia, que nivela o piso antes da aplicação do revestimento. Contraplacado Chapa de madeira produzida pela sobreposição de várias folhas delgadas sobrepostas e colada sob forte pressão. Tem as mesmas características da madeira em relação à elasticidade e ao peso. Apresenta, porém, maior resistência e homogeneidade, o que permite o fabrico de peças de grandes dimensões. Contraventamento Estrutura auxiliar organizada para resistir a solicitações extemporâneas que podem surgir nos edifícios. Sua principal função é aumentar a rigidez da construção, permitindo-a resistir à força dos ventos. Contraverga Viga de concreto usada sob a janela para evitar a fissuração da parede. Controle Tecnológico Controle tecnológico de concreto e aço, trata-se de ensaios de corpos de prova de resistência. Cordão Pequena moldura curva numa das arestas, uniforme ou em forma de cordel, usada para arremates, tais como na junção do rodapé com os pisos de madeira, nos forros de madeira, nas esquadrias, etc. Corian Material à base de resina clara tipo vidro usada na fabricação de louças sanitárias, decoração. Cornija Conjunto de molduras que serve de arremate superior às obras de arquitetura. Corrimão Apoio para a mão colocado ao longo das escadas. Cooperativa habitacional Formada com o intuito de construir casas populares, a serem vendidas a seus associados, podendo para tanto efetuar operações creditarias. Corte Desenho que apresenta uma construção sem as paredes externas, deixando à mostra uma série de detalhes como: pé-direito, divisões internas, comprimentos, escadas, ect. Corte ou desmonte Retirada de terra para a formação de plataformas horizontais que receberão a edificação. Utilizar essa terra para o aterro. Costela Régua de madeira colocada a cutelo para sustentação. Guia. Cota Toda e qualquer medida expressa em plantas arquitetônicas. Cromado Metal que recebe uma camada de cromo. Elemento metálico, duro, que dá brilho semelhante ao aço inoxidável. Croquis Primeiro esboço de um projeto arquitetonico. Cruzeta Ornato em forma de cruz. Ferragem que reforça os encaixes de madeira dos telhados, em especial na transferência da carga do telhado para as colunas. CUB A Norma define os critérios de cálculo do CUB (Custo Unitário Básico), que é um indicador do custo de construção, utilizado como instrumento de reajuste para os valores monetários calculados nos Quadros da própria NBR 12.721. Cumeeira Parte mais alta do telhado, linha de cume , onde se encontram as superfícies inclinadas (águas). A grande viga de madeira que une os vértices da tesoura e onde se apoiam os caibros do madeiramento da cobertura. Também chamada espigão horizontal. Cúpula Parte superior interna e externa de algumas construções. Uma curiosidade das cúpulas é o aparecimento do óculo, abertura no seu ponto mais alto que permite a entrada de luz e que, muitas vezes, conta com uma pequena edícula, chamada lanterna ou lanternim. Outra curiosidade é que, normalmente, as cúpulas são duplas, ou seja, é feita uma cúpula interna, oca, e outra externa, encarregada da proteção da construção. Ver Abóbada. D Declive Ladeira. Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua. Deck Piso em madeira ripada, geralmente para circundar piscinas, banheiras e represamentos de água ou servir de palco criando desnível. Demão Cada uma das camadas de tinta ou qualquer outro líquido aplicada sobre uma superfície qualquer. . Desaterro Local de onde se retirou um volume de terra; desterro. Descimbramento Está ligado a cimbre e significa basicamente a retirada das formas. Desempenadeira Instrumento de pedreiro, feito em madeira, metal ou acrílico, usado para distribuir e aplainar a massa sobre as paredes. Desgaste Ver Abrasão. Desvão Espaço entre as telhas e o forro dos ambientes. Dilatação Aumento de dimensão. Aumento do volume dos corpos, principalmente a partir da ação do calor. Os projetos de engenharia e arquitetura trabalham com previsões de dilatação dos materiais e dos elementos envolvidos numa estrutura de construção. Ver Junta de dilatação. Divisória Paredes que separam compartimentos de uma construção. Tapumes, biombos. Domo Cúpula convexa (quando vista de baixo para cima) ou arredondada que corre uma abertura no alto de uma construção, oferecendo iluminação e ventilação naturais. Dormer - Window Abertura ou janela sobre o telhado; janela de água furtada, trapeira. Drenagem Escoamento de águas por meio de tubos ou valas subterrâneas, chamados de drenos. Dry-wall Paredes executadas com gesso acartonado impermeável, gesso cujo papel utilizado é verde e perfis metálicos. Duto Tubo que conduz líquidos (canos), fios (condutores) ou ar. E Edificação Obra, construção, do latim "aedificatione" , o edificador do latim "aedificatore" e edificante "aedificandi".Quando usado para área não construível denomina-se área "NON AEDIFICANDI". Edícula Construção complementar à principal, onde, geralmente, ficam instalados a área de serviços, as dependências de empregados ou o lazer. Elemento vazado Peça produzida em concreto, cerâmica ou vidro, dotada de aberturas que possibilitam a passagem do ar e luz para o interior da casa. Comum em muros, paredes e fachadas. Eletricista Profissional encarregado de fazer a instalação eléctrica projetada pelo engenheiro. Elevação Representação gráfica das fachadas em plano ortogonal, ou seja, sem profundidade ou perspectiva. Embargo de Obra Ocorre a imposição de paralização dos trabalhos na obra quando alguma lei é desobedecida, ou licença não autorizada, em geral a prefeitura e os orgãos fiscalizadores ( CREAs, IBAMA, FEEMA ) possuem este poder. Aplicando multas e estabelecendo prazos para solução, junto ao orgão. Qualquer cidadão conhecedor da legislação pode dar entrada em denuncia contra a firma, portanto todo cuidado deve ser dado à legislação local. Emboço Primeira camada de argamassa nas paredes. É feito com areia grossa, não peneirada. Empena Cada uma das duas paredes laterais onde se apoia o pau da cumeeira nos telhados de duas águas; cada uma das faces dos frontões. Empreitada Um ou mais profissionais contratados para executar qualquer tipo de obra ou serviço, sendo tratado que recebem para executar aquela tarefa e o pagamento fica pré estabelecido apenas ao término da tarefa a 100%, é fixado o prazo com tal objetivo acordado entre as partes. Encargos Sociais Encargos ou leis sociais, é uma relação de impostos e taxas, ou obrigações incidentes sobre a mão de obra, varia de acordo com a contratação, sendo menor por Administração ( 105,67% RJ ) e maior quando o contrato é por Empreitada ( 141,25% RJ ), varia de acordo com a região, o serviço e a legislação. Engastado Encaixado, embutido. Engenharia Ciência técnica e arte das construções civis. (...) Engenheiro civil Faz os cálculos e acompanha os elementos da estrutura da obra, tais como fundações, vigas, pilares e lajes.Instalações, fechamentos, coberturas, acabamentos até a entrega da obra com o "habite-se". Engenheiro elétrico e hidráulico Calcula acompanha e projeta as instalações elétricas e hidráulicas, respectivamente, de uma construção. Encaixilhar - Enquadrar Emoldurar, colocar o caixilho. Entablamento Conjunto de molduras usadas para ornamentar a parte superior das fachadas. Enxaimel Conjunto de caibros e estacas que sustentam as divisões da estrutura da casa. É marca registrada dos estilos normando ou germânico, onde fica aparente e compõe um detalhe interessante na fachada. EPI Conjunto de Equipamentos de Proteção Individual, que devem ser fornecidas pelo empregador gratuitamente para dar-lhe segurança, como botas, luvas, capacetes, óculos, uniformes etc... Escada Série de degraus por onde se sobe ou se desce. Escavação Ato de retirar, escavar um volume de terra, areia ou barro de um local com a devida licença e registro no IBAMA e da FEEMA (Brasil), pois as multas são muito pesadas. Escora Peça metálica ou de madeira que sustenta ou serve de trava ou de arrimo a um elemento construtivo quando este não suporta a carga exigida. Esmalte Substância vítrea aplicada sobre metais, cerâmicas e porcelanas. Tinta oleosa usada especialmente nas esquadrias e nos caixilhos de metal. Espelhado Superfície polida, de modo a adquirir a aparência lisa e cristalina do espelho. Espelho Face vertical do degrau de uma escada. Placa que veda e decora o interruptor de luz de um ambiente, ou ainda o vidro com camada reflexiva numa das faces. Espelho d'água Pequeno tanque dentro ou fora de casa, onde a água reflete o que estiver a sua volta. Espera Pequena peça de madeira, em forma de cunha, que evita o deslocamento das vigas ou dos sarrafos. Também denomina os tijolos ou as pedras deixados salientes nos cunhais para possibilitar a amarração de futuras paredes. Espigão Ponto culminante de um telhado. Linha que divide as águas de uma cobertura. Ver Cumeeira. Esquadrejar Serrar ou cortar em ângulo reto. Esquadria Qualquer tipo de caixilho usado numa obra, como portas, janelas, etc. Seus lados devem formar esquadro, mas emprega-se essa designação mesmo com outras formas Estaca Peça longa, geralmente de concreto armado, que é cravado nos terrenos. Transmite o peso da construção para as partes subterrâneas - e mais resistentes. Estaca broca Usada em fundações de casas simples, em terrenos que suportam pouco peso e quando a perfuração do solo é feita manualmente, com o auxílio de um instrumento chamado trado. A estaca do tipo broca é cravada em pequena profundidade, no máximo até 4 metros, que serão preenchidos com concreto Estaca flutuante Estaca de fundação que transmite as cargas de estrutura pelo atrito lateral do solo, sem precisar atingir uma camada resistente. Estaca inteira Na topografia, a que marca um ponto do terreno cuja distância de percurso à origem de um caminhamento topográfico é um múltiplo exato de 20m, e designada pelo número inteiro representativo desse múltiplo. Estaca intermediária Na topografia, a que marca um ponto situado entre duas estacas inteiras consecutivas de um caminhamento topográfico. Estaca pirulito e estaca prancha Assim denominada o tipo perfuração até 5 ou 6 metros de pequeno diâmetro cravadas lado a lado usadas do mesmo modo que a estaca prancha, utilizada para escoramentos afim de permitir uma grande escavação, a ficha varia de acordo com a altura calculada e o solo, nível d'água etc... Estaca strauss Quando a perfuração é feita com um aparelho chamado strauss - daí o nome da estaca. Esse tipo de estaca deve ser cravado numa profundidade de até 8 metros. Estaca zero Estaca inicial de um caminhamento topográfico. Estaiar Segurar e manter firme com "estai", emprego de um cabo ou vergalhão esticado que permite equilibrar uma torre ou elemento vertical em pé na obra. Esteio Quando uma peça de madeira, ferro, pedra ou outros materiais é usada para segurar ou amparar alguma coisa. estaca com que se sustenta ou escora um teto ou uma parede. Qualquer barra ou haste destinada a receber esforços de compressão na direção de seu eixo. Estriado Superfície trabalhada em que aparecem estrias. Semelhante ao canelado. Estribo Peça de ferro batido que une o pendural das tesouras ao tirante. No concreto armado, são os pedaços de ferro redondo colocados transversalmente à armadura longitudinal e destinados, principalmente, a solidarizar esta e a absorver os esforços cortantes. O mesmo que botaréu. Estrutura Conjunto de elementos que forma o esqueleto de uma obra e sustenta paredes, telhados ou forros. Estudo preliminar Quando se verifica a viabilidade de uma solução que dá diretrizes ou orientações ao ante-projeto. Estuque Massa à base de cal, gesso, areia, cimento e água, usada no revestimento de paredes e de forros. Toda a argamassa de revestimento, geralmente acrescida de gesso ou pó de mármore. Também usada para fazer forros e ornatos. ETA Estação de tratamento de água. ETE Estação de tratamento de esgoto. F Fachada Cada uma das faces de qualquer construção, a de frente é denominada fachada principal, e as demais: fachada posterior ou fachada lateral. Ferreiro Ou Armador Profissional responsável pelo corte e pela armação dos ferros de uma construção. Flanco Parte lateral da construção. Flecha Deslocamento perpendicular de seção da estrutura construída limitando-se conforme Normalização em geral 1/350 do vão, usa-se aplicar a contra-flecha antes da concretagem melhorando o aspecto da peça estrutural em lajes e vigas. Fiada Fileira horizontal de pedras ou de tijolos de mesma altura que entram na formação de uma parede. Fibra de carbono Material de altíssima resistência e pouco peso, composto de carbono e que já está sendo empregado na execução de barras ou tiras para serem incorporados no concreto para armação em peças onde o ferro inviabiliza. Fibra ótica Material em forma de fios que é empregado na transmissão de dados e voz, aumentando inúmeras vezes a capacidade em relação aos meios usuais, sendo porém de custo bem mais elevado. Fibrocimento Material que resulta da união do cimento comum com fibras de qualquer natureza - a mais frequente é a fibra do amianto. Ficha de estaca Profundidade de penetração no solo e que é considerada para fim de resistência dos esforços atuantes na estaca ( estacas pirulito e prancha ) sem haver ruptura do mesmo. Filete Moldura estreita, friso. Financiador É aquele que efetua uma operação financeira, entregando ou adiantando fundos, ou os emprestando para o custeio de obras, empreendimentos ou empresas. Financiamento Ato de custear, fornecer por empréstimo, recursos monetários para as despesas ou custeio de qualquer obra, empresa ou empreendimento, público ou privado. Fissura Corte ou trinca superficial no concreto ou na alvenaria. Flameado ou flamejado Tratamento a fogo sobre rochas, obtendo acabamento próximo ao apicoado, acumulando menos sujeira torna a limpeza melhor. Folha Elemento da asa de dobradiça; cada parte de portas ou janelas que necessita de dobradiças para se mover. Forma Elemento montado na obra para fundir o concreto, dando formas definitivas a vigas, pilares, lajes, etc., de concreto armado, que irão compor a estrutura da construção. Em geral, são de madeira ou de metal. Forro Material que reveste o teto, promove o isolamento térmico e acústico entre o telhado e o piso. Pode ser de madeira, gesso, estuque, placas fibrosas, tecidos, etc. Há ainda o forro gamela, típico do colonial mineiro, que é formado por cinco superfícies, quatro delas inclinadas e trapezoidais, enquanto a quinta é retangular, horizontal e fecha o forro. Forro de Gesso Acartonado Executado com a fixação de painéis de gesso e perfis metálicos, não requer revestimento, mas precisa de mão de obra especializada. Permite trabalhos de arquitetura super elaborados. Fossa séptica Cavidade subterrânea, feita de cimento ou de alvenaria, onde os esgotos são acumulados e decantados, sendo posteriormente encaminhados a uma nova fossa tipo anaeróbica ou à rede de esgotos. Fração autônoma São as diversas partes em que o edifício foi dividido, através da propriedade horizontal (podem ser casas, garagens, lojas etc.). Fração ideal A fração ideal é assim denominada a parte ou porcentagem de terreno com vinculação à unidade autônoma de edificação sob regime condominial. Freático Nível do freático, na sondagem esse nível representa onde encontramos o solo com seus vazios repletos de água, ali ao cavarmos forma-se uma poça pela migração e esta estabiliza no referido nível. Ver rebaixamento. Frechal Componente do telhado. Viga que assenta sobre o topo da parede, recebe e distribui uniformemente as pressões exercidas por elementos equidistantes, como caibros de telhados, barrotes de sobrados, prumos etc. servindo de apoio dá sustentação à tesoura.Diferenciam-se dos baldrames devido ao modo de apoio: estes são ancorados somente nas extremidades, enquanto os frechais apoiam-se em toda a sua extensão na alvenaria, não trabalhando à flexão. Fresco Técnica de pintura usada na Renascença Italiana. Trabalha o revestimento ainda húmido de paredes e tetos, permitindo a absorção da tinta. Frisar Processo de tornar uma área com sulcos através de equipamentos especiais que retiram a capa superficial deixando intacta a base e ficando assim preparado para receber nova camada de acabamento, por exemplo camada de asfalto. Friso Espaço que separa a arquitrave da cornija, nas construções clássicas, sendo comumente ornado de escultura ou inscrições, também é o nome genérico que recebem as barras ou faixas pintadas ou esculpidas ao longo de uma parede geralmente abaixo dos tetos. Frontão Componente de arremate superior das janelas ou portas; o acabamento que veda o espaço entre duas águas da cobertura; o arremate triangular do encontro entre a parede e duas águas da cobertura.Atualmente, sua função original foi praticamente abandonada, e o elemento passou a servir de mero ornamento. Frontispicio Fachada ou frente de um edifício; o mesmo que frontaria, em bancas de pedra polida é a tira de arremate superior. Fundação (ou Alicerce) Conjunto de estacas e sapatas responsável pela sustentação da obra. Há dois tipo de fundação rasa, ambas indicadas para terrenos firmes: a sapata isolada, que é composta por elementos de concreto de forma piramidal, construídos nos pontos que recebem a carga dos pilares e interligados por baldrames; e a sapata corrida, constituída por pequenas lajes armadas, que se estendem sob a alvenaria e recebem o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior do terreno. Para terrenos mais difíceis, existem as fundações profundas, como as estacas tipo broca ou tipo strauss. Fungicida Produto químico ( veneno ) para eliminar insetos ou pragas. Fuste Parte intermédia de uma coluna, entre a base e o capitel. G Gabarito Marcação feita com fios nos limites da construção antes do início das obras. O encontro de dois fios demarca o lugar dos pilares.É feito baseado no trabalho do topógrafo, planialtimetria, RN etc ... Também chamada assim a peça que é executada geralmente em compensado ou papel grosso onde é marcada a forma exata que a futura peça irá ter no local, ou irá se encaixar. Em urbanismo, chama-se assim à altura máxima que podem ter os edifícios em determinadas ruas. Galgar Alinhar, levantar, alçar, endireitar, desempenar; fazer com que uma régua, uma tábua ou um vão (porta ou janela) tenham seus lados perfeitamente paralelos. Galpão Depósito. Construção que tem uma das faces aberta. Galvanizar Dourar ou pratear. Recobrir uma superfície com metal para preservá-lo da corrosão. Gambiarras Instalações provisórias numa obra, para executa-la. Gambrel Roof Cobertura composta por duas águas pequenas superiores e outras duas maiores, com grande inclinação. É típica dos celeiros americanos do período colonial. Gárgula Cano situado nas extremidades dos beirais que recolhe as águas pluviais que se acumulam nas calhas; orifício por onde corre a água de uma fonte de um chafariz. Gazebo Pequeno quiosque colocado no jardim. Sua estrutura é formada de madeira, ferro ou pedra, e o fechamento é feito com vidros ou treliças. Gelosia Grade de ripas de madeira cruzadas. O mesmo que rótula, quando veda vão de janela. Geminada Referência a duas casas unidas por uma mesma parede central de meação. Gesso Pó de sulfato de cálcio que misturado à água forma uma pasta compacta, usada no acabamento de tetos e paredes. Gesso Acartonado Painéis de gesso revestido por papel cartão tem espessura em geral de 12 mm e é fixado em perfis fixados no teto ou piso e paredes, pode ser comum, verde impermeável e cimenticio cujo preço é o dobro , usada no acabamento de tetos e paredes. Gofrado ou gofrato Acabamento em madeira feito com tinta poliuretânica texturizada de aspecto final fosco, resistente a riscos e à maioria dos produtos de limpeza. Goiva Ferramenta de carpinteiro, semelhante a um formão, que deixa sulco em forma de meia cana côncava. Gonzo Designação de todo dispositivo rudimentar que permita a rotação de uma folha de porta ou janela em torno de um eixo. É formado, basicamente, por um pino, por um espigão (macho) que penetra e gira dentro de uma cavidade cilíndrica chamada cachimbo ou fêmea. Gótico Estilo que surgiu na frança, na segunda metade do século XII, marcando as construções com abóbadas ogivais e motivos tirados da natureza, como as rosáceas. O gótico varia de país para país e culmina com estruturas finas de pedra demarcando grandes janelas com vidro. Grafiato Tipo de textura ou pintura aplicada como acabamento. Granilite Mistura de cimento (geralmente branco), pó de mármore (marmorit) e rochas minúsculas (granilhas), usada para revestir paredes e pisos. Executado no próprio local da aplicação, exige o uso de juntas de dilatação plásticas ou metálicas, geralmente recebe polimento com máquina especial e enceramento. Granito Rocha cristalina formada por quartzo, feldspato e mica. Muito usado para revestir pisos. Existem diversas cores de granito e, muitas vezes, o seu nome deriva da sua cor ou do local onde fica a jazida. Granzepe Régua de madeira de seção trapezoidal embutida no contrapiso ou paredes sobre o qual são afixados os tacos ou tábuas corridas. Grauteamento Aplicação de argamassa com aditivo especial que confere características de aumento de volume durante a pega, usada em base de máquinas. Grega Tema ornamental, feito em barrado de gesso ou madeira, caracterizado por linhas retas e entrelaçadas Grés Material cerâmico duro, denso, opaco e não-poroso, composto de argila e feldspato. Sua dureza varia desde a grande resistência ao risco e ao choque até as pedras que se esboroam com a pressão dos dedos. Gretagem Fissura sobre a superfície esmaltada de cerâmicas, causada pela diferença de dilatação entre a massa cerâmica (chamada de base) e a camada cristalina da superfície, que protege o desenho (chamada de esmalte). Seu formato é geralmente circular, espiral ou como uma teia de aranha. Guarnição Peça que arremata, ou mata a junta com a parede fixado em aduelas e marcos, também chamado alisar ou cercadura, se for de madeira composto de réguas ou sarrafos, podendo ser trabalhados. Guarda-corpo Grade ou balaustrada de proteção usada em balcões, janelas, sacados ou varandas. Guia Peça de pedra ou de concreto que delimita a calçada da rua. Peça que direciona o sentido de movimento das peças móveis, como as portas de correr. H Hall de entrada Patamar de acesso ao interior da casa. Habitação 1. ("habitatio") - Direito real, personalíssimo, conferido a alguém, de morar gratuitamente, com sua família, na casa alheia, durante certo espaço de tempo.2. Casa que a pessoa ocupa e onde vive, no momento. Morada, domicílio, residência. Ao termo habitação também se dá i sentido de prédio, imóvel, alojamento. Habite-se Documento emitido pela prefeitura com a aprovação final de uma obra e para permitir que seja habitada. Hidráulica Refere-se ao sistema de abastecimento, distribuição e escoamento de água numa casa. Hidrófugo Produtos ou agentes químicos acrescentados às argamassas e tintas para proteger e preservar as paredes e construções da umidade, são hidrorepelentes. Hidromassagem Banheira equipada com sistema de sucção e impulsão que gera movimentação da água podendo receber agua aquecida ou ter aquecimento próprio. Home Theater Conjunto de equipamentos de áudio e vídeo que reproduz em casa as características sonoras e de projeção dos cinemas. I Iluminação ou Luminotécnica Arte de distribuir luz artificial ou natural num espaço. Ilharga Denomina-se assim as peças verticais em pedra para divisórias ou laterais de bancadas. Impermeabilização Conjunto de providências que impede a infiltração de água na estrutura construída, podendo ser com filme plástico ou por aplicação de camadas de betume ou massa impermeável chamada de manta em geral com 3 mm. Complemento através de proteção mecânica com massa de cimento e areia, lembrar que esses são responsabilidade de fornecimento do contratante. Implantação Criação do traçado no terreno para demarcar a localização exata de cada parte da construção. Ver Gabarito. Impostos Denomina-se dessa forma os principais impostos incidentes sobre um serviço, os principais são ISS ( 3% ) COFINS ( 3% ), PIS ( 0,65% ) totalizando 6,65 % ou 6,76% se considerarmos a reincidencia. Esse indice é acrescido ao custo da obra mais a remuneração do construtor BDI. Existem outros impostos. Inchamento Aumento de volume sofrido pela areia quando molhada. Inclinação Ângulo formado pelo plano com a linha horizontal, para compor coberturas, escadas, rampas ou outro elemento inclinado. Incorporador É quem organiza a incorporação. O incorporador é a pessoa física ou jurídica, comerciante ou não, que se compromete a construir o edifício e a entregar, a cada comprador, a sua respectiva unidade, num prazo e determinadas condições. O incorporador não efetua a construção, ele compromete-se ou efetiva a venda das unidades a serem construídas ou em construção sob regime condominial. Também aceita propostas para efetivação de tais transações, coordenando e responsabilizando-se, conforme o caso, pela entrega do imóvel. Incrustação Adorno que destaca composições com elementos embutidos ou incrustados. Infiltração Ação de líquidos no interior das estruturas construídas. Existem dois tipos básicos: de fora para dentro, quando se refere aos danos causados pelas chuvas ou pelo lençol freático; e de dentro para fora, quando a construção sofre os efeitos de vazamentos ou problemas no sistema hidráulico. "In loco" Refere-se ao ato de executar no local. Inoxidável Refere-se aos metais submetidos a processos que impedem a oxidação ou a ferrugem. Insolação Quantidade de energia térmica proveniente dos raios solares recebida por uma construção. Isolamento Recurso para resguardar um ambiente do calor, do som e da umidade. Instalação Trata-se, inicialmente, das primeiras providências tomadas para que uma obra seja começada, como a demarcação do canteiro de trabalho ou a construção do depósito, por exemplo: abrange o conjunto das instalações elétrica, hidráulica, de gás ou de ar condicionado. J Janela Abertura destinada a iluminar e ventilar os ambientes internos, além de facilitar a visão do exterior. Janela de sacada Janela aberta ao rés do pavimento, se este for em andar alto. Jirau Estrado ou laje em piso à meia altura que permite a circulação de pessoas sobre ele e abaixo dele. Não confundir com mezanino ou meio-piso. Jorramento É a inclinação da parede ou muro com espessura da base superior à do topo. Junta Articulação. Linha ou fenda que separa dois elementos diferentes mas justapostos. As juntas de dilatação permitem que o material se expanda pela ação do calor, sem danificar-se. É comum em construções de concreto, no granilite, em pisos asfálticos, etc.. Junta de dilatação Recurso que impede rachaduras ou fendas. São réguas muito finas de madeira, metal ou plástico que criam o espaço necessário para que os materiais como concreto, cimento, etc. se expandam sem danificar a superfície. K Kitchenette (inglês) Cozinha pequena ou reduzida, assim acaba também designado no modo popular ( BR ) o apartamento cuja cozinha é apenas um armário. L Lã de Vidro Manta isolante à base fibra de vidro cor amarela e é usada para tratamento térmico e acústico em paredes, divisórias e forros de gesso, dependendo da densidade e espessura é mais barato seu emprego. Rolos de 1x10m ou placas. Lã de Rocha Manta isolante à base de fragmentos minerais cor marrom e é usada para tratamento térmico e acústico em paredes , divisórias e forros de gesso, porém seu preço é maior que a lã de vidro. Seu peso também é grande e seu emprego é utilizado em casos adequados. Ladrão Cano ou orifício de escoamento, situado na parte superior de pias ou reservatórios de água, que evita o transbordamento de excesso. Ladrilho Peça quadrada ou retangular, com pouca espessura, de cerâmica, barro cozido, cimento, mármore, pedra, arenito ou metal. Chama-se de ladrilho hidráulico quando é rústico sem brilho e de espessura maior, em geral com floreios, mosaicos. Ladrilho hidráulico Tipo de cerâmica rústica, de espessura maior que 8 mm e aspecto poroso, podendo ter desenhos de florões pintados em relevo tem medidas em geral 20x20 cm ou 15x15 cm. Laje Estrutura plana e horizontal de pedra ou concreto armado, apoiado em vigas e pilares, que divide os pavimentos da construção. Laminado Vidro composto pela sobreposição de camadas de vidro no mínimo 2 que recebe entre as camadas butirol que é uma resina, com espessuras padrão de 6 mm, 8mm, ao quebrar não solta estilhaços absorve melhor impacto de projéteis. Laminado Melamínico Lamimado Melamínico ou Melamina ou "Formica" ou Laminado Plástico, tipo de revestimento feito de folhas de celulose (papel) prensado com resina a altíssima pressão e utilizadas coladas sobre materiais diversos tendo diversas texturas e padronagens, atualmente se fabrica com camada de folha de alumínio ou metal o que dá aparência de metal, sendo de custo mais elevado, dimensões médias 1,25x2,51 ou x3,05m espessuras de 0,8 a 1,2 mm, sendo a mais grossa para colagem sobre emboço. Lambrequim Ornamento recortado em madeira que arremata forros e beirais. Lambris - Lambril Faixas inferiores que revestem as paredes geralmente em lâminas de madeira (rodapés), com encaixe do tipo macho-fêmea. Lanternim Pequeno telhado sobrepostos à cumeeira que proporciona a circulação do ar. Lapidado Vidro que recebe pequeno corte ( milimetro ) em forma de bizel nas arestas não confundir com bizotado cuja dimensão é maior , este serve para dar arremate nas arestas em vidros temperados ou laminados. Laudêmio Remuneração ou taxa que o enfiteuta alienante paga ao senhorio direto da coisa aforada, como compensação pela sua renúncia ao direito de opção na transferência do domínio útil, ou de consolidar, na sua pessoa, a propriedade plena. Lençol freático Camada onde se acumulam as águas subterrâneas. Seu rebaixamento é contratado a firma especializada em solos que utiliza bombas para extração da água e canalização para bueiros sendo exigida pela Prefeitura a utilização de caixa de coleta e decantação de sólidos antes do bota fora, sendo aplicadas multas quando a mesma não é utilizada, havendo embargo da obra. Levantamento topográfico Refere-se à análise e descrição topográfica de um terreno. Licenças de Obra Temos várias licenças que precisam ser obtidas na prefeitura, como a LICENÇA DE OBRA, e quando for necessário a construção de tapume na frente do terreno/obra a respectiva LICENÇA DE TAPUME DE OBRA, sendo renováveis periodicamente. Para obras especiais existem várias licenças a serem obtidas em diversos orgãos. Living Termo que na Arquitetura é o mesmo que sala que serve para ter mobiliário como sofás e permitir reunião de familiares. Longarina Viga de sustentação disposta segundo o comprimento de uma estrutura em que se apoiam os degraus de uma escada ou uma série de estacas. Lote Ver Terreno. Lugar 1. (filos.) - Parte do espaço que contém um corpo.2. O espaço onde uma pessoa se encontra, ou é suscetível de ser ocupado por alguém, ou alguma coisa. Local, localidade. Diz-se: a) inacessível, quando a ele não é possível chegar, ou que somente pode ser atingido com risco de vida, ou da saúde da pessoa. b) incerto, quando não é conhecido, ou determinado, e a seu respeito pode haver erro; c) ermo, é o lugar afastado e desabitado, onde o indivíduo não pode obter imediato socorro, em caso de perigo. Lugar público Todo aquele que, alcançável ou abrangivel pela vista, se acha aberto e franqueado à multidão, e onde cada pessoa pode estar e se locomover livremente. Diz-se público:a) por destino, ou interior, quando tem um fim público determinado, e enquanto aberto ao público: o tribunal, o cartório, o cinema, o bar, o teatro, a igreja, o veiculo que explora o serviço de transportes, o hotel, as repartições públicas, etc.;b) por natureza, ou exterior, o que, por sua própria qualidade, se acha permanentemente franqueado ao uso e gozo do povo: a estrada, os caminhos, a rua, a praia, a praça, o jardim ou qualquer outro logradouro público, etc.;c) acidentalmente, o que, de natureza privada, torna-se às vezes com a aparência de público, pelo acesso ou afluência ocasional de muitas pessoas: a loja, o armazém, o clube, etc. Aquele que, embora público, somente em certos dias se acha franqueado à visitação pública: as prisões públicas, os hospitais, as neaópoles, etc. Luminotécnico É o Projeto ou tudo que diz respeito ao estudo de iluminação de um ambiente, de uma obra, de um local. Luneta Abertura de forma circular, envidraçada, colocada no topo de janelas e portas. Também é um tipo de abóbada. Ver Adam. M Macho fêmea Tipo de encaixe onde uma peça traz uma saliência e a outra, uma reentrância. Mainel Peça guia metálica removível que serve de trilho para duas portas de enrolar metálicas. Manilha Tubo de barro, de grandes dimensões, instalado no subterrâneo para conduzir águas servidas. Mansarda O mesmo que água-furtada. Mão-francesa Série de tesouras. Escora. Elemento estrutural inclinado que liga um componente em balanço à parede, diminuindo o vão livre no pavimento inferior. Maquete Reprodução tridimensional, em miniatura, de um projeto arquitetonico. Marcação Primeira fiada de bloco ou tijolo para marcar o alinhamento das paredes. Marceneiro Profissional que realiza o trabalho refinado da madeira na obra ou na confecção de móveis. Marco Parte fixa das portas ou janelas que guarnece o vão e recebe as dobradiças, é considerado de dimensões mais esbeltas como para divisórias, composto de 2 ombreiras e uma padieira. Mármore Rocha cristalina e compacta. Tem bom polimento e pouca resistência ao calor. Reveste pisos e paredes e também guarnece bancas de cozinha e chuveiros. Marquise Pequena cobertura que protege a porta de entrada. Cobertura, aberta lateralmente, que se projecta para além da parede da construção. Massa Argamassa usada no assentamento ou revestimento de tijolos, ou para executar pisos. Massa Corrida Massa a base de PVA ou acrílico, aplicada com espátula, que dá um acabamento liso à superfície a ser pintada. Massa Fina Mistura proporcional de areia fina, água e cal, utilizada no reboque de paredes ou muros. Massa Grossa Mistura proporcional de areia, cal e cimento usada para emboçar ou chapiscar. Massa temporal isolante Mistura para massa isolante térmica, protege tubulações na alvenaria, não contem silicato de cálcio. Matacão Pedra arredondada, encontrada isolada na superfície ou no seio de massas de solos ou de rochas alteradas, com dimensão nominal mínima superior a 10 cm. Maxim-air Esquadria cujo eixo que é horizontal fica na parte mais alta e basculável para o exterior. Meia-água Telhado com apenas uma água, um só plano inclinado. Meia-cana Forma curva de bordas de placas como pedras ou madeira. Meia-parede Parede que não fecha totalmente o ambiente, usada como divisória, ou efeitos trabalhados na parte inferior das paredes; parede feita com meio tijolo. Meia-esquadria Chama-se assim o encontro das arestas polidas em forma de chanfros de cerâmicas e pedras, e também o encontro formando 90 graus de guarnições ou rodapés. Meio-Fio Ou Guia é a peça de pedra ou de concreto que delimita a calçada da rua. Meio-tijolo Chama-se a parede de espessura correspondente à largura de um tijolo assentado pelo comprimento. Memória descritiva Descrição de todas as características de um projeto arquitetonico, especificando os materiais que serão necessários à obra, da fundação ao acabamento. Mestre-de-obras Profissional que dirige os operários numa obra e que possui muita experiência prática sobre todos os tipos de serviços, mais do que o encarregado. Mezanino Piso intermediário que interliga dois pavimentos; piso superior que ocupa uma parte da construção e se volta para o nível inferior com o pé-direito duplo. Atualmente construído em estrutura metálica. Microasfalto É o material de capeamento para tráfego de vias internas usado com pequena espessura até 5 cm. Monta-carga Equipamento eletromecânico ou manual tipo elevador para transporte de material, deve ser aprovado o projeto pelo GEM (BR ), não permite transporte de pessoas, por isso pode ser aberto. Em obra quando houver necessidade de transporte de operários deve ser previsto o aluguel de equipamento com controle automatizado na cabine fechada, a fiscalização aplica multa em caso de não cumprimento a esta Norma. Montante Moldura de portas, janelas, etc. Peça vertical que, no caixilho, divide as folhas da janela. Mosaico Trabalho executado com caquinhos de vidro ou pequenos pedaços de pedras e de cerâmicas incrustados em base de argamassa, estuque ou betume ou mesmo cola. Mosaico Português ( Pedra Portuguêsa ) Trabalho executado com pedaços de pequenas pedras incrustadas em base de areia e cimento a seco, formando desenhos no piso o que executado pelo calceteiro, podendo depois de pronto receber polimento local. Muro de arrimo ( peso ) Muro de peso usado na contenção de terras e de pedras de encostas. Muro de contenção, comumente de pedras grandes. Muro de contenção Usado para contenção de terras e de pedras de encostas. Muro de testa Pequena parede construída junto à boca de saída de bueiro ou de comporta, para proteger contra desmoronamento ou correnteza. N Náilon Fibra têxtil sintética, elástica e resistente a agentes atmosféricos. Nembo Plano de alvenaria situado entre dois vãos (portas ou janelas). Nicho É uma cavidade ou reentrância nas paredes, destinada a abrigar um armário ou prateleiras. É comum na composição de bares ou na exposição de obras de arte. Nível Instrumento que verifica a horizontalidade de uma superfícieatravés de uma bolha de ar num líquido, a fim de evitar ondulações em pisos e contra-pisos. Nível de Referência Adotado na Obra chamado RN uma cota determinada a que todos os projetos tomam como referência evitando erro de nível, essa referência adotada é transportada através de mangueira de nível para pontos chaves da obra, geralmente com a presença de engenheiro ou técnico além de um mestre. Nivelar - Nivelamento Regularizar um terreno por meio de aterro ou escavação. "Non Aedificandi" Do latim "aedificatione" significa edificação , o edificador do latim "aedificatore" e edificante "aedificante".Quando usado para espaço onde não é permitido construir denomina-se área "NON AEDIFICANDI". Norma técnica Regra que orienta e normaliza a produção de materiais de construção. O Obra Tipo (Empreitada/Administração) A forma de contratar a obra pode ser de dois tipos, por empreitada global, isto é fixa-se um preço total onde o contratado no prazo estabelecido fará todos os serviços. O vendedor promove a construção no caso de um edifício e entrega ao comprador, em um prazo determinado, ou por administração onde o contratado recebe seu pagamento que será um percentual dos serviços executados, podendo ser um valor fixo. O proprietário da obra assume os riscos e o prazo. As despesas de construção do empreendimento são totalmente custeadas pelos compradores das unidades no caso de um edifício. Obra Branca Todo trabalho de carpintaria que ficará aparente. Ogiva Forma característica das abóbadas góticas. Oitão Parede lateral de uma construção situada sobre a linha divisória do terreno; o termo é muitas vezes confundido com empena, porque, nos séculos passados, era comum encontrar construções com telhado de duas águas paralelas ao alinhamento do lote. Ombreira (ou Umbral) Cada uma das peças verticais de portas e janelas responsáveis pela sustentação das vergas superiores. Orçamento de obra Um orçamento é uma previsão (ou estimativa) do custo ou do preço. O custo de uma obra é o valor correspondente à soma dos gastos necessários para sua execução. O preço é o custo acrescido da margem de lucro. O orçamento deve ser executado antes do início da obra, possibilitando o estudo ou planejamento. Orçamento paramétrico É um orçamento aproximado, adequado às verificações iniciais, como estudos de viabilidade ou consultas rápidas de clientes. Oriel - Window Instalada nos pavimentos superiores, esta janela é semelhante a bay-window, mas ocupa todo o pé direito do ambiente. Orientação Posição da casa em relação aos pontos cardeais. Ornato Adorno. Elemento com função decorativa. Oxidação Ferrugem. Processo quimico em que se perde o brilho pelo efeito do ar ou por processos industriais. P Padrão Modelo. Marco de pedra. Painel Grande superfície decorada, tanto no interior como no exterior da construção. Nesse sentido, apresenta composições de mosaicos, pastilhas, porcelanas ou cerâmicas. Paisagismo Estudo da preparação e da composição de espécies vegetais em complemento à arquitetura, composto pelo projeto paisagistico. Palafita Conjunto de estacas que sustenta a construção acima do solo nas habitações lacustres e ribeirinhas. Parapeito Peitoril. Proteção que atinge a altura do peito, presente em janelas, terraços, sacados, patamares, etc. Diferencia-se do guarda-corpo por se tratar de um elemento inteiro, sem grades ou balaústres. Parede Elemento de vedação ou separação de ambientes, geralmente construído em alvenaria. Parede de Gesso Acartonado Executada com a fixação de painéis de gesso e perfis metálicos, sendo mais leve que paredes convencionais e não requer revestimento, mas precisa de mão de obra especializada, é mais rápida sua execução. Sua espessura é de 7,50 cm em geral ou 10 cm. Parede Solteira Parede que não chega até o forro. Parquet Piso feito da composição de tacos, que formam desenhos a partir da mistura de tonalidades de várias madeiras. Partido A opção arquitetônica que atende fatores com topografia, clima, programa familiar, etc. Passadiço Corredor, galeria ou ponte que liga dois sectores ou alas de uma construção. Pastilha Pequena peça de revestimento, quadrada ou hexagonal, feita de cerâmica, porcelana ou vidro. Patamar Piso intermediário que separa os lances de uma escada. Patina ou Patima Efeito oxidado, obtido artificialmente por meio de pinturas especiais ou pela ação do tempo, que dá aspecto antigo às superfícies. Pátio Espaço descoberto no interior das casas e cercado pelos elementos da construção. Paviflex Leva assim o nome de um fabricante de piso vinílico, colado espessura de 2 ou 3 mm. Pavimento Andar. Conjunto de dependências de um edifício situadas num mesmo nível. Ver Piso. PCMAT - Seconci Relatório emitido por profissional de Segurança do Trabalho, em que são preenchidas uma série de verificações de condições de segurança e ergonomia, existe um custo fixo e o custo da visita de um técnico caso a empresa não possua um, a visita é obrigatória nas obras ( 4 visitas em 12 meses ). O relatório faz parte dos documentos de obra, junto com licenças e projetos aprovados. Peanha Pequeno pedestal, que apoia vasos e esculturas, em balanço em relação à parede. Pé de moleque Tipo de pavimentação que utilizava pedras ovóides e seixos de rio na época do império (BR). Pé-direito Altura entre o piso e o teto. Pedra Corpo sólido extraído da terra, ou parte de rochedo, que se emprega na construção de edifícios, no revestimento de pisos e em peças de acabamento. Pedra amarroada (DE MÃO) - Pedra bruta, obtida por meio de marrão , de dimensão tal que possa ser manuseada. Pedra Portuguêsa Ver Mosaico. Pedreiro Profissional encarregado de preparar a alvenaria. Pedrisco Material proveniente do britamento de pedra, de dimensão nominal máxima inferior a 4,8 mm e de dimensão nominal mínima igual ou superior a 0,075 mm. Peitoril Base inferior das janelas que se projeta além da parede e funciona como parapeito. Pele de Vidro Tipo de Revestimento de Fachada onde uma serralheria aplica um tipo mais simples de esquadria em alumínio padronizada e nela são colados vidros laminados de 6 ou 8 mm em geral coloridos, existe a possibilidade de utilizar também nessa esquadria a alternância com chapas de alumínio e resina ( Alucobond/ Reinobond etc..) grande beleza e moderno. Películas Existem diversas películas utilizadas coladas sobre vidros, algumas para diminuir insolação e temperatura, logo sendo tipo reflexivo, e outras completamente transparentes e com composto especial tipo de resina que acrescenta ao vidro dependendo da espessura de ambos a capacidade de impedir a penetração de projéteis de grande calibre comprovadamente, espécie de blindagem sendo fabricadas na Alemanha e portanto de custo ainda elevado. Existe película tipo manta usada entre o caibramento e as telhas de barro para evitar entrada de água e isolar temperatura em casas mais rústicas. Pendículo Estrutura espacial curva de ligação nos quatro vértices superiores de uma edificação cúbica, integrada nas paredes permitindo receber sobre elas uma ogiva ou cúpula, amenizando e distribuindo as tensões no material da construção (Grécia antiga). Pérgola Proteção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por elementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, betão, etc. Persiana Caixilho formado por tábuas de madeira, tiras plásticas, metálicas ou têxteis. São estreitas, horizontais e móveis para ventilar e regular a entrada de raios solares. Perspectiva Desenho tridimensional de fachadas e ambientes. Pestana Meia calha em chapa sobre trechos do telhado abertos. Pex do Brasil O nome está ligado ao sistema de instalações apropriadas para paredes de gesso acartonado espessura de 7,5 cm onde são utilizados tubos de plástico polietileno especial vindos de Israel e conexões tipo engate rápido também importadas não sendo utilizado cola nem rosca, esse sistema é o mais moderno de instalação porém requer mão de obra super treinada para sua utilização. As conexões ficam aparafusadas nas placas de gesso. PH Escala que mede o grau de acidez de diversas substâncias. Piche Substância negra, resinosa, pegajosa, obtida da destilação do alcatrão ou da terebintina. Serve para impermeabilizar superfícies. Pilar Elemento estrutural vertical de concreto, madeira, pedra ou alvenaria. Quando é circular, recebe o nome de coluna. Pilastra Pilar de quatro faces onde, uma delas está anexada ao bloco construtivo. Pilotis Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo. Pináculo Ponto mais alto de um edifício, píncaro, cume designado também zigurate ( palavra assirio-babilônio ). Pintor Profissional encarregado de preparar e aplicar a tinta nas superfícies que vão receber pintura. Pipe-Rack Cavalete metálico ou de concreto para sustentação de tubulações horizontais. Piso Base de qualquer construção. Onde se apoia o contra-piso. Andar. Pavimento. Piso Emborrachado Mais conhecido pelo nome de um fabricante Plurigoma, resulta da mistura de diversas cargas vulcanizadas, utilizava a base de "negro de fumo" dai a cor negra e a resistência dessa substância ultilizada na fabricação de pneus, agora existe em diversas cores como o cinza, suas dimensões são 50x50 cm, tendo a face exposta a forma de pastilhas ou frisos, podendo ser colado ou fixado na massa. Piso Vinílico Mais conhecido pelo nome de um dos fabricantes Paviflex da Fademac, sendo de 30x30 cm, 60x60 ou em forma de rolos e espessuras diversas (1,6- 2,0 mm), existindo com e sem flash (manchas caracteristicas) e o de alto tráfego, sendo bom isolante elétrico usado em ambientes de redes de computadores, não permite uso de água de lavagem. Pivotante Esquadria com eixo em forma de pivô vertical ( movimento giratório vertical) permitindo formar angulo reto e localizado ao centro da mesma. Placas de Obra Instrumento padronizado obrigatório que serve para que os órgãos fiscalizadores observem quem é o responsável por cada tipo de serviço contratado, no Brasil é obrigatório o recolhimento de taxa no CREA da Região desse mesmo profissional, podendo sofrer advertência e multa no caso de inexistência desta. O Ministério do Trabalho exige uma com o horário de trabalho e descanso. Plaina Instrumento usado para desbastar, aplainar ou tirar irregularidades da madeira. Plano Diretor Municipal Conjunto de leis municipais que controlam o uso do solo urbano. Plano Inclinado Rampa, elemento vertical de circulação.l Planta ( baixa ) Representação gráfica de uma construção onde cada ambiente é visto de cima, sem o telhado. Essa destina-se a representar os diversos compartimentos do imóvel, suas dimensões e suas diversas aberturas (esquadrias). Planta isométrica Tipo de perspectiva em que o desenho reproduz todos os elementos do projeto, com pontos de fuga. Muito usada para mostrar instalações hidráulicas. Platibanda Moldura contínua, mais larga do que saliente, que contorna uma construção acima dos frechais, formando uma proteção ou camuflagem do telhado. Ver Frechal. Platô Parte elevada e plana de um terreno. O mesmo que planalto. Pó de pedra Proveniente britamento de pedra, dimensão nominal máxima inferior a 0,075 mm. Poço artesiano Perfuração feita no solo para encontrar o veio de água subterrâneo. Poço romano Tanque ou piscina de dimensões reduzidas e circular. Point list Relação de pendências finais de obra. Policarbonato Material sintético, transparente, inquebrável, de alta resistência, que substitui o vidro no fecho de estruturas. Garante luminosidade natural ao ambiente. Polir Lustrar uma superfície. São comuns os polimentos das pedras usadas nos revestimentos de paredes e pisos. Porcelanato Revestimento cerâmico ou à base de resina de altíssima resistência e grande dureza, é bem mais cara, e possui maior qualidade, em geral de dimensões grandes, o nome tem origem italiana. Porta Abertura feita nas paredes, nos muros ou em painéis envidraçados, rasgada até ao nível do pavimento, que serve de vedação ou acesso a um ambiente. Post-forming Acabamento arredondado de bordas, utilizado com laminados plásticos colados formatados por aquecimento. Postigo Pequena abertura ou fresta. Pequeno vão feito a meia altura de uma parede que permite a passagem de objectos de uma divisão para outra. Portinhola aberta sobre a folha de uma porta maior. Preço justo (loc. com.) - O que corresponde, real ou aproximadamente, ao valor da coisa. Aquele que é o normal ou corrente no mercado, ou constante das cotações oficiais do lugar do contrato. Preço não contrário à lei. Preço meta Preço tomado como referencia para se atingir, preço objetivo. Preço estipulado pelo contratante, que deve ser atingido sem ser ultrapassado. Preço turn key Preço adotado para executar o serviço ou obra dito fechado ou tipo pacote. Preparo Designa-se assim a aplicação espatulada de camada de cimento e cola PVA branca sobre pisos cimentados ou azulejos e seu lixamento após a secagem para permitir a colagem de acabamentos como placas vinilicas, carpetes, ou para recobrir azulejos afim de receber reboco. Pré-fabricado Qualquer elemento produzido ou moldado industrialmente, de dimensões padronizadas. O seu uso tem como objetivo reduzir o tempo de trabalho e racionalizar os métodos construtivos. PREO Abreviatura de Profissional Responsável pela Obra. Toda obra deve ter um PREO registrado por documento ART junto ao CREA (Brasil). Profundidade equivalente É o resultado numérico da divisão da área de um lote pela sua frente efetiva. Programa Conjunto das necessidades funcionais e sociais dos moradores que serve de orientação ao arquiteto para a elaboração do projeto. Projeto Plano geral de uma construção, reunindo plantas, cortes, elevações, pormenorização de instalações hidráulicas e eléctricas, previsão de paisagismo e acabamentos. O projeto arquitetonico precisa de ser préviamente aprovado no DED departamento de edificações, não podendo ser modificado sem seu conhecimento. Proteção de itens prontos Chama-se assim o uso provisório até a entrega da obra de plásticos lona de terreiro preto, gesso com sisal, folhas de compensado, papelão em rolos, mantas de flanela para sinteco, etc... sobre acabamentos. Prova de Carga ou Teste Conjunto de procedimentos não destrutivos executados por firma especializada afim de verificar se a obra está construída de acordo com o que foi previsto no projeto, o ensaio é feito utilizando em geral recipientes com água e são feitas medições para verificar parâmetros de deformação , defletomeros e outros. Pode ser também destrutiva feita em peça aleatória. São emitidos relatórios ou laudos. Prumada Posição vertical da linha do prumo. Também denomina a linha das paredes de uma construção. Prumo - prumada Nome do aparelho que se resumo a um fio provido de um peso numa das extremidades. Permite verificar por paralelismo a verticalidade de paredes e colunas. Q Quiosque Pequeno elemento em madeira, geralmente com cobertura em fibras naturais, ideal para a composição de jardins e áreas de lazer R Rebarba Excesso de massa que escapa ao se comprimir os tijolos durante o assentamento; aspereza numa superfície qualquer depois de desbastada. Rebaixamento do freático Processo mecânico através do qual por bombeamento modificamos o ponto do Nível do freático, de modo a facilitar serviços em fundações, que ficariam submersas. Reboco Revestimento de parede feito com massa fina, podendo receber pintura diretamente ou ser recoberto com massa corrida.Quando feita com areia não peneirada recebe o nome de emboço; se feita com areia fina é denominada massa fina. Recuo O mesmo que afastamento. Refratário Qualidade dos materiais que apresentam resistência a grandes temperaturas. Régua Prancha estreita e comprida de madeira. Perfil retangular de alumínio que nivela pisos e paredes, enquanto a massa ainda está mole. Rejunte Procedimento de aplicação de pós como cimento branco, cimento, serragem fina, ou granilhas apropriadas, especiais, misturadas em líquidos ou cola PVA, para calafetar cerâmicas e as juntas da alvenaria ou as frestas entre os materiais de acabamento. Respaldar Aplainar, alisar o desempenar uma superfície, que pode ser um terreno, uma parede, etc. é chamada de respaldo a última camada de tijolos numa parede, aquela que se encontra com forro; na linguagem dos pedreiros também pode significar levantar as paredes. Respaldo Última carreira de tijolos de alvenaria no encontro com o forro. Residências em série Aquelas que, situando-se ao longo do logradouro público oficial, dispensam a abertura de corredor de acesso às unidades de moradia, as quais não Poderá ser em número superior a 20 (vinte). Residências geminadas Edificações com duas unidades de moradia contínuas, que possuem uma parede comum. Respiro Pequena abertura que favorece a ventilação em armários, depósitos, tubulações, etc. Revestimento Designação genérica dos materiais que são aplicados sobre as superfícies toscas e que são responsáveis pelo acabamento. Rodapé , Rodameio e Rodateto Faixa de protecção ao longo das bases das paredes, junto ao piso. Os rodapés podem ser de madeira, cerâmica, pedra, mármore, etc. Os rodameio ficam a 1 m do piso e servem de bate maca, ou proteção das paredes, os rodateto são usados junto aos tetos. Rufo e contrarufo Elementos que guarnecme os pontos de encontro entre telhados e paredes, evitando infiltração de água pluviais na construção.Um fica disposto coroando o topo das alvenarias, e o outro entra com aba. S Sacada Pequena varanda. Qualquer espaço construído que faz uma saliência sobre o paramento da parede. Balcão de janela rasgada até ao chão com peitoril saliente. Ver Balcão. Teoricamente, é qualquer elemento arquitetônico que se projeta para fora das paredes sem estrutura aparente, ou seja, o mesmo que balanço. Na prática, é sinônimo de balcão. Saguão Local ou espaço numa na entrada de uma edificação que leva às escadarias ou elevadores ( BR ). Saibro Tabatinga, barro, encontrado em jazidas próprias, de cor avermelhada ou amarelo-escura. Pode ser usada na composição de argamassas, concedendo-lhes plasticidade Sanca Moldura, normalmente em gesso, instalada no encontro entre as paredes e o teto. Pode ter diversos formatos e ainda embutir ou não a iluminação. Sapatas Parte mais larga e inferior do alicerce. Há dois tipos básicos: a isolada e a corrida. A primeira é um elemento de betão de forma piramidal construído nos pontos que recebem a carga dos pilares. Como ficam isoladas, essas sapatas são interligadas pelo baldrame. Já a sapata corrida é uma pequena laje armada colocada ao longo da alvenaria que recebe o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior de terreno. Ambos os elementos são indicados para a composição de fundações assentes em terrenos firmes;é também a peça de madeira disposta sobre o pilar e que recebe todo o peso sobre si; peça em ferro colocada sobre a estaca, facilitando sua cravação. Sarjeta Vala, valeta, escoar águas. Sarrafear Desempeno de massa com emprego de régua ou sarrafo de madeira. Sarrafo Ripa de madeira, com largura entre 5 e 20 centímetros e espessura entre 0.5 e 2.5 centímetros. Seguro de responsabilidade civil Seguro exigido para algumas contratações de obras, quando obrigado a reparar dano moral ou patrimonial causado à outra pessoa. Seguro de Vida em grupo Seguro sobre a mão de obra, exigido para algumas contratações de obras. Seguro Performance Bond Seguro exigido para algumas contratações de obras, dá a garantia de continuidade na execução da Obra até o seu término em caso de imprevistos. Selador Componente usado para impermeabilizar, fechar os poros de uma superfície. Selatrinca Massa cuja composição leva silicone, sua aplicação principal é para fechar pequenas trincas em paredes ou tetos, permite que elas desapareçam visualmente pois o silicone estica ou retrai mas a trinca fica imperceptível ao olho mantendo a pintura contínua. Servente Auxiliar dos profissionais que trabalham nas obras. Seixo rolado Pedra de formato arredondado e superfície lisa, características dadas pelas águas dos rios, de onde é retirada. Existem também seixos obtidos artificialmente, rolados em máquinas. Shaker Estilo trazido para os Estados Unidos pelos colonizadores ingleses. Caracteriza-se pela extrema simplicidade das formas, já que seus inspiradores, muito religiosos, viam a ornamentação como pecado. Shaft Vão na construção para passagem de tubulações e instalações verticalmente. Shed Originalmente, termo inglês que significa alpendre. No Brasil, designa os telhados em forma de serra, com um dos planos em vidro para favorecer a iluminação natural. Bastante comum em fábricas e galpões. Shingle Cobertura feita com telhas de madeira, típica dos Estados Unidos no século XIX. Sifão Peça formada por um compartimento que retém água, encontrado na saída das bacias sanitárias, nos ralos sifonados e em caixas de inspeção nas redes de esgotos. Silicone Material usado na vedação, na adesão e no isolamento de qualquer superfície (cimento, vidro, azulejo, bloco, cerâmica, madeira, etc.) que exija protecção contra infiltrações de água. Sistema financeiro da habitação No Brasil é uma entidade, ou instituto que cria as condições no sentido de facilitar e promover a construção e a aquisição da casa própria. Soalho Piso de madeira de tábuas corridas. Sobejo Sobra de materiais usados na construção. Solário Espaço reservado para tomar banhos de sol. Soleira A parte inferior do vão da porta no solo. Também designa o arremate na mudança de acabamento de pisos, mantendo o mesmo nível, e nas portas externas, formando um degrau na parte de fora. Sondagem Contratação de firma de fundações que executa perfuração do terreno antes do inicio de projetos permite obter dados da resistência do solo, para lotes pequenos em geral são 3 furos. Sonex Painéis de Espuma ( plástico ) em geral com forma de corrugado de altura até 5 cm que é colado sobre ambientes onde se quer diminuição do ruído, no tratamento acústico, pode ter cores variadas permitindo obter um bom acabamento estético.Mas pode ser liso, e existem outros fabricantes que o denominam diferente. Sótão Divisão que surge dos desníveis do telhado no último pavimento de uma construção. Strutural glazing Tipo de esquadria utilizado em Show Room onde a própria estrutura metálica de cobertura se integra com a fachada através de perfis tubulares ( aço inox ) com garras salientes fixadas por parafusos e nessas garras ou sapatas são fixados os panos de vidro temperados ou laminados que já vêem com furação padronizada nas extremidades, sua origem é Alemã, utilizado também no mobiliário Urbano ( paradas de ônibus ) atualmente. T Tabeira Peça de contorno no perímetro e arremate em pisos. Tábua Peça de madeira plana e delgada, própria para pisos. Tábua corrida Piso de tábuas encaixadas em geral largas e contínuas. Ver Soalho. Que são fixadas sobre ripas chamadas granzepes. Taco Cada uma das pequenas peças de madeira que formam o parquet, ou usado embutido nos vãos de alvenarias para fixar caixilhos de madeira. Talude Rampa. Inclinação de um terreno em consequência de uma escavação, escarpa. Volume inclinado de terra, coberto por grama, que atua como muro de arrimo, impedindo o desmoronamento do solo. Tapume Vedação provisória feita de tábuas que separa a obra da rua. Telhado Cobertura de uma edificação. Telha Cada uma das peças usadas para cobrir as construções. As telhas têm formas variadas e podem ser de barro, cerâmica, chumbo, madeira, pedra, cimento-amianto, alumínio, ferro, policarbonato, vidro, manta asfáltica, etc. Cada inclinação de telhado requer um tipo de telha. Ex: Capa-canal, colonial, francesa, vã, etc. Temperado Vidro que recebe tratamento térmico na fabrica, assim cria tensões internas que ao partir-se o faz em pequenos fragmentos e sendo apropriado para locais de grande frequência de público ou sujeito a maior indice de acidentes como em box, espessuras padrão de 10 mm e 8mm. Terça Viga de madeira que sustenta os caibros do telhado. Peça paralela à cumeeira e ao frechal. Terraço Cobertura plana. Galeria descoberta. Espaço aberto ao nível do solo ou em balanço. Terracota Argila modelada e cozida. Também designa nuances do marrom que lembram a cor da terra. Terracor e terracal Tipo de pintura que imprime textura e utiliza a aplicação de dois componentes reagentes sobre superfície emassada com massa acrílica e bem lixada, existe outra similar com textura diferente denominada Terracal. Terraplanagem Preparação do terreno para receber a construção. Terraplenar Preencher um espaço com terra até que atinja o nível desejado Terreno Lote. Espaço de terra sobre a qual vai assentar a construção. Terreno edificado Terreno com construção. Tesoura Armação de madeira triangular, usada em telhados que cobrem grandes vãos, sem o auxílio de paredes internas. Testada Parte da rua ou da estrada que fica à frente de um prédio; testeira. Textura Efeito plástico. Massa, tinta, ou qualquer material empregado para revestir uma superfície, deixando-a áspera. Tijolo Peça de barro cozido usada na alvenaria. Tem forma de paralelepípedo retangular com espessura igual a metade da largura, que, por sua vez, é igual a metade do comprimento. Os tijolos laminados são produzidos industrialmente. Existe também o tijolo cru ( adobe ), o tijolo de cunha forma destinada à construção de arcos, tijolo furado ( o nome já define ), tijolo refratário com argila pura ou componentes refratários. Tijolo de espelho Tijolo assentado com a face maior à vista. Tirante Viga horizontal (tensor) que, nas tesouras, está sujeita aos esforços de tracção. Barra de ferro, cabo de aço ou qualquer outro elemento que se presta aos esforços de tração, barra de ferro que absorve os empuxos laterais de paredes ou abóbadas impedindo que desmoronem Topografia Análise e representação gráfica detalhada de um terreno que direciona toda a implantação da construção, reprodução gráfica de um terreno, incluindo aclives, declives e irregularidades. Ver Implantação. Topógrafo Profissional que estuda os níveis e as características do terreno sendo muito importante a contratação deste para ajudar o arquiteto e o engenheiro no seu trabalho, evitando surpresas durante a obra, como locação de obstáculos e árvores existentes. Tosco Trabalho de carpinteiro que ficará embutido e, portanto, não recebe bom acabamento. Trabalho do material O movimento de dilatação e retração dos materiais, por exemplo, trabalho do concreto. Treliça Armação formada pelo cruzamento de ripas de madeira. Quando tem função estrutural, chama-se viga treliça e pode ser de madeira, metal ou alumínio. Trena Fita métrica especifica para medir terrenos. Turn key Ver preço turn key. U Umbral Parte superior da porta. Um Tijolo Parede de espessura correspondente ao comprimento de um tijolo assentado no sentido da largura. Usado normalmente em paredes externas. Urbanismo Técnica de organizar as cidades com o objetivo de criar condições satisfatórias de vida nos centros urbanos. Usucapião Do latim usucapione - Instrumento legal que possibilita o acesso à propriedade da terra ou bem móvel pela posse, ("usu capere" - tomar pelo uso) - Modo derivado de adquirir o domínio da coisa, pela sua posse continuada durante um determinado lapso de tempo, com o concurso dos requisitos que a lei estabelece para este fim. Prescrição aquisitiva do direito de propriedade da coisa móvel, ou imóvel. Usucapido Adquirido por usucapião: bens usucapidos, servidões usucapidas, etc. Usucapiendo Diz-se daquilo em via de usucapir, ou que se quer adquirir por usucapião: imóvel usucapiendo, terrenos usucapiendos. Possuidor, em cujo favor corre a prescrição aquisitiva. Usucapiente Aquele que adquiriu por usucapião a propriedade da coisa. Usucapir Adquirir por usucapião. V Vala Escavação estreita e longa feita no solo para escoar águas residuais ou pluviais e também para a execução de baldrames e de instalações hidráulicas ou eléctricas. Valor venal 1 -O que é concernente a venda; o valor normal ou comercial da coisa leva em consideração a metragem, a localização, a destinação e o tipo de imóve, para efeito de venda.2 (leg. fisc.) - Valor provável, ou realizável, de um imóvel lançado na repartição arrecadadora competente, de acordo com o preço provado da aquisição ou que lhe foi atribuído por avaliação fiscal. Vão Abertura ou rasgo numa parede para a colocação de janelas ou portas. Vão Livre À distância entre os pontos de apoio de uma abertura. Varanda Alpendre grande e profundo. Ver Sacado. Vedação Ato de vedar. Fechar. Verniz Solução composta de resinas sintéticas ou naturais que trata e protege a madeira e o concreto armado. Verniz à Boneca Aplicar verniz com algodão a fim de obter um acabamento mais cuidadoso e requintado. Verga Peça de concreto ou madeira colocada sobre vãos de portas e janelas que apóia a continuação da parede. Viabilidade É o estudo do potencial que pode ser edificado em um terreno seja comercial ou residencial, instalação. Vidro acidato Aquele que passa por um processo de banho de ácido que deixa o mesmo com aspecto parecido com o jateado, só que não mancha ao toque de mãos, processo Italiano. Vidro aramado Aquele que tem uma trama de arame no seu interior para torná-lo mais resistente. Vidro bizotado Aquele que tem na borda um chanfro de 2 a 3 cm, dando efeito de facetado. Vidro jateado Aquele que passa por um processo de jato de areia que o torna àspero, mancha ao toque de mãos. Vidro laminado Aquele que passa por um tratamento especial composto por diversas camadas geralmente unidas por butirol para torná-lo mais resistente a impactos. Vidro lapidado Aquele que tem as arestas da borda eliminadas (lapidadas) através de uma ferramenta impedindo que ao toque não cause ferimentos ou cortes. Vidro temperado Aquele que passa por um tratamento especial de aquecimento e rápido arrefecimento para torná-lo mais resistente a impactos. Viga Elemento estrutural horizontal ou inclinado de madeira, ferro ou concreto armado responsável pela sustentação das lajes. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) para as colunas. Vigota Pequena viga também chamada de verga. Vinil Tipo de plástico apropriado para revestir pisos e paredes. Vitrificado Material que assume a aparência do vidro. Muitas vezes, resulta da aplicação de uma camada de vidro sobre outro material. Volumetria Conjunto de dimensões que determinam o volume de uma construção, dos agregados, da terra retirada ou colocada no terreno, etc. Voluta Ornato em forma de espiral que aparece nos capiteis de colunas clássicas, especialmente nas jônicas. W X Xadrez Pó tipo anilina chamado "pó xadrez" denominação do fabricante no Brasil, utilizado na obtenção de cores em pisos cimentados, é incorporado na massa ou nata de cimento superficial. Y Z Zarcão Subproduto do chumbo, óxido salino de chumbo, de cor alaranjada. É usado como primeira demão na pintura de peças metálicas a fim de protegê-las.Evita a oxidação ou ferrugem. Zenital Iluminação que incide verticalmente nos ambientes, a partir de domo ou clarabóia. Zigurate Palavra assírio -babilônica designa o cume, pináculo. Zoneamento Ato de zonear, dividir região por zonas pela administração pública. Zincado Material que foi revestido de zinco. O revestimento de chapas de ferro dá origem às telhas de zinco usadas em coberturas ou telhados quase planos, com pouca inclinação. As palavras e expressões mais utilizadas nos seguimentos de construções e reformas. A Aba corrida Arquit. Varanda em sacada que corre ao longo da cimalha de um prédio estético. Abaular Dar forma curva, arqueada, a uma superfície, a fim de proporcionar melhor escoamento da água ou acabamento estético. Abertura Termo genérico que resume todo e qualquer rasgo na construção, seja para dar lugar a portas e janelas, seja para criar frestas ou vãos. Abertura de valas Ato de fazer valas. Abóbada Todo o teto côncavo pode-se chamar abóbada. Cobertura encurvada. Do ponto de vista geométrico, a abóbada tem origem num arco que se desloca e gira sobre o próprio eixo, cobrindo toda a superfície do teto. As abóbadas variam de acordo com a forma do arco de origem. Abóbada ogival, também chamada gótica, cujo arco tem forma de ogiva, é uma marca da arquitetura árabe. Abóbada aviajada tem origem num arco cujas extremidades estão em desníveis. Há ainda a abóbada de lunetas. De menor altura, esse tipo está presente nas casas de estilo colonial americano e facilita a iluminação interior. Abrasão Desgaste causado nas superfícies pelo movimento de pessoas ou objetos. Abraçadeira Peça em ferro que segura as vigas do madeiramento ou parede. Abrigo Lugar onde o homem pode se proteger das intempéries. No uso corrente, indica locais como garagem, também chamada abrigo de carro, automóvel. Ação de rescisão de empreitada Na AÇÃO DE RESCISÃO DE EMPREITADA no meio Imobiliário é a que o dono da obra pode exercitar contra o empreiteiro, com o objetivo de rescindir o contrato de empreitada, quando se tiver verificado motivo legal ou inadimplemento de condição estipulada (G G, arts. 1.237 a 1.247). Ação de resgate de aforamento Na AÇÃO DE RESGATE DE AFORAMENTO no meio Imobiliário é a que o enfiteuta propõe contra o aforador, depois de decorrido o prazo de trinta anos, da data da constituição do prazo, para que este seja declarado extinto, mediante o pagamento, por consignação judicial, da importância relativa a vinte pensões anuais, sendo então adjudicado ao autor o domínio direto da coisa sobre a qual tinha o domínio útil (C. C., art. 693). Ação de usucapião Na AÇÃO DE USUCAPIÃO. É aquela que o possuidor de imóvel particular alheio, com ou sem título de aquisição, promove contra os possíveis interessados, observando os requisitos legais, a fim de que por sentença se lhe reconheça o domínio sobre ele, em virtude de haver decorrido o lapso de tempo que a lei exige para esse efeito (C. C., arts. 550 a 553; 618, 619 e 698; C. P. C., arts. 941 e segs.). Acabamento Arremate final da estrutura e dos ambientes da casa, feito com os diversos revestimentos de pisos, paredes e telhados. Acetinado Todo o material tratado para ter textura semelhante ao cetim. Acesso Rampa, escada, corredor ou qualquer meio de entrar e sair de um ambiente, uma casa ou um terreno. Acidato Tratamento à base de ácido sobre vidro, é mais perfeito que o jateamento, não mancha ao toque dos dedos, porém ainda caro, é Italiano o processo. Aclive Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua; ladeira, vista de baixo para cima. ACM Designa alumínio composto ver “alucobond”. Aço-carbono Liga de aço e carbono que resulta num material leve e de grande resistência. Aço-inoxidável Aço resistente à oxidação, independentemente das temperaturas, e resistente também à corrosão por agentes químicos. Acústica A parte da física das construções que trata do projeto e construção de recintos com certas características, como ausência de eco e de reverberação, de modo a permitir a audição distinta dos sons produzidos ou propagados e a assegurar a isolação dos mesmos em relação aos ruídos externos, e vice-versa. Adam Estilo iniciado com o arquiteto inglês Robert Adam, que teve grande influência nas construções do colonial americano dos séculos XVIII e XIX. As casas desse estilo são altas, com detalhes leves e pórticos elaborados a partir de elementos da arquitetura clássica. A sua maior marca é a luneta, espécie de abóbada feita de vidro sobre a porta principal. Adega Também conhecida como cave. A palavra, provavelmente, tem origem no termo francês cave: lugar especial da casa, em geral no subsolo, onde se guardavam os vinhos e os azeites. A adega precisa de ter condições climáticas controladas, para melhor conservar os vinhos e outras garrafas de bebidas, em condições adequadas de temperatura e umidade. Adobo (ou Adobe) Tijolo ou paralelepípedo feito com uma mistura de barro cru, areia em pequena quantidade, estrume e fibra vegetal ou ainda crina de animais. Possui em geral grandes dimensões e é seco à sombra e, depois, ao sol, que difere do tijolo por não ser cozido ao forno. Deve ser revestido com massa de cal e areia e podem ser argamassados com barro. O termo adobe vem do árabe attobi e designa, também, seixos rolados dos leitos de rios. Adoçar Nivelar, aplainar, desbastar saliências ou alisar e aplainar madeiras. Adro Pátio externo descoberto fronteiriço às igrejas, antigamente cercado ou murado; pode ser plano ou escalonado. Adsorção Processo que consiste na adesão de um líquido ou na condensação de um gás sobre uma superfície sólida, em forma de tênue camada molecular. Difere da absorção por ser um fenômeno de superfície, enquanto aquela é um fenômeno de massa. Adução Parte do abastecimento de água que compreende o transporte da mesma desde o local de captação até o de consumo. Aduela Parte de arremate dos vãos de portas ou janelas que guarnece o vão , e recebe as dobradiças, composto de 2 ombreiras e uma padieira, e nela se fixam as guarnições ou alisares, também pode se chamar assim a pedra em forma de cunha, que se emprega na construção de arcos e abóbadas de cantaria (pedra). Outra definição antiga era o nome dado à superfície, tanto interna como externa, da abóbada (a interna nada mais seria do que o intradorso). Depois a designação estendeu-se aos elementos constitutivos do arco da abóbada. É o nome que se dá, então, às pedras ou tijolos em forma de cunha que entram na composição de superfícies curvas de proteção. É, também, a face interior da ombreira, voltada para o vão da porta ou janela. Afastamento (ou Recuo) Refere-se às distâncias entre as faces da construção e os limites do lote ou terreno. Aglomerado (ou Contraplacado) Placa prensada, composta de serragem compactada com cola ou resina e arrematada com duas lâminas de madeira. Agregado É o material mineral (areia, brita, etc.) ou industrial que entra na preparação do concreto. Agregado leve É o material mineral composto por argila expandida, e de peso específico menor que o da água ( flutua ). Também conhecido pelo nome do fabricante VERMICULITA ou CINASITA no Brasil. Agrimensura É a Medição de superfície dos terrenos na qual o arquiteto se baseia para executar seu trabalho. Água do telhado Cada uma das superfícies inclinadas da cobertura, que principia no espigão horizontal (cumeeira) e segue até à beirada. Água-furtada Vão entre as tesouras do telhado. Ângulo do telhado por onde correm as água pluviais. Quando provido de janelas, também recebe o nome de mansarda. Sótão com janelas que se abrem sobre as águas do telhado. Água-mestra Nos telhados retangulares de quatro águas, é o nome que se dá às duas águas de forma trapezoidal. As duas águas triangulares chamam-se tacaniças. Alambrado A cerca feita com fios de arame que delimita um terreno. Alçapão Portinhola no piso ou no forro que dá acesso a caves ou sótãos. Alçar Levantar a parede, construir. Alcova Quarto pequeno de dormir, sem aberturas para o exterior, que faz comunicação com ante-salas. Aldrava (ou Aldraba) Tranca de ferro para escorar portas ou janelas; pequena tranqueta com dispositivo que permite que a porta possa ser aberta pelo lado de fora. Também argola que fica do lado de fora da porta e serve de instrumento para bater à porta. Alfaia Objetos, tais como paramentos, adornos e enfeites, que completam a decoração de uma casa. Alicerce Maciço de alvenaria enterrado que recebe a carga das paredes da construção. Antiga regra prática estabelece que o alicerce equivale à sexta parte da altura da parede sustentada, com largura igual ao dobro da espessura dessas paredes. Ver Fundação. Alisar Revestimentos das paredes, ombreiras e folhas de janelas. Guarnição de madeira da parte interna das portas e janelas. Régua fixa na parede, para proteção, na altura do encosto das cadeiras. Ver Guarnição. Alma Nome da parte correspondente à altura dos perfis metálicos. A parte superior é o banzo ou mesa. Almofada Na marcenaria e carpintaria, peça com saliência sobreposta à superfície podendo possuir também reentrâncias. Alpendre Cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas ou vãos. Geralmente, fica localizada na entrada da casa. Aos alpendres maiores dá-se o nome de varanda. Alteração de limites Em direito penal - Crime de usurpação, que consiste na supressão ou deslocação de tapume, marco ou qualquer outro sinal indicativo de linha divisória, para o agente apropriar-se, no todo ou em parte, de coisa imóvel alheia (Cód. Pen., art. 161 ). Alto-relevo Saliência criada e definida numa superfície plana. Alucobond Ou outra denominação terminando em bond, dependendo do fabricante, é composta por chapa que tem acabamento de películas de alumínio com resina formando um sanduiche para revestimento de ambientes internos ou externos.É aplicada em cortes modulados pelo arquiteto sobre perfis de alumínio tipo de esquadria, préviamente colocada na fachada. Seu custo é em U$. Alvará de construção Documento emitido pela autoridade municipal onde a construção está localizada, que licencia a execução da obra, para sua obtenção existem uma série de exigências a serem cumpridas, como entrega de jogo de plantas devidamente assinadas pelos PREO e proprietário. Alvenaria Conjunto de pedras, de tijolos ou de blocos - agregado ou unido com argamassa ou não - que forma paredes, muros e alicerces. Quando esse conjunto sustenta a casa, ele chama-se alvenaria estrutural. O próprio trabalho do pedreiro. Amarração Última fiada posta num painel de alvenaria ou blocos, feita pelo pedreiro, os blocos são dispostos em geral diagonalmente e prensando a massa, hoje esta técnica tem sido dispensada. A maneira de dispor dos materiais de construção de modo a formarem um conjunto coeso e estável. JUNTA AMARRAÇÃO. É o tipo de colocação de tijolos em que um trava o deslocamento do outro. Existem alguns tipos, como a junta amarração simples, a junta amarração francesa etc . Amianto Tem origem num mineral chamado asbesto e é composto por filamentos delicados, flexíveis e incombustíveis. É usado na construção de refratários e na composição do fibrocimento, seu pó é extremamente tóxico e nocivo. Anaeróbica Tipo de processo utilizando como principal eliminador de matéria orgânica as bactérias naturais mediante injeção de ar e mistura mecânica. Andaime Equipamento em forma de plataforma usada para alcançar pavimentos superiores das construções e executar serviços em diversos níveis acima do piso. Anfiteatro Espaço teatral com palco central ou espectadores também à esquerda e a direita. Anodização Tratamento químico no alumínio que lhe confere aparência fosca e cores variadas. Ante-projeto Primeiras linhas traçadas pelo arquiteto em busca de uma idéia ou concepção para desenvolver um projeto. Ante-sala Aposento que antecede uma sala. Apicoado Superfície submetida a desbastamento do qual resulta uma textura rugosa, anti-derrapante. Normalmente feito em pedras como granitos e mármores. Suja mais que o flameado. Aplique Ornamento. Enfeite fixado em paredes ou muros. Aprumar Acertar a verticalidade de paredes , colunas ou esquadrias por meio do chamado fio de prumo. Aquecimento central Sistema provido de resistências elétricas ou de serpentinas (se o aquecimento for feito a gás) que centraliza o aquecimento da água de todas as torneiras de uma casa. Arara Móvel para uso em lojas de roupas em geral constituídas por tubos metálicos. Arcada Sucessão de arcos. Arco Semi-circunferência que cobre um vão. Nome dado à construção que dá origem às abóbadas. Arenito Rocha composta de pequenos grãos de quartzo, calcário ou feldspato, usada em pisos externos. Nos pisos internos, o arenito normalmente recebe polimento e rejunte de granilite. Área de uso comum É a área que pode ser utilizada em comum por todos os proprietários do prédio ou condomínio, sendo livre o acesso e o uso, de forma comunitária. exemplo: portaria , corredores etc... Área útil É a área individual. É a soma das áreas dos pisos do imóvel, sem contar as paredes, ou seja, restrita aos limites. Também é conhecida como área de “vassoura " Área privativa É a área do imóvel da qual o proprietário tem total domínio. É composta pela superfície limitada da linha que contorna externamente as paredes das dependências (cobertas ou descobertas) de uso privativo e exclusivo do proprietário. Argamassa Mistura de materiais inertes (areia) com materiais aglomerantes (cimento e/ou cal) e água, usada para unir ou revestir pedras, tijolos ou blocos, que forma conjuntos de alvenaria. Ex.: argamassa de cal (cal+areia+água). A argamassa magra ou mole é a mistura com menor quantidade de aglomerante (cal e/ou cimento), responsável pela aglutinação. Já a argamassa rica tem o aglomerante em abundância. Argila expandida É o agregado mineral leve, com peso específico menor que o da água ( flutua ). Conhecida pelo nome do fabricante VERMICULITA ou CINASITA no Brasil. Armadura estrutural Conjunto de ferros que ficam dentro do concreto e dão rigidez à obra, isto é à peça depois que o concreto atinge sua resistência aos 28 dias, permanecendo escorada a obra obedecendo a regras bem definidas de desforma. Arquiteto Profissional que idealiza e projeta uma construção. Possui a arte da composição, o conhecimento dos materiais e suas técnicas e a experiência na execução de obras. Arquitetura Arte de compor e construir edifícios para qualquer finalidade, tendo em vista o conforto humano, a realidade social e o sentido plástico da época em que se vive ou que se quer copiar. Uma das artes mais antigas. Escritos medievais são ilustrados com Deus segurando compasso e esquadro, uma alusão ao arquiteto do universo. Arquitrave Viga de sustentação ou verga principal que se apoia, em suas extremidades, em colunas ou pilares. Caracteriza o sistema arquitravado de envasaduras, cujas vergas são planas e horizontais. É a primeira parte do entablamento, ficando entre os capitéis das colunas e o friso. Arquivolta Moldura que acompanha o desenvolvimento de um arco. Arranque O início da formação da curvatura de um arco ou abóbada sobre a imposta. O mesmo que nascença.O termo também designa o trecho da armação de ferro que serve de espera para dar continuidade na armação de pilares. Arrasamento A cota de arrasamentos é chamado assim o nível adotado para corte da cabeça de estacas, fundações. Arrimar Apoiar, encostar, escorar. Arremate Finalizar um serviço na fase de acabamento da obra. Art (CREA) A ART assim denomina-se a anotação de responsabilidade técnica que deve ser feita para cada obra, mediante o pagamento de taxa tabelada pelo CREA da Região, cada tipo de projeto obriga a retirada de uma ART distinta e o profissional tem que ser cadastrado no CREA da sua região. Art Déco Movimento que atinge o seu apogeu entre os anos 20 e 40. Surge em oposição aos excessos do Art Nouveau e marca a arquitetura com linhas geométricas e tons pastel. O movimento concilia a produção industrial e as artes, influenciando os primeiros trabalhos do arquiteto franco-suíço Le Corbusier. Ele tornou ainda mais despojadas as formas desse estilo, criando as bases da arquitetura funcional ou moderna. Os projetos enfatizam vãos e grandes espaços envidraçados. As colunas, antes ornamentadas, agora assumem função estrutural e passam a ser denominadas pilotis. Art Nouveau A Arte Nova refere-se ao estilo arquitectónico e de arte decorativa que marcou o final do século XIX e o começo do XX. Muitos dos seus elementos retomam o Rococó e o Gótico. Assim, os edifícios mostram ornatos como ninfas com flores nos cabelos. Na Europa, misturou-se a elementos regionais, ganhando diversas versões. A primeira construção art nouveau foi projetada pelo arquiteto belga Victor Horta, em 1892, em Bruxelas. Mais tarde, o metro de Paris (França), recebeu portões projetados por Hector Guimard, que traziam formas sinuosas. Antonio Gaudi, um dos mais brilhantes arquitetos espanhóis, foi buscar inspiração às tradições medievais do seu país para erguer obras dentro do novo estilo. Em Barcelona, projetou a Sagrada Família, catedral que começou a ser construída em 1883, com torres góticas e adornos barrocos. O estilo art nouveau começou a perder força pouco antes da Primeira Guerra Mundial (1914-18). As-Build - Como Construído É o termo utilizado para indicar um projeto que teve lançado nele todas as modificações durante a construção ou reforma, principalmente útil em instalações. Somos favoráveis à utilização do segundo termo em português. Asa O mesmo que ala. O lado ou flanco de uma construção; cada uma das folhas de uma dobradiça. Asna A armação de madeira que sustenta o telhado. O mesmo que tesoura. Assentar Colocar e ajustar tijolos, blocos, esquadrias, pisos, pastilhas e outros acabamentos. Aterramento Colocação de hastes de cobre enterradas de acordo com técnica própria para se obter um ponto de terra dito neutro ou sem carga que é ligado ao quadro ou equipamento. Aterro Colocação de terra ou entulho para nivelar uma superfície irregular. Atravessadouros particulares São as passagens que existem através de propriedades agrárias, também particulares, que não se dirigem a fontes, pontes, ou lugares públicos privados de outra serventia. Não constituem servidão. Átrio Pátio de entrada das casas romanas, cercado por telhados pelos quatro lados, porém descoberto. Hoje o termo identifica um pátio de entrada de uma habitação. AutoCAD Software que facilita a confecção de plantas e croquis, oferecendo ferramentas essenciais para realizar projetos em computador. Fabricado pela Autodesk. Azulejo Ladrilho. Placa de cerâmica podendo ser polida e vidrada de diversas cores. A origem do azulejo remonta aos povos babilônicos. Com os árabes, os azulejos ganharam maior difusão, marcando fortemente a arquitetura moura na Península Ibérica. Originalmente, os azulejos apresentavam relevos, característica que ainda sobrevive até hoje. B Baguete A moldura simples, de seção reduzida, cujo perfil, em geral, é de um arco de círculo, em madeira, plástico ou metal, usado em aplicações ornamentais, arremates, fixação de vidros etc. Baixo-relevo Trabalho de escultura em que as figuras sobressaem muito pouco em relação à superfície que lhes serve de fundo. Balanço Saliência ou corpo que se projeta para além da prumada de uma construção, sem estrutura de sustentação aparente. Balaústre Pequena coluna ou pilar em metal, madeira, pedra ou alvenaria que, alinhada lado a lado, sustenta corrimãos e guarda-corpos. Tem origem no latim balaustium, nome da flor de romã, cuja forma inspirou os primeiros balaústres. Balcão Elemento em balanço, na altura de pisos elevados, disposto diante de portas e janelas. É protegido com grades ou peitoril. Baldrame Designação genérica dos alicerces de alvenaria. Conjunto de vigas de concreto armado que corre sobre qualquer tipo de fundação. Peças de madeira que se apoiam nos alicerces de alvenaria e que recebem o vigamento do soalho. Bandeira Caixilho fixo ou móvel, situado na parte superior de portas e janelas. Pode ser fixo ou móvel, favorecendo a iluminação e a ventilação dos ambientes. Bangalô Do inglês bungalow, designa as casa de campo construídas na Índia, térreas e com grandes varandas cobertas. Banner Termo que significa elemento de propaganda ou letreiro. Banzo Viga onde engastam-se os degraus das escadas, tanto fixas como móveis; nas vigas T ou duplo T, é o nome das abas normais à alma, também chamamos mesa nesse caso do perfil. Barrado Lambris, revestimento colocado nas partes inferiores das paredes. Barracão Abrigo ou telheiro, ou casa provisória, geralmente de madeira, para guardar utensílios ou depositar materiais de construção, num canteiro de obras; barraca. Barra anti-pânico Ferragem que permite abertura rápida de portas para saídas de emergência. Barroco Estilo marcado pelo excesso de detalhes e de rebuscamentos. Historicamente, foi uma reação à austeridade do período artístico anterior, o Clássico. Na arquitetura, introduziu novas concepções de espaço, de tempo e, principalmente, de movimento. Assim, as construções exibem um vasto número de ornatos, apliques e pingentes que parecem flutuar em fachadas e paredes. Trazido pelos portugueses, o Barroco ganhou diferentes feições no Brasil. Enquanto as construções da Bahia copiaram o modelo europeu, as obras de Minas Gerais do século XVIII apresentam soluções formais simplificadas, inéditas, originais. Barrote Ou Granzepe estreita peça de madeira, chumbada com massa na laje, que permite fixar através de pregos o piso de tábuas corridas. Tem a seção trapezoidal com a base maior posicionada no piso mede 3 a 5 centímetros de largura e de 2.5 a 3.5 centímetros de altura. Basalto Rocha muito dura, de grão fino e cor escura, usada na pavimentação de estradas e na construção. Basculante A peça que leva esse nome devido ao sistema empregado em portas e janelas, onde as peças giram em torno de um eixo até atingir a posição perpendicular em relação ao batente ou à esquadria, abrindo vãos para ventilação. As palavras e expressões mais utilizadas nos seguimentos de contruções e reformas. Aba corrida Arquit. Varanda em sacada que corre ao longo da cimalha de um prédio estético. Abaular Dar forma curva, arqueada, a uma superfície, a fim de proporcionar melhor escoamento da água ou acabamento estético. Abertura Termo genérico que resume todo e qualquer rasgo na construção, seja para dar lugar a portas e janelas, seja para criar frestas ou vãos. Abertura de valas Ato de fazer valas. Abóbada Todo o teto côncavo pode-se chamar abóbada. Cobertura encurvada. Do ponto de vista geométrico, a abóbada tem origem num arco que se desloca e gira sobre o próprio eixo, cobrindo toda a superfície do teto. As abóbadas variam de acordo com a forma do arco de o Bay-Window Janela de três faces, instalada no nível térreo, projetada para fora do prumo da construção. Batente Rebaixo onde a porta ou a janela encaixam-se ao fechar. A folha que fecha primeiro, na portas ou janela. BDI - Beneficio de Despesas Indiretas É o índice utilizado pelo construtor para ter a remuneração pelo serviço executado. Beiral Prolongamento do telhado para além da parede externa, protegendo-a da ação das chuvas. As telhas dos beirais podem ser sustentadas por mãos-francesas e fixadas por arames de cobre. Benfeitorias São as obras ou despesas que se fazem num imóvel visando a conservação, a melhoria ou simplesmente, o embelezamento, tornando-o mais agradável. Classificadas em: necessárias: para conservar ou evitar a deterioração (reforço das fundações); úteis ou proveitosas: aumentam ou facilitam o uso da coisa (construção de garagem); voluptuárias: as que não aumentam o uso habitual, sejam ou não de grande valor (piso em mármore, piscina). Betão (Portugal) Mistura de água, cimento, areia e pedra britada, em proporções prefixadas, que forma uma massa compacta e endurece ou ganha pega com o tempo. concreto aparente é aquele que não recebe revestimentos. concreto armado: na sua massa dispõem-se armaduras de aço chamados de vergalhões para aumentar a resistência. concreto ciclópico tem pedras aparentes e de volume avantajado e de formas irregulares. concreto celular é uma variável que substitui a pedra britada por microcélulas de ar obtidas por uma betonagem adequada, conferindo-lhe grande leveza e a aparência de espuma, servindo para enchimentos. Betoneira Máquina que prepara o betão ou concreto ou mistura as argamassas. Bica corrida Assim chamada determinada granulometria de material oriundo de brita, conjunto de pedra britada, pedrisco e pó-de-pedra, sem graduação definida, obtido diretamente do britador, sem separação por peneiração. Bit Detalhe de aresta em pedras com reentrância 1x1 cm na face externa ou que fica a vista. Não confundir com “rincão” que seria a reentrância na face interna ou que fica colada. Bizotado Vidro que recebe corte em forma de bisel nas arestas não confundir com lapidação ou lapidado cuja dimensão é menor e serve para dar arremate nas arestas. Bloco Designa edifícios que constituem um só conjunto construído. Bloco cerâmico Ou Tijolo de Barro elemento de vedação com medida-padrão. Pode ter função estrutural ou não, tem como fim a execução das paredes. Bloco de concreto Elemento de dimensões padronizadas. Tem função estrutural ou decorativa, sua qualidade geralmente é melhor que o de cerâmica ou barro. Bloco de gesso Elemento de gesso vazado medindo 70x50x7,5 cm macho x fêmea, assentado para executar paredes com acabamento final para pintura. Bloco de vidro Elemento de vedação que ajuda a iluminar o ambiente, é empregado com uso de vergalhões intercalados na massa para dar estrutura e segurança na parede. Bloco sílico-calcário Mistura de areia silicosa e cal virgem. Tem função estrutural. Bloquete ou bloket Elementos pré-moldados de concreto altura de 6 e 8 cm com formato de 16 faces ( ou menos ) de encaixe utilizável em pavimentação intertravada sobre colchão de pedra, pedrisco e areia, cada fabricante dá um nome. Bocel Moldura estreita, em meia-cana, que circunda a parte inferior da coluna. Nos degraus das escadas, é a parte do piso que sobressai além da prumada do espelho, formando um dente. Boiler Equipamento e local em que a água de um sistema de aquecimento central é represada e mantida em determinada temperatura. Boiserie Do francês designa entalhe ou moldura de madeira que enfeita portas ou móveis. Boleado Acabamento abaulado ou torneado no contorno da superfície de madeira, pedra, plástico ou metal. Quando o boleio completa 180 graus chamamos de 1/2 cana. Bolsa Extremidade de diâmetro maior nos tubos ou manilhas, que serve de encaixe da extremidade de outro tubo. Boqueta Designa qualquer abertura em paredes divisórias para passagem de objetos ou atendimento, podendo possuir esquadria ou vidro e possuir chapim, chama-se “passa prato” em lojas alimentícias. Borracha de Nível Tubo plástico transparente que cheio de água permite tomar o mesmo nível em diversos pontos da obra à distancia. Bow-window Janela semicircular que se projeta para fora das paredes. Bomba Equipamento que aspira um fluido ou material sólido pulverizado por meio de uma boca de aspiração e o expulsa por meio de outra boca, de impulsão, permitindo o transporte do lugar onde se acha até outro, onde deve ser despejado. Bomba aspirante Tipo de bomba que trabalha de modo que a altura de elevação é ganha unicamente durante a fase de aspiração. Bomba centrífuga Tipo de bomba em que a roda de pás gira e provoca a aceleração radial centrífuga do fluido ou material sólido. Boneca Elemento construtivo vertical de dimensões reduzidas, para criar complemento Arquitetônico ou afastar por exemplo uma porta ou janela de um canto. É também a saliência de alvenaria onde é fixado o marco ou grade de portas e de janelas. O mesmo que espaleta. Bota Fora O Bota Fora é o material proveniente de escavação a ser retirado, requer licenças do IBAMA E FEEMA (Brasil), além de cadastro obrigatório da empreiteira naqueles órgãos, para poder se desfazer desse material. Botaréu Pilastra reforçada, construída por fora das paredes externas, para absorver o empuxo da cobertura do edifício. Braçadeira Peça metálica que, normalmente, segura as vigas ou tesouras do madeiramento. Também fixa peças, como tubos, em paredes. Brita (Pedra britada) Pedra fragmentada. Fragmentos de pedra de dimensões padronizadas usados na concretagem. Dependendo de seu diâmetro máximo, é classificada de 0 a 4, da menor para a maior. Brita corrida O mesmo que brita. Brise Do francês brise-soleil; quebra-sol produzido com peças de madeira, concreto, plástico ou metal, disposto vertical ou horizontalmente diante das fachadas ou muros para atenuar ou impedir a ação direta do sol, sem perder a ventilação. Broca Ver Estaca broca. Também designa um inceto que corrói a madeira. Broxa Pincel grande usado na caiação das paredes. BTU Abreviatura da expressão inglesa British Thermal Unit (unidade térmica inglesa), é a unidade definida como a quantidade de calor necessária para aquecer uma libra de água de 1º Fahrenheit em ou próximo de seu ponto de máxima densidade, ou seja, 39,1ºF. Eqüivale a 0,252kcal (quilocalorias). Bueiro Conjunto de caixa e tampa grelhada, abertura por onde escoam as águas pluviais das sarjetas e ruas chamado boca-de-lobo. Bundoril Peça geralmente de madeira que serve de acento em shoppings e praças. C Cabochão Peça em forma de losango que dá acabamento a pisos feitos com pedras, cerâmicas ou azulejos. Cachorro Peça em pedra ou madeira, em balanço, que dá sustentação aos beirais e ao piso de sacadas ou balcões. Caderno de encargos É o conjunto de especificações técnicas, critérios, condições e procedimentos estabelecidos pelo contratante para a contratação, execução, fiscalização e controle dos serviços e obras. Caiar Pintar com cal diluída em água, requer preparo antecipado. Caibro Peça de madeira , geralmente de seção próxima ao quadrado, que junto com outras sustenta as ripas de telhados ou de assoalhos ( Brasil ) e soalhos ( PT ). Nos telhados, o caibro assenta nas cumeeiras, nas terças e nos frechais. No piso, apoia-se nos barrotes. Caixa-d'água Depósito de água confeccionado em materiais como concreto armado, fibrocimento, aço ou plástico. Caixa de escada Espaço, em sentido vertical, destinado à escada. Caixa de fogo ( ou câmara de combustão ) Seção da lareira que vai do piso até a garganta; é constituída do piso, paredes (verticais e inclinadas), boca e dente. É nela em que se acende o fogo que projeta calor para o ambiente e onde é produzida a fumaça que enche a câmara após atravessar a garganta, elevando-se pelo conduto da chaminé. Caixa de gordura Caixa para retenção de gorduras, instalada após o sifão, na canalização de esgoto da pia da cozinha. Caixa de inspeção Caixa enterrada nos pontos de mudança de direção de uma canalização de esgotos ou águas pluviais, ou em determinados pontos ao longo de trechos intensos da mesma, que permite o acesso para limpeza e inspeção. O mesmo que poço de visita. Caixa de passagem Une tubulações diversas elétricas ou hidráulicas, Caixilharia Designação do conjunto de caixilhos. Caixilho Parte da esquadria que sustenta e guarnece os vidros de portas e janelas. Cal Material indispensável à preparação das argamassas. É obtida a partir do aquecimento da pedra calcária a temperaturas próximas dos 1000 graus Celsius, processo que resulta no aparecimento do monóxido de cálcio (CaO) e ganha o nome de cal virgem. Calafate Chamada assim a limpeza grossa final de obra para entrega. Calafetar Vedar fendas e pequenos buracos surgidos durante a obra em diversos materiais, e é executada após a raspagem de pisos de madeira pelo "calafate" com aplicação de pó de serragem fina e cola, resina ou verniz poliuretano. Calcetar Executar o assentamento de pedras nas calçadas sobre base de cimento e areia a seco, o termo está ligado a mosaico português ou pedra portuguesa que é executada pelo calceteiro. Cálculo estrutural Cálculo que estabelece a dimensão e a capacidade de sustentação dos elementos básicos de uma estrutura, podendo ser esta de concreto armado, de estrutura metálica, de madeira ou de outros materiais com pedra ou blocos. Calefação Qualquer sistema de aquecimento para interiores. Calha Canal. Duto de alumínio, ferro galvanizado, cobre, PVC , latão , fibrocimento ou concreto que recebe as águas das chuvas e as leva aos condutores verticais. Camara de fumaça ( ou de fumo ) Parte da lareira que serve de transição entre a caixa de fogo e a chaminé, encerrando a fumaça errante que passa pela garganta e ainda não tem direção certa, sofrendo os efeitos da corrente de ar descendente para depois encaminhar-se pelo conduto até atingir o ponto culminante deste e espalhar-se pela atmosfera. Internamente, tem a forma de um funil invertido, e nela se encontram o registro (para regulagem da tiragem) e a estante de fumaça (para aspirar e reter o ar resultante da corrente descendente enquanto sobe a fumaça vinda da caixa de fogo, atravessando a garganta). Cambota Molde de madeira usado na confecção dos arcos e que entra na composição dos arcos simples. Também é a peça de madeira com meia volta com que se armam os tetos de estuque, nos vértices; ou outra, em arco, que assenta horizontalmente no alto dos nichos, nos altares sobre a qual (várias vezes repetida) pousa o sobrecéu. Camurçar Processo de preparo ou acabamento na massa de revestimento com o uso de uma pedaço de esponja ou espuma também chamada de camurça, que deixa a superfície áspera e preparada para receber cola para o material de acabamento final. Candela ( cd ) Unidade de intensidade luminosa. Canalizador Profissional que executa o projeto hidráulico do engenheiro. Cantaria Pedra de cantaria é a pedra esquadrejada cantos formando esquadro 90 graus usada para edificar, construir muros ou casas. Chama-se "falsa cantaria" à disposição de pedras que funcionam apenas como revestimento. Canteiro de obra Local da construção onde se armazenam os materiais (cimento, ferro, madeira, etc.) e se realizam os serviços auxiliares durante a obra (preparação da argamassa, dobragem de ferro, etc.) Cantoneira Peça em forma de L que remata quinas ou ângulos de paredes. Também serve de apoio a pequenas prateleiras. Capa Demão de tinta. Camada de concreto aplicada sobre a pedra que impermeabiliza a superfície. Capialçado Adjetivo empregado para designar os vãos cujos sobre-arcos têm as faces inferiores inclinadas. Capitel Parte superior, em geral esculpida, de uma coluna. Alguns capitéis são simples, pouco ornamentados, a exemplo dos dóricos. Outros, como os jónicos, são arrematados com volutas. Casa 1. Edifício de um ou poucos andares, destinado, geralmente, a habitação; morada, vivenda, moradia, residência, habitação. [Aum.: casão, casarão, casaréu; dim.: casinha, casita, casucha, casebre, casinhola, casinholo, casinhota, casinhoto, podendo as cinco últimas formas ter caráter depreciativo. 2. Cada uma das divisões de uma habitação; dependência, quarto, sala. 3. Local destinado a reuniões ou até à moradia de certos grupos de pessoas. Estabelecimento, firma, empresa. Casa de habitação É aquela em que alguém habitualmente reside ou tem o seu lar, provido das coisas necessárias ao uso doméstico. Casa de morada; domicílio. Casa habitada É toda aquela que tem morador certo e permanente, embora ausente, ocasionalmente. Casa ocupada por uma ou mais pessoas. Cargas Acidentais Chamamos assim todas as cargas que podem atuar sobre a estrutura de edificações em função do seu uso (pessoas, móveis, veículos e materiais diversos. Cargas Permanentes Chamamos assim o peso de todos os elementos construtivos fixos e instalações permanentes (revestimentos, pisos, enchimentos, concretos, paredes divisórias e outras). Caramanchão Armação de madeira, como um pergolado, sustentada por pontaletes e coberta por vegetação. Carpete de Madeira Conjunto de pranchas de madeira ou laminado, em forma de tábuas, que são encaixadas e/ou coladas ao contrapiso. Carpinteiro Profissional que trabalha o madeiramento de uma obra, como formas e escoramentos. Cascalho Lasca de pedra. Caulino ou caulim Argila branca, rica em carbonato de cálcio, base de extração de cal. Cava Pequeno espaço situado entre o solo e o primeiro pavimento de uma casa. Cavilha Peça de fixação que serve para manter juntas as peças de madeira, as estruturas de alvenaria, etc. Tem formato cilíndrico-cónico, com uma cabeça numa das extremidades e uma abertura na outra, onde se encaixa a chaveta - um tipo de trava -, que completa a junção. Celotex Material isolante, não ressonante, fabricado com serragem ou bagaço de cana de açúcar, fortemente prensado ou comprimido em forma de placas utilizando resinas na colagem. Cepilho Pequena plaina usada pelo carpinteiro para alisar a madeira. Cepo Tronco de madeira. Cerâmica Arte de fabricação de objetos de argila cozida, tais como tijolos, telhas e vasos. Também refere-se às lajotas usadas em pisos ou como revestimento de paredes. Cerca Viva Sebe viva; arbustos plantados para formar um elemento de vedação e fechamento. Cerne Parte interna dos troncos das árvores, da qual se tira a madeira realmente utilizável tanto na marcenaria quanto na carpintaria. Chalé Do francês chalet. Casa de campo de madeira com telhados em duas águas, bem inclinados, que avançam sobre a fachada. Chaminé Duto de metal ou de alvenaria que conduz o fumo da lareira e do fogão para o exterior da casa. Chanfrar Cortar em diagonal os ângulos retos de uma peça. Chapéu Coroamento do muro ou da chaminé com uma ou duas águas. Chapim Peça que arremata paredes ou vãos em geral de topo. Chapiscar Lançar argamassa de cimento e areia grossa (proporção geralmente 1:3) contra a superfície para torná-la áspera e facilitar a aderência da primeira camada de argamassa. Chumbar Fixar com cimento, ou argamassa. Chodopac Designa um determinado tipo de vidro ainda importado no Brasil em geral opaco e em cores sendo aplicado colado em paredes como acabamento, seu custo é elevado. Cimalha A parte superior da cornija. Saliência ou arremate na parte mais alta da parede, onde assentam os beirais do telhado. Cimbre A armação de madeira que serve de molde para a construção do arco ou da abóbada; o mesmo que cambota e bica. Cimeira A viga ou trave colocada no ponto mais alto do telhado. Cimentado a laser Acabamento obtido com uso de máquina que torna o cimentado nivelado, uniforme e espelhado em grandes áreas em geral para estacionamentos ou fábricas. Existem empresas que possuem esse equipamento e pessoal especializado sub-empreitado. Cimento Aglomerante obtido a partir do cozimento de calcários naturais ou artificiais. Misturado com água, forma um composto que endurece em contato com o ar. É usado com a cal e a areia na composição das argamassas. O cimento de uso mais frequente hoje é o Portland, cujas características são resistência e solidificação em tempo curto. Desenvolvido em 1824, por um fabricante inglês de cal, ganhou esse nome porque a sua coloração era semelhante à da terra de Portland. Outros tipos surgem na mistura desse cimento com diversos compostos ou elementos, como o cimento com pó de mármore, que dá uma cor esbranquiçada ao material. Cimento ARI Aglomerante especial de Alta Resistência Inicial. Cimento Amianto Material composto de cimento Portland e fibras de amianto, com alta resistência à tração e à compressão, elevado poder isolante do calor e do som, alta resistência aos ácidos comuns, sendo imputrescível, incombustível e impermeável. Porém o seu pó é altamente cancerígeno. Cinasita Ver agregado leve, mineral composto por argila expandida outro fabricante VERMICULITA no Brasil. Cinta ou Cintamento Faixa, geralmente metálica, usada para envolver construções de alvenaria com a função de evitar possíveis desagregamentos. Cinta de amarração é o nome que se dá à sucessão de vigas situadas nas paredes perimetrais das construções visando tornar mais solidárias entre si as paredes concorrentes. Cinzel Ferramenta manual de corte a martelo usada para gravar o metal ou esculpir a pedra. Cisterna Reservatório de água situado abaixo de nível do solo. Clapboard Siding Um tipo de revestimento externo para paredes, feito com tábuas sobrepostas de madeira, característico do Early American, estilo dos colonizadores dos EUA. Clarabóia Abertura no teto da construção, fechada por caixilho com vidro ou outro material transparente, criada para levar iluminação e/ou ventilação naturais aos ambientes em geral sem janelas. Clássico Relativo à arte e à cultura dos antigos povos gregos e romanos. Período marcado por construções de planta retangular, colunas e frontões. Essas formas, inicialmente presentes nos templos, passaram a repetir-se nas casas, de maneira mais sóbria, e nas fachadas pouco ornamentadas. Adjetivo para tudo o que se torna modelo ou padrão em arquitetura. Closet Palavra inglesa; pequeno cômodo usado como quarto de vestir. Código de obras Conjunto de leis e posturas municipais que controla o uso do solo urbano. Coeficiente de Absorção Sonora (NRC) Resultado da divisão entre a soma da energia sonora absorvida pelo material ou sistema e a energia sonora transmitida através do mesmo pela energia sonora incidente em sua face exposta. Este número varia entre 0 e 100, expressando o percentual de energia sonora absorvida/transmitida pelo material, e representa a média aritmética dos valores obtidos nas freqüências de 250, 500, 1.000 e 2.000Hz. Coeficiente de Conditividade Térmica (K) Indica a quantidade de calor (W) que, em uma hora (h), atravessa um metro quadrado de camada de material com um metro de espessura, em estado contínuo de aquecimento, sendo a diferença de temperatura entre as superfícies de 1ºC. Coeficiente de Isolamento Acústico (CAC) Valor expresso em decibéis (dB) que indica a quantidade de energia sonora retida pelo material ou sistema, ou seja, que não é transmitida para o ambiente adjacente Coeficiente de Sombreamento Índice de energia solar que é admitida pelo vidro por radiação, estabelecido pela relação entre o ganho de calor solar através de um determinado vidro, sob condições ambientais específicas, e o ganho de calor solar através do vidro monolítico incolor de 3mm de espessura (padrão Ashrae) nas mesmas condições ambientais. Cobertura Conjunto de madeiramentos e de telhas que serve de proteção à casa. Coletor de Energia Solar Placa com células foto voltaicas que capta a energia solar e a transforma em eletricidade ou energia térmica. Colonial Tipo de arquitetura praticada nos países que foram colônias em Portugal. Assim, as influências portuguesas estão presentes já nas primeiras construções brasileiras e as espanholas marcam alguns países da América do Sul, Central e do Norte. Os ingleses deixaram a sua herança na América do Norte. Já elementos da arquitetura holandesa e francesa aparecem na América Central, sobretudo na região das Caraíbas. Colonial Americano Colonizadores espanhóis, franceses, holandeses e ingleses marcaram a arquitetura americana. No sul do país, aparecem casas hispânicas, feitas em adobe e com pátios internos. Os holandeses deixaram como herança as construções de pedra e os telhados de ripas de madeira. A partir de 1700, o estilo georgiano introduz elementos renascentistas nas construções. Em seguida, o estilo Adam promove um refinamento das linhas clássicas, presente nos pórticos elaborados com colunas e lunetas. O Early Classical Revival (1770-1830) fecha o ciclo do colonial americano com uma revista ao classicismo grego, trazendo cúpulas e frontões, sustentados por colunas dóricas e jônicas. Colonial Brasileiro Estilo que começa a formar-se com as casas dos bandeirantes: uma só cobertura, sustentada por pilares e aberta nos lados. A partir do século XVII, em Minas Gerais, a arquitetura ganha requintes: telhados de quatro águas, janelas e portas simétricas, varandas circundando as áreas sociais. As casas são fechadas para o exterior, e sua planta interna é ampliada com saguão, quarto de hóspedes e salão de visitas. Surgem os ornamentos talhados em pedra. Esses elementos foram adaptados às diversas regiões do país. Coluna Elemento estrutural de sustentação, quase sempre vertical. Ao longo da história da arquitetura, assumiu as formas mais variadas e diversos ornamentos. Pode ser de pedra, alvenaria, madeira ou metal e consta de três partes: base, fuste e capitel. Esses elementos aparecem inicialmente nas colunas dóricas e jónicas dos templos gregos. A partir da visão funcionalista do arquiteto suíço Le Corbusier, ainda na primeira metade deste século, as colunas passaram a ser chamadas internacionalmente de pilotis e ganharam formas limpas. Colunata Conjunto de colunas enfileiradas de forma simétrica. Comunicação visual Podem ser letreiros, adesivos plásticos, toldos com logomarcas, ou similares. Combogó Chamado também de elemento vazado, é feito de concreto ou cerâmica e limita os ambientes sem impedir a entrada de ar. Foi inventado por três engenheiros-arquitetos brasileiros, na primeira metade do século, que o batizaram com a união de suas iniciais: Coimbra, Boeckmann e Góis. Concreto (BR) ou Betão (Portugal) Mistura de água, cimento, areia e pedra britada, em proporções prefixadas, que forma uma massa compacta e endurece ou ganha pega com o tempo. concreto aparente é aquele que não recebe revestimentos. concreto armado: na sua massa dispõem-se armaduras de aço chamados de vergalhões para aumentar a resistência. concreto ciclópico tem pedras aparentes e de volume avantajado e de formas irregulares. Concreto celular é uma variável que substitui a pedra britada por microcélulas de ar obtidas por uma betonagem adequada, conferindo-lhe grande leveza e a aparência de espuma, servindo para enchimentos. Concreto Celular Autoclavado Produto constituído de cal, cimento, areia e pó de alumínio (um agente expansor que funciona como fermento, fazendo a argamassa crescer e ficar cheia de células de ar, tornando-a leve), além de água. Cortada em blocos ou painéis, que vão para uma autoclave para cura, a argamassa dá origem ao silicato de cálcio, composto com alta resistência à compressão e ao fogo e de ótimo desempenho termo acústico. Os blocos são utilizados para vedação de vãos e enchimento de lajes nervuradas, e os painéis armados para paredes ou lajes. Também são encontrados blocos-canaletas para vergas e contra-vergas. Por ser leve, o produto é indicado principalmente para estruturas que não devem sofrer sobrecargas. Consolidação da servidão Modo de extinção desta, pela reunião dos dois prédios, o dominante e o serviente, no domínio da mesma pessoa. Console Elemento em balanço na parede para servir de apoio às estátuas, vasos ou mesmo balcões ou sacadas. Consultor Profissional experiente contratado para solucionar ou dar parecer sobre assunto específico exemplo estrutura, impermeabilização. Contra-ábside Pano de parede que une duas ábsides. Contraforte Reforço de muro ou parede, Contrafrechal Peça de madeira paralela ao frechal; quando isto acontece, diz-se que o frechal é duplo. Contramarco Quadro que serve de gabarito para fixar o caixilho Contrapiso Camada, com cerca de 3 a 5 centímetros de cimento e areia, que nivela o piso antes da aplicação do revestimento. Contraplacado Chapa de madeira produzida pela sobreposição de várias folhas delgadas sobrepostas e colada sob forte pressão. Tem as mesmas características da madeira em relação à elasticidade e ao peso. Apresenta, porém, maior resistência e homogeneidade, o que permite o fabrico de peças de grandes dimensões. Contraventamento Estrutura auxiliar organizada para resistir a solicitações extemporâneas que podem surgir nos edifícios. Sua principal função é aumentar a rigidez da construção, permitindo-a resistir à força dos ventos. Contraverga Viga de concreto usada sob a janela para evitar a fissuração da parede. Controle Tecnológico Controle tecnológico de concreto e aço, trata-se de ensaios de corpos de prova de resistência. Cordão Pequena moldura curva numa das arestas, uniforme ou em forma de cordel, usada para arremates, tais como na junção do rodapé com os pisos de madeira, nos forros de madeira, nas esquadrias, etc. Corian Material à base de resina clara tipo vidro usada na fabricação de louças sanitárias, decoração. Cornija Conjunto de molduras que serve de arremate superior às obras de arquitetura. Corrimão Apoio para a mão colocado ao longo das escadas. Cooperativa habitacional Formada com o intuito de construir casas populares, a serem vendidas a seus associados, podendo para tanto efetuar operações creditarias. Corte Desenho que apresenta uma construção sem as paredes externas, deixando à mostra uma série de detalhes como: pé-direito, divisões internas, comprimentos, escadas, ect. Corte ou desmonte Retirada de terra para a formação de plataformas horizontais que receberão a edificação. Utilizar essa terra para o aterro. Costela Régua de madeira colocada a cutelo para sustentação. Guia. Cota Toda e qualquer medida expressa em plantas arquitetônicas. Cromado Metal que recebe uma camada de cromo. Elemento metálico, duro, que dá brilho semelhante ao aço inoxidável. Croquis Primeiro esboço de um projeto arquitetonico. Cruzeta Ornato em forma de cruz. Ferragem que reforça os encaixes de madeira dos telhados, em especial na transferência da carga do telhado para as colunas. CUB A Norma define os critérios de cálculo do CUB (Custo Unitário Básico), que é um indicador do custo de construção, utilizado como instrumento de reajuste para os valores monetários calculados nos Quadros da própria NBR 12.721. Cumeeira Parte mais alta do telhado, linha de cume , onde se encontram as superfícies inclinadas (águas). A grande viga de madeira que une os vértices da tesoura e onde se apoiam os caibros do madeiramento da cobertura. Também chamada espigão horizontal. Cúpula Parte superior interna e externa de algumas construções. Uma curiosidade das cúpulas é o aparecimento do óculo, abertura no seu ponto mais alto que permite a entrada de luz e que, muitas vezes, conta com uma pequena edícula, chamada lanterna ou lanternim. Outra curiosidade é que, normalmente, as cúpulas são duplas, ou seja, é feita uma cúpula interna, oca, e outra externa, encarregada da proteção da construção. Ver Abóbada. D Declive Ladeira. Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua. Deck Piso em madeira ripada, geralmente para circundar piscinas, banheiras e represamentos de água ou servir de palco criando desnível. Demão Cada uma das camadas de tinta ou qualquer outro líquido aplicada sobre uma superfície qualquer. . Desaterro Local de onde se retirou um volume de terra; desterro. Descimbramento Está ligado a cimbre e significa basicamente a retirada das formas. Desempenadeira Instrumento de pedreiro, feito em madeira, metal ou acrílico, usado para distribuir e aplainar a massa sobre as paredes. Desgaste Ver Abrasão. Desvão Espaço entre as telhas e o forro dos ambientes. Dilatação Aumento de dimensão. Aumento do volume dos corpos, principalmente a partir da ação do calor. Os projetos de engenharia e arquitetura trabalham com previsões de dilatação dos materiais e dos elementos envolvidos numa estrutura de construção. Ver Junta de dilatação. Divisória Paredes que separam compartimentos de uma construção. Tapumes, biombos. Domo Cúpula convexa (quando vista de baixo para cima) ou arredondada que corre uma abertura no alto de uma construção, oferecendo iluminação e ventilação naturais. Dormer - Window Abertura ou janela sobre o telhado; janela de água furtada, trapeira. Drenagem Escoamento de águas por meio de tubos ou valas subterrâneas, chamados de drenos. Dry-wall Paredes executadas com gesso acartonado impermeável, gesso cujo papel utilizado é verde e perfis metálicos. Duto Tubo que conduz líquidos (canos), fios (condutores) ou ar. E Edificação Obra, construção, do latim "aedificatione" , o edificador do latim "aedificatore" e edificante "aedificandi".Quando usado para área não construível denomina-se área "NON AEDIFICANDI". Edícula Construção complementar à principal, onde, geralmente, ficam instalados a área de serviços, as dependências de empregados ou o lazer. Elemento vazado Peça produzida em concreto, cerâmica ou vidro, dotada de aberturas que possibilitam a passagem do ar e luz para o interior da casa. Comum em muros, paredes e fachadas. Eletricista Profissional encarregado de fazer a instalação eléctrica projetada pelo engenheiro. Elevação Representação gráfica das fachadas em plano ortogonal, ou seja, sem profundidade ou perspectiva. Embargo de Obra Ocorre a imposição de paralização dos trabalhos na obra quando alguma lei é desobedecida, ou licença não autorizada, em geral a prefeitura e os orgãos fiscalizadores ( CREAs, IBAMA, FEEMA ) possuem este poder. Aplicando multas e estabelecendo prazos para solução, junto ao orgão. Qualquer cidadão conhecedor da legislação pode dar entrada em denuncia contra a firma, portanto todo cuidado deve ser dado à legislação local. Emboço Primeira camada de argamassa nas paredes. É feito com areia grossa, não peneirada. Empena Cada uma das duas paredes laterais onde se apoia o pau da cumeeira nos telhados de duas águas; cada uma das faces dos frontões. Empreitada Um ou mais profissionais contratados para executar qualquer tipo de obra ou serviço, sendo tratado que recebem para executar aquela tarefa e o pagamento fica pré estabelecido apenas ao término da tarefa a 100%, é fixado o prazo com tal objetivo acordado entre as partes. Encargos Sociais Encargos ou leis sociais, é uma relação de impostos e taxas, ou obrigações incidentes sobre a mão de obra, varia de acordo com a contratação, sendo menor por Administração ( 105,67% RJ ) e maior quando o contrato é por Empreitada ( 141,25% RJ ), varia de acordo com a região, o serviço e a legislação. Engastado Encaixado, embutido. Engenharia Ciência técnica e arte das construções civis. (...) Engenheiro civil Faz os cálculos e acompanha os elementos da estrutura da obra, tais como fundações, vigas, pilares e lajes.Instalações, fechamentos, coberturas, acabamentos até a entrega da obra com o "habite-se". Engenheiro elétrico e hidráulico Calcula acompanha e projeta as instalações elétricas e hidráulicas, respectivamente, de uma construção. Encaixilhar - Enquadrar Emoldurar, colocar o caixilho. Entablamento Conjunto de molduras usadas para ornamentar a parte superior das fachadas. Enxaimel Conjunto de caibros e estacas que sustentam as divisões da estrutura da casa. É marca registrada dos estilos normando ou germânico, onde fica aparente e compõe um detalhe interessante na fachada. EPI Conjunto de Equipamentos de Proteção Individual, que devem ser fornecidas pelo empregador gratuitamente para dar-lhe segurança, como botas, luvas, capacetes, óculos, uniformes etc... Escada Série de degraus por onde se sobe ou se desce. Escavação Ato de retirar, escavar um volume de terra, areia ou barro de um local com a devida licença e registro no IBAMA e da FEEMA (Brasil), pois as multas são muito pesadas. Escora Peça metálica ou de madeira que sustenta ou serve de trava ou de arrimo a um elemento construtivo quando este não suporta a carga exigida. Esmalte Substância vítrea aplicada sobre metais, cerâmicas e porcelanas. Tinta oleosa usada especialmente nas esquadrias e nos caixilhos de metal. Espelhado Superfície polida, de modo a adquirir a aparência lisa e cristalina do espelho. Espelho Face vertical do degrau de uma escada. Placa que veda e decora o interruptor de luz de um ambiente, ou ainda o vidro com camada reflexiva numa das faces. Espelho d'água Pequeno tanque dentro ou fora de casa, onde a água reflete o que estiver a sua volta. Espera Pequena peça de madeira, em forma de cunha, que evita o deslocamento das vigas ou dos sarrafos. Também denomina os tijolos ou as pedras deixados salientes nos cunhais para possibilitar a amarração de futuras paredes. Espigão Ponto culminante de um telhado. Linha que divide as águas de uma cobertura. Ver Cumeeira. Esquadrejar Serrar ou cortar em ângulo reto. Esquadria Qualquer tipo de caixilho usado numa obra, como portas, janelas, etc. Seus lados devem formar esquadro, mas emprega-se essa designação mesmo com outras formas Estaca Peça longa, geralmente de concreto armado, que é cravado nos terrenos. Transmite o peso da construção para as partes subterrâneas - e mais resistentes. Estaca broca Usada em fundações de casas simples, em terrenos que suportam pouco peso e quando a perfuração do solo é feita manualmente, com o auxílio de um instrumento chamado trado. A estaca do tipo broca é cravada em pequena profundidade, no máximo até 4 metros, que serão preenchidos com concreto Estaca flutuante Estaca de fundação que transmite as cargas de estrutura pelo atrito lateral do solo, sem precisar atingir uma camada resistente. Estaca inteira Na topografia, a que marca um ponto do terreno cuja distância de percurso à origem de um caminhamento topográfico é um múltiplo exato de 20m, e designada pelo número inteiro representativo desse múltiplo. Estaca intermediária Na topografia, a que marca um ponto situado entre duas estacas inteiras consecutivas de um caminhamento topográfico. Estaca pirulito e estaca prancha Assim denominada o tipo perfuração até 5 ou 6 metros de pequeno diâmetro cravadas lado a lado usadas do mesmo modo que a estaca prancha, utilizada para escoramentos afim de permitir uma grande escavação, a ficha varia de acordo com a altura calculada e o solo, nível d'água etc... Estaca strauss Quando a perfuração é feita com um aparelho chamado strauss - daí o nome da estaca. Esse tipo de estaca deve ser cravado numa profundidade de até 8 metros. Estaca zero Estaca inicial de um caminhamento topográfico. Estaiar Segurar e manter firme com "estai", emprego de um cabo ou vergalhão esticado que permite equilibrar uma torre ou elemento vertical em pé na obra. Esteio Quando uma peça de madeira, ferro, pedra ou outros materiais é usada para segurar ou amparar alguma coisa. estaca com que se sustenta ou escora um teto ou uma parede. Qualquer barra ou haste destinada a receber esforços de compressão na direção de seu eixo. Estriado Superfície trabalhada em que aparecem estrias. Semelhante ao canelado. Estribo Peça de ferro batido que une o pendural das tesouras ao tirante. No concreto armado, são os pedaços de ferro redondo colocados transversalmente à armadura longitudinal e destinados, principalmente, a solidarizar esta e a absorver os esforços cortantes. O mesmo que botaréu. Estrutura Conjunto de elementos que forma o esqueleto de uma obra e sustenta paredes, telhados ou forros. Estudo preliminar Quando se verifica a viabilidade de uma solução que dá diretrizes ou orientações ao ante-projeto. Estuque Massa à base de cal, gesso, areia, cimento e água, usada no revestimento de paredes e de forros. Toda a argamassa de revestimento, geralmente acrescida de gesso ou pó de mármore. Também usada para fazer forros e ornatos. ETA Estação de tratamento de água. ETE Estação de tratamento de esgoto. F Fachada Cada uma das faces de qualquer construção, a de frente é denominada fachada principal, e as demais: fachada posterior ou fachada lateral. Ferreiro Ou Armador Profissional responsável pelo corte e pela armação dos ferros de uma construção. Flanco Parte lateral da construção. Flecha Deslocamento perpendicular de seção da estrutura construída limitando-se conforme Normalização em geral 1/350 do vão, usa-se aplicar a contra-flecha antes da concretagem melhorando o aspecto da peça estrutural em lajes e vigas. Fiada Fileira horizontal de pedras ou de tijolos de mesma altura que entram na formação de uma parede. Fibra de carbono Material de altíssima resistência e pouco peso, composto de carbono e que já está sendo empregado na execução de barras ou tiras para serem incorporados no concreto para armação em peças onde o ferro inviabiliza. Fibra ótica Material em forma de fios que é empregado na transmissão de dados e voz, aumentando inúmeras vezes a capacidade em relação aos meios usuais, sendo porém de custo bem mais elevado. Fibrocimento Material que resulta da união do cimento comum com fibras de qualquer natureza - a mais frequente é a fibra do amianto. Ficha de estaca Profundidade de penetração no solo e que é considerada para fim de resistência dos esforços atuantes na estaca ( estacas pirulito e prancha ) sem haver ruptura do mesmo. Filete Moldura estreita, friso. Financiador É aquele que efetua uma operação financeira, entregando ou adiantando fundos, ou os emprestando para o custeio de obras, empreendimentos ou empresas. Financiamento Ato de custear, fornecer por empréstimo, recursos monetários para as despesas ou custeio de qualquer obra, empresa ou empreendimento, público ou privado. Fissura Corte ou trinca superficial no concreto ou na alvenaria. Flameado ou flamejado Tratamento a fogo sobre rochas, obtendo acabamento próximo ao apicoado, acumulando menos sujeira torna a limpeza melhor. Folha Elemento da asa de dobradiça; cada parte de portas ou janelas que necessita de dobradiças para se mover. Forma Elemento montado na obra para fundir o concreto, dando formas definitivas a vigas, pilares, lajes, etc., de concreto armado, que irão compor a estrutura da construção. Em geral, são de madeira ou de metal. Forro Material que reveste o teto, promove o isolamento térmico e acústico entre o telhado e o piso. Pode ser de madeira, gesso, estuque, placas fibrosas, tecidos, etc. Há ainda o forro gamela, típico do colonial mineiro, que é formado por cinco superfícies, quatro delas inclinadas e trapezoidais, enquanto a quinta é retangular, horizontal e fecha o forro. Forro de Gesso Acartonado Executado com a fixação de painéis de gesso e perfis metálicos, não requer revestimento, mas precisa de mão de obra especializada. Permite trabalhos de arquitetura super elaborados. Fossa séptica Cavidade subterrânea, feita de cimento ou de alvenaria, onde os esgotos são acumulados e decantados, sendo posteriormente encaminhados a uma nova fossa tipo anaeróbica ou à rede de esgotos. Fração autônoma São as diversas partes em que o edifício foi dividido, através da propriedade horizontal (podem ser casas, garagens, lojas etc.). Fração ideal A fração ideal é assim denominada a parte ou porcentagem de terreno com vinculação à unidade autônoma de edificação sob regime condominial. Freático Nível do freático, na sondagem esse nível representa onde encontramos o solo com seus vazios repletos de água, ali ao cavarmos forma-se uma poça pela migração e esta estabiliza no referido nível. Ver rebaixamento. Frechal Componente do telhado. Viga que assenta sobre o topo da parede, recebe e distribui uniformemente as pressões exercidas por elementos equidistantes, como caibros de telhados, barrotes de sobrados, prumos etc. servindo de apoio dá sustentação à tesoura.Diferenciam-se dos baldrames devido ao modo de apoio: estes são ancorados somente nas extremidades, enquanto os frechais apoiam-se em toda a sua extensão na alvenaria, não trabalhando à flexão. Fresco Técnica de pintura usada na Renascença Italiana. Trabalha o revestimento ainda húmido de paredes e tetos, permitindo a absorção da tinta. Frisar Processo de tornar uma área com sulcos através de equipamentos especiais que retiram a capa superficial deixando intacta a base e ficando assim preparado para receber nova camada de acabamento, por exemplo camada de asfalto. Friso Espaço que separa a arquitrave da cornija, nas construções clássicas, sendo comumente ornado de escultura ou inscrições, também é o nome genérico que recebem as barras ou faixas pintadas ou esculpidas ao longo de uma parede geralmente abaixo dos tetos. Frontão Componente de arremate superior das janelas ou portas; o acabamento que veda o espaço entre duas águas da cobertura; o arremate triangular do encontro entre a parede e duas águas da cobertura.Atualmente, sua função original foi praticamente abandonada, e o elemento passou a servir de mero ornamento. Frontispicio Fachada ou frente de um edifício; o mesmo que frontaria, em bancas de pedra polida é a tira de arremate superior. Fundação (ou Alicerce) Conjunto de estacas e sapatas responsável pela sustentação da obra. Há dois tipo de fundação rasa, ambas indicadas para terrenos firmes: a sapata isolada, que é composta por elementos de concreto de forma piramidal, construídos nos pontos que recebem a carga dos pilares e interligados por baldrames; e a sapata corrida, constituída por pequenas lajes armadas, que se estendem sob a alvenaria e recebem o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior do terreno. Para terrenos mais difíceis, existem as fundações profundas, como as estacas tipo broca ou tipo strauss. Fungicida Produto químico ( veneno ) para eliminar insetos ou pragas. Fuste Parte intermédia de uma coluna, entre a base e o capitel. G Gabarito Marcação feita com fios nos limites da construção antes do início das obras. O encontro de dois fios demarca o lugar dos pilares.É feito baseado no trabalho do topógrafo, planialtimetria, RN etc ... Também chamada assim a peça que é executada geralmente em compensado ou papel grosso onde é marcada a forma exata que a futura peça irá ter no local, ou irá se encaixar. Em urbanismo, chama-se assim à altura máxima que podem ter os edifícios em determinadas ruas. Galgar Alinhar, levantar, alçar, endireitar, desempenar; fazer com que uma régua, uma tábua ou um vão (porta ou janela) tenham seus lados perfeitamente paralelos. Galpão Depósito. Construção que tem uma das faces aberta. Galvanizar Dourar ou pratear. Recobrir uma superfície com metal para preservá-lo da corrosão. Gambiarras Instalações provisórias numa obra, para executa-la. Gambrel Roof Cobertura composta por duas águas pequenas superiores e outras duas maiores, com grande inclinação. É típica dos celeiros americanos do período colonial. Gárgula Cano situado nas extremidades dos beirais que recolhe as águas pluviais que se acumulam nas calhas; orifício por onde corre a água de uma fonte de um chafariz. Gazebo Pequeno quiosque colocado no jardim. Sua estrutura é formada de madeira, ferro ou pedra, e o fechamento é feito com vidros ou treliças. Gelosia Grade de ripas de madeira cruzadas. O mesmo que rótula, quando veda vão de janela. Geminada Referência a duas casas unidas por uma mesma parede central de meação. Gesso Pó de sulfato de cálcio que misturado à água forma uma pasta compacta, usada no acabamento de tetos e paredes. Gesso Acartonado Painéis de gesso revestido por papel cartão tem espessura em geral de 12 mm e é fixado em perfis fixados no teto ou piso e paredes, pode ser comum, verde impermeável e cimenticio cujo preço é o dobro , usada no acabamento de tetos e paredes. Gofrado ou gofrato Acabamento em madeira feito com tinta poliuretânica texturizada de aspecto final fosco, resistente a riscos e à maioria dos produtos de limpeza. Goiva Ferramenta de carpinteiro, semelhante a um formão, que deixa sulco em forma de meia cana côncava. Gonzo Designação de todo dispositivo rudimentar que permita a rotação de uma folha de porta ou janela em torno de um eixo. É formado, basicamente, por um pino, por um espigão (macho) que penetra e gira dentro de uma cavidade cilíndrica chamada cachimbo ou fêmea. Gótico Estilo que surgiu na frança, na segunda metade do século XII, marcando as construções com abóbadas ogivais e motivos tirados da natureza, como as rosáceas. O gótico varia de país para país e culmina com estruturas finas de pedra demarcando grandes janelas com vidro. Grafiato Tipo de textura ou pintura aplicada como acabamento. Granilite Mistura de cimento (geralmente branco), pó de mármore (marmorit) e rochas minúsculas (granilhas), usada para revestir paredes e pisos. Executado no próprio local da aplicação, exige o uso de juntas de dilatação plásticas ou metálicas, geralmente recebe polimento com máquina especial e enceramento. Granito Rocha cristalina formada por quartzo, feldspato e mica. Muito usado para revestir pisos. Existem diversas cores de granito e, muitas vezes, o seu nome deriva da sua cor ou do local onde fica a jazida. Granzepe Régua de madeira de seção trapezoidal embutida no contrapiso ou paredes sobre o qual são afixados os tacos ou tábuas corridas. Grauteamento Aplicação de argamassa com aditivo especial que confere características de aumento de volume durante a pega, usada em base de máquinas. Grega Tema ornamental, feito em barrado de gesso ou madeira, caracterizado por linhas retas e entrelaçadas Grés Material cerâmico duro, denso, opaco e não-poroso, composto de argila e feldspato. Sua dureza varia desde a grande resistência ao risco e ao choque até as pedras que se esboroam com a pressão dos dedos. Gretagem Fissura sobre a superfície esmaltada de cerâmicas, causada pela diferença de dilatação entre a massa cerâmica (chamada de base) e a camada cristalina da superfície, que protege o desenho (chamada de esmalte). Seu formato é geralmente circular, espiral ou como uma teia de aranha. Guarnição Peça que arremata, ou mata a junta com a parede fixado em aduelas e marcos, também chamado alisar ou cercadura, se for de madeira composto de réguas ou sarrafos, podendo ser trabalhados. Guarda-corpo Grade ou balaustrada de proteção usada em balcões, janelas, sacados ou varandas. Guia Peça de pedra ou de concreto que delimita a calçada da rua. Peça que direciona o sentido de movimento das peças móveis, como as portas de correr. H Hall de entrada Patamar de acesso ao interior da casa. Habitação 1. ("habitatio") - Direito real, personalíssimo, conferido a alguém, de morar gratuitamente, com sua família, na casa alheia, durante certo espaço de tempo.2. Casa que a pessoa ocupa e onde vive, no momento. Morada, domicílio, residência. Ao termo habitação também se dá i sentido de prédio, imóvel, alojamento. Habite-se Documento emitido pela prefeitura com a aprovação final de uma obra e para permitir que seja habitada. Hidráulica Refere-se ao sistema de abastecimento, distribuição e escoamento de água numa casa. Hidrófugo Produtos ou agentes químicos acrescentados às argamassas e tintas para proteger e preservar as paredes e construções da umidade, são hidrorepelentes. Hidromassagem Banheira equipada com sistema de sucção e impulsão que gera movimentação da água podendo receber agua aquecida ou ter aquecimento próprio. Home Theater Conjunto de equipamentos de áudio e vídeo que reproduz em casa as características sonoras e de projeção dos cinemas. I Iluminação ou Luminotécnica Arte de distribuir luz artificial ou natural num espaço. Ilharga Denomina-se assim as peças verticais em pedra para divisórias ou laterais de bancadas. Impermeabilização Conjunto de providências que impede a infiltração de água na estrutura construída, podendo ser com filme plástico ou por aplicação de camadas de betume ou massa impermeável chamada de manta em geral com 3 mm. Complemento através de proteção mecânica com massa de cimento e areia, lembrar que esses são responsabilidade de fornecimento do contratante. Implantação Criação do traçado no terreno para demarcar a localização exata de cada parte da construção. Ver Gabarito. Impostos Denomina-se dessa forma os principais impostos incidentes sobre um serviço, os principais são ISS ( 3% ) COFINS ( 3% ), PIS ( 0,65% ) totalizando 6,65 % ou 6,76% se considerarmos a reincidencia. Esse indice é acrescido ao custo da obra mais a remuneração do construtor BDI. Existem outros impostos. Inchamento Aumento de volume sofrido pela areia quando molhada. Inclinação Ângulo formado pelo plano com a linha horizontal, para compor coberturas, escadas, rampas ou outro elemento inclinado. Incorporador É quem organiza a incorporação. O incorporador é a pessoa física ou jurídica, comerciante ou não, que se compromete a construir o edifício e a entregar, a cada comprador, a sua respectiva unidade, num prazo e determinadas condições. O incorporador não efetua a construção, ele compromete-se ou efetiva a venda das unidades a serem construídas ou em construção sob regime condominial. Também aceita propostas para efetivação de tais transações, coordenando e responsabilizando-se, conforme o caso, pela entrega do imóvel. Incrustação Adorno que destaca composições com elementos embutidos ou incrustados. Infiltração Ação de líquidos no interior das estruturas construídas. Existem dois tipos básicos: de fora para dentro, quando se refere aos danos causados pelas chuvas ou pelo lençol freático; e de dentro para fora, quando a construção sofre os efeitos de vazamentos ou problemas no sistema hidráulico. "In loco" Refere-se ao ato de executar no local. Inoxidável Refere-se aos metais submetidos a processos que impedem a oxidação ou a ferrugem. Insolação Quantidade de energia térmica proveniente dos raios solares recebida por uma construção. Isolamento Recurso para resguardar um ambiente do calor, do som e da umidade. Instalação Trata-se, inicialmente, das primeiras providências tomadas para que uma obra seja começada, como a demarcação do canteiro de trabalho ou a construção do depósito, por exemplo: abrange o conjunto das instalações elétrica, hidráulica, de gás ou de ar condicionado. J Janela Abertura destinada a iluminar e ventilar os ambientes internos, além de facilitar a visão do exterior. Janela de sacada Janela aberta ao rés do pavimento, se este for em andar alto. Jirau Estrado ou laje em piso à meia altura que permite a circulação de pessoas sobre ele e abaixo dele. Não confundir com mezanino ou meio-piso. Jorramento É a inclinação da parede ou muro com espessura da base superior à do topo. Junta Articulação. Linha ou fenda que separa dois elementos diferentes mas justapostos. As juntas de dilatação permitem que o material se expanda pela ação do calor, sem danificar-se. É comum em construções de concreto, no granilite, em pisos asfálticos, etc.. Junta de dilatação Recurso que impede rachaduras ou fendas. São réguas muito finas de madeira, metal ou plástico que criam o espaço necessário para que os materiais como concreto, cimento, etc. se expandam sem danificar a superfície. K Kitchenette (inglês) Cozinha pequena ou reduzida, assim acaba também designado no modo popular ( BR ) o apartamento cuja cozinha é apenas um armário. L Lã de Vidro Manta isolante à base fibra de vidro cor amarela e é usada para tratamento térmico e acústico em paredes, divisórias e forros de gesso, dependendo da densidade e espessura é mais barato seu emprego. Rolos de 1x10m ou placas. Lã de Rocha Manta isolante à base de fragmentos minerais cor marrom e é usada para tratamento térmico e acústico em paredes , divisórias e forros de gesso, porém seu preço é maior que a lã de vidro. Seu peso também é grande e seu emprego é utilizado em casos adequados. Ladrão Cano ou orifício de escoamento, situado na parte superior de pias ou reservatórios de água, que evita o transbordamento de excesso. Ladrilho Peça quadrada ou retangular, com pouca espessura, de cerâmica, barro cozido, cimento, mármore, pedra, arenito ou metal. Chama-se de ladrilho hidráulico quando é rústico sem brilho e de espessura maior, em geral com floreios, mosaicos. Ladrilho hidráulico Tipo de cerâmica rústica, de espessura maior que 8 mm e aspecto poroso, podendo ter desenhos de florões pintados em relevo tem medidas em geral 20x20 cm ou 15x15 cm. Laje Estrutura plana e horizontal de pedra ou concreto armado, apoiado em vigas e pilares, que divide os pavimentos da construção. Laminado Vidro composto pela sobreposição de camadas de vidro no mínimo 2 que recebe entre as camadas butirol que é uma resina, com espessuras padrão de 6 mm, 8mm, ao quebrar não solta estilhaços absorve melhor impacto de projéteis. Laminado Melamínico Lamimado Melamínico ou Melamina ou "Formica" ou Laminado Plástico, tipo de revestimento feito de folhas de celulose (papel) prensado com resina a altíssima pressão e utilizadas coladas sobre materiais diversos tendo diversas texturas e padronagens, atualmente se fabrica com camada de folha de alumínio ou metal o que dá aparência de metal, sendo de custo mais elevado, dimensões médias 1,25x2,51 ou x3,05m espessuras de 0,8 a 1,2 mm, sendo a mais grossa para colagem sobre emboço. Lambrequim Ornamento recortado em madeira que arremata forros e beirais. Lambris - Lambril Faixas inferiores que revestem as paredes geralmente em lâminas de madeira (rodapés), com encaixe do tipo macho-fêmea. Lanternim Pequeno telhado sobrepostos à cumeeira que proporciona a circulação do ar. Lapidado Vidro que recebe pequeno corte ( milimetro ) em forma de bizel nas arestas não confundir com bizotado cuja dimensão é maior , este serve para dar arremate nas arestas em vidros temperados ou laminados. Laudêmio Remuneração ou taxa que o enfiteuta alienante paga ao senhorio direto da coisa aforada, como compensação pela sua renúncia ao direito de opção na transferência do domínio útil, ou de consolidar, na sua pessoa, a propriedade plena. Lençol freático Camada onde se acumulam as águas subterrâneas. Seu rebaixamento é contratado a firma especializada em solos que utiliza bombas para extração da água e canalização para bueiros sendo exigida pela Prefeitura a utilização de caixa de coleta e decantação de sólidos antes do bota fora, sendo aplicadas multas quando a mesma não é utilizada, havendo embargo da obra. Levantamento topográfico Refere-se à análise e descrição topográfica de um terreno. Licenças de Obra Temos várias licenças que precisam ser obtidas na prefeitura, como a LICENÇA DE OBRA, e quando for necessário a construção de tapume na frente do terreno/obra a respectiva LICENÇA DE TAPUME DE OBRA, sendo renováveis periodicamente. Para obras especiais existem várias licenças a serem obtidas em diversos orgãos. Living Termo que na Arquitetura é o mesmo que sala que serve para ter mobiliário como sofás e permitir reunião de familiares. Longarina Viga de sustentação disposta segundo o comprimento de uma estrutura em que se apoiam os degraus de uma escada ou uma série de estacas. Lote Ver Terreno. Lugar 1. (filos.) - Parte do espaço que contém um corpo.2. O espaço onde uma pessoa se encontra, ou é suscetível de ser ocupado por alguém, ou alguma coisa. Local, localidade. Diz-se: a) inacessível, quando a ele não é possível chegar, ou que somente pode ser atingido com risco de vida, ou da saúde da pessoa. b) incerto, quando não é conhecido, ou determinado, e a seu respeito pode haver erro; c) ermo, é o lugar afastado e desabitado, onde o indivíduo não pode obter imediato socorro, em caso de perigo. Lugar público Todo aquele que, alcançável ou abrangivel pela vista, se acha aberto e franqueado à multidão, e onde cada pessoa pode estar e se locomover livremente. Diz-se público:a) por destino, ou interior, quando tem um fim público determinado, e enquanto aberto ao público: o tribunal, o cartório, o cinema, o bar, o teatro, a igreja, o veiculo que explora o serviço de transportes, o hotel, as repartições públicas, etc.;b) por natureza, ou exterior, o que, por sua própria qualidade, se acha permanentemente franqueado ao uso e gozo do povo: a estrada, os caminhos, a rua, a praia, a praça, o jardim ou qualquer outro logradouro público, etc.;c) acidentalmente, o que, de natureza privada, torna-se às vezes com a aparência de público, pelo acesso ou afluência ocasional de muitas pessoas: a loja, o armazém, o clube, etc. Aquele que, embora público, somente em certos dias se acha franqueado à visitação pública: as prisões públicas, os hospitais, as neaópoles, etc. Luminotécnico É o Projeto ou tudo que diz respeito ao estudo de iluminação de um ambiente, de uma obra, de um local. Luneta Abertura de forma circular, envidraçada, colocada no topo de janelas e portas. Também é um tipo de abóbada. Ver Adam. M Macho fêmea Tipo de encaixe onde uma peça traz uma saliência e a outra, uma reentrância. Mainel Peça guia metálica removível que serve de trilho para duas portas de enrolar metálicas. Manilha Tubo de barro, de grandes dimensões, instalado no subterrâneo para conduzir águas servidas. Mansarda O mesmo que água-furtada. Mão-francesa Série de tesouras. Escora. Elemento estrutural inclinado que liga um componente em balanço à parede, diminuindo o vão livre no pavimento inferior. Maquete Reprodução tridimensional, em miniatura, de um projeto arquitetonico. Marcação Primeira fiada de bloco ou tijolo para marcar o alinhamento das paredes. Marceneiro Profissional que realiza o trabalho refinado da madeira na obra ou na confecção de móveis. Marco Parte fixa das portas ou janelas que guarnece o vão e recebe as dobradiças, é considerado de dimensões mais esbeltas como para divisórias, composto de 2 ombreiras e uma padieira. Mármore Rocha cristalina e compacta. Tem bom polimento e pouca resistência ao calor. Reveste pisos e paredes e também guarnece bancas de cozinha e chuveiros. Marquise Pequena cobertura que protege a porta de entrada. Cobertura, aberta lateralmente, que se projecta para além da parede da construção. Massa Argamassa usada no assentamento ou revestimento de tijolos, ou para executar pisos. Massa Corrida Massa a base de PVA ou acrílico, aplicada com espátula, que dá um acabamento liso à superfície a ser pintada. Massa Fina Mistura proporcional de areia fina, água e cal, utilizada no reboque de paredes ou muros. Massa Grossa Mistura proporcional de areia, cal e cimento usada para emboçar ou chapiscar. Massa temporal isolante Mistura para massa isolante térmica, protege tubulações na alvenaria, não contem silicato de cálcio. Matacão Pedra arredondada, encontrada isolada na superfície ou no seio de massas de solos ou de rochas alteradas, com dimensão nominal mínima superior a 10 cm. Maxim-air Esquadria cujo eixo que é horizontal fica na parte mais alta e basculável para o exterior. Meia-água Telhado com apenas uma água, um só plano inclinado. Meia-cana Forma curva de bordas de placas como pedras ou madeira. Meia-parede Parede que não fecha totalmente o ambiente, usada como divisória, ou efeitos trabalhados na parte inferior das paredes; parede feita com meio tijolo. Meia-esquadria Chama-se assim o encontro das arestas polidas em forma de chanfros de cerâmicas e pedras, e também o encontro formando 90 graus de guarnições ou rodapés. Meio-Fio Ou Guia é a peça de pedra ou de concreto que delimita a calçada da rua. Meio-tijolo Chama-se a parede de espessura correspondente à largura de um tijolo assentado pelo comprimento. Memória descritiva Descrição de todas as características de um projeto arquitetonico, especificando os materiais que serão necessários à obra, da fundação ao acabamento. Mestre-de-obras Profissional que dirige os operários numa obra e que possui muita experiência prática sobre todos os tipos de serviços, mais do que o encarregado. Mezanino Piso intermediário que interliga dois pavimentos; piso superior que ocupa uma parte da construção e se volta para o nível inferior com o pé-direito duplo. Atualmente construído em estrutura metálica. Microasfalto É o material de capeamento para tráfego de vias internas usado com pequena espessura até 5 cm. Monta-carga Equipamento eletromecânico ou manual tipo elevador para transporte de material, deve ser aprovado o projeto pelo GEM (BR ), não permite transporte de pessoas, por isso pode ser aberto. Em obra quando houver necessidade de transporte de operários deve ser previsto o aluguel de equipamento com controle automatizado na cabine fechada, a fiscalização aplica multa em caso de não cumprimento a esta Norma. Montante Moldura de portas, janelas, etc. Peça vertical que, no caixilho, divide as folhas da janela. Mosaico Trabalho executado com caquinhos de vidro ou pequenos pedaços de pedras e de cerâmicas incrustados em base de argamassa, estuque ou betume ou mesmo cola. Mosaico Português ( Pedra Portuguêsa ) Trabalho executado com pedaços de pequenas pedras incrustadas em base de areia e cimento a seco, formando desenhos no piso o que executado pelo calceteiro, podendo depois de pronto receber polimento local. Muro de arrimo ( peso ) Muro de peso usado na contenção de terras e de pedras de encostas. Muro de contenção, comumente de pedras grandes. Muro de contenção Usado para contenção de terras e de pedras de encostas. Muro de testa Pequena parede construída junto à boca de saída de bueiro ou de comporta, para proteger contra desmoronamento ou correnteza. N Náilon Fibra têxtil sintética, elástica e resistente a agentes atmosféricos. Nembo Plano de alvenaria situado entre dois vãos (portas ou janelas). Nicho É uma cavidade ou reentrância nas paredes, destinada a abrigar um armário ou prateleiras. É comum na composição de bares ou na exposição de obras de arte. Nível Instrumento que verifica a horizontalidade de uma superfícieatravés de uma bolha de ar num líquido, a fim de evitar ondulações em pisos e contra-pisos. Nível de Referência Adotado na Obra chamado RN uma cota determinada a que todos os projetos tomam como referência evitando erro de nível, essa referência adotada é transportada através de mangueira de nível para pontos chaves da obra, geralmente com a presença de engenheiro ou técnico além de um mestre. Nivelar - Nivelamento Regularizar um terreno por meio de aterro ou escavação. "Non Aedificandi" Do latim "aedificatione" significa edificação , o edificador do latim "aedificatore" e edificante "aedificante".Quando usado para espaço onde não é permitido construir denomina-se área "NON AEDIFICANDI". Norma técnica Regra que orienta e normaliza a produção de materiais de construção. O Obra Tipo (Empreitada/Administração) A forma de contratar a obra pode ser de dois tipos, por empreitada global, isto é fixa-se um preço total onde o contratado no prazo estabelecido fará todos os serviços. O vendedor promove a construção no caso de um edifício e entrega ao comprador, em um prazo determinado, ou por administração onde o contratado recebe seu pagamento que será um percentual dos serviços executados, podendo ser um valor fixo. O proprietário da obra assume os riscos e o prazo. As despesas de construção do empreendimento são totalmente custeadas pelos compradores das unidades no caso de um edifício. Obra Branca Todo trabalho de carpintaria que ficará aparente. Ogiva Forma característica das abóbadas góticas. Oitão Parede lateral de uma construção situada sobre a linha divisória do terreno; o termo é muitas vezes confundido com empena, porque, nos séculos passados, era comum encontrar construções com telhado de duas águas paralelas ao alinhamento do lote. Ombreira (ou Umbral) Cada uma das peças verticais de portas e janelas responsáveis pela sustentação das vergas superiores. Orçamento de obra Um orçamento é uma previsão (ou estimativa) do custo ou do preço. O custo de uma obra é o valor correspondente à soma dos gastos necessários para sua execução. O preço é o custo acrescido da margem de lucro. O orçamento deve ser executado antes do início da obra, possibilitando o estudo ou planejamento. Orçamento paramétrico É um orçamento aproximado, adequado às verificações iniciais, como estudos de viabilidade ou consultas rápidas de clientes. Oriel - Window Instalada nos pavimentos superiores, esta janela é semelhante a bay-window, mas ocupa todo o pé direito do ambiente. Orientação Posição da casa em relação aos pontos cardeais. Ornato Adorno. Elemento com função decorativa. Oxidação Ferrugem. Processo quimico em que se perde o brilho pelo efeito do ar ou por processos industriais. P Padrão Modelo. Marco de pedra. Painel Grande superfície decorada, tanto no interior como no exterior da construção. Nesse sentido, apresenta composições de mosaicos, pastilhas, porcelanas ou cerâmicas. Paisagismo Estudo da preparação e da composição de espécies vegetais em complemento à arquitetura, composto pelo projeto paisagistico. Palafita Conjunto de estacas que sustenta a construção acima do solo nas habitações lacustres e ribeirinhas. Parapeito Peitoril. Proteção que atinge a altura do peito, presente em janelas, terraços, sacados, patamares, etc. Diferencia-se do guarda-corpo por se tratar de um elemento inteiro, sem grades ou balaústres. Parede Elemento de vedação ou separação de ambientes, geralmente construído em alvenaria. Parede de Gesso Acartonado Executada com a fixação de painéis de gesso e perfis metálicos, sendo mais leve que paredes convencionais e não requer revestimento, mas precisa de mão de obra especializada, é mais rápida sua execução. Sua espessura é de 7,50 cm em geral ou 10 cm. Parede Solteira Parede que não chega até o forro. Parquet Piso feito da composição de tacos, que formam desenhos a partir da mistura de tonalidades de várias madeiras. Partido A opção arquitetônica que atende fatores com topografia, clima, programa familiar, etc. Passadiço Corredor, galeria ou ponte que liga dois sectores ou alas de uma construção. Pastilha Pequena peça de revestimento, quadrada ou hexagonal, feita de cerâmica, porcelana ou vidro. Patamar Piso intermediário que separa os lances de uma escada. Patina ou Patima Efeito oxidado, obtido artificialmente por meio de pinturas especiais ou pela ação do tempo, que dá aspecto antigo às superfícies. Pátio Espaço descoberto no interior das casas e cercado pelos elementos da construção. Paviflex Leva assim o nome de um fabricante de piso vinílico, colado espessura de 2 ou 3 mm. Pavimento Andar. Conjunto de dependências de um edifício situadas num mesmo nível. Ver Piso. PCMAT - Seconci Relatório emitido por profissional de Segurança do Trabalho, em que são preenchidas uma série de verificações de condições de segurança e ergonomia, existe um custo fixo e o custo da visita de um técnico caso a empresa não possua um, a visita é obrigatória nas obras ( 4 visitas em 12 meses ). O relatório faz parte dos documentos de obra, junto com licenças e projetos aprovados. Peanha Pequeno pedestal, que apoia vasos e esculturas, em balanço em relação à parede. Pé de moleque Tipo de pavimentação que utilizava pedras ovóides e seixos de rio na época do império (BR). Pé-direito Altura entre o piso e o teto. Pedra Corpo sólido extraído da terra, ou parte de rochedo, que se emprega na construção de edifícios, no revestimento de pisos e em peças de acabamento. Pedra amarroada (DE MÃO) - Pedra bruta, obtida por meio de marrão , de dimensão tal que possa ser manuseada. Pedra Portuguêsa Ver Mosaico. Pedreiro Profissional encarregado de preparar a alvenaria. Pedrisco Material proveniente do britamento de pedra, de dimensão nominal máxima inferior a 4,8 mm e de dimensão nominal mínima igual ou superior a 0,075 mm. Peitoril Base inferior das janelas que se projeta além da parede e funciona como parapeito. Pele de Vidro Tipo de Revestimento de Fachada onde uma serralheria aplica um tipo mais simples de esquadria em alumínio padronizada e nela são colados vidros laminados de 6 ou 8 mm em geral coloridos, existe a possibilidade de utilizar também nessa esquadria a alternância com chapas de alumínio e resina ( Alucobond/ Reinobond etc..) grande beleza e moderno. Películas Existem diversas películas utilizadas coladas sobre vidros, algumas para diminuir insolação e temperatura, logo sendo tipo reflexivo, e outras completamente transparentes e com composto especial tipo de resina que acrescenta ao vidro dependendo da espessura de ambos a capacidade de impedir a penetração de projéteis de grande calibre comprovadamente, espécie de blindagem sendo fabricadas na Alemanha e portanto de custo ainda elevado. Existe película tipo manta usada entre o caibramento e as telhas de barro para evitar entrada de água e isolar temperatura em casas mais rústicas. Pendículo Estrutura espacial curva de ligação nos quatro vértices superiores de uma edificação cúbica, integrada nas paredes permitindo receber sobre elas uma ogiva ou cúpula, amenizando e distribuindo as tensões no material da construção (Grécia antiga). Pérgola Proteção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por elementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, betão, etc. Persiana Caixilho formado por tábuas de madeira, tiras plásticas, metálicas ou têxteis. São estreitas, horizontais e móveis para ventilar e regular a entrada de raios solares. Perspectiva Desenho tridimensional de fachadas e ambientes. Pestana Meia calha em chapa sobre trechos do telhado abertos. Pex do Brasil O nome está ligado ao sistema de instalações apropriadas para paredes de gesso acartonado espessura de 7,5 cm onde são utilizados tubos de plástico polietileno especial vindos de Israel e conexões tipo engate rápido também importadas não sendo utilizado cola nem rosca, esse sistema é o mais moderno de instalação porém requer mão de obra super treinada para sua utilização. As conexões ficam aparafusadas nas placas de gesso. PH Escala que mede o grau de acidez de diversas substâncias. Piche Substância negra, resinosa, pegajosa, obtida da destilação do alcatrão ou da terebintina. Serve para impermeabilizar superfícies. Pilar Elemento estrutural vertical de concreto, madeira, pedra ou alvenaria. Quando é circular, recebe o nome de coluna. Pilastra Pilar de quatro faces onde, uma delas está anexada ao bloco construtivo. Pilotis Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo. Pináculo Ponto mais alto de um edifício, píncaro, cume designado também zigurate ( palavra assirio-babilônio ). Pintor Profissional encarregado de preparar e aplicar a tinta nas superfícies que vão receber pintura. Pipe-Rack Cavalete metálico ou de concreto para sustentação de tubulações horizontais. Piso Base de qualquer construção. Onde se apoia o contra-piso. Andar. Pavimento. Piso Emborrachado Mais conhecido pelo nome de um fabricante Plurigoma, resulta da mistura de diversas cargas vulcanizadas, utilizava a base de "negro de fumo" dai a cor negra e a resistência dessa substância ultilizada na fabricação de pneus, agora existe em diversas cores como o cinza, suas dimensões são 50x50 cm, tendo a face exposta a forma de pastilhas ou frisos, podendo ser colado ou fixado na massa. Piso Vinílico Mais conhecido pelo nome de um dos fabricantes Paviflex da Fademac, sendo de 30x30 cm, 60x60 ou em forma de rolos e espessuras diversas (1,6- 2,0 mm), existindo com e sem flash (manchas caracteristicas) e o de alto tráfego, sendo bom isolante elétrico usado em ambientes de redes de computadores, não permite uso de água de lavagem. Pivotante Esquadria com eixo em forma de pivô vertical ( movimento giratório vertical) permitindo formar angulo reto e localizado ao centro da mesma. Placas de Obra Instrumento padronizado obrigatório que serve para que os órgãos fiscalizadores observem quem é o responsável por cada tipo de serviço contratado, no Brasil é obrigatório o recolhimento de taxa no CREA da Região desse mesmo profissional, podendo sofrer advertência e multa no caso de inexistência desta. O Ministério do Trabalho exige uma com o horário de trabalho e descanso. Plaina Instrumento usado para desbastar, aplainar ou tirar irregularidades da madeira. Plano Diretor Municipal Conjunto de leis municipais que controlam o uso do solo urbano. Plano Inclinado Rampa, elemento vertical de circulação.l Planta ( baixa ) Representação gráfica de uma construção onde cada ambiente é visto de cima, sem o telhado. Essa destina-se a representar os diversos compartimentos do imóvel, suas dimensões e suas diversas aberturas (esquadrias). Planta isométrica Tipo de perspectiva em que o desenho reproduz todos os elementos do projeto, com pontos de fuga. Muito usada para mostrar instalações hidráulicas. Platibanda Moldura contínua, mais larga do que saliente, que contorna uma construção acima dos frechais, formando uma proteção ou camuflagem do telhado. Ver Frechal. Platô Parte elevada e plana de um terreno. O mesmo que planalto. Pó de pedra Proveniente britamento de pedra, dimensão nominal máxima inferior a 0,075 mm. Poço artesiano Perfuração feita no solo para encontrar o veio de água subterrâneo. Poço romano Tanque ou piscina de dimensões reduzidas e circular. Point list Relação de pendências finais de obra. Policarbonato Material sintético, transparente, inquebrável, de alta resistência, que substitui o vidro no fecho de estruturas. Garante luminosidade natural ao ambiente. Polir Lustrar uma superfície. São comuns os polimentos das pedras usadas nos revestimentos de paredes e pisos. Porcelanato Revestimento cerâmico ou à base de resina de altíssima resistência e grande dureza, é bem mais cara, e possui maior qualidade, em geral de dimensões grandes, o nome tem origem italiana. Porta Abertura feita nas paredes, nos muros ou em painéis envidraçados, rasgada até ao nível do pavimento, que serve de vedação ou acesso a um ambiente. Post-forming Acabamento arredondado de bordas, utilizado com laminados plásticos colados formatados por aquecimento. Postigo Pequena abertura ou fresta. Pequeno vão feito a meia altura de uma parede que permite a passagem de objectos de uma divisão para outra. Portinhola aberta sobre a folha de uma porta maior. Preço justo (loc. com.) - O que corresponde, real ou aproximadamente, ao valor da coisa. Aquele que é o normal ou corrente no mercado, ou constante das cotações oficiais do lugar do contrato. Preço não contrário à lei. Preço meta Preço tomado como referencia para se atingir, preço objetivo. Preço estipulado pelo contratante, que deve ser atingido sem ser ultrapassado. Preço turn key Preço adotado para executar o serviço ou obra dito fechado ou tipo pacote. Preparo Designa-se assim a aplicação espatulada de camada de cimento e cola PVA branca sobre pisos cimentados ou azulejos e seu lixamento após a secagem para permitir a colagem de acabamentos como placas vinilicas, carpetes, ou para recobrir azulejos afim de receber reboco. Pré-fabricado Qualquer elemento produzido ou moldado industrialmente, de dimensões padronizadas. O seu uso tem como objetivo reduzir o tempo de trabalho e racionalizar os métodos construtivos. PREO Abreviatura de Profissional Responsável pela Obra. Toda obra deve ter um PREO registrado por documento ART junto ao CREA (Brasil). Profundidade equivalente É o resultado numérico da divisão da área de um lote pela sua frente efetiva. Programa Conjunto das necessidades funcionais e sociais dos moradores que serve de orientação ao arquiteto para a elaboração do projeto. Projeto Plano geral de uma construção, reunindo plantas, cortes, elevações, pormenorização de instalações hidráulicas e eléctricas, previsão de paisagismo e acabamentos. O projeto arquitetonico precisa de ser préviamente aprovado no DED departamento de edificações, não podendo ser modificado sem seu conhecimento. Proteção de itens prontos Chama-se assim o uso provisório até a entrega da obra de plásticos lona de terreiro preto, gesso com sisal, folhas de compensado, papelão em rolos, mantas de flanela para sinteco, etc... sobre acabamentos. Prova de Carga ou Teste Conjunto de procedimentos não destrutivos executados por firma especializada afim de verificar se a obra está construída de acordo com o que foi previsto no projeto, o ensaio é feito utilizando em geral recipientes com água e são feitas medições para verificar parâmetros de deformação , defletomeros e outros. Pode ser também destrutiva feita em peça aleatória. São emitidos relatórios ou laudos. Prumada Posição vertical da linha do prumo. Também denomina a linha das paredes de uma construção. Prumo - prumada Nome do aparelho que se resumo a um fio provido de um peso numa das extremidades. Permite verificar por paralelismo a verticalidade de paredes e colunas. Q Quiosque Pequeno elemento em madeira, geralmente com cobertura em fibras naturais, ideal para a composição de jardins e áreas de lazer R Rebarba Excesso de massa que escapa ao se comprimir os tijolos durante o assentamento; aspereza numa superfície qualquer depois de desbastada. Rebaixamento do freático Processo mecânico através do qual por bombeamento modificamos o ponto do Nível do freático, de modo a facilitar serviços em fundações, que ficariam submersas. Reboco Revestimento de parede feito com massa fina, podendo receber pintura diretamente ou ser recoberto com massa corrida.Quando feita com areia não peneirada recebe o nome de emboço; se feita com areia fina é denominada massa fina. Recuo O mesmo que afastamento. Refratário Qualidade dos materiais que apresentam resistência a grandes temperaturas. Régua Prancha estreita e comprida de madeira. Perfil retangular de alumínio que nivela pisos e paredes, enquanto a massa ainda está mole. Rejunte Procedimento de aplicação de pós como cimento branco, cimento, serragem fina, ou granilhas apropriadas, especiais, misturadas em líquidos ou cola PVA, para calafetar cerâmicas e as juntas da alvenaria ou as frestas entre os materiais de acabamento. Respaldar Aplainar, alisar o desempenar uma superfície, que pode ser um terreno, uma parede, etc. é chamada de respaldo a última camada de tijolos numa parede, aquela que se encontra com forro; na linguagem dos pedreiros também pode significar levantar as paredes. Respaldo Última carreira de tijolos de alvenaria no encontro com o forro. Residências em série Aquelas que, situando-se ao longo do logradouro público oficial, dispensam a abertura de corredor de acesso às unidades de moradia, as quais não Poderá ser em número superior a 20 (vinte). Residências geminadas Edificações com duas unidades de moradia contínuas, que possuem uma parede comum. Respiro Pequena abertura que favorece a ventilação em armários, depósitos, tubulações, etc. Revestimento Designação genérica dos materiais que são aplicados sobre as superfícies toscas e que são responsáveis pelo acabamento. Rodapé , Rodameio e Rodateto Faixa de protecção ao longo das bases das paredes, junto ao piso. Os rodapés podem ser de madeira, cerâmica, pedra, mármore, etc. Os rodameio ficam a 1 m do piso e servem de bate maca, ou proteção das paredes, os rodateto são usados junto aos tetos. Rufo e contrarufo Elementos que guarnecme os pontos de encontro entre telhados e paredes, evitando infiltração de água pluviais na construção.Um fica disposto coroando o topo das alvenarias, e o outro entra com aba. S Sacada Pequena varanda. Qualquer espaço construído que faz uma saliência sobre o paramento da parede. Balcão de janela rasgada até ao chão com peitoril saliente. Ver Balcão. Teoricamente, é qualquer elemento arquitetônico que se projeta para fora das paredes sem estrutura aparente, ou seja, o mesmo que balanço. Na prática, é sinônimo de balcão. Saguão Local ou espaço numa na entrada de uma edificação que leva às escadarias ou elevadores ( BR ). Saibro Tabatinga, barro, encontrado em jazidas próprias, de cor avermelhada ou amarelo-escura. Pode ser usada na composição de argamassas, concedendo-lhes plasticidade Sanca Moldura, normalmente em gesso, instalada no encontro entre as paredes e o teto. Pode ter diversos formatos e ainda embutir ou não a iluminação. Sapatas Parte mais larga e inferior do alicerce. Há dois tipos básicos: a isolada e a corrida. A primeira é um elemento de betão de forma piramidal construído nos pontos que recebem a carga dos pilares. Como ficam isoladas, essas sapatas são interligadas pelo baldrame. Já a sapata corrida é uma pequena laje armada colocada ao longo da alvenaria que recebe o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior de terreno. Ambos os elementos são indicados para a composição de fundações assentes em terrenos firmes;é também a peça de madeira disposta sobre o pilar e que recebe todo o peso sobre si; peça em ferro colocada sobre a estaca, facilitando sua cravação. Sarjeta Vala, valeta, escoar águas. Sarrafear Desempeno de massa com emprego de régua ou sarrafo de madeira. Sarrafo Ripa de madeira, com largura entre 5 e 20 centímetros e espessura entre 0.5 e 2.5 centímetros. Seguro de responsabilidade civil Seguro exigido para algumas contratações de obras, quando obrigado a reparar dano moral ou patrimonial causado à outra pessoa. Seguro de Vida em grupo Seguro sobre a mão de obra, exigido para algumas contratações de obras. Seguro Performance Bond Seguro exigido para algumas contratações de obras, dá a garantia de continuidade na execução da Obra até o seu término em caso de imprevistos. Selador Componente usado para impermeabilizar, fechar os poros de uma superfície. Selatrinca Massa cuja composição leva silicone, sua aplicação principal é para fechar pequenas trincas em paredes ou tetos, permite que elas desapareçam visualmente pois o silicone estica ou retrai mas a trinca fica imperceptível ao olho mantendo a pintura contínua. Servente Auxiliar dos profissionais que trabalham nas obras. Seixo rolado Pedra de formato arredondado e superfície lisa, características dadas pelas águas dos rios, de onde é retirada. Existem também seixos obtidos artificialmente, rolados em máquinas. Shaker Estilo trazido para os Estados Unidos pelos colonizadores ingleses. Caracteriza-se pela extrema simplicidade das formas, já que seus inspiradores, muito religiosos, viam a ornamentação como pecado. Shaft Vão na construção para passagem de tubulações e instalações verticalmente. Shed Originalmente, termo inglês que significa alpendre. No Brasil, designa os telhados em forma de serra, com um dos planos em vidro para favorecer a iluminação natural. Bastante comum em fábricas e galpões. Shingle Cobertura feita com telhas de madeira, típica dos Estados Unidos no século XIX. Sifão Peça formada por um compartimento que retém água, encontrado na saída das bacias sanitárias, nos ralos sifonados e em caixas de inspeção nas redes de esgotos. Silicone Material usado na vedação, na adesão e no isolamento de qualquer superfície (cimento, vidro, azulejo, bloco, cerâmica, madeira, etc.) que exija protecção contra infiltrações de água. Sistema financeiro da habitação No Brasil é uma entidade, ou instituto que cria as condições no sentido de facilitar e promover a construção e a aquisição da casa própria. Soalho Piso de madeira de tábuas corridas. Sobejo Sobra de materiais usados na construção. Solário Espaço reservado para tomar banhos de sol. Soleira A parte inferior do vão da porta no solo. Também designa o arremate na mudança de acabamento de pisos, mantendo o mesmo nível, e nas portas externas, formando um degrau na parte de fora. Sondagem Contratação de firma de fundações que executa perfuração do terreno antes do inicio de projetos permite obter dados da resistência do solo, para lotes pequenos em geral são 3 furos. Sonex Painéis de Espuma ( plástico ) em geral com forma de corrugado de altura até 5 cm que é colado sobre ambientes onde se quer diminuição do ruído, no tratamento acústico, pode ter cores variadas permitindo obter um bom acabamento estético.Mas pode ser liso, e existem outros fabricantes que o denominam diferente. Sótão Divisão que surge dos desníveis do telhado no último pavimento de uma construção. Strutural glazing Tipo de esquadria utilizado em Show Room onde a própria estrutura metálica de cobertura se integra com a fachada através de perfis tubulares ( aço inox ) com garras salientes fixadas por parafusos e nessas garras ou sapatas são fixados os panos de vidro temperados ou laminados que já vêem com furação padronizada nas extremidades, sua origem é Alemã, utilizado também no mobiliário Urbano ( paradas de ônibus ) atualmente. T Tabeira Peça de contorno no perímetro e arremate em pisos. Tábua Peça de madeira plana e delgada, própria para pisos. Tábua corrida Piso de tábuas encaixadas em geral largas e contínuas. Ver Soalho. Que são fixadas sobre ripas chamadas granzepes. Taco Cada uma das pequenas peças de madeira que formam o parquet, ou usado embutido nos vãos de alvenarias para fixar caixilhos de madeira. Talude Rampa. Inclinação de um terreno em consequência de uma escavação, escarpa. Volume inclinado de terra, coberto por grama, que atua como muro de arrimo, impedindo o desmoronamento do solo. Tapume Vedação provisória feita de tábuas que separa a obra da rua. Telhado Cobertura de uma edificação. Telha Cada uma das peças usadas para cobrir as construções. As telhas têm formas variadas e podem ser de barro, cerâmica, chumbo, madeira, pedra, cimento-amianto, alumínio, ferro, policarbonato, vidro, manta asfáltica, etc. Cada inclinação de telhado requer um tipo de telha. Ex: Capa-canal, colonial, francesa, vã, etc. Temperado Vidro que recebe tratamento térmico na fabrica, assim cria tensões internas que ao partir-se o faz em pequenos fragmentos e sendo apropriado para locais de grande frequência de público ou sujeito a maior indice de acidentes como em box, espessuras padrão de 10 mm e 8mm. Terça Viga de madeira que sustenta os caibros do telhado. Peça paralela à cumeeira e ao frechal. Terraço Cobertura plana. Galeria descoberta. Espaço aberto ao nível do solo ou em balanço. Terracota Argila modelada e cozida. Também designa nuances do marrom que lembram a cor da terra. Terracor e terracal Tipo de pintura que imprime textura e utiliza a aplicação de dois componentes reagentes sobre superfície emassada com massa acrílica e bem lixada, existe outra similar com textura diferente denominada Terracal. Terraplanagem Preparação do terreno para receber a construção. Terraplenar Preencher um espaço com terra até que atinja o nível desejado Terreno Lote. Espaço de terra sobre a qual vai assentar a construção. Terreno edificado Terreno com construção. Tesoura Armação de madeira triangular, usada em telhados que cobrem grandes vãos, sem o auxílio de paredes internas. Testada Parte da rua ou da estrada que fica à frente de um prédio; testeira. Textura Efeito plástico. Massa, tinta, ou qualquer material empregado para revestir uma superfície, deixando-a áspera. Tijolo Peça de barro cozido usada na alvenaria. Tem forma de paralelepípedo retangular com espessura igual a metade da largura, que, por sua vez, é igual a metade do comprimento. Os tijolos laminados são produzidos industrialmente. Existe também o tijolo cru ( adobe ), o tijolo de cunha forma destinada à construção de arcos, tijolo furado ( o nome já define ), tijolo refratário com argila pura ou componentes refratários. Tijolo de espelho Tijolo assentado com a face maior à vista. Tirante Viga horizontal (tensor) que, nas tesouras, está sujeita aos esforços de tracção. Barra de ferro, cabo de aço ou qualquer outro elemento que se presta aos esforços de tração, barra de ferro que absorve os empuxos laterais de paredes ou abóbadas impedindo que desmoronem Topografia Análise e representação gráfica detalhada de um terreno que direciona toda a implantação da construção, reprodução gráfica de um terreno, incluindo aclives, declives e irregularidades. Ver Implantação. Topógrafo Profissional que estuda os níveis e as características do terreno sendo muito importante a contratação deste para ajudar o arquiteto e o engenheiro no seu trabalho, evitando surpresas durante a obra, como locação de obstáculos e árvores existentes. Tosco Trabalho de carpinteiro que ficará embutido e, portanto, não recebe bom acabamento. Trabalho do material O movimento de dilatação e retração dos materiais, por exemplo, trabalho do concreto. Treliça Armação formada pelo cruzamento de ripas de madeira. Quando tem função estrutural, chama-se viga treliça e pode ser de madeira, metal ou alumínio. Trena Fita métrica especifica para medir terrenos. Turn key Ver preço turn key. U Umbral Parte superior da porta. Um Tijolo Parede de espessura correspondente ao comprimento de um tijolo assentado no sentido da largura. Usado normalmente em paredes externas. Urbanismo Técnica de organizar as cidades com o objetivo de criar condições satisfatórias de vida nos centros urbanos. Usucapião Do latim usucapione - Instrumento legal que possibilita o acesso à propriedade da terra ou bem móvel pela posse, ("usu capere" - tomar pelo uso) - Modo derivado de adquirir o domínio da coisa, pela sua posse continuada durante um determinado lapso de tempo, com o concurso dos requisitos que a lei estabelece para este fim. Prescrição aquisitiva do direito de propriedade da coisa móvel, ou imóvel. Usucapido Adquirido por usucapião: bens usucapidos, servidões usucapidas, etc. Usucapiendo Diz-se daquilo em via de usucapir, ou que se quer adquirir por usucapião: imóvel usucapiendo, terrenos usucapiendos. Possuidor, em cujo favor corre a prescrição aquisitiva. Usucapiente Aquele que adquiriu por usucapião a propriedade da coisa. Usucapir Adquirir por usucapião. V Vala Escavação estreita e longa feita no solo para escoar águas residuais ou pluviais e também para a execução de baldrames e de instalações hidráulicas ou eléctricas. Valor venal 1 -O que é concernente a venda; o valor normal ou comercial da coisa leva em consideração a metragem, a localização, a destinação e o tipo de imóve, para efeito de venda.2 (leg. fisc.) - Valor provável, ou realizável, de um imóvel lançado na repartição arrecadadora competente, de acordo com o preço provado da aquisição ou que lhe foi atribuído por avaliação fiscal. Vão Abertura ou rasgo numa parede para a colocação de janelas ou portas. Vão Livre À distância entre os pontos de apoio de uma abertura. Varanda Alpendre grande e profundo. Ver Sacado. Vedação Ato de vedar. Fechar. Verniz Solução composta de resinas sintéticas ou naturais que trata e protege a madeira e o concreto armado. Verniz à Boneca Aplicar verniz com algodão a fim de obter um acabamento mais cuidadoso e requintado. Verga Peça de concreto ou madeira colocada sobre vãos de portas e janelas que apóia a continuação da parede. Viabilidade É o estudo do potencial que pode ser edificado em um terreno seja comercial ou residencial, instalação. Vidro acidato Aquele que passa por um processo de banho de ácido que deixa o mesmo com aspecto parecido com o jateado, só que não mancha ao toque de mãos, processo Italiano. Vidro aramado Aquele que tem uma trama de arame no seu interior para torná-lo mais resistente. Vidro bizotado Aquele que tem na borda um chanfro de 2 a 3 cm, dando efeito de facetado. Vidro jateado Aquele que passa por um processo de jato de areia que o torna àspero, mancha ao toque de mãos. Vidro laminado Aquele que passa por um tratamento especial composto por diversas camadas geralmente unidas por butirol para torná-lo mais resistente a impactos. Vidro lapidado Aquele que tem as arestas da borda eliminadas (lapidadas) através de uma ferramenta impedindo que ao toque não cause ferimentos ou cortes. Vidro temperado Aquele que passa por um tratamento especial de aquecimento e rápido arrefecimento para torná-lo mais resistente a impactos. Viga Elemento estrutural horizontal ou inclinado de madeira, ferro ou concreto armado responsável pela sustentação das lajes. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) para as colunas. Vigota Pequena viga também chamada de verga. Vinil Tipo de plástico apropriado para revestir pisos e paredes. Vitrificado Material que assume a aparência do vidro. Muitas vezes, resulta da aplicação de uma camada de vidro sobre outro material. Volumetria Conjunto de dimensões que determinam o volume de uma construção, dos agregados, da terra retirada ou colocada no terreno, etc. Voluta Ornato em forma de espiral que aparece nos capiteis de colunas clássicas, especialmente nas jônicas. W X Xadrez Pó tipo anilina chamado "pó xadrez" denominação do fabricante no Brasil, utilizado na obtenção de cores em pisos cimentados, é incorporado na massa ou nata de cimento superficial. Y Z Zarcão Subproduto do chumbo, óxido salino de chumbo, de cor alaranjada. É usado como primeira demão na pintura de peças metálicas a fim de protegê-las.Evita a oxidação ou ferrugem. Zenital Iluminação que incide verticalmente nos ambientes, a partir de domo ou clarabóia. Zigurate Palavra assírio -babilônica designa o cume, pináculo. Zoneamento Ato de zonear, dividir região por zonas pela administração pública. Zincado Material que foi revestido de zinco. O revestimento de chapas de ferro dá origem às telhas de zinco usadas em coberturas ou telhados quase planos, com pouca inclinação.
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A Abjudicar: Desapossar, em razão de sentença judicial, o possuidor ilegítimo daquilo que pertence à outra pessoa. Acessão imobiliária: É o acréscimo a um bem imóvel resultante de um acontecimento natural ou de uma obra humana. Ação de despejo: Pedido à Justiça feito por um proprietário, locador ou comprador de um imóvel para obrigar o inquilino a desocupá-lo. Ação revisional: Pedido que tramita na Justiça para que o valor do aluguel seja igualado ao valor de mercado, para cima ou para baixo. A revisão do aluguel não pode ser pedida quando já existe um prazo acertado de desocupação do imóvel. Agente fiduciário: Criado pela lei n.º 6.404/76 (a "Lei das S/A"), é qualquer empresa credenciada pelo Banco Central para, entre outras funções, promover a execução extrajudicial de empréstimos hipotecários vinculados ao SFH. Agente financeiro: Instituição pública ou privada que faz parte do Sistema Financeiro Nacional. Sua função é coletar, intermediar e aplicar recursos financeiros seus ou de outros, com autorização do Banco Central do Brasil. Alienação fiduciária: Ato de transferência de um bem móvel ou imóvel do devedor para o credor, em garantia do pagamento da dívida. O devedor detém a posse direta do bem, para seu uso, e o credor detém a posse indireta do bem, que fica em seu domínio. Depois de quitar o empréstimo, o comprador adquire a propriedade definitiva do bem. Aluguel: Cessão ou empréstimo de um bem em troca do pagamento de uma taxa periódica por extensão, chamada pelo mesmo nome, aluguel. O mesmo que locação. Aluguel por temporada: Aluguel de imóvel com prazo máximo de 90 dias. A lei n.º 8.245, de 1991, admite a cobrança adiantada do valor acertado em contrato escrito. Amortização: Pagamento periódico realizado para abater (reduzir) uma dívida. Nos financiamentos em geral, a amortização é feita por uma das parcelas que compõem as prestações. Amortização extraordinária: Pagamento extraordinário (antes do prazo previsto) que deve corresponder a pelo menos 10% do valor do saldo devedor. Anticrese: É um contrato pelo qual o devedor entrega ao credor um imóvel, dando-lhe o direito de receber os frutos e rendimentos como compensação da dívida. É uma consignação de rendimentos. Esse contrato deve ser lavrado por escritura pública e transcrito no Registro Geral de Imóveis. Apólice: Documento emitido pela companhia de seguro com os dados da cobertura de risco do segurado. Arbitramento: Estimativa, parecer, exame ou avaliação, feita por peritos para determinar o valor pecuniário. Área comum: Área de um condomínio que pode ser utilizada por todos os moradores, como os corredores, o saguão, o salão de festas e os locais de lazer. Também chamada área de uso comum. Área privativa: Área de um imóvel sobre a qual o proprietário tem domínio total, delimitada pela superfície externa das paredes. Área urbana: Região de um município que conta com melhoramentos mantidos pela prefeitura. Área útil: Soma das áreas internas de cada cômodo do imóvel, de parede a parede, sem contar sua espessura. Antigamente tinha o sugestivo nome "área de vassoura". Arrendamento mercantil: Aluguel de um bem móvel ou imóvel (veículo, máquina, casa, apartamento) mediante o pagamento de contraprestações periódicas e com a opção de compra ao final. Ata: Registro das discussões e decisões tomadas por uma assembléia, como a de condomínio. Aval: Garantia pessoal, plena e solidária, assegurando o pagamento de um título, nota promissória, cheque ou duplicata. Averbação: Anotação feita pelo Cartório de Registro de Imóveis de qualquer alteração que diga respeito ao proprietário (chamada subjetiva) ou ao imóvel (objetiva), como a mudança no estado civil do dono ou no nome da rua do imóvel. B Banco Central do Brasil (BC ou Bacen): Autarquia federal criada em 1964 que formula, executa e acompanha a política monetária, emite o dinheiro brasileiro, organiza e disciplina o Sistema Financeiro Nacional e fiscaliza as atividades do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Banco Nacional de Habitação (BNH): Órgão, extinto em 1986, responsável pela fiscalização das atividades do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e substituído nessa função pelo Banco Central. Benfeitorias: Obras ou reparos realizados num imóvel para melhorar seu estado, embelezá-lo ou solucionar um problema. BNH: Sigla de Banco Nacional de Habitação. C Cadastro: Documento com informações sobre a idoneidade do inquilino obtidas de serviços de proteção do crédito, como o Serasa, o Cadastro de Proteção ao Inquilinato e cartórios de protesto de títulos. Caixa Econômica Federal (CEF): Fundada em 1861 pelo imperador d. Pedro 2.º, a Caixa, além de banco comercial, é a instituição que mais financia a construção e compra de imóveis. Ela também administra desde 1990 o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e patrocina o esporte e a cultura. Capital: Soma de dinheiro que faz parte dos bens de uma pessoa ou uma empresa, e também a quantia de dinheiro financiada a alguém. Capitalização de juros: Acréscimo dos juros cobrados ao capital inicial e ao saldo devedor, provocando o cálculo de juro sobre juro, chamado juro composto ou capitalizado. Carta de crédito: Documento que concede a alguém o empréstimo de certa quantia. Costuma valer por 30 dias, às vezes prorrogáveis. Carteira Hipotecária (CH): Linha de crédito habitacional criada pelo presidente Getúlio Vargas em 1936, hoje possui regras de financiamento, prazo de pagamento e taxas de juro definidas pelas instituições financeiras. Cartório de Registro de Imóveis: Órgão onde são cadastrados todos os imóveis de determinada região. Lá se encontram as informações a respeito de cada imóvel sua matrícula, sua localização, seu dono, sua situação jurídica, seu histórico, todas as modificações por que passou. Cartório de Títulos e Notas: Entidade privada com reconhecimento público que guarda títulos e documentos, faz registros públicos e lavra (redige) contratos. Caução: Garantia dada com títulos ou coisas de valor (inclusive dinheiro) de que determinada dívida contratual será paga (financiamento imobiliário, aluguel etc.). Certidão: Documento expedido por um cartório que garante ser correto determinado registro, como o de um imóvel. As certidões podem ser pedidas por qualquer pessoa, mediante o pagamento de uma taxa. Certidão negativa: Documento que comprova a existência ou não de ação civil, criminal ou federal contra uma pessoa. Comissão: Honorários (remuneração em dinheiro) pagos a imobiliária ou corretor de imóveis por serviços de negociação e negócios de compra e venda ou administração. Comprometimento de renda: Percentual máximo de sua renda que o pretendente a um financiamento pode comprometer mensalmente na prestação. Compromisso de compra e venda: É o contrato entre duas partes em que o vendedor se compromete a vender seu bem (imóvel ou móvel) e o comprador se compromete a comprá-lo nas condições acertadas. É também chamado contrato de compra e venda ou promessa de compra e venda. Comprovação de renda: Exigência da instituição financeira de que o pretendente a financiamento comprove com documentos (contracheque, carteira de trabalho, declaração do Imposto de Renda) que ganha o suficiente para arcar com as prestações. Condomínio: Edifício ou conjunto de casas que forma um todo e divide as despesas comuns. Condomínio é também a maneira usual de se referir à taxa ou encargo de condomínio. A taxa de condomínio resulta do rateio das despesas comuns uma divisão de acordo com as proporções, ou cota, de cada imóvel , como a água e a energia elétrica utilizadas nas áreas comuns, o salário dos funcionários e a manutenção de elevadores. Contrato: Acordo feito por escrito entre pessoas, entre empresas ou entre empresas e pessoas. Cada lado se obriga a cumprir o que está escrito no documento. Um contrato entre partes adquire força de lei, a não ser que contrarie uma lei maior. Contrato de adesão: Documento impresso com normas (necessariamente em linguagem fácil e letras legíveis) que deve ser assinado pela pessoa interessada em aderir a um negócio ou iniciativa estabelecidos, como um consórcio, por exemplo. Contrato de locação: Contrato verbal ou escrito, com prazo determinado ou não, entre o locador e o locatário, que em troca da cessão se compromete a pagar a taxa de aluguel acertada e cumprir outras determinações. Também chamado contrato de locação ou locatício. Contrato de mútuo: O mesmo que mútuo. Cooperativa: Sociedade com pelo menos 20 membros que colaboram por um objetivo comum - serviço, produção, poupança. As cooperativas habitacionais são formadas para construir casas para os cooperados, que contribuem com cotas-partes. Crea: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Creci: Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Crédito habitacional: Empréstimo concedido pelas instituições financeiras para comprar, construir, reformar ou financiar casa própria. Credor: Aquele que concede a alguém um crédito, um empréstimo. D Dação: Entregar ao credor uma coisa em pagamento de outra, como um imóvel em lugar de dinheiro, para saldar uma dívida. Denúncia vazia: Rompimento de um contrato de locação feito pelo locador e despejo do inquilino sem necessidade de apresentar motivos para retomar o imóvel alugado. Aplica-se a contratos residenciais de 30 meses já vencidos ou descumpridos e também a locações que tenham mais de cinco anos consecutivos. Obriga o inquilino a desocupar o imóvel em até 30 dias. DFI: Sigla de Seguro de danos físicos ao imóvel. Direito de preferência: Direito concedido por lei ao inquilino de que seja oferecida primeiro a ele a compra do imóvel que ocupa. Dívida: Quantia que uma pessoa deve devolver a outra ou a uma instituição. Nos contratos de financiamento imobiliário, a dívida atualizada chama-se saldo devedor. E Encargo mensal: O que é obrigatório pagar mensalmente. Nos financiamentos imobiliários, o encargo é a parcela de amortização e os juros mensais pagos nas prestações somados às parcelas dos seguros MIP e DFI. Escritura: Documento autêntico de um contrato, como o de compra e venda, escrito por um tabelião ou oficial público e testemunhado por duas pessoas. O mesmo que instrumento público. Execução: Cumprimento de penalidades e sanções ou cobrança do que está previsto em contrato. Execução extrajudicial: Processo de aplicação das penalidades previstas em contratos sem recorrer à Justiça. A execução fica sob a responsabilidade de um agente fiduciário. Execução judicial: Processo que tramita na Justiça para aplicação das penalidades previstas em contratos. F FCVS (Fundo de Compensação das Variações Salariais): Fundo que pagava o saldo residual de contratos imobiliários assinados até 1993. FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço): Conta de poupança aberta pelo empregador em nome do empregado. Todo mês, o empregador deposita nela 8% do salário de seu funcionário. Essa conta rende 3% ao ano, mais a variação mensal da TR. O saldo poderá ser resgatado pelo empregado se for demitido ou quiser financiar a casa própria pelo SFH. Fiador: Pessoa que assume as obrigações (aluguéis, taxas, multas e correção) de outro, quando este deixa de cumpri-las. Financiamento imobiliário: Empréstimo concedido por instituições financeiras para custear a construção, a reforma ou a compra de um imóvel. H Habite-se: Autorização dada pela prefeitura para que se possa ocupar e utilizar um imóvel recém-construído ou reformado. A autorização só é emitida depois de o imóvel ter sido vistoriado por fiscais de obras (que comparam a construção com o projeto aprovado) e de serviços públicos (corpo de bombeiros, companhias de luz, gás, água e esgotos). Hipoteca: Colocação de bens imóveis e móveis (como aviões e navios) como garantia de pagamento de uma dívida. O devedor detém a propriedade e a posse do imóvel, que poderá ser tomado pelo credor por meio de execução judicial ou execução extrajudicial. I Imposto de transmissão: Chamado em uns municípios de Imposto de Transmissão de Bens Imóveis e em outros de Imposto de Transmissão Intervivos, é uma taxa proporcional ao valor de um imóvel ou direitos reais sobre bens imóveis, cobrada pela prefeitura toda vez que há alteração na propriedade. IPTU: Com nomes diferentes conforme o município do país Imposto Predial e Territorial Urbano, Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana e outras variações , é uma taxa baseada no valor venal do imóvel cobrada dos proprietários pela prefeitura. Inadimplência ou inadimplemento: Descumprimento de uma obrigação, como o pagamento de dívidas e prestações imobiliárias. Incorporador(a): Pessoa/empresa que contrata a construção de imóveis (apartamentos ou casas) em sistema de condomínio e os vende em prestações antes mesmo de estarem prontos, comprometendo-se por contrato a entregá-los dentro de prazo e condições determinados. Indexação: Ajuste de um valor de acordo com certo índice econômico - porcentagem que se aplica periodicamente ao valor para corrigir a moeda, garantindo seu poder aquisitivo. J Juro: Taxa percentual que é cobrada periodicamente sobre um valor e constitui o lucro do capital empregado (como em empréstimos) ou é paga sobre um valor depositado (como em investimentos bancários). Juro composto: Juro acrescentado a uma parcela que já contém outros juros, determinando novo patamar para o cálculo da parcela seguinte. Os juros compostos ou capitalizados são usados em praticamente todos os empréstimos, financiamentos e compras a prazo. Juro simples: Juro que é aplicado integralmente a uma quantia devida em determinado tempo. Veja taxa nominal e taxa efetiva. Juro de mora: Juro cobrado como multa por causa da mora (demora, atraso) no pagamento de uma dívida. São cobrados por dia de retardamento, às vezes independentemente da aplicação de outro percentual fixo de multa. Por exemplo: 10% após o vencimento mais juro de mora de 0,3% ao dia. L Laudêmio: Pagamento que o proprietário de um imóvel à venda deve fazer ao proprietário com direito real. É feito, por exemplo, na venda de imóveis que originariamente pertencem à União, como todos os que se localizam na orla marítima. Lei do Inquilinato: Nome popular da lei que regula as locações urbanas. A lei em vigor é a n.º 8.245, de 1991. Liquidação antecipada: Pagamento total de uma dívida antes do prazo fixado em contrato. Locação imobiliária: O mesmo que aluguel. Locador: Proprietário de um imóvel ou seu representante que aluga um imóvel a outra pessoa, o locatário. Locador é sinônimo de senhorio. Locatário: Pessoa que aluga um imóvel e paga o aluguel e outras taxas. Também chamado de inquilino. M Matrícula do imóvel: Número de registro do imóvel no cartório, o mesmo desde sua construção. Metro quadrado: Principal unidade (m2) de medida de área (superfície) e unidade-padrão do Sistema Internacional de Unidades. MIP: O mesmo que seguro de morte e invalidez permanente. Mora: Demora, atraso, retardamento na execução de uma obrigação. Quem não efetua um pagamento na data marcada está em mora. Também está em mora quem se recusa a receber um pagamento no prazo e da maneira estipulada. Multa: Penalidade imposta aos que não cumprem leis, regulamentos, contratos. Mutuante: Pessoa ou instituição que assina um mútuo emprestando a outra um bem fungível (que pode ser substituído por outro da mesma espécie e quantidade), como dinheiro, por exemplo. Mutuário: Aquele que recebe um bem fungível num contrato de mútuo. Mútuo: Contrato de reciprocidade pelo qual o proprietário (mutuante) transfere um bem fungível a outro (mutuário), que deve restituir o que foi emprestado em gênero, qualidade e quantidade. Os contratos de financiamento imobiliário são um exemplo de mútuo. O Ordem de despejo: Mandado da Justiça que obriga o inquilino a desocupar o imóvel em determinado prazo. P PCR (Plano de Comprometimento de Renda): Plano utilizado em financiamentos imobiliários que limita a no máximo 30% o emprego da renda familiar nas prestações. PES/CP (Plano de Equivalência Salarial por Categoria Profissional): Plano que estabelecia o reajuste de prestações de financiamentos imobiliários do SFH de acordo com o reajuste salarial concedido à categoria profissional do mutuário. Foi adotado de 1984 a 1993. Prestação: Pagamento a prazo para liquidar uma dívida. É também a própria quantia em dinheiro paga periodicamente. No caso dos financiamentos imobiliários, as prestações são compostas de uma parcela de amortização e outra de juros, mais as parcelas do seguro pessoal e do imóvel. Procuração: Documento registrado em cartório pelo qual uma pessoa concede a outra o poder de agir em seu nome em determinadas situações, como administrar um imóvel ou cobrar aluguéis. Proponente: Pessoa que apresenta na instituição financeira um pedido para obter financiamento. Q Quitação: O ato de quitar, pagar integralmente, uma dívida. É também a declaração de que a dívida foi inteiramente paga (recibo de pagamento, termo de quitação). Quórum: Número mínimo de pessoas necessário para realizar uma assembléia deliberativa, como numa assembléia de condôminos. R Reajuste: Aplicação de juro e correção monetária ao saldo devedor e ao encargo mensal, de acordo com o índice estipulado em contrato. Recebível: Certificados de recebíveis imobiliários. Securitização. Rescisão: Rompimento ou anulação de um contrato. Reserva de propriedade: Direito dado ao vendedor, em compromissos de compra e venda, de se manter proprietário do bem que está sendo vendido, até que o comprador cumpra as obrigações previstas no contrato. Revisional: O mesmo que ação revisional. S SAC: Sigla de Sistema de Amortização Constante. Sacre: Sigla de Sistema de Amortização Crescente. Saldo devedor: O que resta pagar de uma dívida. Nos financiamentos imobiliários, é reajustado mensalmente de acordo com o índice e a taxa de juro estipulados em contrato. Saldo residual: É o que resta a mais ou a menos de uma dívida quando vencido o prazo contratado. Se o saldo é negativo (por exemplo, -R$ 847), o mutuário pagou a mais e deve receber a quantia de volta. Se positivo, o mutuário pagou a menos (por erros de cálculo) e ainda deve ao credor. SAM (Sistema de Amortização Misto): Modo de cálculo de prestações de financiamentos que utiliza a média aritmética da prestação calculada pela Tabela Price e pelo Sistema de Amortização Constante. Securitização: Conversão de empréstimos bancários e outros ativos em títulos (securities, em inglês) para vendê-los a investidores. A instituição que fez o empréstimo vende-o a uma empresa securitizadora. Com lastro nesse crédito, a securitizadora emite "certificados de recebíveis imobiliários", ou simplesmente recebíveis, postos à venda para investidores. A securitização do crédito imobiliário pode ser feita quando a instituição financeira o concedeu de acordo com a lei n.º 9.514, que criou o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Seguro de danos físicos ao imóvel (DFI): Apólice obrigatória, junto com a de morte e invalidez permanente (MIP), quando se contrai financiamento com uma instituição financeira. O DFI, que cobre danos causados por incêndio, inundação etc., é pago em parcelas ao longo de todo o financiamento. Seguro de morte e invalidez permanente (MIP): Apólice obrigatória, como a de danos físicos ao imóvel (DFI), ao se contrair financiamento com uma instituição financeira. Se duas pessoas contraíram um financiamento imobiliário e uma delas morre, a companhia seguradora paga o saldo devedor proporcionalmente. Seguro-fiança: Seguro que substitui o fiador nos contratos de locação e garante o pagamento do aluguel e dos encargos. SFH: Sigla de Sistema Financeiro da Habitação. SFI: Sigla de Sistema Financeiro Imobiliário. Sinal: Quantia ou valor que o comprador entrega ao vendedor para assegurar a conclusão do negócio e com a função de primeira parcela. Sinônimo de entrada e arras. Sistema de Amortização Constante (SAC): Método de pagamento de uma dívida em que a parcela de amortização (um dos componentes da prestação) é constante e a parcela de juros, que incide sobre o saldo devedor, é decrescente ao longo do prazo de financiamento. Sistema de Amortização Crescente (Sacre): Método de cálculo e reajuste de prestações de financiamento, o Sacre é muito parecido com o Sistema de Amortização Constante. A diferença está no modo de aplicar a taxa referencial (TR) à fórmula que define a prestação, provocando a variação da amortização. Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI): Criado em 1997 pela lei n.º 9.514 (20/11/1997) como alternativa ao Sistema Financeiro da Habitação e à Carteira Hipotecária, o sistema autoriza a securitização dos créditos imobiliários e introduz a alienação fiduciária no mercado imobiliário. Sistema Financeiro da Habitação (SFH): Sistema criado em 21/8/1964 pela lei n.º 4.320, a fim de captar recursos para a área habitacional e financiar a construção e a compra da casa própria. Sistema Financeiro Nacional: Conjunto formado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), pelo Banco Central do Brasil, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pelo Banco do Brasil e pelas instituições financeiras públicas e privadas. Sistema Francês de Amortização: O mesmo que Tabela Price. T Tabela Price (TP): Método de cálculo das prestações de financiamentos que tem, como os outros sistemas, duas parcelas: uma de amortização e outra de juros. Ao longo do prazo de financiamento, a primeira aumenta, e a segunda decresce. A Tabela Price é também chamada Sistema Francês de Amortização. Taxa efetiva: É a taxa resultante da aplicação periódica do juro previsto na taxa nominal. Por exemplo, a uma taxa nominal de 12% ao ano, a taxa efetiva será de 1% ao mês. Como a aplicação desse percentual é feita mês a mês, juro sobre juro, a taxa total, no final de um ano, não será mais os 12% contratados, e sim 12,68%. Taxa nominal: É a taxa de juro firmada em contrato que se acrescentará às prestações. Nos contratos de financiamento imobiliário pelo SFH, por exemplo, a taxa nominal máxima é de 12%. Veja taxa efetiva. Terreno: Área onde serão construídas edificações ou que servirá para a agricultura ou a pecuária. É um bem imóvel, como as casas e os apartamentos. TP: Sigla de Tabela Price. TR: Taxa referencial, definida todo mês pelo Banco Central de acordo com a remuneração média das aplicações bancárias. É a referência para reajustes da caderneta de poupança e de diversos tipos de contrato e dívida, inclusive financiamentos imobiliários. Transmissão: Cada uma das transferências de propriedade, de direitos ou de obrigações entre pessoas ou por herança. U Usucapião: Aquisição de um imóvel por se estar de posse dele de dez a 20 anos, em diferentes situações legais. Usufruto: Direito dado a uma pessoa de usar um bem que não é seu e usufruir os frutos (aquilo que esse bem produz). Caso se trate de imóvel, o usufruto deve ser inscrito no Cartório de Registro de Imóveis. V Valor de mercado: Valor de compra e venda que um imóvel atinge na prática e que é atribuído por especialistas no setor. Valor venal: Valor atribuído pela prefeitura a cada imóvel, levando em conta sua metragem, localização, destinação e características. Literalmente, valor venal significa valor de venda. Vintenária: É a certidão emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis contendo o histórico do imóvel nos 20 anos anteriores. Z Zoneamento: Divisão de um município em zonas com características urbanísticas (destinação, tipo de construção e de atividade) específicas: residencial, comercial, mista (comercial e residencial), industrial, área de preservação cultural, de preservação de mananciais etc. Fonte: Folha de São Paulo
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Quais são as principais dicas para vi...
A compra de um imóvel na planta traz muitas vantagens. Porém, os problemas como azulejos mal-colocados, pintura com manchas e rachaduras na parede podem aparecer se a vistoria na hora da entrega não for feita com certos cuidados. As grandes construtoras disponibilizam lista com itens que devem ser verificados e marcam a vistoria, acompanhada por um engenheiro, que tira as dúvidas do proprietário. A vistoria antecipada é uma ferramenta legal para os envolvidos na negociação. Caso houver problemas aparentes no imóvel, depois de assinados os papéis, a construtora pode alegar que eles apareceram após a data de entrega.
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Como se previnir das promessas não cu...
Quando você vai comprar seu imóvel, milhares de promessas lhe são feitas, de forma verbal ou mesmo nos panfletos e propagandas, entretanto na hora da entrega do imóvel muitas não se concretizam. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que toda propaganda vincula o fornecedor. Daí a importância de colocar na proposta de compra e venda e no contrato de compra e venda, minuciosamente, tudo que fora prometido ou contratado, bem como guardar todas as propagandas, anotações e promessas feitas, de forma que não cumpridas, possam ser alvo de ação judicial específica para lhe exigir o cumprimento;
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Quais as Cláusulas abusivas prevista ...
Portaria nº. 4/98, as seguintes cláusulas: 1. estabeleçam prazos de carência na prestação ou fornecimento de serviços, em caso de impontualidade das prestações ou mensalidades; 2. imponham, em caso de impontualidade, interrupção de serviço essencial, sem aviso prévio; 3. não restabeleçam integralmente os direitos do consumidor a partir da purgação da mora; 4. impeçam o consumidor de se beneficiar do evento, constante de termo de garantia contratual, que lhe sejam mais favoráveis; 5. estabeleça a perda total ou desproporcionada das prestações pagas pelo consumidor, em benefício do credor, que, em razão de desistência ou inadimplemento, pleitear a resilição ou resolução do contrato, ressalvada a cobrança judicial de perdas e danos comprovadamente sofridos; 6. estabeleçam sanções em caso de atraso ou descumprimento da obrigação somente em desfavor do consumidor; 7. estabeleçam cumulativamente a cobrança de comissão de permanência e correção monetária; 8. elejam foro para dirimir conflitos decorrentes de relações de consumo diverso daquele onde reside o consumidor; 9. obriguem o consumidor ao pagamento de honorários advocatícios sem que haja ajuizamento de ação correspondente; 10. Impeçam, restrinjam ou afastem a aplicação das normas do código de defesa do consumidor nos conflitos decorrentes de contratos de transporte aéreo; 11. Atribuam ao fornecedor o poder de escolha entre múltiplos índices de reajuste, entre os admitidos legalmente; 12. Permitam ao fornecedor emitir títulos de crédito em branco ou livremente circuláveis por meio de endosso na apresentação de toda e qualquer obrigação assumida pelo consumidor; 13. Estabeleçam a devolução de prestações pagas, sem que os valores sejam corrigidos monetariamente; 14. Imponham limite ao tempo de internação hospitalar, que não o prescrito pelo médico".
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O que fazer em caso de diferenças de ...
É comum constar nos contratos de compra e venda, margens de tolerância na metragem dos imóveis. Entretanto, nunca vimos uma construtora errar em favor do consumidor, sendo, portanto uma cláusula abusiva e que pode ser anulada no Judiciário, devendo o consumidor exigir o abatimento no preço proporcional ao abatimento que a construtora fez no tamanho do imóvel.
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Garrafa de pinga
Uma vez um bêbado estava levando uma garrafa de pinga no bolso, ele levou um escorregão e caiu, a garrafa quebrou, nao sabendo disso começou a pensar: Ai meu DEUS tomara que seja sangue, tomara que seja sangue.
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Advogado Materialista
Um advogado estacionou seu Mercedes novo em folha na frente de seu escritório, pronto para mostrá-lo para seus colegas. Logo que ele saiu, um caminhão passou raspando e arrancou completamente a porta do lado do motorista. O advogado imediatamente pegou seu telefone celular, discou 190 e dentro de minutos um policial chegou. Antes que o policial tivesse uma oportunidade de fazer qualquer pergunta, o advogado começou a gritar histericamente. O Mercedes, que ele tinha comprado no dia anterior, estava agora totalmente arruinado e nunca mais seria o mesmo. Quando o advogado finalmente se acalmou, o policial agitou sua cabeça em desgosto e descrença. - Eu não posso acreditar no quão materialistas vocês advogados são! - ele disse - Vocês são tão focados em suas posses que vocês não notam mais nada. - Como você pode dizer tal coisa? - pergunta o advogado. O policial respondeu: - Você não está vendo que seu braço esquerdo está faltando do cotovelo pra baixo? Ele deve ter sido arrancado quando o caminhão bateu em você. - Meu Deus! - grita o advogado. - Onde está meu Rolex?
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O advogado e a blitz
Um advogado foi surpreendido por uma blitz em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse: - Por favor, posso ver sua habilitação? - Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos. - Você não tem habilitação??? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo. - Não o tenho, o carro é roubado. - Como é? O carro é roubado??? - Aliás, pensando melhor, quando fui guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta que acredito ser os documentos do carro sim. - Você tem uma arma em seu porta-luvas? - Claro, meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar o corpo no porta-malas; afinal, se não houvesse violência seria um furto e não um roubo. O guarda desesperado disse ao advogado: - Aguarde um minuto por favor. Nisto chamou o Capitão pelo rádio, relatando todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais em reforço ao local, os quais ao chegarem cercaram o carro e com suas armas em punho, exigiram que ele descesse do carro. Nisso, chega o Capitão ao advogado e diz: - Posso ver sua habilitação? - Claro, aqui está, diz o Advogado, entregando-a ao Capitão. - O veículo é seu? - Sim, Senhor. Aqui estão os documentos. - Por gentileza, abra seu porta-luvas lentamente. O advogado abriu o porta-luvas, que estava vazio. O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido, onde se averiguou também estar vazio. Então o Capitão, indignado, disse ao Advogado: - Eu não entendo, o guarda que o abordou chegou para mim e disse que o Senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o Senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas... No que diz o advogado, com cara de espanto: - Olha que mentiroso, aposto que disse também que estava trafegando em excesso de velocidade.
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A promessa
E lá ia o sujeito atravessando a ferrovia quando, de repente, seu pé fica preso no vão de um dos trilhos. Gemendo de dor, ele vira daqui, torce dali e nada do pé se soltar. Nisso ele ouve o apito de um trem se aproximando. - Ai, Meu Deus! Me ajude! - diz ele, apavorado. Puxa o pé com toda força e... nada! E ouve outra vez o apito. - Meu Deus, por favor! - pede ele, com os olhos lacrimejantes. - Me ajude a tirar o meu pé que eu prometo que vou na missa todos os domingos. Puxa de novo e nada! E o trem apita, novamente, cada vez mais próximo. - Por favor, Senhor! Se Você me ajudar a me livrar dessa, prometo que nunca mais vou colocar uma gota de álcool na boca! Força mais um pouco e nada do pé sair! Agora, além do apito, ele já podia sentir o trilho tremendo. Desesperado, começou a berrar: - Senhor! Por favor! Me ajude e eu prometo que nunca mais vou transar com ninguém! De repente, ele puxa e o pé se solta. Segundos depois, o trem passa a toda velocidade. - Ufa! - fez ele. E levantando a cabeça: - Deus, não precisa mais se preocupar, eu consegui me soltar sozinho!
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Construtora pagará R$ 150 mil por mor...
Acordo também exige adequações em obras da Copema; dinheiro será revertido a duas entidades da cidade. A construtora Copema comprometeu-se com o Ministério Público do Trabalho (MPT) a adotar medidas de segurança em suas obras e pagar R$ 150 mil reais de indenização, após acidentes e a morte de um operário em empreendimentos da empresa, em Ribeirão Preto. O dinheiro será revertido às entidades filantrópicas Cantinho do Céu e APAE, ambas da cidade e vai ser quitado em 15 meses, começando em abril. Em caso de atraso no depósito o valor dobra. O Termo de Ajuste de Conduta (TAC), assinado com o MPT, exige também que a construtora instale plataformas nas lajes, telas e proteções nos locais com risco de quedas, além de portas nos elevadores que impeçam a abertura quando a máquina não estiver no andar. No TAC, a Copema se compromete a fornecer para seus funcionários itens de segurança, banheiros com chuveiros e local adequado para refeições. Caso as exigências não sejam cumpridas a multa é de R$ 10 mil por cláusula, acrescida de R$ 500 por trabalhador lesado. O Caso O MPT abriu inquérito contra a Copema em agosto de 2011 quando um dos operários da empresa foi vítima de acidente de trabalho. Em outubro do mesmo ano, um trabalhador da construtora morreu após cair no fosso do elevador do nono andar de um prédio na zona sul de Ribeirão Preto. Em janeiro deste ano, na mesma obra, dois homens ficaram feridos ao serem atingidos por um pedaço de concreto. Os operários estavam no 12º andar da obra, quando o objeto caiu de um dos pisos superiores. O prédio possui 34 andares. Outro lado Em nota, a Copema informou que fornece itens de segurança e cumpre as normas trabalhistas, de segurança e de medicina do trabalho. A construtora disse que treina seus funcionários e que não reconhece "possuir qualquer tipo de responsabilidade pelos eventos que ensejaram a instauração do Inquérito Civil". Veja Mais
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Linha 4 valoriza imóveis e Metrô-SP q...
A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) pretende cobrar a Prefeitura e a iniciativa privada pela valorização que provoca ao inaugurar novas linhas e estações. A empresa concluiu o primeiro estudo que mostra o impacto nos valores dos imóveis no entorno da Linha 4 - Amarela e apontou uma alta média de 30%. Com os dados em mãos, o objetivo é exigir do poder público parte do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e também a construção de moradias sociais nessas áreas. Desde 2006, o Metrô analisou 6.049 apartamentos ao longo do ramal, a partir da Luz, no centro, até a Vila Sônia, na zona sul. A ideia era fazer um mapeamento detalhado da valorização, para quantificar o desenvolvimento trazido pela linha - e cobrar contrapartidas dos beneficiados pelos investimentos a fim de reverter em melhorias na rede. "O objetivo é que parte da valorização vá para a companhia. Estamos criando um modelo que será utilizado em todas as linhas quando for finalizado", disse a pesquisadora Marise Rauen Vianna, integrante da Coordenação de Estudos de Impactos Urbanos, Sociais e de Desenvolvimento do Metrô. "O valor das unidades próximas das estações inauguradas está sendo checado. E a pesquisa continuará dentro de um ano, quando faremos outra medição perto das novas estações. Um novo indicador será criado, para buscar a real valorização trazida pelo metrô." ''Tendência'' O Metrô informou, por meio de nota, que esse estudo segue padrões internacionais e se trata de um trabalho para entender a evolução da dinâmica imobiliária e a variação do uso e ocupação no entorno da Linha 4 - Amarela. "Este estudo segue uma tendência mundial, com o objetivo de obter benefícios à Companhia do Metropolitano para a expansão da malha, diante da mudança do perfil de uso e ocupação do solo no entorno do empreendimento." A companhia afirma, no entanto, que o estudo ainda é preliminar e "por hora, não norteia nenhuma ação da Companhia". A Prefeitura informou que está avaliando a proposta do Metrô e por enquanto não vai se manifestar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Censo vai reavaliar casas ‘vazias’ na semana que vem Parceria para centro tem duas interessadas Índice Nacional da Construção Civil varia 0,35% em setembro Para facilitar a sua vida O que vale é debater Termo regulariza terras na Barra Vai comprar imóvel? Aproveite e almoce Veja Mais
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João de Barro - O arquiteto
Vemos em muitos lugaresninhos do oleiro João-de-barro; mostro aqui essa peculiaridade num ninho que foi construído junto à uma janela do prédio onde moro, após a obtenção de cerca de 600 fotos. Clique aqui para ver os Slides
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Não se Meta na Minha Vida
Sê, em vez de sarcedote, tivesse optado por ser pai de família, o que diria ante a exclamação impertinente de meu filho ou filha? “Pai, Mãe não se metam na minha Vida! Para ver slides clique aqui...
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Uma Mente e dois Cérebros
Temos dois Cérebros. Um "faz nosso Trabalho". O outro se encarrega de gerar idéias criativas que não tem nada que ver com o trabalho... Clique aqui para ver os slides
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Lição dos animais para os humanos..
Abracemos esta idéia de sermos um pouco menos humano (pelo menos o padrão de humano que hoje vivemos); e procuremos em nosso dia a dia ser cada vêz mais "ANIMAL" . Clique aqui para ver slides
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Em qualquer situação podemos contribu...
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O Tempo
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O Menestrel
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No solidário fica mais fácil pra todos.
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Nasa descobre planetas gigantes fora ...
O telescópio Kepler, da Nasa, detectou pela primeira vez desde que entrou em operação cinco planetas fora do nosso Sistema Solar. O tamanho dos planetas varia de um raio quatro vezes maior do que o da Terra até planetas muito maiores do que Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. O telescópio, que foi lançado no ano passado para procurar planetas com características semelhantes às da Terra, fez as descobertas poucas semanas depois de entrar em funcionamento. A agência espacial americana afirma que as descobertas mostram que o telescópio está funcionando bem e tem alta sensibilidade. Os novos planetas receberam os nomes Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b e foram anunciados em um encontro da Sociedade Astronômica Americana (AAS, na sigla em inglês), em Washington, a capital dos Estados Unidos. Todos os planetas circulam muito proximamente às suas estrelas principais – seu sol – seguindo órbitas que variam ente 3.2 até 4.9 dias. Esta proximidade e o fato de suas estrelas principais serem muito mais quentes do que o nosso sol significa que os novos planetas tem temperaturas extremamente elevadas, estimadas entre 1.200ºC e 1.650º C. Densidade intrigante “Os planetas encontrados são todos mais quentes do que lava derretida; eles simplesmente brilham de tão quentes”, disse Bill Borucki, o cientista da Nasa que lidera a missão do Kepler no centro de pesquisas Ames, em Moffett Field, Califórnia. “De fato, os dois maiores são mais quentes do que ferro fundido e olhar para eles é como olhar para uma fornalha. Eles são muito brilhantes por si só e, certamente, não são lugares para procurarmos vida.” O Kepler 7b vai intrigar muitos cientistas. Este é um dos planetas de mais baixa densidade já encontrado fora do sistema solar (cerca de 0,17 gramas por centímetro cúbico) já descoberto. Segundo Borucki, a densidade média deste planeta é equivalente a do isopor, e os cientistas devem se deliciar em estudá-la para tentar entender sua estrutura. O Kepler foi lançado da estação espacial de Cabo Canaveral em 6 de março do ano passado. Ele está equipado com a maior câmera já lançada ao espaço. A missão do telescópio é observar mais de 100 mil estrelas de forma contínua e simultânea. Ele percebe a presença de planetas ao observar variações de sombra quando um desses planetas passa em frente ao seu sol. Mundos de água Os detectores do Kepler têm sensibilidade extraordinária – segundo a Nasa, se o telescópio fosse voltado para uma pequena cidade na Terra, à noite, seria capaz de detectar a luz automática na entrada de uma casa quando alguém passa por ela. A Nasa espera que tamanha sensibilidade leve à descoberta de planetas não apenas de tamanho semelhante ao da Terra, mas que orbitem em torno de seus sóis a uma distância mais favorável à existência de vida, onde haja também potencial existência de água em sua superfície. Os cientistas da missão disseram no encontro da AAS que o Kepler mediu a existência de centenas de possíveis planetas, mas são necessárias mais investigações para estabelecer sua real natureza. Os cientistas advertiram ainda que podem se passar anos até que seja confirmada a existência de planetas semelhantes à Terra, mas enquanto isso, as descobertas do Kepler vão ajudá-los a melhorar suas estatísticas sobre as distribuições dos tamanhos dos planetas e períodos de órbita. A existência dos planetas identificados primariamente pelo telescópio Kepler foi confirmada por telescópios baseados na Terra, entre eles o Keck I, no Havaí. BBC Brasil - 05/01/10
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Telescópio espacial Hubble completa 2...
Em duas décadas, equipamento revolucionou pesquisas astronômicas. Aparelho já registrou mais de 500 mil imagens do Universo. Clique aqui...
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Veja imagens da maior estrela descobe...
Astrônomos britânicos descobriram o que se acredita ser a estrela de maior massa do universo. De acordo com os cientistas, a massa atual do astro é 265 vezes maior que a do Sol e a luminosidade cerca de 10 milhões de vezes mais intensa. Usando o Telescópio Extremamente Grande, no Chile, da ESO (Organização Europeia para a Investigação Astronômica no Hemisfério Sul, na sigla em inglês) e informações de arquivo capturadas pelo telescópio espacial Hubble, da Nasa (agência espacial americana), a equipe liderada pelo astrofísico Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, calculou que a massa da estrela gigante teria sido 320 vezes maior que a do sol no momento de sua formação, ou seja, pelo menos o dobro da massa da maior estrela já encontrada. A estrela, batizada de RMC 136a1, faz parte do agrupamento de estrelas jovens RMC 136a. Os astrônomos também encontraram outras estrelas imensas no agrupamento NGC 3603. Ambos agrupamentos estelares foram apelidados de "fábricas de estrelas", já que novos astros se formam constantemente a partir da extensa nuvem de gás e poeira das nebulosas. O NGC 3603 fica a 22 mil anos-luz do sol, na Nebulosa da Tarântula, e o RMC 136a fica em uma galáxia vizinha à nossa, a Grande Nuvem de Magalhães, a 165 mil anos-luz de distância. Segundo o artigo publicado na revista científica "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society", a expectativa é de que estrelas colossais como as encontradas existam apenas durante alguns milhões anos, antes de explodirem. A existência de estrelas como essas, afirmam astrônomos, era mais comum no início do universo. Embora a R136a1 seja a estrela de maior massa já encontrada, outras estrelas menos densas e com diâmetros maiores que a dela já eram conhecidas pelos astrônomos. PLANETAS Ainda segundo os cientistas, é pouco provável que alguma dessas estrelas venha a ter planetas orbitando a seu redor, já que demoram mais tempo para serem formados que a "curta" vida das estrelas. Muitas das estrelas observadas têm temperatura superior a 40 mil graus Celsius --mais de sete vezes superior à temperatura do Sol-- além de serem dezenas de vezes maiores e milhões de vezes mais brilhantes que o astro. "Ao contrário dos humanos, essas estrelas nascem pesadas e vão perdendo peso ao envelhecer", disse Crowther. "Com um pouco mais de um milhão de anos, a estrela mais extrema, a RMC 136a1 já está na meia idade e passou por um programa intenso de emagrecimento, perdendo mais de um quinto de sua massa inicial neste período, ou mais de 50 massas solares." Se a RMC 136a1 substituísse o Sol em nosso Sistema Solar, "a sua grande massa reduziria a duração de um ano na Terra para apenas três semanas e banharia o planeta em uma radiação ultravioleta incrivelmente intensa, tornando a vida impossível em sua superfície", afirma Raphael Hirschi, da Universidade de Keele, integrante da equipe. Estrelas como essas são extremamente raras e se formam apenas nos agrupamentos estelares mais densos. Se houvesse algum planeta dentro do agrupamento RMC 136a, o céu nunca escureceria, já que a densidade de estrelas na região é 100 mil vezes maior do que em torno do Sol e muitas delas são extremamente brilhantes. A descoberta ainda confirmou a hipótese anterior dos astrônomos, de que há um tamanho máximo para estrelas, e a RMC 136a1 levou os cientistas a estenderem este limite. BBC Brasil 21/7/2010
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Telescópio espacial mostra luz mais a...
A luz – chamada de radiação de micro-ondas cósmica de fundo – é associada ao chamado big bang, a grande explosão na qual os cientistas acreditam que o universo foi criado, há cerca de 14 bilhões de anos. A parte central da foto é dominada por grandes porções da nossa galáxia, a Via Láctea. A linha horizontal brilhante atravessando a imagem é o eixo principal da galáxia. É nessa região que se formam hoje a maioria das estrelas da Via Láctea, mas como a foto registra apenas luz com comprimentos de onda longos (invisíveis ao olho humano), o que vemos na realidade não são estrelas, e sim o material do qual elas são feitas, poeira e gás. Mas a foto também mostra, em magenta e amarelo, a radiação cósmica de fundo. Formada 380 mil anos após o Big Bang, essa radiação de calor só pôde circular pelo espaço quando um resfriamento no Universo pós-Big Bang permitiu a formação de átomos de hidrogênio. Os cientistas dizem que, antes desse estágio, o cosmos era tão quente que matéria e radiação estavam "fundidas". O Universo, seria, então, opaco. Rascunho Os instrumentos do Planck podem detectar variações de temperatura nessa radiação antiga que auxiliam a compreensão da estrutura do Universo no momento de sua formação e que são uma espécie de rascunho de tudo o que se sucedeu depois. Foram necessários mais de seis meses para que o telescópio espacial conseguisse montar o mapa. O Planck, lançado ao espaço em maio do ano passado, já está montando uma segunda versão do mapa. A idéia é que ele faça pelo menos quatro versões. Os cientistas vão precisar de tempo para analisar todas as informações e avaliar suas implicações. A divulgação formal de imagens completas da radiação cósmica de fundo e de análises científicas sobre elas não deve acontecer antes do fim de 2012. Segundo os pesquisadores, as informações coletadas constituem um banco de dados extraordinário, que os ajudará a compreender melhor como o Universo adquiriu a aparência que tem hoje. "É uma foto espetacular, uma coisa linda", disse à BBC Jan Tauber, um dos cientistas da missão Planck. BBC Brasil 5/7/2010
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Mercado imobiliário aponta para retom...
De acordo com Arilton Teixeira, com o aquecimento do mercado imobiliário, a geração de emprego pode ser afetada positivamente no setor de construção civil. Com a queda da taxa de juros e da inflação, o cenário econômico brasileiro aponta para um aquecimento que pode significar uma retomada do crescimento até o fim de 2017. Pelo menos é a análise realizada pelo economista chefe da Apex Partners, Arilton Teixeira. Para o economista, o cenário macroeconômico brasileiro deve se tornar favorável para o mercado imobiliário e levar a economia brasileira a um "ciclo virtuoso". "Durante 3 anos o PIB tem caído, começou no segundo trimestre de 2014, e vem caindo. Contudo caía de forma crescente e agora cai de forma decrescente. Neste cenário, o que fizemos foi olhar o estoque de imóveis a venda", explicou. Ao fazer a análise, o economista encontrou um bom momento para lançamentos de imóveis, "porque quando a economia estiver restabelecida, teremos imóveis no mercado. Fizemos inclusive um evento para mostrar isso", detalhou Teixeira. Mas, para que o movimento aconteça de maneira positiva, o economista determina algumas condicionantes, como a discussão relativa às reformas que tramitam no congresso. "Essas reformas equalizariam os meios público e privado. Frear isso prejudica a economia como um todo", diz. Mais empregos O ciclo virtuoso citado pelo economista diz respeito aos impactos que o crescimento do mercado de imóveis causam, como o aumento direto dos empregos no setor de construção civil, um dos que mais movimenta mão de obra no cenário brasileiro e principalmente capixaba. "As empresas querem lançar novos negócios, investidores desejam financiar isso. Muita empresa guardou projetos. O setor de construção civil gera muito emprego, ele é intensivo em mão de obra, o que é excelente para retirar os desempregados da rua", finaliza.
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É possível decorar imóveis alugados c...
Decore seu imóvel alugado com baixo investimento. É possível deixar um imóvel alugado com a cara do morador sem gastar muito. O segredo é investir nos detalhes e nas cores. Pintura, papéis de parede, iluminação, novos estofamentos e almofadas são capazes de transformar um ambiente com um investimento mais baixo. Segundo a arquiteta Adânia Milan Porfírio Horta, diretora de Vendas e Marketing da Piramid Imóveis, a saída para o inquilino que não quer desembolsar um valor alto está na personalização. A arquiteta aponta a escolha dos móveis como uma boa alternativa para mudar os ambientes. “Dar preferência àqueles sem medidas específicas (não planejados) é uma boa opção, pois no caso de mudança eles podem ser adaptados a outro imóvel”, afirma a especialista. Para quem se dispuser a fazer pequenas reformas, a sobreposição de pisos é indicada. O método renova o ambiente em um período curto de obra e a baixo custo. “O mercado já oferece uma argamassa própria para colocar piso sobre piso e um porcelanato especial, ultrafino, desenvolvido especialmente para isso”, conta. Na escolha das cores, a arquiteta orienta trabalhar com o branco nas paredes e abusar das mais intensas nos detalhes. “A decoração não é efêmera como a moda, por isso, as cores devem ser pautadas no objetivo que se busca no projeto. De todo modo, seguindo as tendências de 2017, o mercado está apostando em tons que fogem do lugar comum e ganham novos usos, como alguns tipos de azul, verde, amarelo e rosa”, finaliza.
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10 Truques para organizar uma cozinha...
Ideias para ampliar espaços e aproveitar cada canto da sua cozinha Projeto do arquiteto Carlos Verna (Foto Marcelo Magnani/Casa e Jardim) Manter a cozinha organizada é um desafio dos mais complicados. Potes, panelas, acessórios, eletrodomésticos e muitas outras peças acabam sendo distribuídas em poucas gavetas e armários. Resultado: muita bagunça e pouca praticidade, ainda mais quando o dia a dia é corrido e acaba sobrando pouco tempo para cuidar da casa. Por isso listamos 10 dicas profissionais para ajudar a resolver esse problema. Confira: 1. Modo de usar O primeiro passo é pensar na maneira como você utiliza o espaço. Cozinha bastante? Recebe amigos? Passa bastante tempo no ambiente? Assim fica mais fácil definir o que precisa ficar a mão, o que pode ser guardado e o que pode ser doado. 2. Acessibilidade Faça uma lista dos materiais que você mais utiliza e coloque-os em destaque no ambiente. Priorize a facilidade de pegá-los e guardá-los. 3. Cada um no seu lugar É hora de retirar tudo o que não precisa estar guardado ali! Remédios, materiais de escritório, de limpeza... O lugar deles não é na cozinha! 4. Organização dos itens As peças mais utilizadas devem ficar ao alcance dos olhos. São elas: pratos, copos e tigelas. Os potes devem ocupar os espaços baixos do armário e os eletrodomésticos usados com menos frequência, como máquina de pão, por exemplo, as prateleiras mais altas. 5. Gabinetes Esse tipo de móvel é excelente para organizar os utensílios de cozinha. Lembre-se de usar as primeiras gavetas para as peças mais utilizadas no dia a dia. Dica: um vaso de cerâmica ou uma moringa em cima do gabinete traz mais charme ao ambiente. 6. Cores Aposte no monocromático! Usar cores da mesma paleta traz sensação de amplitude aos espaços. Além disso, a combinação confere um ar de limpeza à cozinha. 7. Espaços verticais Em cozinhas pequenas, é fundamental aproveitar todos os espaços, incluindo os verticais. Que tal apostar em nichos de vidro nas paredes? Para quem gosta de inovar, uma boa ideia é transformar as laterais da geladeira em imã para receber algumas ferramentas. 8. Estilo industrial Se a sua cozinha é realmente mini, aposte em um gabinete com rodinhas. A peça pode ser levada facilmente de um lado para outro e até servir de ilha. Vai receber amigos? Deixe o móvel na sala. Outra dica é investir em um que possa também servir de barzinho. 9. Despensa A limpeza da despensa faz parte de um cozinha organizada. Uma solução é agrupar os alimentos por tipo e guardá-los em potes. 10. Estante Ainda falta espaço? Um armário a mais pode não ser a solução ideal. Que tal apostar em uma estante ou prateleiras?Fonte: Revista Casa e Jardim
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5 formas em alta de decorar com tapetes
Os tapetes têm o poder de inserir um ar de sofisticação e conforto aos ambientes. Reunimos 5 diferentes decorações utilizando tapetes, que estão sendo muito usadas ultimamente. Confira as dicas: 1. Casamento perfeito Nem sempre tapete e cadeira funcionam bem juntos. Para garantir o sucesso da dupla, escolha um modelo fino e sem pelos para que ele não se enrosque nos pés dos móveis. No projeto de Adriana Valle e Patricia Carvalho, o patchwork de kilins (Carminatti Kilim) ainda veste praticamente o piso todo da sala de jantar. 2. Textura em camadas Na casa dos norte-americanos Christine e Steven Visneau, o living ganhou uma sobreposição de tapetes. Por baixo, o modelo de fibras naturais funciona como uma moldura para o tapete de lã (Overstock). Esse é um ótimo jeito de ampliar um tapete pequeno ou colocar em uso uma peça vintage. 3. Pode pegar chuva? Pode sim! Graças aos avanços tecnológicos, já existem tapetes que você pode deixar ao ar livre sem medo de ser feliz. Este é de corda de poliolefina, fabricado pela grife italiana Paola Lenti, e deixa o pátio com cara de sala de estar. Chique que só. 4. Another rug on the wall Esqueça as salas de museu: a tapeçaria retorna às paredes das casas, agora em versões gráficas. Marcel Wanders, diretor de arte da marca holandesa Moooi, sabe bem disso e aposta na profusão de flores do modelo Malmaison Guimauve, desenho da Maison Christian Lacroix (2,5 m de diâmetro, 2 299 euros). 5. Juntos, são mais fortes O projeto ganhou tapetes da Oka Design na sala e no quarto. O truque, que usa modelos da mesma estampa nos dois espaços, delimita os ambientes e dá unidade visual ao todo. Clique aqui e confira mais dicas de decoração.
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Após ano difícil, crédito imobiliário...
Para o mercado de crédito imobiliário, 2017 está mais para o ano dos primeiros sinais de reação do que o da grande virada. A expectativa do setor é que o financiamento imobiliário com base em recursos da poupança cresça 5% neste ano, totalizando R$ 49 bilhões, puxado pela venda de imóveis de valores mais baixos, entre R$ 300 mil e R$ 400 mil, segundo Gilberto Abreu, presidente da Abecip, a entidade que reúne as empresas do setor. A pequena reação deve interromper um período difícil para este tipo de financiamento, que caiu 38,3% em 2016, para um total de R$ 46,6 bilhões. Mas mesmo confirmada a projeção, 2017 pode se confirmar como o segundo pior ano para o setor desde 2009, quando R$ 34 bilhões foram emprestados, atrás apenas do ano passado. "Não é o ano em que vamos ver a retomada forte", disse Abreu, em entrevista a jornalistas. Segundo ele, é pouco provável que o setor volte, mesmo em um prazo mais longo, a alcançar os R$ 113 bilhões em crédito com recursos da poupança atingidos em 2014. Mas o fundo do poço, disse, finalmente foi atingido no ano passado. Em unidades, foram 199,7 mil imóveis financiados em 2016, redução de 41,5% em relação ao ano anterior. O ano ruim também se refletiu nos preços. Indicador da Abecip que cobre nove capitais e reúne mais de 1,5 milhão de imóveis indica que os preços nominais dos imóveis registraram queda média de 2,47% em 12 meses até novembro passado. Em São Paulo, a queda foi de 2,64% e, no Rio, chegou a 3,75%. O maior recuo foi registrado em Salvador, onde os preços de imóveis caíram 3,98% no período. A projeção de leve melhora para 2017 é embalada por juro mais baixo e pela expectativa de um cenário econômico menos desafiador. Marcelo Michaluá, presidente da RB Capital, avalia que a queda esperada de até 4 pontos percentuais para a taxa Selic em 2017 muda a expectativa sobre o custo do dinheiro, elevando a disposição das famílias de comprometer renda com financiamento imobiliário. Segundo Abreu, mais que os cortes realizados na taxa Selic, o importante para o setor é olhar a tendência dos juros, que é declinante. Segundo ele, a taxa implícita nos contratos com vencimento em até cinco anos é hoje de 11,40%. No início do ano passado, estava em 16,62%. Outro ponto positivo, diz Michaluá, é que a queda do juro faz com que a poupança também volte a ser opção de investimento, recuperando o funding dos empréstimos feitos à classe média. A poupança sofreu resgates líquidos de R$ 31,2 bilhões em 2016, número inferior ao registrado em 2015, quando os saques líquidos somaram R$ 50,1 bilhões. Para Abreu, o movimento seria um sinal de que o piso foi atingido e que 2017 pode se confirmar como o ano em que a poupança voltará a ser um produto atrativo. Para Luiz França, conselheiro da Tecnisa e presidente da França Participações, os números de dezembro já refletem uma melhora do cenário econômico de forma geral. No último mês de 2016, o crédito com recursos da poupança cresceu 35,2% sobre novembro, totalizando R$ 5,38 bilhões o melhor resultado do ano. Menos otimista, Marcelo Prata, fundador do Canal do Crédito plataforma que compara linhas de financiamento imobiliário afirma que os números do mercado de imóveis usados dão pistas de que a recuperação do crédito será mais lenta do que o esperado. "Comprar um imóvel usado é resultado de uma decisão que foi tomada no momento atual, é uma fotografia. Por isso, o mercado de usados é um indicador de tendência de comportamento de quem pensa em comprar um imóvel", afirma. Dados da Abecip indicam que, entre as aquisições financiadas em 2016, as voltadas para imóveis usados caíram 41%, para R$ 13,7 bilhões, enquanto o volume financiado para os novos caiu menos, 30%, para R$ 22,3 bilhões. Com relação aos juros, Prata lembra que, na época de alta do mercado imobiliário, qualquer mexida no juro ajudava parcela da população que ainda não tinha imóvel. "Mas como hoje a demanda não é a mesma, não adianta depositar no juro a expectativa de incentivar a indústria", diz o especialista, para quem confiança do consumidor, emprego e renda serão os motores do crédito imobiliário daqui para frente. "É um problema de demanda e não de oferta.” Entre as preocupações do setor, a questão que envolve os distratos é, sem dúvida, a mais relevante. Nos casos de cancelamentos da compra de imóveis, a Abecip é favorável à cobrança de multa com base no valor do imóvel e não no valor já pago pelo tomador. Se o ato gerou custos não reembolsáveis ao incorporador, disse Abreu, é preciso que isso seja operacionalizado sob pena de prejudicar quem comprou o imóvel e conta com a entrega. Michaluá lembra que o cancelamento da compra de um imóvel é hoje uma opção relativamente barata e também assimétrica. "O comprador adquire uma unidade, paga cerca de 20% a 30% do valor do imóvel durante o período de construção, mas recebe de 80% a 90% desse valor pago. É uma opção barata para ele, mas que causa uma exposição de caixa extraordinária para o incorporador." Do lado daquilo que continua indo bem para o setor, o segmento de crédito voltado à baixa renda é destaque, ao seguir competitivo com relação ao aluguel e passar por um de seus "melhores momentos", diz Abreu. Os desembolsos de crédito imobiliário com recursos do FGTS, que englobam o programa Minha Casa, Minha Vida, somaram R$ 64 bilhões em 2016, alta de cerca de 18% sobre 2015. Com base no orçamento do FGTS, a expectativa é de queda de 1,5% neste ano.
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Consórcio: uma alternativa para plane...
O ano começa com muitas metas e objetivos a serem alcançados. Seu objetivo em 2017 é ter o seu apartamento? Nesta matéria você vai descobrir uma série de informações sobre consórcio imobiliário: uma alternativa para você alcançar o seu sonho.Quando você assume a intenção de comprar um imóvel, opiniões não faltam a respeito, principalmente com relação à experiência que um amigo, familiar ou mesmo que o próprio vendedor já tiveram. Porém, a verdade é que, mesmo no mundo dos negócios, nem sempre o que é bom para o outro será necessariamente para você – e no consórcio imobiliário não é diferente.De antemão, arriscamos dizer que se você está em busca de uma casa ou apartamento porque pretende se casar nos próximos meses, necessita de mais um quarto ou mesmo se mudar com urgência, o consórcio pode não ser a opção mais indicada. Mas se você não tem urgência para comprar um imóvel e já quer começar a pagar aos poucos, sem juros, com chances de contemplação a qualquer momento, esse artigo é para você.Existem dois perfis que lideram o topo da lista de adeptos ao consórcio de imóveis – aqueles que não possuem urgência para se mudar ou não tem disciplina para poupar o dinheiro destinado a compra.No Brasil, já passamos da marca de 7 milhões de consórcios vendidos e 1 milhão de consorciados contemplados. Apesar dos muitos rumores, o consórcio tem se firmado como uma opção interessante para quem não se enquadra ou não quer arcar com os juros de um financiamento imobiliário.Como funciona?Em linhas gerais, o consórcio de imóveis, assim como os demais, é a união de pessoas físicas ou jurídicas que tem como objetivo se autofinanciar através de uma poupança administrada por terceiros.Para adquirir uma carta de crédito, você deve assinar um Contrato de Adesão, onde estarão estabelecidas as regras que conduzirão o negócio contratado, como: valor do crédito, prazo, valor das prestações, reajuste, condições de contemplação, taxas, direitos e obrigações do consorciado, da administradora, entre outros.Ao aderir o consórcio, o consorciado deverá contribuir mensalmente com o valor da parcela acordada que será incluso em um fundo comum a todos os participantes. Como funciona a contemplação?A cada mês, todos os participantes do grupo concorrem, em igual condição, aos sorteios para a contemplação. O número de sorteados irá variar de acordo com a administradora e também com o tamanho do grupo – quanto mais pessoas, mais dinheiro arrecadado e consequentemente, maiores as chances de serem contemplados mais de um participante por vez.Os sorteios são realizados através de reuniões denominadas assembleias, onde além deles, os consorciados também podem ser contemplados através dos lances: • Lance Fixo: Quando é ofertado mensalmente 20% do valor do saldo devedor, sendo contemplado aquele que, entre todos que ofertarem, possuir a cota mais próxima da última sorteada;• Lance Livre: Quando o consorciado utiliza do próprio recurso para efetuar o lance e quando contemplado, a porcentagem oferecida é abatida no valor das parcelas ou na quantidade de meses a pagar. Será considerado vencedor, aquele cujo valor ofertado representar o maior percentual em relação ao grupo. • Lance Embutido: Quando o consorciado utiliza até 50% do valor do próprio crédito para o lance e o percentual é abatido no valor da carta, após a contemplação. O vencedor será aquele que assim como no lance livre, ofertar o maior percentual.A primeira assembleia ocorre apenas quando o grupo possuir o número mínimo de cotas vendidas, a partir daí, elas são realizadas mensalmente e o consorciado pode acompanhar os resultados pela área do cliente.O consórcio de imóveis possui um grande diferencial, ser uma alternativa de crédito sem juros, porém, como mencionamos anteriormente, todos os grupos são dirigidos por uma empresa administradora regulamentada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil (BCB).Essa administradora tem como função, cuidar da aplicação financeira dos valores recebidos, vender as cotas, organizar as assembleias, manter a comunicação com os participantes e tratar os inadimplentes, por isso, além do valor da parcela, o consorciado fica obrigado a arcar com as taxas de administração, fundo de reserva e seguro de vida. • Taxa de Administração: Varia de 16 a 18% de acordo com o valor do crédito e do prazo escolhido.• Fundo Reserva: Corresponde a 5% do valor da carta de crédito dividido pelo número de meses do plano contratado. O fundo reserva é designado para cobrir qualquer insuficiência do fundo comum e despesas de cobrança em caso de retomada do bem. O saldo final desse fundo é rateado entre as cotas ao fim do prazo estabelecido.• Seguro de Vida: Única taxa opcional, o seguro corresponde a 0,3863% do valor inicial total atualizado da dívida. É cobrado a partir da segunda parcela e tem cobertura por morte e invalidez total ou permanente, que permite ao consorciado a segurança da quitação não deixando ônus aos seus familiares.É possível utilizar o FGTS para os lances?O FGTS pode ser utilizado para o pagamento das prestações, quitação ou amortização do saldo devedor, porém, o recurso só pode ser utilizado após a aquisição do imóvel. Além disso, para a utilização do FGTS, a cota de consórcio para a aquisição do imóvel deverá estar em nome do trabalhador, titular da conta vinculada a ser utilizada.Em quais situações posso utilizar a minha carta de crédito?• Aquisição de Imóvel Comercial Novo ou Usado;• Aquisição de imóvel misto (residencial e comercial, que possui uma única matrícula no Cartório de Registro de Imóveis);• Aquisição de imóvel rural, sendo a garantia obrigatoriamente de imóvel urbano;• Aquisição de Terreno Urbanizado;• Aquisição de terreno urbano com construção de imóvel residencial ou comercial;• Aquisição de vaga de garagem com matrícula individual no cartório de imóveis.Pessoas com restrição podem aderir ao consórcio?Não há nenhum impedimento com relação a adesão ao consórcio, porém, é preciso que no ato da contratação se comprove a sua capacidade de pagamento, e para a utilização da carta de crédito, o consorciado não poderá ter restrições em seu nome. No geral, o consórcio de imóveis varia de 120 a 200 meses, dependendo do valor da carta, já que você não necessariamente precisa adquirir uma cota no valor total do imóvel desejado. Após a contemplação, que pode ocorrer a qualquer momento dentro deste intervalo, o consorciado terá o dinheiro disponível para a compra.Apesar dos pontos interessantes que citamos acima, o consórcio, assim como outras formas de financiamento, possui vantagens e desvantagens que variam de acordo com o perfil de cada pessoa, por isso, o apoio do consultor é de extrema importância para identificar se a opção é realmente ideal para o seu momento de compra.
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Permuta imobiliária como forma de pag...
A permuta imobiliária é uma opção para quem quer mudar de casa, mas não quer gastar com pagamentos em dinheiro. Vender e comprar imóveis pode ser muito, mas muito difícil. Você precisa encontrar tanto um comprador quanto uma casa que seja boa para você. A permuta imobiliária serve como uma salvação para as duas partes. A pessoa consegue se livrar de uma casa adquirindo outra. Mas como funciona a permuta imobiliária? Como a permuta imobiliária funciona? Não é tão difícil como parece, na verdade é bem simples. A permuta nada mais é do que uma negociação em que as duas partes envolvidas no negócio irão trocar bens ao mesmo tempo. Em casos como esse só há pagamento em dinheiro caso os bens tenham valores muito distantes um do outro. Para entender melhor, a permuta imobiliária é um tipo de negociação onde haverá uma troca de imóveis entre as partes envolvidas, existindo ou não uma compensação financeira. Quando fazer a permuta imobiliária? Existe um fator que pode dificultar a permuta, quando o proprietário não quer um imóvel em troca e sim o pagamento em dinheiro, por isso a negociação deve ser feita de forma clara e direta. Ela se torna mais vantajosa quando o imóvel é pequeno e está em uma região de pouca oferta, isso faz com que ele seja bom para as duas partes. Mas na hora de efetuar a permuta é bom que os dois imóveis sejam extremamente avaliados para que os valores estejam claros e nenhuma das partes saia prejudicada. Quais as vantagens de fazer permuta? Quando não há compensação financeira e apenas a troca de bens, não haverá tributação do Imposto de Renda. Caso exista essa compensação financeira em dinheiro, a tributação vai seguir proporcional ao valor dado. Sendo assim, quanto menor a compensação, menor a tributação. Quais as desvantagens de fazer permuta? Infelizmente nem tudo só tem um lado bom. A permuta também tem suas desvantagens. Nesse caso para tranquilizar a todos, na permuta a desvantagem é mais uma dificuldade do que algo mais grave. Isso se dá ao fato de que é muito difícil encontrar outra pessoa que aceite trocar um imóvel ao invés de receber tudo em dinheiro.Clique aqui e confira mais dicas.
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Juros menores para financiar seu imóvel
Caixa e Banco do Brasil nem sempre são os bancos com as taxas de juros mais baratas para financiar imóveis.Aquela ideia de que as taxas de juros da Caixa e do Banco do Brasil são sempre menores para financiar imóvel já virou lenda. A verdade é que bancos privados podem ser tão ou mais competitivos, conforme o seu perfil e a modalidade de crédito escolhida.Pesquisar é palavra de ordem quando se fala no parcelamento que, provavelmente, será o maior da sua vida. A seguir, você pode comparar as taxas de juros cobradas por cada banco em setembro, divulgadas todo mês pelo Banco Central, conforme a modalidade de financiamento imobiliário. Clique aqui para conferir.Há dois modelos de taxas de juros: pré-fixadas, quando, ao assinar o contrato, você sabe exatamente o total de juros que pagará até o final do financiamento; e pós-fixadas, que normalmente acompanham a Taxa Referencial (TR), a mesma que serve de base para os rendimentos da poupança.Em cada uma dessas modalidades, há taxas reguladas e de mercado. O primeiro grupo é regulado pelo Sistema Financeiro de Habitação, que parcela imóveis de até 750 mil reais nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e de 650 mil reais nos demais estados. Essas taxas costumam ser mais baixas do que as de mercado.Nem todos os bancos financiam por todas as modalidades. Veja, a seguir, as taxas de juros cobradas em setembro por cada banco:Olhe para o Custo Efetivo Total (CET)As taxas de juros já dão uma boa ideia do custo do financiamento, mas elas não são suficientes para tomar a decisão de onde financiar seu imóvel. O mais importante é comparar o Custo Efetivo Total (CET) do crédito, que inclui na conta, além dos juros, outros serviços cobrados pelo banco, como aconselha o especialista em financiamentos Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito.Para fazer essa pesquisa, você pode usar os simuladores dos sites, que são obrigados pelo BC a fornecer o CET. O site Canal do Crédito também faz essa comparação entre os bancos.O CET varia, especialmente, conforme o valor do imóvel a ser financiado e a idade do responsável, que pode encarecer o seguro cobrado pelo banco. Lembre que existe, ainda, a possibilidade de trocar o seu financiamento de banco, por meio da portabilidade.Vale a pena tentar negociar a taxa de juros do financiamento se você já é cliente antigo do banco e é reconhecido como um bom pagador, como sugere a economista Marcela Kawauti, do SPC Brasil.Algumas construtoras financiam só por um banco específico. Assim, outra dica é escolher o imóvel, também, por esse critério, já que você pode perder muito dinheiro ao financiar imóvel por taxas de juros altas.Clique aqui e confira mais dicas.
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Locadores e locatários têm que cuidar...
O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda é até o dia 28 deste mês O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda está quase acabando. Até o dia 28 deste mês, pessoas Físicas precisam prestar contas ao Fisco. Para não correr o risco de cair na temível ‘malha fina’ devido a equívocos e omissões, é preciso ter alguns cuidados. É muito comum, por exemplo, locadores e locatários cometerem erros ligados à relação criada. Ambos podem reportar que receberam (ou pagaram) aluguel da (ou para a) imobiliária quando, na verdade, a fonte pagadora é o inquilino. Elaine Mancioppi, supervisora Administrativa da Piramid Imóveis, explica que todas as imobiliárias têm de reportar à Receita Federal as informações relativas aos aluguéis por elas intermediados por meio da Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) – e isso deve ser informado aos clientes. “O Fisco cruza os dados e pode reter em ‘malha fina’ quando o aluguel pago ou recebido não foi declarado ou foi enviado incorretamente”, afirma. No caso da Piramid Imóveis, a empresa emite um informativo mensal para os seus clientes a cada pagamento de aluguel realizado, chamado de Extrato de Locação, e um relatório anual sobre o tema. “Dessa forma, todas as partes têm as informações necessárias para fazer suas declarações de Imposto de Renda. Contudo, apesar de ser uma despesa que pesa no orçamento, o valor do aluguel não é dedutível para o inquilino”, ressalta Elaine Mancioppi. Outro caso No caso do locatário ser Pessoa Jurídica, ou seja, quando o imóvel é alugado em nome de uma empresa com CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), haverá o recolhimento da DIRRF (Declaração de Imposto de Renda Retida na Fonte). Esta é uma obrigação tributária que dependerá do valor do aluguel e da tabela do IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte). “O valor da retenção já vem descrito no boleto do aluguel e deve ser recolhido pela empresa locatária (CNPJ), mas a despesa de pagamento é do locador”, conclui a supervisora Administrativa da Piramid Imóveis.
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Diminuindo os custos do condomínio
Algumas mudanças simples podem diminuir os gastos do seu condomínio. Confira algumas dicas. Provavelmente, uma das maiores reclamações de quem mora em prédios ou condomínios fechados: o valor da taxa do condomínio ou simplesmente custos. Reformas, gastos, ajustes, energia, usos e melhorias acabam entrando nesse valor e, por muitas vezes, os condôminos não concordam com o pagamento e geram uma grande discussão entre sindico, zelador e moradores nas tradicionais reuniões de condomínio. Mas, será que esse assunto tem alguma regra e pode haver diminuição no valor final de todo mês? Sim. É o possível diminuir os custos do condomínio. É claro que deve haver uma mobilização entre todas as pessoas do prédio. Mas, é possível. Buscamos as atitudes mais relevantes para diminuição de valor. Que tal reunir o pessoal do prédio e colocar esses pontos em prática? Vai valer muito a pena, ainda mais que todo mundo gastará menos dinheiro. Fique de olho nos gastos com energia elétrica Luzes sempre acessas, por exemplo, são gastos desnecessários e que podem ser evitados. Instale sensores nas áreas comuns do prédio e deixe que elas só se acendam quando, de fato, houver alguém circulando por lá. Além disso, substituir as lâmpadas tradicionais por econômicas ou de LED serão atitudes necessárias e que irá ajudar bastante na economia. Atente-se aos gastos com água O que muita gente sugere é que haja instalação de hidrômetros individuais para gerir os gastos com a água e conscientizar os moradores. Essa manutenção pode gerar uma economia de até 20% ao final do mês. Além disso, verificar se há vazamentos ou infiltrações é importante. Instalar redutores de vazão e reaproveitar água da chuva são atitudes simples e que ajudam bastante na economia dos custos de condomínio. Não deixe que os condôminos fiquem inadimplentes Ao notar atrasos frequentes dos condôminos tente ao máximo fazer negociações amigáveis. Isso é muito positivo para que o fluxo de caixa esteja sempre saudável e sem falta de cotas. Caso não consiga essas negociações amigáveis, entre com um processo judicial a partir do terceiro mês. Essa é uma recomendação adotada por muitos condomínios e ajuda bastante que os atrasos e inadimplências ocorram.
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Os 4 aspectos que definem o valor dos...
Chegou a hora de comprar um imóvel? Como qualquer outro grande investimento, é importante pesquisar muito antes de fazer a melhor escolha. Mas a oferta é tão grande e diferenciada, que pode ficar difícil perceber quais são realmente as características mais importantes, e que efetivamente adicionam valor aos imóveis.Agora é hora de simplificar e te ajudar a entender quais são os pontos fortes de um imóvel, e o que pode parecer importante, mas acaba sendo só um detalhe. Assim, fica fácil descobrir se o imóvel em questão realmente vale o que está sendo cobrado.1. Localização:A localização é uma característica que influencia muito o valor dos imóveis, por um motivo bem simples: Isso você não pode mudar! Apartamentos com plantas semelhantes ou metragens, em duas regiões distintas da mesma cidade, chegam a ter preços tão diferentes, quanto apartamentos que nem estão na mesma cidade.É importante considerar na hora da compra, se a região onde se localiza o imóvel já é bem estabelecida, está se valorizando, ou se é uma região pouco valorizada e sem perspectivas de melhora. De maneira geral, os estabelecimentos que se encontram na área, escolas, comércio, hospitais, entre outros. Também contam muito para o valor da região.2. Estrutura:Um imóvel bem construído, de boa estrutura, com certeza será mais valorizado do que um imóvel onde falhas estruturais são facilmente perceptíveis, como rachaduras, mofo e infiltração nas paredes, entupimento em pias, etc. E vale a pena ser detalhista com essas possíveis falhas, evitando gastos futuros com reformas inevitáveis. Um ponto importante é que a dica vale para imóveis de qualquer idade! Um imóvel mais antigo não é garantia de qualidade estrutural.3. Acabamentos:Os tipos de acabamentos do imóvel ajudam a dar uma boa primeira impressão, e por isso influenciam consideravelmente o valor dos imóveis. Além disso, os acabamentos são parte importante da decoração, e costumam ser fáceis de modificar. Se você, por exemplo, se interessou por um apartamento, mas os acabamentos não são o que você tinha em mente, ou não tão modernos quanto gostaria, lembre-se que muitas vezes uma redecoração simples é possível!4. Condomínio:Essa dica é especial para os apartamentos, e muito importante. A estrutura do condomínio onde o apartamento está localizado influencia bastante o valor do imóvel, já que os moradores usufruem das comodidades tanto quanto do próprio apartamento. Fatores como quadra, piscina, salão de festas, presença de porteiro 24 horas e número de vagas de garagem são comuns a todo o condomínio, e podem mudar completamente a valorização do imóvel.Agora, sabendo quais são os principais fatores que influenciam o valor do imóvel, fica mais fácil pesquisar e decidir qual é o certo para você!
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Síndicos estão mais jovens e democrát...
Com boom imobiliário, surge novo perfil dos gerentes de prédios, que fazem cursos e deixam de ser amadores São 4 milhões vivendo em condomínios na capital e 30 mil síndicos para administrar essas novas microcidades Você já conferiu as credenciais do seu candidato? Questionou as promessas dele? Está de olho na prestação de contas? É bom ficar atento. Antes das eleições de outubro, há outra votação que interessa muito aos paulistanos: a do condomínio. Atualmente, 4 milhões vivem em condomínios verticais ou horizontais da capital. Governar essas microcidades por mandatos de dois anos é tarefa de 30 mil síndicos eleitos ou reeleitos em assembleias, que ocorrem principalmente no primeiro trimestre de cada ano. A reportagem ouviu dez especialistas no tema, que informam: o perfil do síndico está mudando na cidade. Segundo estudo da Lello Condomínios, a reeleição ainda predomina em 70% dos casos, mas há dez anos a estimativa superava os 90%. Hoje, os síndicos em primeiro mandato já comandam 1 em cada 5 condomínios da cidade. BOOM IMOBILIÁRIO O motivo dessa renovação é a acelerada verticalização da metrópole, com empreendimentos imobiliários novinhos, que são assumidos por síndicos igualmente jovens. Em comum, eles mostram mais criatividade na solução de problemas e maior preocupação com a valorização patrimonial, transparência financeira e sustentabilidade. É o caso da enfermeira Priscilla Felix, 36, síndica de um prédio na Vila Hamburguesa, zona oeste. Desde 2009 no cargo, Priscilla fez reformas para valorizar o edifício, antes decadente. Fez um novo playground, restaurou a fachada, cobriu a churrasqueira. "Amo o meu condomínio e quero transformá-lo em um lugar legal para viver." Agora, a meta é recuperar as flores do jardim. PERFIS DIVERSOS De acordo com o Secovi-SP (sindicato da habitação), 74% dos síndicos de prédios residenciais têm entre 30 e 60 anos, contra 26% de sexagenários. Atualmente, profissionais como empresários e advogados lideram o ranking: 85%, contra 15% de aposentados e donas de casa. "Na década de 1990, prevaleciam os senhores aposentados. Nos anos 2000, as mulheres conquistaram mais espaço. Agora, há perfis diversificados. O síndico está evoluindo, acompanhando as exigências legais e a complexidade administrativa dos novos condomínios", avalia Rosely Schwartz, 54, professora da Escola Paulista de Direito e autora do livro "Revolucionando o Condomínio". Desde 2003, quando entrou em vigor o novo Código Civil, o síndico responde judicialmente por tudo o que acontece portaria adentro, incluindo questões criminais, tributárias e trabalhistas. É por isso que conhecimentos mínimos de administração, direito imobiliário, engenharia, informática, legislação e recursos humanos são bem-vindos. Segundo o Secovi-SP, 50% dos que atuam na capital têm curso superior completo e 10% fizeram pós-graduação. Para João Paulo Rossi Paschoal, 38, assessor jurídico da entidade, o acesso à informação é um diferencial. "O síndico não é mais amador." CARTA NA MANGA Dentro do novo perfil de síndicos, mais jovem e graduado, há dois extremos: o síndico novato e o profissional, contratado pelo condomínio. O novato é inexperiente, mas também muitas vezes se mostra mais interessado para ousar e inovar a administração do prédio. Já o profissional, também chamado de "gerente" de condomínios, é mais preparado para enfrentar a labuta burocrática. Mas ambos têm uma carta na manga: atualmente, 85% dos condomínios paulistanos contam com uma administradora contratada, que assumem determinadas funções do síndico. Segundo Omar Anauate, 36, da Aabic (Associação das Administradoras de Bens, Imóveis e Condomínios), a empresa oferece apoio, mas quem tem a palavra final é o síndico, ancorado nas assembleias de moradores. Veja Mais
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Prêço m2 terreno em Ribeirão Preto-SP
Fonte: Departamento de vendas Piramid Imóveis Ltda. - Jan/2006 Bairro Valor em R$ (m²) Alto da Boa Vista 120,00 a 180,00 Alto do Ipiranga 50,00 a 80,00 Bosque das Colinas 60,00 a 70,00 Buritis 140,00 a 180,00 Campos Eliseos 70,00 a 100,00 Candido Portinari 30,00 a 45,00 Centro 300,00 a 500,00 Cidade Universitária 60,00 a 70,00 City Ribeirão 80,00 a 110,00 Colina do Sabiá 130,00 a 160,00 Country Village 200,00 a 220,00 Ipê Roxo 200,00 a 220,00 Ipiranga 40,00 a 80,00 Jd Aeroporto 30,00 a 40,00 Jd América 140,00 a 160,00 Jd Ana Maria 200,00 a 240,00 Jd Antarctica 70,00 a 110,00 Jd Botânico 120,00 a 150,00 Jd Califórnia 120,00 a 150,00 Jd Canadá 110,00 a 130,00 Jd Clicia 70,00 a 90,00 Jd Florestan Fernandes 30,00 a 35,00 Jd Flórida 100,00 a 150,00 Jd Iguatemi 90,00 a 100,00 Jd Independência 90,00 a 100,00 Jd Interlagos 60,00 a 80,00 Jd Irajá 180,00 a 200,00 Jd Itaú 50,00 a 70,00 Jd Jandaia 50,00 a 60,00 Jd Macedo 150,00 a 200,00 Jd Mosteiro 120,00 a 160,00 Jd Nova Aliança 100,00 a 150,00 Jd Palmares 80,00 a 100,00 Jd Palmeiras 30,00 a 40,00 Jd Paulista 160,00 a 200,00 Jd Paulistano 120,00 a 160,00 Jd Piratininga 100,00 a 120,00 Jd Primavera 30,00 a 40,00 Jd Recreio 100,00 a 110,00 Jd Santa Luzia 70,00 a 120,00 Jd Santana 120,00 a 150,00 Jd São Luiz 140,00 a 150,00 Jd Sumaré 180,00 a 210,00 Jd Vista Alegre 100,00 a 130,00 Jd Zara 50,00 a 80,00 Lagoinha 100,00 a 110,00 Monte Alegre 90,00 a 110,00 Nova Ribeirânia 140,00 a 170,00 Planalto Verde 60,00 a 90,00 Pq Bandeirantes 120,00 a 150,00 Pq das Andorinhas 75,00 a 100,00 Pq dos Flamboyants 30,00 a 40,00 Pq dos Lagos 70,00 a 80,00 Pq dos Servidores 35,00 a 45,00 Pq Ribeirão Preto 70,00 a 100,00 Pq São Sebastião 40,00 a 60,00 Recreio Anhanguera 50,00 a 60,00 Recreio Internacional 8,00 a 12,00 Ribeirânia 120,00 a 150,00 Royal Park 70,00 a 90,00 Santa Cruz 120,00 a 150,00 Sumarezinho 80,00 a 100,00 Vila Abranches 40,00 a 70,00 Vila Albertina 30,00 a 60,00 Vila Amélia 100,00 a 120,00 Vila Elisa 20,00 a 80,00 Vila Hipica 40,00 a 50,00 Vila Mariana 60,00 a 80,00 Vila Seixas 150,00 a 200,00 Vila Tibério 90,00 a 100,00 Vila Virginia 70,00 a 80,00 Vila Real (Bonfim Paulista) 100,00 a 120,00
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PREÇO DE ALUGUÉIS
Preços Básicos para Locação de Apartamentos e Residências em Ribeirão Preto- SP Preços em Reais (R$) - (*) não temos registro de locações. Fonte: Balcão de locação Piramid Imóveis Ltda. - Jan/2006. : ALUGUEL DE APARTAMENTOS BAIRROS/REGIÕES 1 Dorm. 2 Dorm. 3 Dorm. 4 Dorm. Alto Boa Vista * 250 A 300 450 A 600 * Campos Eliseos 200 A 250 250 A 350 280 A 500 * Castelo Branco 250 A 300 300 A 400 350 A 500 * Centro 200 A 400 330 A 550 420 A 1.800 1.500 A 3.000 Cond. Jd. das Pedras (Jd.Paulista) * 200 A 250 250 A 300 * Del Boux (Vila Virginia) * 220 A 300 * * Higienópolis 300 A 400 380 A 550 600 A 1.800 1.500 A 3.000 Ipiranga 200 A 330 250 A 450 * Jd. América 250 A 350 300 A 450 * * Jd.Ana Maria 250 A 350 350 a 450 400 A 550 * Jd.California 250 A 350 350 A 450 400 A 550 * Cond. Jd. das Pedras (Jd.Paulista) * 200 A 250 250 A 300 * Jd.Florida 230 A 350 330 A 350 400 A 480 * Jd. Independência * 250 A 300 400 A 500 * Jd. Irajá 250 A 300 300 A 450 350 A 600 * Jd. Macedo 200 A 300 300 A 400 350 A 500 * Jd.Mosteiro 250 A 300 300 A 380 350 A 550 * Jd.Nova Aliança 250 A 400 400 A 550 500 A 800 * Jd. Paulista 200 A 300 200 A 550 300 A 650 * Jd. Paulistano 250 A 300 250 A 380 350 A 500 * Jd.Santa Angela * * 1.000 A 3.000 1.500 A 4.000 Jd. Santana/Iguatemi 250 A 300 300 A 450 350 A 700 * Lagoinha – Vista Alegre 250 A 280 300 A 450 300 A 500 * Monte Alegre 200 A 300 300 A 380 350 A 500 * Nova Ribeirânia 230 A 300 300 A 400 350 A 450 * Palmares 250 A 300 250 A 400 350 A 500 * Pq. Bandeirantes * 350 A 430 420 A 530 * Ribeirânia 350 a 450 * 500 A 650 * Santa Cruz 250 A 300 350 A 450 500 A 750 1.000 A 2.000 Sumarezinho 230 A 350 * 300 A 450 * Vila Seixas 200 A 350 350 A 450 450 A 800 1.500 A 2.000 Vila Tibério 180 A 300 300 A 350 350 A 600 * Vila Virgínia 150 A 250 200 A 350 330 A 400 * :ALUGUEL RESIDÊNCIAS Bairros/Regiões 1 Dorm. 2 Dorm. 3 Dorm. 4 Dorm. Alto Boa Vista * * 800 A 1.500 1.100 A 4.000 Avelino Palma 150 A 200 200 A 280 250 A 350 * Bancários * 250 A 350 350 A 600 * Campos Eliseos 150 A 250 200 A 350 300 A 600 * Castelo Branco 250 A 300 350 A 450 400 A 700 * Centro 200 A 350 350 A 550 400 A 2.000 1.000 A 3.500 Cidade Universitária * * 550 A 750 * City Ribeirão * * 600 A 1.500 1.100 A 2.000 Cond.Quinta Boa Vista * * * 1.500 A 3.500 Cond. Santa Angela * * 1.000 A 1.200 1.300 A 1.500 Cond. Santa Helena * * 1.500 A 2.000 1.800 A 2.200 Cond. Vila Europa * * 1.800 A 2.000 2.200 A 5.000 Dom Miele * 250 A 300 280 A 400 * Higienópolis 300 A 400 350 A 650 1.000 A 2.000 1.500 A 4.000 Iguatemi * 350 A 450 400 A 700 * Ipiranga 150 A 250 200 A 300 250 A 450 * Jd. América * * 650 A 1.500 1.000 A 2.500 Jd.Anhanguera * 300 A 400 350 A 500 * Jd.Antartica * 350 A 400 550 A 1.000 Jd.California * * 750 A 1.500 1.300 A 2.000 Jd.Canada * * * 1.800 a 4.000 Jd.Centenário 150 A 200 200 A 300 250 a 350 * Jd.Florida * * 600 A 1.000 * Jd. Independência 250 A 300 350 A 500 400 A 800 * Jd.Interlagos * 300 A 400 350 A 500 * Jd. Irajá * 300 A 400 600 A 1.000 * Jd. Macedo * * 600 A 1.000 * Jd.Mosteiro * * 550 A 1.000 * Jd.Novo Mundo * 300 A 450 400 A 600 * Jd. Paulista 250 A 350 350 A 600 550 A 1.300 * Jd. Paulistano 250 A 350 350 A 600 550 A 1.300 * Jd.Piratininga 200 A 250 250 A 350 300 A 450 * Jd.Presidente Dutra 200 A 250 250 A 280 280 A 400 * Jd.Procópio * 250 A 350 280 A 400 * Jd.Recreio * * 600 A 1.000 900 A 1.800 Jd.São José * 250 A 350 300 A 500 * Jd.São Luiz * * 700 A 2.000 1.500 A 3.000 Jd.Sumaré * * 800 A 2.000 1.000 A 4.000 Jd.Zara 150 A 200 200 A 280 250 A 300 * José Sampaio * 250 A 350 350 A 450 * Lagoinha – Vista Alegre * * 600 A 1.200 1.000 A 1.800 Manoel Pena * 300 A 400 350 A 600 * Marinceck * 250 A 300 280 A 350 * Monte Alegre 200 A 250 250 A 380 400 A 800 * Nova Ribeirânia * * 600 A 1.500 1.000 A 2.000 Palmares * 250 A 350 380 A 600 * Pq.Andorinhas * 250 A 300 280 A 400 * Pq.Anhanguera * 300 A 400 350 A 550 * Pq. Bandeirantes * 350 A 450 500 A 1100 * Pq.Dos Lagos * 350 A 450 400 A 650 * Pq.Industrial Tanquinho 150 A 200 200 A 280 250 A 300 * Pq.Ribeirão 150 A 200 200 A 280 250 A 350 * Pq.São Sebastião 150 A 200 200 A 300 250 A 400 * Planalto Verde * 300 A 450 400 A 650 * Quintino Facci I e II 150 A 200 250 A 300 280 A 350 * Ribeirânia * * 800 A 1.500 1.500 A 3.500 Simioni 150 A 200 250 A 300 280 A 350 * Sumarezinho 230 A 300 350 A 400 400 A 750 * Vila Seixas * 350 A 450 450 A 800 * Vila Tibério 150 A 250 300 A 450 350 A 600 * Vila Virgínia 150 A 250 200 A 350 280 A 450 *
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Novas regras para reformas residencia...
Desde o último dia 18 de abril, toda reforma de imóvel que modifique ou comprometa a segurança da edificação ou da área em que está localizada precisa ser submetida à avaliação técnica de um profissional, como um arquiteto ou engenheiro. As novas regras para reformas residenciais foram desenvolvidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e valem para qualquer tipo de imóvel.De acordo com o advogado Rodrigo Karpat, especialista em Direito Imobiliário, consultor em condomínios e sócio do escritório Karpat Sociedade de Advogados, a norma esclarece e compila diversos pontos já estabelecidos em leis, e explica de forma clara os procedimentos sobre como realizar obras nos condomínios. "Qualquer tipo de reforma precisará de um aval do síndico, mesmo que seja uma mudança simples. A necessidade já está na lei, especificamente no Código de Obras, que prevê que a realização de obras ou reformas em quaisquer edifícios (casas, prédios, apartamentos, galpões, viadutos, igrejas) necessitam de alvará para reforma", explica.Quando a obra é realizada em lojas ou comércios de rua, existe maior fiscalização das subprefeituras. "Porém, no interior de prédios, apesar de estar suscetível à mesma fiscalização, a reforma é feita, muitas vezes, sem a liberação oficial e a ilegalidade é descoberta normalmente por denúncia. Como a tendência é a de não se indispor com os vizinhos, se a obra não incomodar ela passará despercebida, mesmo que represente risco à estrutura do edifício", afirma Rodrigo Karpat.Segundo o advogado, o próprio Código de Obras define que para pequenos reparos em imóveis não tombados, desde que não sejam alteradas as condições pré-aprovadas, não existe a necessidade de alvará. "Como exemplos de modificações que não precisam de autorização temos a troca de piso, pintura, pias, remoção de azulejos, entre outros reparos de pequeno porte", orienta.Fiscalização redobradaO especialista esclarece que, independentemente da nova norma da ABNT, o síndico já é o responsável pela edificação e cabe a ele fiscalizar qualquer obra. Conforme o artigo 1.348, do Código Civil, compete ao síndico "II - representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns; V - diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores."Em relação a defesa dos interesses comuns, Rodrigo Karpat explica que podemos entender como a atenção redobrada na realização de obras que modifiquem a edificação ou seu entorno. "Assim, antes do início de qualquer obra, o síndico deve solicitar ao condômino a apresentação de documentos necessários para comprovar a regularidade da obra. Se ele for impedido de verificar o local acompanhado de engenheiro de sua confiança, poderá solicitar a paralisação imediata da mesma", afirma.Algumas convenções e regimentos internos de condomínios exigem que, antes do início das obras, o condômino deve enviar a planta modificativa e o alvará para a realização da obra ao síndico. "Caso o morador inicie uma obra sem autorização, o síndico deverá notificá-lo a apresentar o pedido para a realização da obra, sob pena de tomada de medidas legais, tais como a paralisação ou embargo da obra por falta de segurança. Assim, se o condômino não apresentar o projeto modificativo ou não permitir o ingresso do síndico no interior da unidade, será necessário o ingresso de medida judicial para comprovar que a realização da obra não trará riscos à segurança dos demais moradores", finaliza o advogado.
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O Estado de S. Paulo
Antes de um novo projeto imobiliário sair do papel e começar a ser erguido, algumas construtoras podem encomendar o chamado laudo de vistoria de vizinhança. Apesar de não ser obrigatório, o documento pode ser uma ‘mão na roda’: traz a avaliação do estado construtivo dos imóveis situados num raio de 20 metros da obra a ser realizada. “A vistoria, feita por um especialista, precisa verificar o interior e exterior das casas, edifícios (incluindo os apartamentos) e galpões situados nesse perímetro”, explica a engenheira Rejane Berezovky, diretora-secretária do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape). Estudo - A finalidade é ter à disposição um relatório que mostre se já existia problemas (ou não) antes da construção. Acaba sendo uma segurança tanto para a construtora quanto para os moradores, caso surja algum problema nos imóveis devido ao impacto da construção. O exame inclui a análise de itens como o tipo de construção (casa, apartamento), uso (residencial ou comercial), padrão (econômico, alto, médio), descrição da obra (se é de alvenaria, concreto, metálica) e estado construtivo (se possui trincas, fissuras ou outros problemas). “Se o dono de um imóvel alegar, por exemplo, que o muro de sua casa foi danificado devido às obras do edifício, com o laudo é possível comprovar se a reclamação procede”, diz Berezovky. Proteção - “Em certa ocasião, uma construtora encomendou o laudo do imóvel vizinho, um edifício comercial”, conta a engenheira. “Ocorre que esse imóvel possuía trincas no hall do térreo, que iam aumentando ao longo dos andares mais altos. No último piso, o prédio estava rachado ao meio.” Nesse caso, de posse do laudo, ficou provado que as rachaduras já existiam antes da construção no edifício (que tinha mais de 40 anos) ? protegendo a construtora de reclamação indevida. Mas o inverso também funciona. “Certa vez, um grupo de moradores de casas encomendou o laudo técnico, já que a construtora não havia pedido o estudo”, lembra a especialista. “Quando o solo foi escavado, houve solapamento (escorregamento) do solo e alguns muros foram lesados. No início, a construtora não queria repará-los e os vizinhos entraram na Justiça. Graças ao documento, as duas partes fizeram um acordo no início do processo judicial.” Para que a empresa de engenharia possa fazer a vistoria no interior dos imóveis vizinhos à construção, uma carta é enviada pela companhia ? explicando objetivo e procedimento com um pedido de autorização. procedimento com um pedido de autorização. + Reforma & Construção
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Materiais de construção têm variação ...
Em tempos de boom imobiliário, a estabilidade econômica não garante equilíbrio aos preços dos materiais de construção. A diferença entre os valores pedidos por um mesmo produto está batendo os 206%, como constatou pesquisa feita pelo Morar Bem em 20 lojas do Grande Rio. É o caso, por exemplo, do saco de areia, que pode custar entre R$ 0,65 e R$ 1,99. No caso do tijolo de barro comum, com preços que variam entre R$ 0,52 e R$ 0,90, a diferença é de 73%. A argamassa cimentcola pode sair por R$ 7,10 ou até R$ 10,90, em variação de 53,5%. Mas esses são apenas alguns dos exemplos. Para o diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Antônio Carlos Gomes, a variação de preço é um fenômeno típico do mercado varejista, que, no setor, ganha força à medida que aumenta o contingente do chamado consumidor “formiguinha”. Um reajuste endossado pela alta de 29,4% no volume de recursos financiados pela Caixa Econômica para a compra de material de construção no primeiro semestre. Foram R$ 2,2 bilhões, contra R$ 1,7 bilhões do mesmo período de 2009. “Há muita especulação em função do aumento da demanda. É parte da lei da oferta e da procura. O consumidor final, diferentemente da construtora, tem de gastar sapato e ir às ruas pesquisar. No caso das empresas, que compram por atacado, não há grandes oscilações de preço, salvo os cotados em dólar.” Na avaliação do presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Konz, as variações de preço são difíceis de ponderar e, na maioria das vezes, estão atreladas ao peso que o produto tem no faturamento da loja e ao serviço que é prestado ao cliente, como a cobrança ou não de frete. A localização do estabelecimento também influencia no preço final. O Globo - 16/08/10 + Reforma & Construção
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Material de construção fica até 27% m...
O reaquecimento da economia ao longo de 2010 afetou os preços do materiais de construção e acabamento de imóveis no varejo. Dados do Índice de Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (ICV-Dieese) mostram que o aumento acumulado entre janeiro e julho deste ano atingiu 6,1% ante variação negativa de 1% registrada no mesmo período do ano passado. No caso da areia, a alta chegou a 27%. Para Cláudio Felizoni, coordenador do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar-Fia), o aumento é fruto da recuperação da demanda, que levou os varejistas a elevarem os preços. Felizoni destaca que entre 2004 e 2010, a participação das famílias com ganhos mensais até R$ 500 na massa de rendimentos da economia nacional aumentou de 35% para 50%. Segundo Felizoni, a elevação significa que consumidores desse grupo passaram a comprar mais e, no caso de material de construção, a demanda para essa faixa de renda estava reprimida. Além disso, afirma o coordenador da Fia, cerca de 70% do comércio do setor é feito aos poucos, em pequenas quantidades e boa parte em estabelecimentos comerciais de bairro, que em geral não têm o mesmo fôlego para negociar preços com as grandes redes. Felizoni acredita que esse consumo de pequenos compradores, o chamado “comércio formiguinha”, seja fruto de uma tentativa de economizar nos gastos com o frete, que pode representar até 5% do valor final da operação, segundo o produto transportado e o local da entrega. A coordenadora do ICV do Dieese, Cornélia Porto, também atribui o aumento de preços à recuperação da economia. Segundo o levantamento, que mede a inflação na capital, as maiores altas foram registradas nos preços da areia, que subiu 27,6% no acumulado dos sete meses, e do tijolo, cuja elevação foi de 9,2%. “São produtos básicos nos quais o aumento acaba refletindo mais”, afirma. Nenhum dos dois produtos está na lista de itens cujas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foram reduzidas pelo governo em abril de 2009. O aumento de preços, porém, também pegou produtos incluídos na lista de IPI menor, entre eles o cimento, cuja alíquota era 5% e foi zerada, e as tintas, cujo imposto de 4% também foi suspenso. As baixas têm previsão para vigorar até dezembro. Adriano Gomes, professor de Administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), confirma que os aumentos são reflexo da recuperação da economia. ?Com a melhora, o comércio aproveita para recompor parte de seu lucro?, diz. Gomes não acredita que uma evolução dos preços, mesmo com o fim da redução do IPI, desestimule a procura. ?Parte dos aumentos ocorreu em produtos que tiveram redução em 2009?, diz. + Reforma & Construção
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Câmara aprova inclusão de penhora e d...
Um projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados, semana passada, assegura que os cartórios de registro imobiliário recebam dos demais cartórios, entre eles os de protesto, informações sobre tudo que possa afetar a propriedade dos imóveis. Se não forem levados a conhecimento do serviço de registro e inseridos na matrícula do imóvel, mesmo que anteriores, fatos como ordens judiciais de penhora e existência de dívidas protestadas em nome do proprietário, por exemplo, não poderão mais reverter operações de compra e venda. Hoje, esse risco de reversão existe, porque os credores não têm obrigatoriedade de levar ao conhecimento do cartório de registro sua intenção de vincular determinada dívida a determinado imóvel do devedor, explica Hélzio Mascarenhas, coordenador de relações institucionais do Secovi-RJ, sindicato que representa empresas do setor imobiliário naquele Estado. A certidão de ônus, sozinha, mesmo quando negativa, não dá ao comprador de uma casa ou apartamento tranquilidade de que o bem não poderá ser tomado para cobrir uma dívida de quem vendeu o bem. É por isso que, além da certidão de ônus, os bancos hoje pedem uma série de outras certidões, antes de dar um financiamento imobiliário, destaca Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Se o projeto passar também no Senado, a necessidade de tanta documentação acabará, tornando os processos de concessão de financiamento mais ágeis, explica ele. Além do tempo de espera, o custo para o tomador também pode cair, acredita. França esclarece, por outro lado, que a decisão da Câmara não terá qualquer impacto na oferta de crédito imobiliário. Tampouco haverá efeito, na sua opinião, sobre o volume de operações no mercado secundário desses créditos, que alcançou R$ 4,86 bilhões em 2008. A expectativa de que haja impacto foi manifestada por Hélzio Mascarenhas, do Secovi-RJ. Ele acredita que a maior segurança jurídica das transações dará mais tranquilidade em relação à qualidade das garantias, estimulando o ingresso de investidores em operações de securitização de crédito. França, porém, descarta essa hipótese pois, segundo ele, como os bancos são muito cuidadosos, já há segurança jurídica. O que muda, com o projeto de lei 5951/2009, é o processo pelo qual os bancos chegam à certeza de que um imóvel está livre de qualquer ônus, acrescenta o presidente da Abecip. O projeto que estabelece a obrigatoriedade de concentração de atos na matrícula dos imóveis é de autoria do deputado Índio da Costa (DEM-RJ) e trata também de outros aspectos dos registros públicos. Segundo o parlamentar, se o Senado mantiver a decisão da Câmara, "terá fim o labirinto burocrático que inferniza a vida de inúmeros cidadãos, hoje obrigados a uma via-crucis por diferentes cartórios, para verificar se o imóvel que querem comprar está ou não em condições legais de ser vendido". Como o Secovi, o deputado entende que o projeto ataca a "incerteza jurídica que sempre atrapalhou o desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro". O texto, que foi relatado pelo deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), não precisou passar pelo plenário da Câmara. Foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por grande maioria de votos, após acordo que envolveu tanto partidos de oposição quanto da base governista, no dia 17. Cabe, em tese, recurso para que o projeto seja levado a plenário . Mas como houve acordo na CCJ, Índio da Costa acredita que a proposta irá direto para o Senado, como decidiu a comissão. A tentativa de reunir na matrícula informações sobre tudo que possa representar ônus sobre os imóveis vem sendo feita desde 2005. Na época, proposta na mesma linha foi incluída no projeto de lei 3057/2000, muito mais amplo e que tratava de parcelamento de solo urbano. Como o 3057 não andou, em setembro deste ano Índio da Costa apresentou novo projeto, mais específico sobre os registros públicos.
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Aluguel: lei pode baixar preços
Despejo não correrá se o inquilino pagar a dívida em até 15 dias após a citação (Foto: Divulgação) O mercado de imóveis para locação espera um aumento significativo na oferta de unidades nos próximos meses e, em consequência, uma redução nos valores dos aluguéis. Essa mudança deve começar a ocorrer daqui a 45 dias, quando passam a valer as alterações feitas na Lei do Inquilinato, que foram publicadas ontem no Diário Oficial da União. O que traz ao mercado essa expectativa otimista são as alterações que permitirão que o proprietário despeje o inquilino inadimplente em um prazo de seis meses - bem abaixo da média atual que é de 14 meses. O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, é um dos que acreditam que a movimentação do mercado poderá fazer com que o aluguel fique mais barato. “Com o aumento da oferta, pode haver queda do valor de locação. Outro efeito é atrair mais investidores em imóveis para alugar.” O advogado especialista na área de imóveis e contratos, Michel Rosenthal Wagner, diz que a redução do tempo de conclusão do despejo não fará com que as garantias de locação deixem de ser necessárias, porém deve tornar as exigências mais flexíveis. “Pode ser que não se exija tanto de um fiador, que hoje precisa ter mais de um imóvel para assumir o compromisso”, diz. Além disso, o fiador poderá desistir do papel de garantidor do aluguel e danos ao imóvel caso o contrato seja prorrogado, o que antes não era permitido. O inquilino terá 30 dias para apresentar uma nova garantia. Algumas mudanças aprovadas pelo Congresso Nacional foram vetadas pelo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - veto que ainda pode ser derrubado pelos senadores ou deputados - como a possibilidade de rescisão de contrato de locação comercial caso a empresa inquilina tenha alterações no quadro societário. Outro ponto que foi vetado é o que prevê a saída do inquilino do imóvel em 15 dias caso o locador se negue a renovar o contrato diante de melhor proposta de um terceiro. Hoje, inquilino tem direito a indenização nessa situação. O QUE MUDA: COMO É HOJE - No despejo, a lei exige que o inquilino receba dois mandados e sejam feitas duas diligências. Isso demora, em média, 14 meses Quando há rescisão do contrato pelo inquilino antes do prazo acordado, ele é obrigado a pagar a multa integral. No caso de inadimplência, a comunicação da intenção de pagar o aluguel em atraso evita o despejo. O fiador é mantido no contrato caso este seja estendido além do prazo inicial. COMO VAI FICAR - Com a mudança, bastará a expedição de um mandado judicial para obrigar o locatário a deixar o imóvel. A conclusão do despejo deve cair para seis meses, em média. A multa por quebra de contrato antes do prazo será proporcional ao tempo restante do documento. O despejo não correrá se o inquilino pagar a dívida em até 15 dias após a citação. O fiador pode sair do contrato quando este vencer. O locatário terá de encontrar outra garantia. Jornal da Tarde - 11/12/2009
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Lula sanciona, com vetos, nova Lei do...
SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos a pontos considerados polêmicos, a nova Lei do Inquilinato, recentemente aprovada pelo Congresso. A nova lei, de número 12.112, foi publicada na edição desta quinta-feira, 10, do Diário Oficial da União. Veja a íntegra da lei e, na sequência, a mensagem presidencial justificando os vetos: LEI Nº 12.112 DE 9 DE DEZEMBRO DE 2009. Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei introduz alteração na Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos. Art. 2º A Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 4º Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, proporcionalmente ao período de cumprimento do contrato, ou, na sua falta, a que for judicialmente estipulada. ..................................................................................." "Art. 12. Em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, a locação residencial prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel. Parágrafo 1º Nas hipóteses previstas neste artigo e no art. 11, a sub-rogação será comunicada por escrito ao locador e ao fiador, se esta for a modalidade de garantia locatícia. Parágrafo 2º O fiador poderá exonerar-se das suas responsabilidades no prazo de 30 (trinta) dias contado do recebimento da comunicação oferecida pelo sub-rogado, ficando responsável pelos efeitos da fiança durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador." "Art. 13. ......... Parágrafo 3º (VETADO)" "Art. 39. Salvo disposição contratual em contrário, qualquer das garantias da locação se estende até a efetiva devolução do imóvel, ainda que prorrogada a locação por prazo indeterminado, por força desta Lei." "Art. 40. ...................................................................................................................................................................... II - ausência, interdição, recuperação judicial, falência ou insolvência do fiador, declaradas judicialmente; ............................................................................................. X - prorrogação da locação por prazo indeterminado uma vez notificado o locador pelo fiador de sua intenção de desoneração, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador. Parágrafo único. O locador poderá notificar o locatário para apresentar nova garantia locatícia no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de desfazimento da locação." "Art. 52. .................................................................................................................................................................... Parágrafo 3º (VETADO)" "Art. 59. ........................................................................... Parágrafo 1º .............................................................................................................................................................................. VI - o disposto no inciso IV do art. 9º, havendo a necessidade de se produzir reparações urgentes no imóvel, determinadas pelo poder público, que não possam ser normalmente executadas com a permanência do locatário, ou, podendo, ele se recuse a consenti-las; VII - o término do prazo notificatório previsto no parágrafo único do art. 40, sem apresentação de nova garantia apta a manter a segurança inaugural do contrato; VIII - o término do prazo da locação não residencial, tendo sido proposta a ação em até 30 (trinta) dias do termo ou do cumprimento de notificação comunicando o intento de retomada; IX - a falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento, estando o contrato desprovido de qualquer das garantias previstas no art. 37, por não ter sido contratada ou em caso de extinção ou pedido de exoneração dela, independentemente de motivo. ............................................................................................. Parágrafo 3º No caso do inciso IX do parágrafo 1º deste artigo, poderá o locatário evitar a rescisão da locação e elidir a liminar de desocupação se, dentro dos 15 (quinze) dias concedidos para a desocupação do imóvel e independentemente de cálculo, efetuar depósito judicial que contemple a totalidade dos valores devidos, na forma prevista no inciso II do art. 62." "Art. 62. Nas ações de despejo fundadas na falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação, de aluguel provisório, de diferenças de aluguéis, ou somente de quaisquer dos acessórios da locação, observar-se-á o seguinte: I - o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito; II - o locatário e o fiador poderão evitar a rescisão da locação efetuando, no prazo de 15 (quinze) dias, contado da citação, o pagamento do débito atualizado, independentemente de cálculo e mediante depósito judicial, incluídos: ............................................................................................. III - efetuada a purga da mora, se o locador alegar que a oferta não é integral, justificando a diferença, o locatário poderá complementar o depósito no prazo de 10 (dez) dias, contado da intimação, que poderá ser dirigida ao locatário ou diretamente ao patrono deste, por carta ou publicação no órgão oficial, a requerimento do locador; IV - não sendo integralmente complementado o depósito, o pedido de rescisão prosseguirá pela diferença, podendo o locador levantar a quantia depositada; ............................................................................................. Parágrafo único. Não se admitirá a emenda da mora se o locatário já houver utilizado essa faculdade nos 24 (vinte e quatro) meses imediatamente anteriores à propositura da ação." "Art. 63. Julgada procedente a ação de despejo, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, ressalvado o disposto nos parágrafos seguintes. Parágrafo 1º ............................................................................................................................................................................. b) o despejo houver sido decretado com fundamento no art. 9º ou no parágrafo 2º do art. 46. ..................................................................................." (NR) "Art. 64. Salvo nas hipóteses das ações fundadas no art. 9º, a execução provisória do despejo dependerá de caução não inferior a 6 (seis) meses nem superior a 12 (doze) meses do aluguel, atualizado até a data da prestação da caução. ..................................................................................." "Art. 68. Na ação revisional de aluguel, que terá o rito sumário, observar-se-á o seguinte: ............................................................................................. II - ao designar a audiência de conciliação, o juiz, se houver pedido e com base nos elementos fornecidos tanto pelo locador como pelo locatário, ou nos que indicar, fixará aluguel provisório, que será devido desde a citação, nos seguintes moldes: a) em ação proposta pelo locador, o aluguel provisório não poderá ser excedente a 80% (oitenta por cento) do pedido; b) em ação proposta pelo locatário, o aluguel provisório não poderá ser inferior a 80% (oitenta por cento) do aluguel vigente; ............................................................................................. IV - na audiência de conciliação, apresentada a contestação, que deverá conter contraproposta se houver discordância quanto ao valor pretendido, o juiz tentará a conciliação e, não sendo esta possível, determinará a realização de perícia, se necessária, designando, desde logo, audiência de instrução e julgamento; V - o pedido de revisão previsto no inciso III deste artigo interrompe o prazo para interposição de recurso contra a decisão que fixar o aluguel provisório. ..................................................................................." "Art. 71. ..................................................................................................................................................................... V - indicação do fiador quando houver no contrato a renovar e, quando não for o mesmo, com indicação do nome ou denominação completa, número de sua inscrição no Ministério da Fazenda, endereço e, tratando-se de pessoa natural, a nacionalidade, o estado civil, a profissão e o número da carteira de identidade, comprovando, desde logo, mesmo que não haja alteração do fiador, a atual idoneidade financeira; ..................................................................................." "Art. 74. Não sendo renovada a locação, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, se houver pedido na contestação. Parágrafo 1º (VETADO) Parágrafo 2º (VETADO) Parágrafo 3º (VETADO)" "Art. 75. (VETADO)." Art. 3º (VETADO) Brasília, 9 de dezembro de 2009; 188º da Independência e 121o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Tarso Genro Guido Mantega Miguel Jorge" "MENSAGEM Nº 1.004, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2009. Senhor Presidente do Senado Federal, Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do parágrafo 1º do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei nº 140, de 2009 (nº 71/07 na Câmara dos Deputados), que "Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano". Ouvidos, os Ministérios Justiça e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior manifestaram-se pelo veto aos seguintes dispositivos: Parágrafo 3º do art. 13 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei: "Parágrafo 3º Nas locações não residenciais, equipara-se à cessão da locação qualquer negócio jurídico que importe na transferência do controle societário do locatário pessoa jurídica." Razões do veto "Não é possível confundir a estruturação societária da pessoa jurídica, que, independentemente da formação do quadro de sócios, tem personalidade jurídica própria, com o contrato de locação havido entre o locador e a própria pessoa jurídica. Ou seja, em outras palavras, o contrato de locação firmado entre locador e pessoa jurídica não guarda qualquer relação de dependência com a estruturação societária de pessoa jurídica locatária, considerando, essencialmente, a distinção da personalidade jurídica de cada um (sócios e a própria pessoa jurídica), conferida pelo ordenamento jurídico pátrio para cada um dos entes. Além do mais, cabe registrar que exigências assim impediriam ou dificultariam sobremaneira operações societárias de transferência de cotas sociais ou ações de sociedades empresárias, tal como, exemplificativamente, a incorporação, fusão ou aquisição da participação majoritária de grandes empresas." Parágrafo 3º do art. 52 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei: "Parágrafo 3º O locatário terá direito a indenização para ressarcimento dos prejuízos e dos lucros cessantes que tiver com mudança, perda do lugar e desvalorização do fundo de comércio se o locador, no prazo de 3 (três) meses da entrega do imóvel, não der o destino alegado ou não iniciar as obras determinadas pelo poder público ou que declarou pretender realizar." Razões do veto "A ideia do projeto contempla situação com a qual não se pode concordar sob o ponto de vista do interesse público, considerando que, se por um lado a melhor proposta de terceiro tem todo o fundamento necessário para implementar a não-renovação da locação - por razões óbvias e de cunho mercadológico -, por outro, o locatário preterido poderá sofrer prejuízos em decorrência da necessária desocupação e da desvalorização do estabelecimento comercial, prejuízos esses que não podem permanecer sem a devida reparação." Parágrafos 1º, 2º, 3º do art. 74 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei: "Parágrafo 1º Conceder-se-á liminar para desocupação em 15 (quinze) dias, contados da intimação do locatário, por si ou por seu advogado, quando houver, na contestação, pedido de retomada fundado em melhor proposta de terceiro. Parágrafo 2º A desocupação liminar somente será indeferida se: I - a proposta de terceiro não atender aos requisitos previstos no parágrafo 2º do art. 72; II - o locatário aceitar, em réplica, as mesmas condições ofertadas pelo terceiro. Parágrafo 3º A execução provisória da retomada fica condicionada à prestação de caução em valor não inferior a 6 (seis) meses nem superior a 12 (doze) meses do aluguel, atualizado até a data da prestação da caução." Razões dos vetos "Atualmente, são previstas três hipóteses em que o locatário terá direito a indenização para ressarcimento dos prejuízos e dos lucros cessantes que tiver que arcar com mudança, perda do lugar e desvalorização do fundo de comércio, são elas: a) melhor proposta de terceiro; b) o locador não der o destino alegado; e c) o locador não iniciar as obras determinadas pelo Poder Público ou que declarou pretender realizar. Todavia, os parágrafos do art. 74 somente preveem procedimento diferenciado na concessão de providência liminar para a hipótese de melhor proposta de terceiro, sendo que para as outras, tão relevantes quanto a contemplada pelo texto projetado, nada se disse. Tal previsão, se sancionada, ensejará previsão pouco sistêmica no contexto da lei de locações, o que é absolutamente indesejável e contrário ao interesse público, sendo que a regra prevista no caput certamente atenderá satisfatoriamente os provimentos judiciais relativos às três hipótese mencionadas." Art. 75 da Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, alterado pelo art. 2º do projeto de lei "Art. 75. Sendo executada provisoriamente a decisão ou sentença que conceder a retomada do imóvel, o locatário terá direito a reclamar, em ação própria, indenização por perdas e danos, caso a ação renovatória venha a ser julgada procedente ao final da demanda, vedado, em qualquer hipótese, o retorno do locatário ao imóvel." Razões do veto "O texto proposto permite a execução provisória da decisão ou da sentença que ordena a desocupação em ação renovatória, impedindo a retomada da posse direta pelo locatário preterido, ainda que a decisão ou sentença seja reformada, ou seja, a desocupação empírica, por si só, transita em julgado em julgado independentemente do resultado do recurso que hostiliza a decisão correlata. Ademais, o texto em vigor admite a fixação da indenização devida ao locatário pela desocupação na própria sentença, e o texto proposto remete a fixação de indenização a propositura de uma nova ação, fato este que milita contrariamente aos anseios de maior celeridade processual, razoável duração do processo e diretriz da resolução do maior número possível de litígios em uma mesma sentença, e até para se evite decisões contraditórias. Também cabe frisar, que o texto em vigor estabelece responsabilidade solidária entre locador e o proponente da melhor oferta causadora da desocupação, e o texto projetado para o art. 75 suprime esta ferramenta facilitadora do recebimento, pelo locatário, da indenização devida, com o que não se pode concordar." Ouvido também, o Ministério da Fazenda manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo: Art. 3º "Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação." Razões do veto "Nos termos do art. 8º, caput, da Lei Complementar nº 95, e 26 de fevereiro de 1998, a entrada em vigor imediata somente deve ser adotada em se tratando de normas de pequena repercussão, o que não é o caso do presente projeto de lei. Assim, de modo a garantir tempo hábil para que os destinatários da norma examinem o seu conteúdo e estudem os seus efeitos, propor-se que a cláusula de vigência seja vetada, fazendo-se com que o ato entre em vigor em quarenta e cinco dias, nos termos do art. 1º do Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942 - Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro." Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional."
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Usucapião regulariza imóvel.
Usucapião retumba nos ouvidos como processo de posseiros no campo ou de invasores de terrenos em centros urbanos. Mas a ação judicial pode ser ferramenta útil para diversos casos de regularização da posse de um imóvel. Frutos de herança sem inventário, imóveis passados de dono para dono sem registro de escritura em cartório e regularização de uso de lotes vizinhos (para plantar um pomar, por exemplo) são alguns dos casos em que se pode entrar com o processo de usucapião para obter a posse do bem. "A usucapião transforma em proprietário quem fez uso [de um imóvel ou terreno] e apresentou ânimo de dono durante um período longo, determinado por lei", esclarece o professor Rui Camargo Viana, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. O advogado Eugênio Doin Vieira, 81, recorreu à usucapião para provar que um apartamento em Florianópolis (SC) era seu --embora o imóvel ainda estivesse no nome da construtora-- e poder vendê-lo. "Comprei [o apartamento] há cerca de 30 anos e, desleixado, acabei não regularizando a escritura. O único documento que tinha era o contrato que fiz com a construtora", explica. Com a apresentação do documento, além do relato de vizinhos comprovando a ocupação "mansa e pacífica", Vieira regularizou a situação do imóvel, que já foi vendido. O processo durou dois anos e meio. Investimento É recorrente que proprietários de imóveis que nunca se preocuparam com a regularização da escritura em cartório decidam resolver a situação apenas no momento de vendê-los. "O valor de negociação diminui quando há problemas documentais", alerta Álvaro Justo, advogado imobiliário. Numa das causas de Justo, o proprietário de um apartamento em área de marinha (terrenos que ficam a até 33 metros do mar na maré alta) em Santos (85 km a sudeste da capital) tenta regularizar a escritura pedindo usucapião do imóvel. Como não há documento que prove a posse "mansa e pacífica" do terreno e do imóvel, o prazo mínimo de ocupação exigido por lei é de dez anos. Apesar de o cliente ter comprado o imóvel há cinco anos, no processo, podem-se considerar proprietários anteriores. "O apartamento passou por uma série de contratos de cessões de direitos. Ainda que meu cliente não tenha estado nele por mais de dez anos, podemos somar [o tempo de sua ocupação] com os dos outros [proprietários]", argumenta Justo. A irregularidade remete à construção do empreedimento. À época de sua venda, a construtora não conseguiu deixar em ordem as escrituras por problemas de documentação na SPU (Secretaria de Patrimônio da União). "A usucapião tem um toque mágico que apaga completamente o histórico do imóvel, limpa sua matrícula", explica o advogado Hélio Yazbek, especialista em direito imobiliário. CRISTIANE CAPUCHINHOColaboração para a Folha de S.Paulo 25/05/2008
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Já pensou em fazer seguro residencial...
Saiba quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de contratação Fato: o seguro residencial é muito barato quando comparado ao de um veículo. Com pouco dinheiro você pode garantir coberturas de grandes sinistros, como incêndio. Mas qual a possibilidade de a sua casa pegar fogo? Pois é, a questão é muito individual. Para saber se vale a pena, leia atentamente todas as cláusulas avalie os riscos. Para o presidente da Comissão de Riscos Massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Danilo Silveira, considerando a relação custo-benefício, sempre vale fazer o seguro residencial. Ainda assim, somente 15% das residências têm seguro no Brasil. “O gasto médio anual é inferior a R$ 350,00, garantindo o principal bem da família contra danos acidentais e oferecendo serviços de assistência emergencial, como chaveiros, eletricistas e outros prestadores de serviços especializados”, ressalta Silveira. O vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São (Sincor- SP), Boris Ber, diz que a procura ainda é muito baixa, já que boa parte das pessoas nem pensa nisso. Ele lembra que os seguros dos condomínios não cobrem todo, mas apenas a parte da construção. “As roupas, a mesa de jantar, o sofá, o terno, não estão cobertos pelo seguro do condomínio. A experiência diz que quando você oferece o seguro residencial, explicando bem, 70% fecham”, afirma Ber. O representante da FenSeg recomenda que as pessoas analisem os riscos aos quais o imóvel está exposto, considerando o histórico da localização, possibilidade de incidência de atos da natureza (ventos fortes, granizo etc), registros de furtos e roubos, e situações que podem causar danos a terceiros para cobertura de responsabilidade civil. “O cliente deve também indicar valores segurados adequados para as coberturas escolhidas, considerando os preços de reconstrução do prédio e reposição dos bens, bem como a extensão dos eventuais danos em caso de sinistro. Não precisa incluir a valorização imobiliária”. Adicionais No seguro da residência, o cliente tem a possibilidade de incluir muitas coberturas adicionais, o que vai encarecendo o valor final contratado. De acordo com Ber, é possível até oferecer cobertura para o caso de queda de avião na casa, quando a pessoa mora perto de aeroporto. “De impacto de veículos, caso a pessoa more num cruzamento movimentado. De dano elétrico, que é um curto-circuito sem a presença de fogo, e até de pagamento de hotel por determinado período, caso aconteça algo com o apartamento”. É bom estar preparado para imprevistos (Foto: Shutterstock) Não desperdice seu dinheiro com seguros que não estejam de acordo com a sua necessidade. Se você mora em bairro com alto índice de roubos e furtos, talvez essa seja uma cláusula interessante para você. Diferentemente se a casa fica em condomínio fechado com seguranças. Se o seu bairro não for seguro, é uma boa opção (Foto: Shutterstock) Detalhes: Preço Trata-se de um seguro de custo acessível. As coberturas de frequências mais elevadas, como, por exemplo, danos elétricos (a eletrodomésticos e outros bens) e furto e roubo costumam ser mais onerosas, enquanto as básicas são baratas. Coberturas básicas Garante proteção contra incêndio, raio e explosão de qualquer causa. Além da cobertura dos danos acidentais, as apólices oferecem serviços de assistências emergenciais e de conveniência. (Foto: Shutterstock) Coberturas adicionais Entre as mais contratadas estão vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, impactos de veículos e aeronaves, roubo e furto qualificado, danos elétricos, responsabilidade civil familiar (que garante danos materiais e corporais causados a terceiros pelo uso e conservação do imóvel ou atos involuntários dos moradores e empregados da casa) e perda ou pagamento de aluguel em caso de acidente.
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Compra mais cedo reduz gasto com seguro
Realizar o sonho da casa própria mais cedo traz a vantagem de pagar menos pelo seguro obrigatório em financiamentos no SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A cobertura deve incluir, pelo menos, morte e invalidez permanente do mutuário, com a quitação imediata, além de danos ao imóvel durante a operação, causados, por exemplo, por incêndio, explosão ou inundação. As empresas não podem recusar cobertura de seguro a clientes cuja soma da idade adicionada ao prazo de financiamento seja de até 80 anos e seis meses. O modelo atuarial, no entanto, vai depender de cada seguradora. Normalmente, quanto mais velho, maior será o impacto do seguro na parcela do financiamento. Outro ponto a ser observado é se a taxa é evolutiva, variando de acordo com o tempo do contrato e, consequentemente, o envelhecimento do mutuário e do bem. "Talvez esse seja o produto mais aperfeiçoado", avalia Armando Grasso, presidente da comissão de Seguro Habitacional da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), por não penalizar nem os mais jovens nem aqueles que fazem contratos por um intervalo menor. Para estimular a concorrência, os bancos são obrigados a oferecer aos clientes pelo menos duas opções de seguro habitacional, incluindo a de uma seguradora na qual a instituição financeira não tenha participação. O mutuário, por sua vez, pode pesquisar e escolher uma terceira alternativa. O economista José Pereira Gonçalves lembra que os bancos vêm ampliando o período de financiamento, que agora já chega a 30 anos. O especialista em mercado imobiliário ressalta que, se os prazos anteriores, mais curtos, tivessem se mantido, os bancos teriam um outro perfil de carteira. "E isso poderia resultar em seguros mais baratos." Veja Mais
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É melhor se prevenir
Imóvel garantido Mercado de seguros se diversifica para atender as diferentes demandas dos proprietários de Ribeirão. A preocupação com a integridade da casa própria, ou até mesmo da própria empresa, pode levar algumas pessoas a optar pela contratação de serviços que assegurem a manutenção dos bens em caso de acidentes. Hoje em dia há diversas apólices de seguro voltadas para o mercado imobiliário. O serviço mais procurado em Ribeirão Preto é o que assegura residências contra roubos. Outros que também são bastante procurados são os seguros contra incêndio, raios, explosões, danos elétricos e até mesmo vendavais. O corretor de seguros da Macseg Seguros, Serafim Teixeira da Cunha Filho, conta que os serviços para imóveis são mais fáceis de contratar e mais baratos. “Automóveis são bens que representam muito risco de acidentes. Já problemas em residências são mais incomuns”, disse. Segundo ele, o histórico do imóvel e a localização são os fatores que mais influenciam nos preços das apólices. “Caso não tenha ocorrido nenhum roubo ou incêndio na casa a parcela é mais barata. Há bairros onde a incidência de assaltos é maior, por isso inflacionam o preço”, disse. No caso de condomínios, é prevista por lei a contratação obrigatória do seguro. “Caso aconteça algum problema, é o síndico que vai responder judicialmente e financeiramente”, disse o corretor de seguros da América Chaves, João Arthur Costa Chaves. “Fica assegurada a manutenção das áreas comuns do condomínio em caso de incêndio, danos elétricos e outros acidentes”, explicou. A lei também obriga a contratação de seguro para empresas. “Mesmo assim há muitos que não possuem”, afirmou Chaves. A apólice pode assegurar, além da manutenção em caso de danos ao patrimônio, o pagamento de indenização por danos causados aos clientes pelos produtos da empresa. Para quem pretende comprar algum imóvel na planta, é preciso verificar se a empresa construtora é assegurada. “Assim, fica garantido ao comprador do imóvel que as obras serão terminadas, mesmo que haja caso de falência”, disse Teixeira. Segundo ele, a contratação desse seguro também é obrigatória. Proteção contra inadimplência Um novo modelo de seguro voltado para o mercado imobiliário pode acabar com o problema de falta de pagamento de aluguel e da necessidade de um fiador para fechar negócio. “O seguro fiança-locatícia garante o pagamento do aluguel, da taxa de condomínio e outras despesas de locação quando há inadimplência do inquilino”, contou o corretor de seguros João Arthur Costa Chaves. “Essa apólice favorece o inquilino na hora assinar o contrato, pois acaba com a figura do fiador”, afirmou o corretor. O seguro fiança-locatícia pode ser contratado para imóveis residenciais, comerciais e até mesmo industriais. De acordo com o corretor Serafim Teixeira da Cunha Filho, o seguro residencial pode ser uma boa opção para valorizar o imóvel alugado. “Se há seguro contra roubo, incêndio e danos elétricos para a residência, com certeza quem for locar vai se dispor a pagar um pouquinho mais por mês”, disse Cunha. (RV) Seguro da casa própria: o segredo é pesquisar Seguros residenciais oferecem cobertura contra blecaute, roubo e acidentes domésticos Habitação: nova regra de seguro começa a valer Seguro da casa própria terá mais opções Atenção aos detalhes Dicas para fazer o seu seguro residencial Seguradoras de vida vão poder cobrir imóveis
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Seguro da casa própria: o segredo é p...
As novas regras para oferta de seguro habitacional entraram em vigor ontem, mas os primeiros resultados no bolso dos consumidores só devem aparecer no período de seis meses a um ano. Os benefícios podem vir em forma de barateamento ou da inclusão coberturas alternativas. Por enquanto, a maior diferença pode estar na pesquisa de preços. Benefícios podem vir em forma de barateamento do serviço (Foto: Agência Estado) Pela determinação do Banco Central e da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a partir de agora, no momento da contratação de um financiamento imobiliário os bancos devem oferecer aos contratantes ao menos duas alternativas de seguro habitacional (que entra no valor da prestação): a própria e a de uma seguradora na qual a instituição não tenha participação. Além destas duas, o consumidor pode pesquisar outras alternativas e ficar com a que mais interessar. Na avaliação de Armando Virgílio, superintendente da Susep, as novas regras devem baixar para 2% a representação do seguro habitacional na prestação da casa própria. Hoje, afirma ele, 10% do total da parcela mensal corresponde ao seguro. “Conforme a idade do mutuário a equivalência pode chegar a 20%”, diz Virgílio. O seguro habitacional, incluído nas prestações mensais da compra de imóveis novos ou usados, deve cobrir obrigatoriamente danos físicos do imóvel (DFI), como enchentes e explosões, e morte ou invalidez permanente (MIP) do mutuário principal, o que quita automaticamente o saldo devedor do financiamento. Tharcisio Souza Santos, diretor do MBA da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), acredita que as mudanças no produto irão estimular a concorrência no mercado, mas os resultados não serão imediatos. Santos afirma que só haverá novidades à medida em que as seguradoras sentirem que o mercado seja terreno fértil para suas ofertas. “Acredito que os progressos apareçam dentro de um ano ou algo assim”, avalia. Santos afirma que não necessariamente a evolução do mercado para o seguro habitacional se dará sob a forma de redução de preços. “Outra maneira de atrair consumidores é oferecer coberturas adicionais às obrigatórias”, diz. O diretor da Faap fala, por exemplo, de alguma garantia para perda da renda ou assistência a outro bem do contratante. Santos afirma que a atuação do consumidor na pesquisa de preços será fundamental para que o novo mercado cresça. Ele lembra que os interessados devem verificar, além dos preços, as coberturas e ?principalmente? as exclusões, isto é, quando a cobertura não pode ser reivindicada. ?O melhor é procurar a ajuda de corretores que conheçam o mercado?, indica. Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores do Estado de São Paulo (Sincor-SP), afirma que se as regras forem seguidas à risca o mercado tem tudo para avançar. ?Se as instituições não forçarem os consumidores a aceitarem suas propostas de seguro como condição para o financiamento as novas regras terão êxito?, observa. Arruda também não crê em queda de preços a curto prazo, uma vez que o mercado terá um tempo de maturação, mas avalia que dentro de seis meses pode haver novidades que beneficiem, inclusive, o bolso dos futuros mutuários. O presidente do Sincor-SP recomenda que no momento da pesquisa de um produto que se molde a suas necessidades, o consumidor busque corretores para ajudá-lo. PARCERIAS - As regras entraram em vigor ontem, mas algumas instituições financeiras já anunciaram parcerias com seguradoras para oferecer aos consumidores novas alternativas de seguro habitacional. O Bradesco fez parceria com a Aliança do Brasil, empresa que conta com a participação do Banco do Brasil. Aos interessados que procurarem o banco em busca de crédito imobiliário serão oferecidos produtos da Aliança e da Bradesco Seguros. O grupo Santander firmou parceria com a Tokio Marine, que também atuará ao lado do banco Itaú. A Caixa Econômica Federal, que detém cerca de 70% do mercado de seguro habitacional, por ser também a principal agente de crédito imobiliário no País, firmou parceria com a Sulamerica Seguros. A exemplo do Bradesco e do Santander, o site da Caixa já conta com simuladores adaptados às novas regras, que permitem aos interessados verificarem valores de financiamentos com produtos das parceiras. No caso da Caixa, o valor do seguro oferecido pela Sulamerica é menor que o da Caixa Seguros, braço da empresa para o mercado securitário. Procurada para comentar o preço maior, a Caixa não se manifestou. No caso dos outros bancos, seus valores são menores que os oferecidos pelas seguradoras parceiras. Jornal da Tarde 19-02-10 Seguros residenciais oferecem cobertura contra blecaute, roubo e acidentes domésticos Seguro da casa própria terá mais opções Atenção aos detalhes Dicas para fazer o seu seguro residencial Seguradoras de vida vão poder cobrir imóveis Seguro garante proteção do patrimônio.
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Estimativa de 114 bilhões de reais pa...
A demora para o setor sair da crise refletirá em números positivos para o mercado em 2019. Quer saber mais? Acompanhe nossa matéria e entenda! O financiamento imobiliário com recursos da conta poupança atingiu a cifra de R$25,29 bilhões apenas no primeiro semestre de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017 o aumento registrado é de 23%. Os dados são da ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) e foram divulgados no dia 25 de julho. Se o mercado considerar os números dos últimos 4 anos em relação aos empréstimos realizados pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), será fácil ver que é a primeira vez que houve aumento nos registros de janeiro a junho em comparação com o mesmo período do ano anterior. Estamos falando de 98,84 mil imóveis a mais que foram financiados em 2018, o aumento representa 19,8% a frente dos números registrados em 2017. Esses aumentos são devido ao mercado estar embalado pelos números positivos da poupança. Isso porque a principal fonte dos recursos para crédito imobiliário, por parte dos bancos, é a poupança. As instituições financeiras costumam usar aproximadamente 65% dos valores aplicados nas contas poupança para emprestar aos consumidores em cadernetas com o crédito imobiliário. Além da poupança, os bancos usam também recurso retidos no Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). Esse aumento de depósitos em relação ao número de saques mostra que o consumidor ainda possui receio de se comprometer com dividas longas, além disso o mercado imobiliário avança, não tão depressa, a sua saída da crise recente que atingiu o setor. Isso significa que apesar de o comum ser um primeiro semestre com saldo negativo, onde as pessoas realizam mais saques do que depósitos em suas poupanças, em 2018 aconteceu o inverso. O presidente da Abecip, Gilberto Duarte de Abreu Filho, registrou esse dado incomum ao falar sobre os dados publicados “Tradicionalmente, o primeiro semestre registra dados negativos. Neste ano, tivemos captação liquida de R$2,5 bilhões, o que sinaliza uma reversão de tendência, com mais dinheiro entrando, e gera uma expectativa positiva”, disse. Gilberto continuou com a análise divulgando mais números da estimativa realizada pela Abecip, “Só para aquisição de imóveis por pessoa física foram R$20,2 bilhões financiados, sendo R$11,3 bilhões para unidades novas. Quem puxa a cadeia é o consumidor, essa fatia de imóveis novos sinaliza o consumo do estoque, o que pode originar demanda futura por mais construção”, afirmou. Mas o que esses dados significam de fato para o mercado imobiliário em 2019? Bom, de acordo com as estimativas da entidade, a projeção do crescimento de crédito com a utilização da poupança aumentou de 10% para 16%, o que significa um aumento considerável para R$50 bilhões. Se esses dados estiverem corretos, significa que será a primeira grande ação para que o setor possa se recuperar definitivamente em quatro anos, desde o pico de crédito imobiliário que houve em 2014, quando o mercado atingiu R$113 bilhões. Além disso, os bancos se mostraram mais dispostos a aprovar financiamentos, já que existem mais recursos à disposição para esse tipo de crédito. Aliado ao saldo positivo das contas poupanças, os bancos ainda contam com os benefícios recém liberados de compulsórios, por exemplo. Com isso, o presidente da Abecip afirma que esses excessos de recursos para financiamento de casa própria podem atingir a marca de R$100 bilhões ou superar esse número até 2020. “Teremos nos próximos dois anos, uma liberação de recursos da ordem de R$ 239 bilhões. O financiamento imobiliário, na melhor das hipóteses, vai chegar a R$ 125 bilhões. Ou seja: vão sobrar R$ 114 bilhões no sistema inteiro”, afirma Gilberto Duarte Abreu FIlho. Ainda assim, nem tudo é inteiramente positivo nessas previsões, Abreu Filho aponta algumas dificuldades, como a taxa alta de desemprego no país. Isso significa que apesar de existirem recursos de sobra para que os bancos liberem mais crédito imobiliário, os consumidores ainda permanecem receosos e preferem continuar depositando valores em conta poupança ao invés de investir em uma dívida a longo prazo, sem a segurança de um ganho real e o fantasma do desemprego rondando o país. Isso pode gerar mais anúncios de facilidades por partes dos bancos, afinal com a oferta de crédito em alta aliado a baixa procura por parte dos consumidores, as instituições financeiras podem tentar atraí-los com juros mais baixos. Vale lembrar que os bancos já anunciaram uma redução de juros para financiamento da casa própria e o aumento do percentual do valor a ser financiado para compra de imóvel usado. Recentemente a Caixa Econômica Federal também facilitou o financiamento para funcionários públicos, já que eles representam a menor taxa de inadimplência no mercado. Ou seja, estamos falando apenas de possibilidades e projeções, na prática, ainda existem incertezas rondando o setor, portanto o consumidor não pode encarar esses números como um benefício concreto. Já que os bancos reduziram recentemente suas taxas de juros e os financiamentos duram cerca de 30 anos, ninguém quer reduzir ainda mais as taxas.
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5 técnicas para ajudar o comprador no...
Na hora de realizar a compra de um imóvel, vários sentimentos vêm à tona. Além da alegria de adquirir um bem, aparece também a insegurança pela falta de conhecimento dos processos cartorários e de financiamento imobiliário. Portanto, fazer um acompanhamento claro e objetivo pode transmitir não somente o conhecimento necessário para a realização dos processos, mas também a segurança que o comprador precisa para tomar uma decisão definitiva. Será que uma mudança no posicionamento profissional do corretor pode alterar a perspectiva de um negócio? Quer avaliar sua segurança e objetividade no trato com os clientes? Conheça as 5 técnicas mais eficientes e descubra se está fazendo o uso correto de cada uma delas. Boa leitura! 1. Mapeie todas as possíveis despesas adicionais do processo A imobiliária pode atuar exclusivamente em um bairro ou ter opções de imóveis nas imediações e áreas rurais. Seja qual for a modalidade — comercial, residencial ou rural —, identifique previamente todas as possíveis despesas adicionais que podem incorrer no processo de compra. É possível fazer um modelo básico para cada tipo de imóvel e forma de pagamento. Assim, toda vez que um novo negócio surgir, uma consulta rápida poderá ser feita nesse material com o intuito de orientar o comprador de forma organizada e proativa. 2. Saiba como funciona o fluxo de aprovação de crédito e demais modalidades de pagamento É muito importante saber como acontece o fluxo de aprovação de crédito e salientar com o cliente sobre a necessidade de já tê-lo antes da escolha de um imóvel. Isso evitará, por exemplo, que ele se frustre em uma primeira compra e fique inseguro para as próximas tentativas. Esse cuidado também se deve ao fato de que normalmente clientes de bancos possuem um crédito pré-aprovado, mas para aquisições de maior valor, uma comprovação de renda e análise do comprometimento dos ganhos mensais podem ser requeridas. 3. Crie uma lista de documentos necessários para o financiamento imobiliário Essa é outra organização prévia que pode dar mais segurança ao corretor na hora de orientar o cliente — que, por sua vez, ficará muito mais confiante no consultor que o acompanha. Saber quais são os documentos necessários e informar de maneira organizada ao cliente pode agilizar o processo, especialmente quando o financiamento for realizado na própria imobiliária. Essa opção oferecida pela CrediPronto facilita todo o processo burocrático do financiamento imobiliário, fazendo com que ele seja integralmente realizado no próprio estabelecimento. Porém, os documentos oficiais precisam ser devidamente anexados ao processo e, sabendo quais são eles, o corretor pode abreviar ainda mais o atendimento. 4. Estabeleça junto com o cliente um plano de metas para a realização da compra Ter o controle e personalizar o processo de acordo com as necessidades do cliente garante que um laço de confiança seja estabelecido, afinal de contas, além de conduzir com segurança um processo que normalmente inspira estresse, o corretor também estará demonstrando atenção às particularidades do comprador. É possível fazer um controle por e-mails, estipular datas para visitas e um formulário para comparação entre as opções de imóveis visitadas. Assim, além do processo de compra em si, o cliente também perceberá a preocupação do corretor em assegurar que ele fará a escolha certa. 5. Administre as emoções dos clientes Como dito no início deste post, as emoções vivenciadas no processo de aquisição de um bem são diversas. Aqueles que estão comprando a primeira residência própria, por exemplo, ficam ansiosos e animados, enquanto investidores que querem aplicar seus recursos em bens sólidos são mais racionais e calculistas. Saber identificar essas emoções e administrá-las para que favoreçam a compra é essencial, pois do contrário, esses podem ser fatores de boicote inconsciente do negócio.
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Teto para financiamento de imóvel com...
A partir de 1º de janeiro de 2019, os brasileiros que quiserem utilizar os recursos do FGTS para adquirir a casa própria poderão financiar imóveis de até R$1,5 milhão. O limite atual é de R$ 950 mil para imóveis em São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte e R$ 800 mil no restante do País. A mudança anunciada no dia 31 de julho pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é válida para financiamentos contratados dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que prevê juro máximo de 12% ao ano mais correção monetária pela TR. O teto de R$1,5 milhão já vigorou temporariamente entre fevereiro e dezembro de 2017, e como a mudança não trouxe impacto negativo, a decisão foi de torná-la permanente. Condições A partir de 2019 não haverá mais a obrigatoriedade de aplicação dos recursos pelas condições do SFH, assim os bancos e mutuários acordarão livremente as taxas de juros. E quando não houver dinheiro do FGTS envolvido no negócio, não haverá limite para o valor do imóvel financiado e haverá liberdade para decidir o índice que vai corrigir o valor dos contratos. A previsão do Banco Central é que as novas regras injetem cerca de R$80 bilhões no crédito imobiliário dentro dos próximos seis anos. Para o diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Damaso, a maior liberdade para pactuar os juros não trará aumento de custo para o consumidor. Segundo ele, a maioria das instituições financeiras já cobram juros entre 8% e 10% ao ano, ou seja, abaixo do teto do SFH, de 12%. Uma boa notícia para quem procura imóveis de menor valor: O CMN determinou ainda que bancos que financiarem imóveis de até R$500 mil poderão multiplicar esse recurso por 1,2 na hora de contabilizar se cumpriram o patamar mínimo que deve ser direcionado ao crédito imobiliário. Esse incentivo irá direcionar recursos para a faixa da população com maior déficit habitacional.
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Financiamentos correspondem a 80% d...
O financiamento para compra de casas, apartamentos e terrenos corresponde, hoje, a 80% dos negócios concretizados na imobiliáriaO sonho do imóvel próprio tem levado muitas pessoas que vivem de aluguel a utilizarem uma ferramenta que, nos últimos anos, registra crescimento constante na Piramid Imóveis. O financiamento para compra de casas, apartamentos e terrenos corresponde, hoje, a 80% dos negócios concretizados na imobiliária. “A facilidade de crédito, os programas sociais, como Minha Casa Minha Vida, e a ampliação da renda média do brasileiro podem ser apontados como principais motivos desse aumento”, explica o diretor de Vendas da empresa, Antônio Carlos Peixoto. Para adquirir um financiamento é necessário, basicamente, apresentar um comprovante de renda (como holerite) e demais documentos pessoais. As parcelas flexíveis, com valores mais baixos – quase comparados aos do aluguel –, também são um atrativo. “Compensa investir os recursos em algo que, dentro de um tempo, será um bem próprio”, diz Peixoto. O especialista indica que sejam comprometidos, no máximo, 30% da renda para o pagamento das parcelas do financiamento. O valor total pode ser dividido em até 300 meses. Troca O financiamento também pode ser útil para quem já é dono de um imóvel, mas deseja se mudar para outro que tenha valor mais alto. “O tempo mínimo que os compradores costumam permanecer em uma casa ou apartamento varia entre cinco e seis anos. Utilizar recursos próprios para pagar uma parte do novo bem e financiar o restante é um método que também tem aquecido o mercado”, afirma Antônio Carlos Peixoto, da Piramid Imóveis.
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Preço do aluguel cai e volta ao patam...
Preço médio do metro quadrado de locação chegou a R$ 30,08; recuo acumulado do ano é de 2,94%. Preço de locação dos imóveis residenciais caiu 0,14% no mês de setembro. A crise econômica que afeta o mercado imobiliário fez os valores ofertados de aluguel recuarem ao mesmo patamar registrado há três anos, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base nos anúncios do site Zap Imóveis. O preço anunciado de locação dos imóveis residenciais caiu 0,14% em setembro na comparação com agosto, considerando a média de 11 cidades brasileiras. Com isso, o preço médio do metro quadrado de locação chegou a R$ 30,08, mesmo valor registrado nominalmente no começo de 2013. A queda de 0,14% em setembro, porém, foi mais branda do que em agosto, quando a retração atingiu 0,37%. Segundo o levantamento, o recuo no acumulado do ano chegou a 2,94%, enquanto a baixa nos últimos 12 meses atingiu 4,28%. No mês de setembro, seis cidades monitoradas pela pesquisa mostraram quedas nominais no preço anunciado dos aluguéis. A região de Salvador apresentou o maior recuo no mês (-0,81%), seguida por Campinas (-0,46%) e São Paulo (-0,26%). Entre as cinco regiões que apresentaram aumento nos valores ofertados de locação, as maiores altas foram registradas em Curitiba (0,44%), São Bernardo do Campo (0,34%) e Distrito Federal (0,19%). A pesquisa também mostrou que a relação entre os valores de locação e os valores dos imóveis - medida que representa a rentabilidade do ativo - ficou em 4,4% em setembro, patamar estável em relação ao mês anterior. O preço de locação tem sido afetado pelo excesso de imóveis disponíveis para comercialização. Como muitos proprietários não conseguiram efetivar uma venda, decidiram direcionar o imóvel para locação, repassando custos como condomínio, IPTU e manutenção. Além disso, muitos consumidores estão reticentes em fechar negócios devido ao cenário econômico incerto. Clique aqui e confira mais notícias.
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Aluguel de galpões logísticos
A procura por melhores condições em instalações, logística e, com isso, ganhos em produtividade e redução de custos está fazendo com que indústrias e comércios busquem a locação de galpões logísticos — como são chamados os espaços construídos para receber operações como fábricas, centros de distribuição (CD) e armazenagem. RIO - O Groupe SEB — multinacional que comprou a Arno em 1997 — prepara a transferência de sua fábrica de eletroportáteis de São Paulo para o Rio. Em novembro, a unidade deixa o bairro paulistano da Mooca, onde está há 70 anos, e se instala em Itatiaia, no Sul Fluminense. Vem atrás de melhores condições em instalações, logística e, com isso, ganhos em produtividade e redução de custos. A mesma motivação levou o Grupo Pão de Açúcar a inaugurar um centro de distribuição integrado em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, em junho. O vaivém nos chamados galpões logísticos — como são chamados os espaços construídos para receber operações como fábricas, centros de distribuição (CD) e armazenagem — está acendendo um farol no segmento no Estado do Rio. Empresas especializadas no setor já registram aumento em consultas para locação. O movimento está em linha com a melhora nas expectativas dos empresários do comércio e da indústria, dois segmentos que já registram tímidas taxas de crescimento. O desempenho da economia no segundo trimestre do ano já mostrou reação do investimento, que teve a primeira taxa positiva após dez trimestres de queda, com variação de 0,4%. No primeiro semestre, a taxa de vacância na área de galpões logísticos no estado se manteve em 19%, apesar do aumento da oferta total desses espaços ter crescido em 45 mil metros quadrados do primeiro para o segundo trimestre, para 1.518 milhões de metros quadrados, segundo a consultoria Colliers International Brasil. A taxa de vacância em galpões logísticos no Rio é histórica. Em 2012, era de 9%. Ano passado, chegou a 15%. Houve grande aumento da oferta e freio na demanda devido à crise. Mas a manutenção dessa taxa de 19% já é uma ótima notícia, ainda mais considerando que o inventário total cresceu — destaca Paula Casarini, vice-presidente da consultoria. De abril a junho, a vacância média do segmento no país foi de 25%; em São Paulo, de 28%. Em valor do metro quadrado para locação, as instalações fluminenses têm preço médio de R$ 23, empatado com estado do Amazonas e atrás apenas do Distrito Federal, de R$ 25. No Rio, o saldo entre os novos espaços contratados e os devolvidos foi de 35.748 metros quadrados de abril a junho. No Brasil, esse resultado ficou negativo em 6.492. Em São Paulo, ficou em negativo em 71.660 metros quadrados. Paula explica que a recessão atingiu o segmento de logística, sobretudo devido à queda no consumo: Com a retração no consumo, as grandes redes de varejo precisam se desfazer de estoques e frear a produção. Isso levou muitas empresas a devolverem áreas logísticas. De outro lado, a alta vacância garante aos ocupantes mais opções de espaços e mais força na hora de negociar valores e contratos, permitindo reduzir custos. No Rio, apesar de o preço médio ser de R$ 23, chega a R$ 35 na Avenida Brasil e desce a R$ 18,60 o metro quadrado em Queimados, onde a taxa de vacância é de 40%. Investidores são cautelosos, mas mantêm o apetite. O Pátria Investimentos, de gestão de ativos, lançou há um ano o Complexo Logístico Multimodal de Itatiaia, projeto de R$ 300 milhões, entre Rio e São Paulo, que terá 230 mil metros quadrados para locação no total. Já abriga três empresas. A fábrica do Groupe SEB vai ocupar uma parte do complexo. Na área de logística, grande parte do estoque de espaços é ruim, pouco atualizado e está no lugar errado porque a cidade cresceu. A localização é fundamental diz Fauze Barreto Antun, sócio da área imobiliária do Pátria Investimentos. “Não é mais viável manter uma fábrica na região central de São Paulo, com perfil urbano e com dificuldades operacionais e logísticas”, explicou o Groupe SEB por meio de nota. O Grupo TRX vai construir em Santa Cruz um condomínio. Em fase final de licenciamento, receberá aporte de R$ 140 milhões. E terá 95 mil metros quadrados de área para locação. Fizemos um estudo de demanda da região e buscamos terreno com as melhores condições para construir. O condomínio tem tamanhos flexíveis de espaço, permite rateio de custos entre os ocupantes — conta Roni Katalan, à frente da TRX Incorporadora. MELHORA NAS EXPECTATIVAS Foi no bairro da Zona Oeste do Rio que as empresas do GPA, a varejista Via Varejo — Casas Bahia e Ponto Frio — e a Cnova, que cuida do comércio eletrônico do grupo, abriram novo centro de distribuição (CD), em junho. O projeto de R$ 5 milhões é o segundo CD da Via Varejo no estado. O outro fica em Duque de Caxias. O projeto integrado permite gerar mais produtividade por metro quadrado e reduzir custos fixos. No primeiro semestre, tivemos quatro consultas e duas delas estão em andamento. A demanda é principalmente do setor de varejo — diz Octavio Pires Vaz Filho, sócio-diretor da gestora Áquilla, focada em condomínios logísticos no entorno do Arco Metropolitano. A Mercatto, carioca de moda feminina, mantém fábrica e centro de distribuição em Duque de Caxias. Investimos em automatização dos processos de armazenagem e distribuição, o que trouxe ganhos em produtividade. Renegociamos valores de aluguel para fazer ajustes no curto prazo, sem reduzir o espaço de operação — conta o diretor da marca Renato Cohen. Leonardo Coelho, diretor especialista em varejo da consultoria Alvarez&Marsal, acredita que a recuperação da demanda no varejo depende de um incentivo ao consumo que só virá com garantia e maior oferta de emprego: Ainda que a economia comece a dar sinais positivos, o consumo demora mais a se movimentar. As empresas só devem rever capacidade logística no fim de 2017. Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), explica que o setor de espaços logísticos reflete uma melhora nas expectativas dos empresários. A partir de abril houve um momento de virada, pela expectativa de mudança de governo e de retomada da governabilidade do país, melhorando a confiança. Quando consultados sobre em que planejam investir, os empresários já falam em logística e estoque. Mas tudo depende de melhora nos ambientes de negócios e de trabalho. Em junho, as vendas do comércio ficaram estáveis, com variação de 0,1% sobre o mês anterior. Em maio, houve queda de 0,9%, segundo o IBGE. Na indústria, o panorama não é muito diferente. Em julho, a produção industrial avançou 0,1%, o quinto resultado positivo seguido na comparação com o mês anterior. Nesses cinco meses, o crescimento acumulado é de 3,7%, mas ainda não compensa a perda de 2015, que foi de 8,2%. O setor equilibrou os estoques, avançou a partir das exportações ou pela substituição de importações, beneficiadas pela desvalorização cambial, mas agora está numa encruzilhada, dependendo de melhores condições na economia para que a demanda volte a crescer. Sem isso, a indústria vai andar de lado — avalia Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas do Ibre/FGV.
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Busca por título de capitalização com...
A procura por título de capitalização como garantia locatícia vem crescendo no país. De acordo com a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), de janeiro a maio deste ano, as reservas — ou seja, o valor total deste tipo de título — cresceram 7%: de R$ 846 milhões para R$ 905 milhões. Especialistas do setor imobiliário explicam que o crescimento se deve à já conhecida dificuldade de se conseguir um fiador e à resistência ao seguro-fiança, com custo elevado e sem retorno ao fim do contrato.No Rio, a imobiliária Apsa tem observado o interesse maior dos futuros locatários por este tipo de garantia.— Hoje, cerca de 20% das nossas novas locações são fechadas com títulos de capitalização. Há dez anos, eram de 2% a 5%. A grande vantagem para o inquilino é que ele resgata este valor ao final da locação corrigido, se não houver problema nenhum de inadimplência — destaca Giovani Oliveira, gerente geral de locações da Apsa.Em contrapartida, o valor do título costuma ser bem maior do que o de uma caução ou do que o seguro-fiança.— Em média, custam entre oito e dez vezes o valor do aluguel. E o inquilino compra este título à vista — explica Luiz Carlos Henrique , superintendete de riscos financeiros e capitalização da Porto Seguro.O valor do título varia de empresa para empresa, como explica Edison Parente, vice-presidente comercial da Renascença Administradora de Imóveis:— Varia de acordo com a ficha do inquilino (renda e outros fatores). Hoje, 90% (dos títulos aplicados com a imobiliária) são de 12 meses.Segundo José Ismar Torres, diretor-executivo da FenaCap, dez das 17 sociedades de capitalização do país já oferecem o título (confira abaixo).— No Brasil, nós temos 9.638 clientes que usam esta modalidade. Destes, 5.944 são pessoas físicas e 3.694 jurídicas (imóveis comerciais) — detalha, fornecendo os números mais recentes, de maio.O taxista Vitor Viana, de 33 anos, futuro inquilino de um apartamento anunciado pela Apsa, optou por essa garantia:— Eu acabei de alugar um apartamento na Freguesia, na Ilha do Governador (Zona Norte do Rio). Vou assinar o contrato esta semana. Eu até poderia arranjar o fiador, mas seria mais demorado e difícil. O fiador exige muitos comprovantes. Eu queria agilizar o processo. Já estava com o dinheiro disponível, porque havia guardado, e era um valor que eu não iria precisar. Então, ficou mais fácil. Não optei pelo seguro-fiança, pois a gente perde o dinheiro. É a primeira vez que alugo por meio de título. Eu já sabia que existia esta opção, já tinha me informado sobre as possibilidades. Tive que dar 12 vezes o valor do aluguel mais as taxas.COMO FUNCIONAResgateAo fim do contrato, o inquilino resgata todo o valor do título, corrigido pela Taxa Referencial (TR), que hoje é de cerca de 0,2% ao mês.InadimplênciaO título só pode ser resgatado pelo inquilino com autorização do dono do imóvel. Qualquer pendência, como meses de aluguel atrasado e reforma não feita, é debitada do valor.NegociaçãoSe a locação não envolve imobiliária, o locatário e o dono do imóvel podem, juntos, procurar um corretor de uma sociedade de capitalização, que vai intermediar a negociação.ValorO título é sempre calculado por múltiplos do preço do aluguel: duas, três, dez, 12, 30 vezes... não há limite para este cálculo.SorteiosOutra vantagem do título de capitalização são os sorteios realizados mensalmente. Segundo a FenaCap, de janeiro a maio deste ano, houve seis sorteados em todo o país, que ganharam, no total, R$ 260 mil.ComparaçãoEnquanto a caução exige três meses de aluguel e o seguro-fiança equivale, em média, a quatro aluguéis, o título de capitalização chega, em geral, a 15 vezes o valor.PerdasApesar de poder resgatar o valor ao fim do contrato, o inquilino precisa ter em mente que não terá o mesmo poder de compra de, por exemplo, 30 meses antes. Como a TR é muito baixa, o dinheiro acaba corroído pela inflação. Em 2014, por exemplo, enquanto a TR foi de 0,86%, a inflação acumulada pelo IPCA foi de 6,4%.
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Fiador pode perder único bem. Confira...
RIO — Se achar um fiador já era difícil, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), publicada no fim de novembro, promete deixar essa negociação ainda mais complicada. É que o tribunal decidiu que, caso o inquilino não pague o aluguel, o fiador pode ter seu único bem penhorado para pagar a dívida.Essa possibilidade já era prevista desde 1991, quando a Lei do Inquilinato foi promulgada, mas até hoje muitos casos iam parar na Justiça, questionando a constitucionalidade da lei. Com a atual decisão do STJ, outras cortes do país devem seguir a jurisprudência, negando novos recursos.— Ao longo desse tempo, vários imóveis de fiadores já foram penhorados. A lei sempre foi aplicada, mas as pessoas entravam na Justiça questionando. É que a Lei do Inquilinato alterou a lei 8.009 de 1990, que trata da impenhorabilidade de bens e não previa a possibilidade de penhorar o bem de família — explica o advogado Renato Anet, especialista em mercado imobiliário. — A decisão do STJ torna os trâmites mais rápidos, já que os recursos não mais chegarão à Suprema Corte.PARENTES SÃO OS PRINCIPAIS FIADORESOu seja, durante um curto período, entre 1990 e 1991, o imóvel único era realmente protegido. Mas, desde então, a possibilidade de ser penhorado já existe. Não à toa, nos últimos anos, surgiram outros tipos de garantia como o depósito-caução e o seguro-fiança. Ainda assim, a figura do fiador ainda é a prática mais comum de mercado. Chega a 60%. Mas os fiadores são, quase sempre, parentes.Edison Parente, vice-presidente Comercial da Renascença Administradora, esclarece que são quatro os tipos de fiança previstos por lei hoje: fiador; depósito-caução; seguro fiança; e a cessão de cotas de fundos de investimento. Existe outra modalidade que é a carta-fiança, uma adaptação legal que pode ser emitida por uma empresa, banco ou pelo governo.VEJA QUAIS AS DIFERENÇAS:— Fiador: se for pessoa física, precisa ser alguém de posse de um imóvel na cidade do Rio de Janeiro, com registro no cartório do RGI que será responsável pelo locatário por todas as obrigações contratuais, caso ocorra problemas na locação. O imóvel do fiador poderá ser penhorado. A diferença para pessoa jurídica é que esta se trata de uma empresa.— Depósito-caução: em geral, é feito um depósito de até três meses de aluguel para o locador. O valor é devolvido no fim do contrato e corrigido pela poupança. Isso, claro, se não houver atraso de aluguel, má conservação do imóvel ou qualquer outra infração contratual. Existem algumas variantes, além do dinheiro, que servem de garantia: caução de bem móvel (como um carro) e caução de bem imóvel.— Seguro-fiança: o funcionamento é semelhante ao do seguro de um carro. Só que, na locação, o inquilino paga cerca de 150% o valor do aluguel (o que equivale a um mês e meio) por ano, para o caso de eventuais problemas. Esta garantia deve ser renovada a cada 12 meses, e o dinheiro não retorna para o inquilino. Se as despesas, como inadimplência e problemas da manutenção forem superiores ao valor depositado, é a seguradora que se responsabiliza pela despesa restante — desde que não ultrapasse seis vezes o valor do aluguel.— Cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento: apesar de prevista em lei, não está regulamentada, portanto, não é usada no mercado imobiliário. É quando a garantia é um fundo de investimento, como planos de previdência e seguro de vida. No caso de pendências contratuais, o locador deverá requerer a transferência das cotas do locatário para pagar a dívida.— Carta fiança bancária, de empresa ou do governo: é quando uma das instituições é o responsável pelo locatário. Geralmente, é usado para locações acima de R$ 5 mil e por empresas grandes. A diferença para o fiador pessoa jurídica é que este assume toda a responsabilidade do contrato, como manutenção, aluguel e condomínio, por exemplo. Já no caso da carta, a empresa pode assumir parcialmente estas questões e deixá-la válida apenas durante o tempo de contratação do funcionário, por exemplo.
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Casas pensadas para idosos diminuem r...
Mais de 7 milhões de idosos vivem no estado de São Paulo, o que representa 15,9% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o aumento do número de pessoas com mais de 60 anos, a sociedade precisa se adaptar para oferecer qualidade de vida aos idosos. E pensar em residências para pessoas da terceira idade é uma das necessidades mais importantes. As casas precisam de adaptações ou devem ser projetas com total acessibilidade. Em entrevista ao G1, o arquiteto Eduardo Rodrigues, de Sorocaba (SP), pontuou as mudanças possíveis para realizar em uma casa e os objetos que devem ser evitados para prevenir acidentes. Casas pensadas para idosos diminuem riscos de acidentes domésticos (Foto: Pixabay) "Quando vamos planejar as casas agora avisamos os clientes sobre o envelhecimento, focamos o projeto a longo prazo, o que facilita a vida no futuro e não requer grandes reformas", afirma o especialista. O primeiro ponto destacado pelo especialista é a iluminação dos ambientes onde vivem os idosos, que podem ter problemas na visão. Em corredores, por exemplo, a luz superior - do teto- pode não ser suficiente, por isso a recomendação é instalar balizadores. Os balizadores são luzes fixadas na parede, como pequenas luminárias, e ajudam a iluminar o caminho do corredor de um cômodo a outro. "Como alguns já enxergam menos, tem dificuldade na visão é ideal que os locais sejam muito bem iluminados", afirma Eduardo. Em portas de correr, como as que dão acesso a sacadas e varandas, a melhor opção é de trilhos embutidos no piso, de modo a evitar quedas. Os cuidados com o solo também incluem pisos antiderrapantes, que garantem maior aderência ao caminhar. Cozinhas com prateleiras facilitam a visão dos objetos (Foto: Pixabay) Tapetes e mesas de centro podem ser vilões das pessoas idosas, e aumentam o risco de acidentes. As mesas de centro devem ficar próximas de alguma das paredes e os tapetes podem ganhar fixadores de silicone nas pontas.Em casas com idosos que se esquecem com facilidade das coisas ou têm Alzheimer, os objetos devem estar o mais visível possível, como em estantes e prateleiras, ao invés de armários fechados na cozinha e sala.A largura das portas muitas vezes torna-se um empecilho quando o idoso possui dificuldades de locomoção e precisa de andadores ou cadeira de rodas. "Aumentar as proporções de portas para passagens de uma cadeira, por exemplo, já melhora a movimentação. A maioria das pessoas pensa que as portas maiores são muito mais caras, mas nem sempre é assim, além do custo benefício", diz o arquiteto.Nos banheiros o cuidado deve ser redobrado. Eduardo Rodrigues contou que um dos artifícios usados atualmente é deixar o box mais amplo, de modo que o vaso sanitário fique dentro dele. A divisão entre o assento e área do chuveiro fica por conta de uma porta de vidro com dobradiças.
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6 dicas para deixar sua casa segura d...
Deixar a casa vazia durante as férias ou feriados pode transformá-la em alvo fácil para os ladrões caso você não tome certas precauções. Confira a seguir 6 dicas para evitar surpresas desagradáveis na volta da viagem. 1 - Peça para vizinhos ou alguém de confiança recolher jornais e correspondências da casa. Isso é importante para evitar sinais de que a casa está desocupada. 2- Deixar as luzes da casa acesas pode acabar tendo o efeito inverso do pretendido. Se alguém passar no local e notar que ela está acesa há algum tempo por noites e dias, a luz pode acabar chamando a atenção para a ausência de moradores, e não para a presença deles. 3 - Deixe uma chave com alguém de confiança que possa verificar se está tudo em ordem com a casa de tempos em tempos. 4- Antes de viajar, cheque as entradas. Reforce as janelas com uma madeira e traque as portas internas da casa para dificultar a circulação em caso de invasão. 5 – Informe os porteiros e seguranças sobre a viagem e deixe claro que nenhuma visita ou prestação de serviço está autorizada neste período. 6 - Caso a sua residência tenha algum sistema de segurança, é importante que seja dado o número de alguma outra pessoa que possa verificar facilmente se está tudo em ordem se houver alguma ocorrência.Depois de seguir estas dicas de segurança você com certeza vai viajar mais tranquilo e aproveitar muito a viagem.Quer saber mais dicas de segurança? Clique aqui e confira.
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Para tentar coibir roubos e assaltos,...
Em Rio Preto, prédio passa a ter 'vaga do ladrão', para motorista estacionar quando há assaltante no carro. Para entrar no condomínio, o morador passa por um sistema de identificação biométrica, dois portões e portaria blindada. A cena, recorrente na capital paulista, está se tornando comum também no interior do Estado. Condomínios estão virando "fortalezas" até em localidades sem registro de arrastões a prédios e com índices de criminalidade menores que os de São Paulo. Síndico de um prédio de 228 apartamentos em São José do Rio Preto, Junior Villanova já aplicou cerca de R$ 40 mil e investirá mais R$ 20 mil em segurança -incluindo um sistema que fotografa visitantes, equipamentos biométricos e "vaga do ladrão", onde o morador estaciona para alertar se há um bandido no carro. "As cidades estão crescendo e, com isso, vêm os problemas. A gente tem que investir pesado na segurança." Para o delegado Genival Santos, no entanto, esses "problemas" não existem. "Temos dezenas de condomínios, mas não há assaltos ou arrastões. Teve um furto no ano passado", diz. Para o diretor de condomínios da regional do Secovi (sindicato das empresas do setor imobiliário), Alessandro Nadruz, "as pessoas estão se adiantando ao problema". Em Sertãozinho, a apresentadora de TV Letícia Bighetti Savegnago, 32, decidiu construir sua casa num condomínio com "gaiola" -são dois portões, e o interno só abre quando o outro é fechado. O residencial, em área nobre, conta ainda com câmeras e monitoramento privado. O condomínio custa de R$ 1.000 a R$ 1.500. "A primeira razão [para morar no local] é a segurança. Sei de pessoas de casas em ruas abertas que, quando abrem o portão eletrônico, o ladrão entra junto", disse. O próprio prefeito da cidade, Nério Costa (PPS), mudou-se para um condomínio fechado. "Não é só em cidade grande. Um lugar como Sertãozinho requer esse tipo de cuidado", diz o síndico do residencial do prefeito, Flávio Aparecido Laureano, 40. Em Marília, um prédio de classe alta acabou de finalizar um sistema de segurança de R$ 200 mil, com portaria blindada, "gaiola" e identificação biométrica. Em São Carlos e Presidente Prudente, também há sistemas semelhantes. Viviane Cubas, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, diz que, mesmo com índices de criminalidade baixos, essas cidades têm violência, o que pode justificar a adoção dos sistemas. Veja Mais
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Medo leva morador de Sertãozinho a co...
De alto padrão, residencial adota sistema em que um segundo portão só abre quando o primeiro é fechado. Administradora afirma receber ligações de vítimas de assalto que agora querem morar em um local fechado. Sertãozinho, vizinha a Ribeirão Preto, carrega no nome uma simplicidade de cidade de interior que há muitos anos deixou de ter. O município, de pouco mais de 110 mil habitantes, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) fechou 2011 com o registro de 1.681 furtos e 407 roubos, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública. O medo de assaltos residenciais levou moradores a buscar a segurança de condomínios fechados, de casas ou apartamentos. No Burle Marx, condomínio de casas de alto padrão no Jardim Botânico, há dispositivos de segurança que não deixam nada a desejar aos existentes na capital. Além de portaria funcionando 24 horas e cercas elétricas nos muros, existe reclusa de contenção de veículos, conhecida como gaiola. São dois portões, de modo que o interno só se abre quando o portão da rua é fechado. O residencial conta ainda com câmeras e com o monitoramento de uma empresa de segurança privada. Tanto aparato se faz necessário para garantir a tranquilidade de moradores de classe social elevada -a maioria é de empresários na cidade. O próprio prefeito de Sertãozinho, Nério Costa (PPS), mudou-se para um condomínio fechado, o Villa Borguese, com 104 casas. A Rio Branco, empresa que administra o condomínio, informou receber ligações de pessoas que foram assaltadas no município e que querem agora a segurança de um local fechado. Para o síndico do Villa Borghese, o empresário Flávio Aparecido Laureano, 40, aparatos de segurança deixaram de ser uma preocupação somente de paulistanos. "Não é só cidade grande. Um lugar como Sertãozinho requer esse tipo de cuidado", afirmou Laureano. A apresentadora Letícia Bighetti Savegnago, 32, decidiu construir sua casa no condomínio onde já mora parte da família do marido, que deve ficar pronta em um ano. "Aqui fico mais tranquila." Veja Mais
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Como decorar apartamentos compactos?
Decorar um apartamento pequeno sem gastar muito e deixá-lo moderno e personalizado é possível! Confira as dicas que separamos a seguir Enfim, você realizou o sonho da casa própria e está pronto para decorar seu lar, mas, ao mesmo tempo, está com receio, pois seu imóvel não tem metragens grandiosas e você não tem um orçamento tão robusto. Não se preocupe! Saiba que, sim, é possível criar um ambiente legal com uma decoração na qual você não gastará muito. Inclusive, essa atividade pode se transformar num lazer muito prazeroso e interessante, basta apostar na criatividade e, claro, na capacidade de garimpar boas peças, buscar inspiração e encontrar boas dicas na internet. No que depender das nossas dicas, iremos te ajudar e muito! Continue acompanhando: 1. Luminárias Esse é um item que deixa seu ambiente muito mais charmoso e divertido, dependendo do tipo de ambiente que você quer criar. Invista em luminárias de chão ou até nos pendentes, que são mais baratas e ficam lindas e úteis na mesa de jantar, por exemplo. Abajur em uma mesa de canto também é uma boa ideia, principalmente se você quiser criar um cantinho reservado para leitura. 2. Piso ou tapete? Você não precisa gastar e se endividar com pisos, materiais de construção, diárias de pedreiro e até passar aquele transtorno com obra e ter que limpar aquela sujeira que toda mudança radical deixa para trás. Além de pensar em um piso que seja prático e de fácil limpeza, você também pode investir em um bom tapete. Isso mesmo! Grandes ou pequenos, lisos ou estampados, com várias opções de materiais e tecidos. Assim, fica muito fácil dar outra cara para o chão do seu apartamento. E o melhor é poder trocar o tapete e mudar sempre que quiser, algo que fica mais difícil quando se enjoa do piso, não é mesmo? 3. Paredes Não existe decoração sem mexer nas paredes. E quando se trata delas, existem duas opções baratas e bem simples: tinta ou papel de parede. As paredes com personalidade e presença na decoração estão em alta, o ambiente pode ser pintado completamente com uma nova cor ou apostar em uma única parede pintada com uma cor diferente. Em paralelo, existe a opção do papel de parede, com inúmeras possibilidades de estampas, cores e texturas. Pode ser encontrado em casas de decoração ou até papelarias, em versões bem econômicas. 4. Plantas Sabe o que transforma qualquer ambiente e você não gasta muito? Plantas! O verde natural tem o poder de transformar qualquer ambiente e ainda traz para o espaço interno a leveza e a natureza dentro de casa.Espalhe plantas em vasos grandes ou pequenos, na sala, no banheiro, na cozinha, no quarto, no hall de entrada ou em qualquer outro canto. Se existe uma unanimidade em relação às plantas, com certeza é essa: ficam bem em qualquer ambiente. Por fim, busque utilizar iluminação natural ou cores claras no espaço, isso dá uma sensação de que o ambiente é mais amplo do que realmente é.
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Imóveis para recém-casados: o que con...
0 Escolher o local ideal para chamar de lar pode ser uma tarefa bem difícil. Afinal de contas, são muitos os fatores que devem ser analisados. Quando se trata de imóveis para recém-casados, essa missão pode ficar ainda mais complexa. Isso porque o imóvel deverá atender às necessidades de duas pessoas, que podem estar vivendo sob o mesmo teto pela primeira vez. Por isso, para evitar desentendimentos, os moradores devem saber o que avaliar antes de se mudarem. Ficou curioso sobre o tema? Então, leia este artigo até final para aprender o que é importante na hora de escolher imóveis para recém-casados! Imóveis para recém-casados: avalie o investimento Essa questão precisa ser pensada com cuidado, pois o valor do investimento pode ajudar o jovem casal a escolher o bairro ou o tamanho do imóvel, por exemplo. É comum que algumas pessoas se empolguem visitando casas e apartamentos e acabem investindo em bens muito caros. Isso pode ser um problema para aqueles que estão começando uma vida a dois. Converse com o seu parceiro ou a sua parceira, de modo que vocês reflitam sobre o momento de suas carreiras e seus objetivos futuros. Assim, vocês chegarão a um valor ideal a ser investido na compra de um imóvel. Analise a localização Você gosta do bairro? Ele oferece praticidade e conforto à sua vida? Você se imagina criando seus filhos nesse local? Essas são algumas perguntas que precisam ser respondidas de forma sincera. Como se trata de um imóvel para recém-casados, é fundamental que ambos concordem com a localização. Portanto, evite omitir sua opinião. Alguns critérios ajudam a escolher a localização, como: proximidade com o local de estudo ou trabalho; variedade e qualidade de linhas de transporte público; segurança; opções de compra; custo de vida etc. Considere a valorização Comprar um imóvel é investir. Lembre-se de que o casal poderá vendê-lo para fazer um novo investimento, se assim quiserem. Por isso, converse com moradores antigos do bairro para entender se houve uma valorização dos imóveis da região. Vale conversar com comerciantes locais, pedir a ajuda dos corretores, perguntar para os futuros vizinhos etc. Algumas áreas aguardam obras de infraestrutura ou investimentos privados. Fique atento, pois essas possibilidades valorizam muito o seu investimento. Verifique as regras do condomínio Algumas pessoas só descobrem que as regras do condomínio são um problema quando começam a receber as multas. Por isso, leia o regulamento e converse com o seu parceiro ou a sua parceira sobre o tema. Mudar-se para um local que proíba animais, por exemplo, pode não ser um problema hoje, quando o casal não tem nenhum bichinho, mas será que vocês se sentirão sempre à vontade com essa proibição? Entenda a vizinhança Conviver pode ser um desafio. Por isso, antes de se mudar, não tenha medo de conversar com porteiros, zeladores e moradores para entender o perfil de quem vive ali. Tomar esse cuidado pode livrar um jovem casal de aborrecimentos com vizinhos. Autor: Fernando Moreira Santos – Blog da CrediPronto
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Pesquisa revela que mulheres são maio...
Levantamento realizado pelo Viva Real apresenta também que compra de imóveis atrai mais casados, já locação desperta mais interesse de solteiros As mulheres são a maioria na busca de imóveis para compra e aluguel no Brasil, é o que aponta uma pesquisa realizada pelo Viva Real, empresa do Grupo ZAP. O levantamento que aponta o perfil de quem deseja comprar ou alugar imóvel no país, contou com mais de 12 mil entrevistas, e mostrou que a compra de imóveis atrai pessoas com idade mediana de 43 anos e em sua maioria casados (58%). Os imóveis para locação atraem pessoas mais jovens com idade mediana de 35 anos, e solteiras (40%). Na pesquisa, observando o tópico de escolaridade, vemos que graduados no ensino superior e pós-graduados são a maioria na busca de imóveis, para venda representam 69% e para locação, 64%. Isso reflete na renda que se concentra, principalmente, em pessoas com ganho de até R$ 10.000. Pesquisa de imóveis (Foto: Shutterstock) Vendo a principal finalidade para que se deseja um imóvel temos uma quase unanimidade: a “moradia”, 94% para quem busca imóveis para locação e 88% compra. Em seguida “lazer” (6% de quem pretende comprar e 3% locação), “negócios” (1% compra e 3% locação), por fim, investimento com 5% das pessoas que pretendem comprar. O tempo de busca de quem procura um imóvel para locação dura, em média, até dois meses (84%). Para quem busca comprar, o total é de 67% para até três meses. A pesquisa do Viva Real revela também que, entre os que buscam a locação, 81% dos pretendem se mudar para o novo imóvel em até três meses. Para quem busca comprar, esse período dobra: 67% em até seis meses. “As novas composições familiares já impactam no tipo do imóvel desejado para compra e locação. De acordo com a pesquisa, 23% das pessoas que buscam imóvel para locação pretendem morar sozinhas e 36% com apenas mais uma pessoa”, explica Cristiane Crisci, Gerente de Inteligência de Mercado do Viva Real. (Foto: Shutterstock) Caixa reduz juros A Caixa Econômica Federal estimulará de forma significativa o mercado imobiliário com as novas regras de financiamento anunciadas recentemente. De acordo com a Gerente de inteligência de Mercado do VivaReal, Cristiane Crisci, o valores limites vão de encontro a demanda de imóveis no Brasil. “Cerca de 50% dos usuários dos sites ZAP e Viva Real buscam imóveis até R$ 300 mil e se somarmos até R$ 800 mil, esse percentual chega a 85% dos valores de imóveis mais desejados para compra pelos usuários”, afirma. Além disso, e quanto a planta, 45% dos brasileiros indicam preferência por comprar imóveis com 2 dormitórios, 37% por três dormitórios e 11% por um dormitório.
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Economia de insumos em pontos import...
Com a chegada de um novo ano é comum sentir vontade de mudar diversos aspectos do dia a dia. Organizar, mudar móveis de lugar e fazer uma pintura são algumas das tarefas que ajudam a renovar a casa ou o apartamento. Mas há quem opte por algo mais radical e encare uma árdua reforma. O momento exige bastante cuidado, por isso é importante saber que existem algumas atitudes acerca das quais uma economia de recursos pode trazer prejuízos. A principal delas, segundo profissionais da Piramid Imóveis, de Ribeirão Preto (SP), é a escolha dos materiais de construção. Insumos de má qualidade poderão acarretar problemas futuros. Além disso, o tempo da obra pode durar bem menos se produtos de boa procedência forem utilizados. Os especialistas da imobiliária também chamam a atenção para itens sanitários, como torneiras e chuveiros, que controlam o fluxo de água – eles resultarão em economia a longo prazo. O mesmo vale para o sistema de iluminação. Embora as lâmpadas de LED sejam mais caras, elas fazem a diferença na conta de luz mensal. Pintura em paredes de ambientes úmidos dura menos e, geralmente, é necessário refazê-la em um curto período de tempo. Por isso a melhor alternativa seria revesti-las com azulejo ou outro material. Também não se deve economizar na cobertura das superfícies antes da pintura. Qualquer conserto em um móvel ou piso sairá mais caro do que o custo do material de proteção. Bons profissionais A contratação de um arquiteto é o tipo de ação com a qual não se pode arriscar. Escolhendo um especialista confiável, o proprietário gastará naquilo que realmente precisa, pois ele será o responsável pelo passo a passo do trabalho, além de ajudar a encontrar vantagens em um bom projeto. Pedreiro, eletricista, encanador e todos os outros que fazem parte da reforma também são fundamentais para o sucesso de uma obra. Apostar em bons profissionais significa prevenir curto-circuito, incêndios e vazamentos de gás ou de água. Também é necessário ter cuidado ao comprar um imóvel barato pensando em reformá-lo. Neste caso a dica é consultar um engenheiro ou um arquiteto antes de adquiri-lo.
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O significado do Natal.
Hei, você, aonde vai com tanta pressa?Eu sei que você tem pouco tempo...Mas será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.Para onde vão todos?Os shoppings estão lotados...Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho...Há uma correria generalizada...Alimentos e bebidas são armazenados...E os presentes, então? São tantos a providenciar...Entendo que você tenha pouco tempo.Mas qual é o motivo dessa correria? Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...Mas confesso que vejo pouco brilho nos olhares...Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...É bonito ver luzes, cores, fartura...Mas seria tão belo ver sorrisos francos...Apertos de mãos demorados...Abraços de ternura...Mais gratidão...Mais carinho...Mais compaixão...Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse...Que há abraços frios e calculistas...Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação. Mas já que você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: para que tanta correria?Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: "viva Jesus, feliz Natal"!E os sóbrios comentam: "é louco!”.E a cidade se prepara... Será Natal. Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.O Natal é a expressão da caridade...E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante...Natal é fraternidade...E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.Mas o Natal também é união...E a vida sem união é como um barco rachado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.E, finalmente, o Natal é pura expressão do amor...E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multicolorido do crepúsculo.Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura... É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.Enfim, a vida sem amor... Bem, a vida sem amor é mera ilusão. Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem pela Terra deu origem ao Natal...
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Reflexão de Frei Beto
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: Qual dos dois modelos produz felicidade? Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: Não foi à aula? Ela respondeu: Não, tenho aula à tarde. Comemorei: Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde. Não, retrucou ela, tenho tanta coisa de manhã...Que tanta coisa?, perguntei. Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: Que pena, a Daniela não disse: Tenho aula de meditação! Estamos construindo super-homens e super mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: Como estava o defunto? Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite! Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa? Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais... A palavra hoje é entretenimento; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá! O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse. Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas... Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald... Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: Estou apenas fazendo um passeio socrático.”Diante de seus olhares espantados, explico: Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:... "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser Feliz"!!!
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Normose
Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito normal é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. Quem não se normaliza, quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha presença através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo. A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Freqüentar terapeuta para bater papo? Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu normal e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.
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O homem-bomba matou o eu
"Ultimamente, dei para falar sozinho. Não falo baixinho não, falo sozinho mesmo, principalmente à noite, deitado na cama e tentando entender o que se passa comigo. Falo alto e chego a ficar com medo. Medo de quê? Medo de entender quem fala com quem, quando falo sozinho. Eu falo e ouço ao mesmo tempo. Mas, quem ouve o que eu falo? Por exemplo, se eu disser no escuro do meu quarto: ‘Onde eu errei naquele amor?’ Tenho medo de que alguém me responda na sala ao lado, de dentro do banheiro vazio, onde pinga o chuveiro e a privada gorgoleja. Uma coisa que me intriga é a forma de falar sozinho; devo falar com todos os ‘ss’ e ‘rs’, ou posso falar desleixadamente, pois afinal de contas eu sei o que estou falando? Aliás, nem preciso falar alto. Basta pensar entre resmungos, gemidos e risos abafados; mas, aí me assalta outro medo: há dentro de mim uma terceira pessoa ouvindo o diálogo de mim comigo mesmo? Mas não resisto aos clamores da norma culta e tento falar com alguma qualidade literária para mim mesmo. Assim, aumenta minha angústia. Uma pessoa fala - que sou eu -, outra pessoa ouve - que sou eu -, e uma terceira pessoa julga a qualidade do meu discurso, que também sou eu. Estarei maluco? Escrever também. Para quem eu escrevo isto aliás? Escrevo para mim mesmo, mas leio como se fosse outro, um crítico, um ‘Antônio Cândido’ dentro de mim. Quem é o outro que me lê dentro de mim? Estou cercado por vários personagens que me rondam, andam pelo quarto, vão até a sala, abrem a geladeira, comem meu pudim e voltam, sempre ouvindo e julgando. Quero ficar sozinho e não consigo. Vou ao espelho e me olho. Madrugada. Não estou sozinho porque me vejo me vendo no espelho. ‘Je... est un autre’. Não há ‘eu’. Quem disse isso? Foi Rimbaud ou Artaud? Acho que os dois. Estou possuído por outros ‘eus’ que não são ‘eu’..." (Este texto seria o início de uma novela que pensei em escrever. Não o fiz, mas serve para abrir este artigo de hoje - "papo-cabeça meia-boca", desculpem...). Afinal de contas, quem sou eu? Fico falando na TV, escrevendo nos jornais, tentando ser um sujeito útil, mas, no duro, quem fala debaixo dessas duas letrinhas: "Eu"? Oscilamos entre o desejo de ser "especiais", únicos e brilhantes sujeitos, para sair do anonimato (supremo pavor) e ser algum "eu", ou então temos o desejo da solidão absoluta, ser "nada", apenas um bicho sem memória ou desejo, uma formiga conduzida por um comandante qualquer. Talvez nesse "bicho sem eu" haja um "eu" mais geral, feliz, sem fraturas, um eu submisso, nosso desejo oculto, como escreveu Dostoievski, ou um sujeito mítico, como nos revelou Levi-Strauss sobre a mente selvagem. A tradução da palavra Islã é submissão; o eu selvagem é "fora do tempo" ("timeless"). Para nós, ocidentais de base judaico-cristã, é difícil porque inventaram o tal "livre arbítrio" (confronte "O Grande Inquisidor", de Dostoievski). Entre o indivíduo e a massa, entre o ser e o nada, respira a liberdade, como um bicho sem dono, a liberdade, esta coisa que nos provoca tanta angústia. Que liberdade? Para ser contra a guerra? Ou para ser a favor da guerra? Tanto faz, pois a guerra já está decidida pela marcha das coisas. O "eu" está sem orgulho, sentindo-se inútil. O "eu" virou um luxo para poucos. Há o desânimo de pensar, de escrever sobre algo morto e inevitável e que já foi decidido. Sem esperança, não há filosofia. Temos de nos conformar que não há mais solução para o terrorismo, para a boçalidade, para o mal, para a miséria, para o meio ambiente. Só resta ao "eu" acumular riquezas, charmes ou ilusões. Seria o "eu-burguês", o "eu-Miami", o "eu narciso", o "eu" que mostra a bunda, o "eu" de silicone ou o "eu-Big Brother". O homem-bomba matou o "eu". Todo o pensamento humanista está tristinho, queixoso de tanto absurdo, tanto na guerra internacional como na vida urbana. De que adiantam o lamento, o escândalo? Como falar em compaixão a propósito de um menino de 13 anos que decepa a cabeça de um colega com um machado? Como falar em democracia com muçulmanos analfabetos, que, desde o século VII, batem a cabeça nas pedras para extirpar qualquer resquício de liberdade, enquanto aqui na América Latina a democracia é usada para fundar novas ditaduras? O século XXI começa como uma Idade Média, comandado pela indústria das armas e da poluição incontrolável. Não dá para entender os acontecimentos à luz de um antigo humanismo, de uma tradição racional que nos prometia um futuro de harmonia. Só nos restará um "catastrofismo esclarecido", como nomeou Jean Pierre Dupuy, filósofo da Escola Politécnica de Paris e da Universidade de Stanford. Na coletânea organizada por Adauto Novaes, sobre a "Experiência do Pensamento", ele escreveu o seguinte: "Sempre o mal esteve relacionado com as intenções de quem o comete. Os horrores do século XX deviam ter-nos ensinado que isso é uma ilusão. O absurdo é que um mal imenso possa ser causado por uma completa ausência de malignidade, que uma responsabilidade monstruosa possa caminhar junto com uma total ausência de más intenções. (...) a catástrofe ecológica maior com que nos deparamos e que põe em perigo toda a humanidade será menos o resultado de um mal dos homens ou mesmo de sua estupidez. Terá sido mais por uma ausência de pensamento (‘thougthlessness’)(...) Hoje, um sem número de decisões de toda ordem, caracterizadas mais pela miopia do que pela malícia ou pelo egoísmo, compõe um todo que paira sobre elas, segundo um mecanismo de autoexteriorização ou de autotranscendência. O mal não é nem moral nem natural. É um ‘mal’ do terceiro tipo, que chamarei de ‘mal sistêmico’". Diante da espantosa evolução da tecnociência, o "eu" virou uma bactéria tolerada, a ser clonada e dirigida. Em suas aulas e seminários, Jacques Lacan sempre perguntava aos que lhe inquiriam ou criticavam: "D´ou parlez-vous, monsieur?" ("De onde" o senhor está falando?) É o meu caso. Afinal de contas, de onde escrevo isso? Para quê? Globo - 01/01/2012
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7 receitas fáceis e infalíveis de lim...
Manter a casa e superfícies limpas e organizadas nem sempre é fácil, porém, com o auxílio de alguns produtos, as tarefas podem ser simplificadas. O limpa vidros caseiro é um exemplo disso, com ele, você consegue manter a limpeza gastando bem pouco. Confira o passo a passo de receitinhas fáceis e rápidas que podem ser feitas em casa. Limpa vidros, espelhos e janelas caseiro Passo a passo: Em um recipiente, coloque uma xícara de vinagre de álcool; Com o vinagre, misture uma xícara de álcool; Por último, acrescente uma colher de chá de detergente e misture tudo muito bem; Coloque a mistura em um borrifador para facilitar o manuseio. Limpa vidros caseiro simples e barato Passo a passo: 150ml de álcool de limpeza; 150ml de vinagre de álcool; 1 colher de sopa de detergente; 50ml de água em temperatura ambiente; Coloque todos os ingredientes em um recipiente, colocando primeiro o álcool e deixando o detergente por último; Misture tudo e está pronto o limpa vidros. Limpa vidros com bicarbonato Passo a passo: Em um recipiente, coloque três colheres de sopa de bicarbonato de sódio; Acrescente três colheres de sopa de detergente transparente; Misture bem o bicarbonato com o detergente; Finalize colocando 100ml de álcool acima de 70% e misturando bem. Limpa vidros caseiro com amaciante Passo a passo: Em um recipiente de sua preferência, coloque meia tampa de amaciante; Adicione uma quantidade maior de água e misture; Para aplicar o produto, use uma flanela e um pano seco para secar. Limpa vidros com vinagre caseiro Passo a passo: Coloque dois copos de água em um borrifador; Acrescente uma colher de sopa de vinagre; Finalize misturando bem e estará pronto. Limpa vidros perfumado caseiro Em um recipiente, coloque 250ml de limpador perfumado; Adicione junto ao limpador 500ml de álcool; Mexa bem para que os dois produtos se misturem; Misturinha caseira para limpar vidros e tirar manchas Passo a passo: Utilize 400ml de água; 100ml de álcool de supermercado; Uma tampinha de amaciante de sua preferência; Junte todos os produtos e coloque a mistura dentro de um borrifador. Com essas misturinhas, certamente, os vidros e espelhos de sua casa estarão sempre brilhando e, o melhor de tudo, com facilidade e gastando pouco. Gostou das dicas? Confira alguns truques para limpar a casa que também te ajudarão muito!
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O feriadão enfim chegou!!!
Para a #DicaDaCleo de hoje, trago uma programação que vai dar um UP no seu feriado, com uma seleção dos melhores lançamentos do cinema para assistir em família! ðŸ¿ðŸŽ¥Olha só o meu TOP 5 ⬇ï¸ðŸŽ¬ -Lightyear:Nosso brinquedo patrulheiro espacial favorito, Buzz Lightyear, originário da série Toy Story, ganha vida em seu filme "Lightyear". Lançada recentemente, a obra de ficção científica da Disney/Pixar aborda a origem definitiva do herói que inspirou o brinquedo, com muita ação e uma incrível aventura intergaláctica.🎬 -Jurassic World - Domínio:Essa obra da Universal Pictures traz a sequência dos filmes Jurassic Park, sendo o 3º filme da trilogia Jurassic World. Este longa-metragem envolve ficção científica e ação, abordando como os dinossauros se comportam em um mundo ao lado dos humanos.🎬 -Top Gun - Maverick:Essa continuação de "Top Gun - Ases Indomáveis" (1986), conta com a atuação de Tom Cruise, que que estrela neste lançamento após quase 40 anos desde o filme original, onde também era o ator principal. A obra conta com muita ação e aventura, narrando os desafios de Pete Maverick, um corajoso piloto de testes que se vê em um mundo contemporâneo de guerras (desta vez, tecnológicas).🎬 -Doutor Estranho no Multiverso da Loucura:A aguardada sequência de "Doutor Estranho" (2016), conta a história do Dr. Stephen Strange rumo ao desconhecido aonde ele lida com um misterioso adversário, contando com a ajuda de novos aliados místicos. A obra traz aspectos de terror, ação e ficção científica em uma sutil releitura dos quadrinhos.🎬 -Memory:Com o título traduzido para "Assassino Sem Rastro", esta obra narra os desafios de Alex (Liam Neeson), um experiente assassino que se encontra na mira do FBI após se recusar a completar um trabalho para uma organização criminal, onde o forçam a caçar aqueles que querem matá-lo. Ao decorrer do longa, sua falha memória o faz questionar todas as suas ações e em quem se pode confiar.Gostou dessas dicas? Pegar um cineminha é uma ótima programação para passar em família neste feriadão!#cinema #VemPraPiramid
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Quais são seus planos para a sexta-fe...
Hoje é sexta feira treze e sabe o que eu gosto de fazer em datas assim? Isso mesmo, ver um bom filme de terror! Por conta disso, para a #DicadaCleo de hoje escolhi 5 filmes de arrepiar.Tem dias que merecem ser diferentes, por isso preparei essas sugestões que, com certeza, vão ficar marcadas na memória de toda a galera. Então já apaga a luz, separa a pipoca e entra no clima. Coraline e o Mundo Secreto (2009)Decidi abrir a lista de um jeito leve, para que todo mundo se divirta. “Coraline e o Mundo Secreto”, é um clássico de Neil Gaiman que merece ser relembrado. Conta a história da pequena Coraline, que descobre uma porta secreta, que a leva para um mundo onde todos tem olhos de botões. Maligno (2021)Esse filme divide opiniões, mas uma coisa é inegável, não dá pra não se entreter com esse filme. No longa, a protagonista tem sonhos aterrorizantes e cheios de horror, as coisas começam a piorar quando ela descobre que os todos sonhos são realidade e que ela está conectada a eles. Corra (2021)Além de te dar medo, esse filme vai dar um nó na sua cabeça com o Plot Twist. Chris é um fotógrafo que vai conhecer os pais de sua namorada, mas descobre que a família dela esconde algo bizarro. Céu Vermelho-Sangue (2021)Pra quem quer gosta de ver direto na Netflix, essa é pra você. Um grupo terrorista realiza o sequestro de um avião, mas mal sabiam eles que um dos passageiros tem um segredo que pode ser o fim deles. Trilogia Rua do MedoEncerrando com uma sequência de filmes, essa trilogia conta macabras histórias sobre a mesma cidade ao longo dos anos https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/sexta-feira-13-10-filmes-nos-streamings-para-se-assustar-na-data/
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Como cuidar das plantas para não vira...
Os casos de dengue vêm registrando números recordes em 2022. Dados do Ministério da Saúde, divulgados na última segunda-feira (2), mostram que, entre 2 de janeiro e 23 de abril, foram registrados 542.038 casos da doença no Brasil. O número quase iguala o apurado em todo ano de 2021, 544 mil casos, e supera em 113,7% os registros contabilizados em igual período do ano passado. Diante de dados tão alarmantes, fica a pergunta: o que fazer? De acordo com profissionais de diversos ramos de atuação ouvidos por Casa e Jardim, a prevenção é o recurso mais eficaz contra a doença, o que inclui manter o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue pela picada, longe do lar.“A água parada é o principal responsável pela proliferação do mosquito-da-dengue. Mas, quando falamos de paisagismo ou jardinagem, muitos associam a água parada apenas nos pratinhos que ficam abaixo do vaso. Errado. A água parada pode ficar em folhas secas e, em muitos casos, em plantas aquáticas, como bromélias. Apesar de lindas, quando não bem tratadas preventivamente, tornam-se hospedeiras para larvas e bactérias”, alerta Bruno Watanabe, CEO da Vertical Garden. Cuidado com as plantas Para evitar que as plantas de casa sirvam de criadouros para mosquitos e pernilongos, Bruno ressalta ser importante colocar terra ou areia nos pratos de vasos de planta, ou realizar uma limpeza semanal nestes recipientes. No caso das plantas aquáticas, ele lembra ser necessário lavar com água e sabão a parte de dentro do vaso, uma vez por semana, bem como higienizar as bromélias ou plantas que acumulam água duas vezes por semana. “A principal arma contra a dengue é a prevenção em possíveis locais de água parada, por isso a importância de ampliar os cuidados com plantas aquáticas, inclusive bromélias. Entretanto, é preciso ressaltar que elas não podem ser consideradas vilãs. Quando plantadas de forma correta e feita a manutenção adequada, as bromélias não apresentam risco de servirem como criadouros do mosquito”, diz Bruno. Outras medidas Conforme o biólogo Carlos Peçanha, diretor técnico da Rentokil, empresa especializada no controle de pragas, a fêmea do mosquito pode gerar centenas de descendentes em questão de 10 dias, reforçando a importância de encontrar e eliminar possíveis criadouros. “Os mosquitos são ótimos em encontrar pontos com água parada, mesmo em locais de difícil acesso, como bandejas de ar-condicionado e reservatórios de evaporação das geladeiras tipo Frost-Free. Portanto, é fundamental prestar atenção nos locais onde se encontra mosquitos para procurar esses criadouros nas proximidades”, orienta. Outras medidas que podem ajudar a manter o mosquito longe é o uso de aerossóis e repelentes de paredes. Algumas plantas também podem ser aliadas na tarefa. “O uso de aerossóis domésticos são uma ferramenta válida nas áreas internas das casas, assim como os repelentes de tomada, especialmente para quartos e home -office, ou seja, locais de ocupação longa nas casas. Sobre as plantas, algumas exalam aromas que não são agradáveis para insetos em geral, porém, esses cheiros não são liberados todo o tempo nem afastam todos os insetos. Plantas como lavanda, alho e alguns cítricos têm alguma ação repelente, porém seu efeito é bastante limitado”, comenta Carlos. Invista em barreiras físicas Quando o assunto é o combate à dengue, dificultar o acesso do mosquito vai além de eliminar os focos de água parada, já que muitas vezes, o foco pode não estar na sua residência. Dessa forma, a arquiteta Tery Kanakura, à frente do escritório que leva o seu nome, lembra da importância de investir em barreiras físicas contra o mosquito. “Tenho presenciado excelentes resultados por telas anti-insetos, ou mosqueteiras, instaladas em portas e janelas, que realmente barram a passagem de diversos insetos, inclusive do mosquito-da-dengue. É uma medida relativamente econômica e deve ser associada a outras, como evitar água parada tanto em áreas internas como externas”, finaliza.Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2022/05/como-cuidar-das-plantas-para-nao-virarem-focos-do-mosquito-da-dengue.htmlImagem: A água parada pode ficar em folhas secas e, em muitos casos, em plantas aquáticas, como bromélias (Foto: Pixabay / Elsemargriet / CreativeCommons)
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"Aqueles que não aprendem nada sobre os fatos desagradáveis de sua vida, forçam a consciência cósmica a repetir tantas vezes quanto seja necessário , para aprender o que ensina o drama do que aconteceu . O que negas te submete . O que aceita te transforma ."
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Comprei um apartamento financiado pel...
A tabela price é um sistema que geralmente oferece uma prestação mais baixa em relação a outros sistemas de financiamento, mas que costuma ser menos vantajoso para o consumidor, pois primeiro este inicia pagando juros, e só depois de algum tempo começa a haver a amortização efetiva da dívida. Se está com dificuldades em pagar, poderá tentar uma renegociação da dívida. Também deverá pedir uma planilha da evolução da dívida e procurar o Procon ou outra entidade de defesa do consumidor para verificar se a mesma está sendo cobrada corretamente. Também é aconselhável procurar um advogado.
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Quais os custos com o processo de rep...
Os custos com o processo de repasse são de responsabilidade do adquirente e incluem os custos com assessoria, emolumentos notariais e registrais e o Imposto de Transmissão do Bem Imóvel (ITBI). Esse valores variam conforme o valor de cada imóvel. O imposto e emolumentos são devidos pois há a transmissão definitiva do imóvel ao adquirente que o oferecerá em garantia ao banco pelo financiamento contratado
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Quem financia imóveis no Brasil ? Com...
Para operar no SFH, é preciso que o banco esteja inscrito como agente financeiro do SFH junto ao BACEN. -Já para operação em financiamentos do SFI e imóveis comerciais feitos com recursos próprios, não há nenhuma exigência especial para os bancos -Na prática, todos os bancos fazem financiamentos pelo SFH, pelo SFI e de imóveis comerciais, sendo que o mutuário deve pesquisar bastante antes de assinar um contrato. -Há um limite na taxa de juros para o máximo, mas não para o mínimo. Assim, de um banco para outro há bastante diferença na taxa de juros, bem como no prazo e no comprometimento máximo da renda familiar. -Vale a pena pesquisar, pois se o mutuário conseguir uma economia de 1% na taxa de juros ao ano, isto fará com que a pessoa reduza mais de 20% do preço total de seu financiamento ao longo de 15 anos.
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Quais as dicas para quem vai financia...
As dicas são: - Procure um imóvel que atenda suas necessidades atuais. Por exemplo, se você é casado e tem um filho, então não compre um imóvel de três quartos. Lembre-se que o dinheiro do financiamento conta juros e por isto não tome um empréstimo para comprar uma coisa além de suas necessidades e possibilidades. Compre e pague um imóvel primeiro e depois parta para um maior. - Use todo o saldo que você tiver no FGTS como entrada, diminuindo o valor financiado. - Se possível, poupe por um ano o valor equivalente ao que pagaria no financiamento. Usando este valor poupado como entrada, você reduz dois anos de financiamento ou diminui em muito o valor das prestações mensais. - Opte por um plano de correção com índices que acompanhem a evolução de seu salário, normalmente com reajuste anual. O IPC é o índice oficial utilizado na correção da datas-base dos empregados da iniciativa privada. Buscar financiamentos atrelados ao IPC ou INPC é a melhor alternativa existente hoje. - Não comprometa mais do 15% de sua renda com a primeira prestação. Isto lhe dá uma folga para que, durante o financiamento, ele venha a comprometer até 30% sem lhe tornar um inadimplente. - A cada dois anos saque seu FGTS e amortize parte do saldo devedor para se livrar mais rápido da dívida. Este prazo é o mínimo permitido por lei. - Sempre que tiver dinheiro sobrando, decorrente de férias vencidas, 13º salário ou outros, use-os para amortizar o saldo devedor do financiamento. Não compensa você manter uma poupança, por exemplo, se você receberá TR + 6% ao ano de correção e juros, enquanto estará pagando TR + 8 a 12% ao ano no seu contrato de financiamento. - Use o 13º Salário para amortizar o saldo devedor. Lembre-se sempre que um financiamento é empréstimo de dinheiro a juros e quanto mais rápido você devolver o dinheiro emprestado, menos juros irá pagar.
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Entenda como funcionam os contratos d...
Matéria explica quais são as obrigações do locador, do locatário e outras informações sobre as benfeitorias Grande parte dos contratos de locação usam o IGP-M (índice geral de preços de mercado da FGV) para efeitos de reajuste anual do valor do aluguel. E na ausência de algum índice pré-estabelecido em contrato, a escolha fica a critério do locador. contrato de locaçãoO reajuste é a atualização monetária do valor do aluguel tendo em vista a desvalorização da moeda, explica a advogada Marina Paula de Faria, do escritório Hatada Advogados. O reajuste do aluguel é feito anualmente de acordo com o índice previsto no contrato. Já a revisão é diferente: visa adequar o valor do aluguel pago ao valor de mercado.Não havendo acordo do período de revisão, ela acontecerá após três anos de vigência do contrato. Em razão da revisão, o valor do aluguel pode ser aumentado ou reduzido. A revisão visa a adequar o valor locatício ao de mercado. Contrato de locaçãoAs despesas de administração do imóvel locado incubem exclusivamente ao locador, não podendo ser transferidas ao locatário. O locador que exige do locatário o pagamento de tais despesas não apenas infringe o contrato e a lei como comete crime, passível de sanção. As despesas de administração imobiliária constituem encargo do locador.O locador não pode retomar o imóvel antes do prazo previsto, a não ser que o inquilino cometa infração legal ou contratual, ou atrase o pagamento do aluguel ou demais encargos. O locador não pode retomar o imóvel no curso do prazo contratual, a não ser em alguns casos previsto em lei.O contrato pode ter prazo indeterminado, ou seja, sem limite de vencimento, ou então pode ter prazo determinado, estipulando uma data para o encerramento da relação contratual. Locação de imóveisO local e a forma do pagamento devem ser definidos no contrato. Na omissão, o pagamento é efetuado no imóvel locado.O contrato deve prever se a locação será para fins residenciais ou comerciais. Sendo comercial deve haver a descrição da natureza da atividade.Caso o locatário realize sublocação de parte do imóvel, o locador deve ser informado e um novo contrato de locação deve ser celebrado entre o locatário e a outra pessoa. No segundo contrato o locatário será o sublocador e a outra pessoa será o sublocatário. Um exemplo típico acontece quando as repúblicas particulares (casa compartilhada) alugam quartos durante um determinado tempo.Os contratos devem ainda prever como se darão as benfeitorias (melhorias realizadas no imóvel pelo locatário), a serem classificadas da seguinte forma: necessárias, úteis ou voluptuárias. PrédiosBenfeitoria necessária: introduzidas pelo locatário, ainda que não autorizadas, devem ser indenizadas pelo locador, salvo disposição contratual em contrário. São aquelas relacionadas com a necessária preservação do imóvel.Benfeitorias:Benfeitoria útil: desde que autorizadas pelo locador, serão ressarcidas ao locatário, salvo disposição contratual em contrário. As benfeitorias úteis são aquelas relacionadas a uma melhor utilidade do imóvel, porém não imprescindíveis.Benfeitoria voluptuária: nesse caso o locador não terá necessariamente a obrigação de indenizar o locatário, podendo este, ao final do contrato, retirar tais benfeitorias, desde que não cause prejuízo ao imóvel. Elas estão relacionadas apenas a um maior conforto no imóvel. Fonte: Hatada Advogados
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Caso o contrato de locação contenha ...
Não. A rescisão por parte do proprietário só poderá ocorrer após encerramento do período de vigência estabelecido em contrato.
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Na vigência do contrato de locação o ...
Não. Em nenhuma situação poderá exigir a desocupação do imóvel antes do vencimento do contrato de locação.
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Qual seria a vantagem prática para o...
A cláusula resolutiva expressa constitui um reforço aos contratos bilaterais, oferecendo uma segurança a mais ao vendedor e ao comprador. VANTAGENS AO VENDEDOR: 1. de romper de pleno direito o vínculo contratual, desfazendo-se o contrato pela simples inadimplência do comprador. 2. desnecessidade de ação judicial para a rescisão do contrato porque este se extingue automaticamente, e caso vá para a órbita judicial, o juiz somente declarará o efeito já produzido, ou seja, a extinção do negócio em sentença declaratória, sem qualquer discussão sobre o desfazimento ou não do negócio (sentença constitutiva). VANTAGENS AO COMPRADOR: 1. Terá o domínio da propriedade transferido com o título na matrícula do imóvel, tornando-se oponível contra terceiros. 2. Economia pelo pagamento de apenas um ato notarial para a lavratura da escritura. 3. Economia pelo pagamento de apenas um ato no BDI. 4. Não terá as despesas como a de registrar previamente um compromisso de compra e venda sem a cláusula resolutiva, para valer contra terceiros.
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Quais os cuidados necessários na hora...
1° – O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los. 2° – Escolher um bom empreendimento também depende de verificar sobre quais serviços essenciais estarão instalados, quem irá administrá-los e se o loteamento é fechado ou aberto. 3° – Visite o local que se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação dos lotes. 4° – Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto. É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz. Sobre a obra, deve-se buscar a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO), que confere um “Selo de Regularidade de Aprovação” às obras regulares. 5° – Consulte o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) para verificar sobre a idoneidade da empresa corretora. 6° – Loteamentos irregulares não se preocupam muito com o futuro de seus recebimentos. Por isso, antes de concluir o negócio, deve-se verificar quem financia o parcelamento e qual documentação é exigida. 7° – Para efetuar o pagamento, o consumidor deve dar a entrada ou sinal com cheque nominal à empresa, além de exigir um recibo de sinal e um contrato que descreva de forma detalhada o empreendimento. 8° – É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental. 9° – Duvide dos preços baixíssimos, isso pode significar que o terreno está sendo colocado em nome de uma associação de moradores e uma quota irregular vendida. 10° – Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.
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Adquirir terreno e construir casa pod...
Como diz o ditado, quem casa, quer casa. Mas a jornalista Érica Soares, de 28 anos, não queria um apartamento ou uma moradia como as tantas que existem à venda. Queria construir um cantinho do seu jeito. Comprou um terreno financiado, em São Gonçalo, por R$ 33 mil. Vendeu um apartamento para conseguir a verba para a construção. Após um ano e três meses de obra, estava erguido o lar exatamente como havia projetado. “Na época, procuramos casas, mas nada valia a pena. Eram pequenas e caras, não cabiam no orçamento. Por isso decidi construir. Parei de contar os gastos na construção da minha casa, mas hoje ela vale uns R$ 500 mil. Saí na vantagem”, acredita Érica. Embora tenha parado de calcular o investimento ao longo do tempo, a jornalista acertou. O engenheiro civil do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) Antônio Eulálio Pedrosa diz que, ao adquirir um terreno e construir a moradia, em vez de comprar uma pronta, o proprietário economiza até 50%. “A estimativa é de R$ 3 mil por metro quadrado construído. Se for comparar com uma pronta, sai pela metade do preço”, diz ele. O conselheiro do Crea-RJ alerta, porém, para os cuidados com a construção: “É preciso contratar um profissional para fazer a sondagem do solo e o projeto. Isso não é um gasto. Significa uma economia de 30% no custo da obra, porque um leigo gasta materal demais.” Financiamento de lote em até 72 vezes - Desde que se casou, a assistente administrativo Maria Venâncio, de 63 anos, orgulha-se de nunca ter pago aluguel, graças à compra de um terreno adquirido em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, na década de 70. Hoje, a moradia que começou com os cômodos básicos para uma família morar, se transformou num casarão. “Comprar o terreno trouxe muitas vantagens. Fui construindo aos poucos, quando tinha dinheiro. Hoje, a casa tem cinco quartos, com duas suítes, quatro banheiros, sala, cozinha e um terraço. Demorei uns 30 anos até deixá-la do jeito que eu queria, mas não teria dinheiro para comprar uma casa como a minha’, afirma Maria. Após três anos de namoro, a funcionária pública Isabela Braga, de 25 anos, e o namorado Carlos Souza, de 27, estão planejando se casar. Antes de escolherem a data, compraram um terreno em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, para erguer uma casa. A construção, iniciada em março, está a todo vapor. “Podemos fazer do nosso #bolso. Sem falar que depois vamos economizar com condomínio, que estão caros demais”, afirma Isabela. A partir de R$ 35 mil - O casal escolheu um bairro em constante crescimento. Apesar do boom de empreendimentos, Campo Grande é uma região que ainda tem muitos terrenos à venda. Somente a Fernandes Araujo comercializa cem lotes por lá, a partir de R$ 35 mil. Os terrenos podem ser financiados por famílias que tenham renda de R$ 2.700 por mês. Com o pagamento de uma entrada de R$ 7 mil, a empresa financia o restantes em 72 prestações de R$ 538,52, corrigidas pelo IGP-M. Mais...
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Como avaliar a localização de um imóvel?
Para fazer uma boa avaliação, é essencial visitar o imóvel várias vezes, em horários diferentes, a fim de saber como é o cotidiano. Comércio local valoriza o imóvel, desde que não na mesma rua, pois pode causar trânsito e barulho, fatores de depreciação. Parque, clube ou shopping próximos podem valorizar o bem, desde que não atrapalhem a mobilidade do morador. Transporte público, escolas e universidades são outros pontos de destaque. Apartamentos nos primeiros andares são menos valorizados, enquanto as últimas unidades ganham em preço graças à redução do barulho da rua e à boa vista.
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